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Você fica longe do seu filho e se preocupa com a alimentação? Confira as dicas

Você se preocupa com a alimentação do seu filho, mas a rotina diária complica a situação, certo? Isso, infelizmente, é comum para uma grande parcela das mães.

 

Em um estudo recente da Universidade de Londres, feito com 20 mil famílias, verificou-se que as crianças cujas mães trabalham fora têm mais tendência de serem sedentárias, a comer alimentos pobres em nutrientes e a ficar mais de três horas por dia em frente à TV.

 

“De fato, o cuidador tem associação direta no impacto de como e quanto a criança come. E ela precisa de supervisão para se alimentar, já que não pode escolher sozinha o que é melhor”, diz a nutricionista Adriana Sevilha Gandolfo, coordenadora clínica do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas (FMUSP).

 

Se você é uma mãe que também trabalha fora, estas dicas podem te ajudar:

 

1) Saiba a rotina alimentar do filho

Mesmo que você fique o dia todo fora, é necessário saber como é a rotina alimentar do seu filho e, principalmente, limitar ao máximo a compra de alimentos não saudáveis.

 

2) Monitore dentro e fora de casa

Acompanhe o cardápio da escola e procure cozinhar junto com seu filho no fim de semana.

 

3) Evite isso

Evite oferecer doces ou sobremesas como recompensa.

 

4) Tenha paciência

Seja paciente ao apresentar novos alimentos ao seu filho. Às vezes, ele precisa de tempo para se acostumar aos sabores diferentes… Faça das refeições um momento agradável em família.

 

5) Ofereça pequenas porções

Seu filho gosta de chocolate? Em vez de liberar a guloseima apenas nos finais de semana – o que pode causar ansiedade, com chance de se tornar compulsão – ofereça uma pequena porção (um quadradinho basta) no dia em que seu filho pedir. Assim, ele cria uma relação de prazer e não sofre até ganhar o doce.

 

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Fonte:
https://revistacrescer.globo.com/Criancas/Alimentacao/noticia/2019/05/5-dicas-para-cuidar-da-alimentacao-do-seu-filho-mesmo-de-longe.html

 

Não obrigue seu filho a comer

O Dr. Carlos González é franco em dizer: “o compromisso dos pais é ter comida saudável em casa. Se você não adquire refrigerantes e biscoitos, seu filho não vai comer essas coisas”.

 

Categórico em afirmar que jamais os pais devem obrigar os filhos a comer (nem enganando-os, com distrações, prêmios, ameaças, castigos e chantagens), Carlos González afirma que sim: os filhos devem comer o que gostam. Mas então você se pergunta: “Meu filho não acabará comendo somente bobagens?” O Dr. é enfático em dizer: “Não quer que seu filho coma biscoito? Então não compre biscoitos. É a sua responsabilidade”.

 

Segundo Carlos, o compromisso dos pais é ter comida saudável em casa. Se você não adquire refrigerantes, biscoitos e salgadinhos, seu filho não vai comer essas coisas. E se acredita (com razão) que não é preciso ser tão rígido, e que as crianças podem comer uma guloseima de vez em quando, você decide qual é o limite e quantos biscoitos comprar por mês.

 

“Enquanto o pequeno não tiver dinheiro e capacidade física e mental para fazer compras sozinho, ele só vai comer biscoitos de chocolate se os seus pais lhe oferecerem. A criança não tem culpa dos erros dos adultos. E quando seu filho tiver dinheiro e capacidade para usá-lo, tomara que só compre biscoitos de chocolate – e não bebidas alcoólicas ou coisas piores”, afirma Carlos.

 

Se você fez a sua parte, na sua casa tem só (ou quase somente) comida saudável. Dentro desse limite, seu filho pode decidir o que come, em que momento e em que quantidade.

Muitas crianças não podem tomar decisões. Elas têm de comer o que seus pais definem, no momento em que determinam. Isso não é digno e, a longo prazo, é perigoso. Em plena epidemia de obesidade, é prudente você ensinar seu filho a comer “só mais duas colheradas”?

 

Enquanto come o que sua mãe, orientada por um médico, diz, a criança ficará mais ou menos bem. No entanto, aos 15 ou 20 anos, quem liga para a mãe ou para o médico?

 

Quem não souber tomar suas próprias decisões vai procurar alguém que lhe diga o que comer; mas esse alguém não será a sua mãe. Será a televisão, a internet. Será “a dieta da laranja”, “os segredos das estrelas para emagrecer”, “os superalimentos”, “como perder três quilos em um fim de semana”.

 

Observe os anúncios de alimentos na TV. Quase nenhum deles merece o título de comida. Você não vai ver propaganda de cenouras, peras, lentilhas… Só de refrigerantes e guloseimas.  Por isso, é importante que seu filho saiba tomar suas próprias decisões e não coma só o que dizem para ele comer. Porque não irão dar bons conselhos a ele.

 

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Fonte:
https://revistacrescer.globo.com/Colunistas/Dr-Carlos-Gonzalez-Criar-com-apego/noticia/2019/05/o-compromisso-dos-pais-e-ter-comida-saudavel-em-casa-se-voce-nao-adquire-refrigerantes-e-biscoitos-seu-filho-nao-vai-comer-essas-coisas-diz-dr-carlos-gonzalez.html

 

Descubra como fazer a transição da alimentação pastosa para a sólida

Seu filho estava comendo corretamente com a alimentação pastosa e agora não está aceitando a sólida? Então essa postagem é para você.

 

O primeiro ponto, apontado pela nutróloga Liliane Oppermann, é acabar com a insistência com determinado alimento, pois isso não faz parte da introdução alimentar. Segundo Liliane, persistir (introduzir aos poucos) é diferente de insistir (forçar a comer algo).

 

Se a criança chora para comer, fique atenta aos motivos dessa reação. Será que não são os dentinhos que estão complicando a alimentação? Pois eles fazem muita diferença na hora de ingerir os pedacinhos, pois a criança não consegue mastigar. Isso sem contar a mudança que acontece no paladar. Geralmente a papa amassada utiliza pouca carne, por exemplo. Já na papinha com pedaços, a quantidade de proteína aumenta, modificando o gosto do prato.

 

Busque então, além de manter os mesmos ingredientes, misturar a papinha amassada com a que possui mais pedaços, gradualmente. Ou seja: antes de passar para a sólida, comece misturando 70% de papinha com 30% de alimento em pedaços. Conforme seu filho for aceitando, inverta essa proporção até que ele aceite completamente a comida sólida.

 

Independentemente da forma de adaptação, o mais importante é ter persistência. Mude a receita, inverta as proporções e altere horários, mas jamais insista. Do contrário, a criança pode ficar traumatizada, trancar a boca, chorar… e o momento da refeição, que deveria ser agradável, vai se tornar um pesadelo.

 

Para finalizar, lembre-se de que a criança deve ser exposta a pelo menos dez vezes ao mesmo alimento para ter certeza de que realmente não gosta dele.

 

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Fonte:
https://revistacrescer.globo.com/Colunistas/Dra-Liliane-Oppermann/noticia/2019/04/alimentacao-pastosa-para-solida-como-fazer-transicao.html

 

Seu filho não quer comer? Saiba o que fazer

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Seu filho tem feito manha para comer, vira o rosto para verduras e quando vê está comendo “porcarias”? É necessário tomar alguns atitudes em relação a isso e compreender o que é certo e o que é errado fazer para que ele se alimente melhor.

 

Para estimular uma alimentação mais saudável, é preciso entender que pais e mães devem sempre ser o exemplo aos seus filhos. Então de nada adianta cobrar que os pequenos alimentem-se bem, se os adultos alimentam-se mal. Confira algumas dicas que vão te ajudar a melhorar a situação:

 

1) Não esconda alimentos no prato da criança

Apesar de parecer uma boa ideia picar a cenoura no meio do feijão ou então colocar a alface embaixo do bife. Mas, além de você quebrar a confiança do seu filho, não estará deixando ele se habituar às características daquele alimento, como sua textura, sabor e cor.

 

2) Não insista para que a criança coma mais

Não fale frases como “não levanta da mesa enquanto não terminar de comer” ou “só mais uma garfada”. Além de não abrir o apetite do pequeno, isso cria um mal-estar à mesa e também desrespeita o que o próprio corpo do seu filho diz.

 

3) Estimule que ela experimente os alimentos

Se o seu filho não gostou de algum legume na primeira vez que experimentou, não é motivo para desistir. Estudos mostram que, antes de a criança dizer que definitivamente não gosta de algum alimento, prova-lo entre 8 e 12 vezes. Use a criatividade e procure novos modos de preparo, como suflê, recheio de torta e refogado.

 

4) Siga horários

Quando a criança não come quando está à mesa, logo terá fome e irá procurar alguma coisa para beliscar. É saudável fazer um lanche de manhã e outro à tarde, mas o café da manhã, o almoço e o jantar são as principais refeições do dia e não devem ser substituídas ou puladas.

 

5) Não sirva bebida com a comida

O estômgado tem o tamanho de um punho fechado quando está vazio. Mas se estiver cheio de líquido, a criança perderá o apetite. O melhor é deixar a bebida para o fim da refeição, e dar preferência para a água, que não tem calorias.

 

Você tem mais algumas dicas para mães e pais que estão passando pela mesma dificuldade ou gostou dessas? Então comente abaixo!

 

Fonte: https://revistacrescer.globo.com/Bebes/Alimentacao/noticia/2016/08/quando-crianca-nao-quer-comer-saiba-o-que-fazer-e-o-que-nao-fazer.html

Junho é tempo de festa junina: prepare a sua!

Chegamos a junho, mês das festas juninas. Momento de integração nas escolas, nos condomínios, nos clubes e também nas casas. Afinal, pode ser divertido juntar um grupo de crianças para curtir a música, dançar a quadrilha e saborear as comidas e bebidas típicas dessa festa tão brasileira que é uma homenagem a três santos: Santo Antônio, São João e São Pedro.

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Arrume a casa

Decorar uma festa junina ou arraial pode parecer difícil, mas não é. O Pinterest  (Você conhece? Pois deveria conhecer o grande “mural de cortiça” da internet, é uma mão na roda para diversos momentos do dia a dia!) está cheio de referências do que você pode fazer em casa.

Para ajudar você, separamos as dicas da Dica de Beauté, do Artesanato Brasil e da Patrícia Gusmão. Indicamos três pastas mas não se engane, porque a busca é praticamente infinita: uma imagem leva a outra e você vai encontrar tudo o que precisa!

Prepare o cardápio

Para ter um cardápio bem típico você pode preparar curau, pamonha, cuscuz, canjica, bolo de milho, pipoca e arroz doce. Se o dia estiver mais frio, você pode incluir caldos, como o Verde ou o de Feijão.

Você pode optar por receitas mais saudáveis baseadas nas duas grandes estrelas da festa – mandioca e milho. Outro prato que faz um super sucesso é o amendoim, que pode aparecer em dadinhos, salgado, em musse e também no bolo.

Cuidados com a fogueira

Em muitas festas juninas, a organização faz uma linda fogueira e, por isso, pais e familiares precisam redobrar a atenção e manter os olhos firmes nos pequenos. Algumas pessoas também costumam usar artefatos como bombinhas e rojões, que também podem ser perigosos para as crianças.

Caso você vá fazer uma festa junina em casa, pode optar pela fogueira de brinquedo, usando papel celofane. É uma forma segura de ambientar o espaço com as características de um verdadeiro arraial.

Associação desenvolve calculadora para indicar obesidade nas crianças

Um estudo médico revela um dado preocupante: quase metade dos pais não consegue ver que os filhos estão obesos. Isso dificulta o tratamento e a solução do problema. Por isso, a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade (Abeso) criou uma calculadora que indica quando há sobrepeso nas crianças. Você pode conferir a calculadora clicando aqui.

A conta é mais complexa do que a dos adultos, porque considera a fase de crescimento. Para ter o resultado da calculadora, basta fornecer alguns dados e ver o resultado no gráfico.

Com a informação em mãos, vem outra tarefa, mais difícil: mudar os hábitos. Entre os vilões, estão produtos que fazem o maior sucesso com os pequenos. Para se ter uma ideia do perigo, 12 biscoitos recheados equivalem a 50 gramas de açúcar e oito mililitros de óleo.

A perda dos quilinhos a mais começa na preparação do lanche que a criança vai levar para a escola. Opte por versões mais saudáveis como biscoitos integrais e ofereça sempre frutas no lanche da criança. O mesmo vale em casa, com um cardápio bem colorido cheio de frutas, verduras, legumes, fibras.

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Saiba a quantidade ideal de chocolate que seu filho pode comer durante a Páscoa

A Páscoa está chegando e a data faz com que a criançada exagere nos doces e chocolates. Mas os pais precisam estar atentos à quantidade de chocolate que a criança pode consumir diariamente.

A dica é separar a porção de chocolate para consumo e não deixar o ovo à disposição para a criança comer o quanto quiser. Menores de dois anos de idade não devem consumir açúcares nem doces. A partir dos dois anos, a quantidade máxima recomendada é de uma porção de 55 kcal por dia. Se a criança ganhar um ovo de páscoa de 100g (560 kcal) e consumir uma porção por dia, este ovo durará dez dias.

Segundo a especialista, o consumo exagerado associado ao açúcar e as gorduras presentes no doce podem provocar cáries, colesterol e triglicérides altos, diabetes e obesidade.

Apesar de ter o chocolate à disposição, os pais não podem descuidar da alimentação normal e adequada. Respeitar os horários das refeições e a qualidade da alimentação são dicas bem importantes.

Two boys with chocolade easter eggs sitting on lawn

Estudo revela que as crianças devem comer menos pizza

Qual a criança que não adora pizza? Os pequenos se deliciam com essa delícia, mas nem sempre os pais estão dispostos a deixar a criança comer esse alimento altamente calórico e pouco nutritivo.

Um estudo realizado nos Estados Unidos mostra que a pizza é uma grande fonte de calorias, gordura saturada e sal na dieta das crianças e de adolescentes, e que comer não faz bem à saúde. A porção não pode ultrapassar duas fatias por refeição e o ideal é estar sempre acompanhada de uma salada.

Para os especialistas a recomendação é de diminuir o consumo da pizza, particularmente como lanche, pois é nesta refeição que ela tem o maior impacto sobre a ingestão calórica excessiva das crianças.

Estudos anteriores já haviam apontado que as crianças comem pizza com mais frequência do que os adultos, e que, juntamente com sobremesas, como bolos e biscoitos, é um dos alimentos mais calóricos.

Alternativa mais saudável
A gente sabe que cortar a pizza do cardápio das crianças e adolescentes é algo bem complicado. Mas isso não impede de tornar o alimento um pouco mais saudável, reduzindo a gordura saturada e o sal.

Opte por uma massa feita em casa com farinha integral, por exemplo, rica em fibras. O queijo muçarela também pode ser substituído por queijo branco, que possui menos gordura. Sem contar que os recheios podem contar com legumes como brócolis, milho e rúcula.

Girl Eating a Slice of Pizza

A importância das refeições em família

Aqui no blog da Xalingo já ensinamos várias receitas bacanas para você preparar com o seu filho na cozinha. Atrair a criança para a cozinha é uma forma de torna-lo independente desde cedo, fazê-lo preparar sua própria refeição vai ajudá-lo a entender melhor os alimentos e posteriormente fazer escolhas melhores na sua alimentação.

Mas até que ponto você e seu marido são pais presentes nas refeições da família? Sabemos que com a correria do dia-a-dia fica difícil realizar todas as refeições com todos os membros da família reunidos à mesa. Os pais trabalham fora, os filhos vão à escola e atividades no turno contrário.

Porém, é preciso ter em mente a importância destes momentos em família para os seus filhos. Segundo a psicóloga Anne Fishel, professora de psicologia da Escola de Medicina de Harvard e co-fundadora da ONG The Family Dinner Project (Projeto da Refeição em Família, em inglês), dos Estados Unidos, a refeição em família faz bem à cabeça, ao espírito e à saúde de todos os membros familiares. “Diversas pesquisas científicas comprovam isto”. Ela cita como exemplo um estudo feito pela Universidade Estadual de New Jersey que aponta que as crianças que fazem um maior número de refeições em família tendem a comer mais vegetais, vitaminas e fibras, ao passo que ingerem menos junk food. Já os adolescentes que sentam à mesa para comer com os pais frequentemente têm menos chance de sofrer de depressão e dizem se sentir mais acolhidos por eles.

Já sabemos da importância das refeições em família. Mas como colocar isso em prática com a correria do dia-a-dia? Confira algumas dicas que separamos para você conseguir driblar o tempo e ter momentos ao lado das pessoas que você mais ama:

– Reorganize a rotina da casa e tente separar pelo menos uma refeição ao dia em que todos estejam juntos
– Vale acordar um pouco mais cedo e preparar aquele café da manhã caprichado com a presença de todos
– Não abra mão dos encontros aos finais de semana. Nestes dias, aposte nas refeições em família, estimule os filhos a contar como foi a semana e discuta sobre temas variados
– Quando sobrar um tempinho faça refeições que possam ser congeladas. Isso vai fazer você ganhar alguns minutos quando o tempo estiver contando contra você
– A preparação da refeição também é importante. Por isso, chame todos para ajudar você nesta tarefa. Enquanto seus filhos colocam a mesa, o marido prepara a salada. Essa será mais uma oportunidade para conversar.

family eating at table

Seu filho precisa emagrecer? Saiba como ajudá-lo nesta tarefa

O médico do seu filho disse que ele está acima do peso e que será preciso colocar os ponteiros em dia na balança. Mas como você pode ajudá-lo nesta tarefa tão difícil? A resposta é: esteja junto com ele. Você e toda a família. Aproveite para reeducar toda a sua família para uma vida mais saudável.

Sabemos bem que não é uma tarefa fácil, por isso reunimos 8 dicas de como lidar com essa situação na sua casa:

Assuma a responsabilidade: Escolha o que o seu filho pode ou não comer, de acordo com a dieta fornecida pelo nutricionista. É sua responsabilidade dizer não para alguns alimentos e ser firme quando precisa.

Aposte na autoestima do seu filho: Crianças que estão acima do peso têm mais problemas sociais e sofrem mais bullying, de acordo com estudos. Aproveite para falar das coisas positivas, como o sorriso lindo que ele tem.

Comece com pequenos ajustes: Organize a alimentação do seu filhote aos poucos. Afinal, uma mudança drástica pode fazer com que ele se assuste e queira desistir. Regule os horários, estipule dias específicos para comer as chamadas “bobagens” (por exemplo, doces e refrigerantes só aos finais de semana, ou duas vezes por semana) e diminuir a quantidade de alimento ingerida.

Aprecie a comida: Um estudo mostrou que, quando os pais comem vegetais e sorriem, as crianças ficam mais estimuladas a comê-los também. Quando estiverem almoçando juntos, por exemplo, elogie os alimentos saudáveis e faça cara de quem está gostando muito.

Fale sobre o que ele vai comer a mais: Em vez de dizer que seu filho não vai poder comer isso e aquilo, mostre a enorme quantidade de alimentos novos (e saudáveis) que estarão à disposição dele.

Nunca fale que ele está gordinho: A criança sabe quando está acima do peso, principalmente se já vai à escola. Em casa, puxe a conversa para o lado positivo e diga que vocês estão fazendo mudanças para cuidar da saúde, ter mais energia.

Proponha atividades físicas divertidas: Nada de obrigar seu filho a fazer um exercício só porque ele precisa perder peso. Opte por atividades mais lúdicas e que você possa fazer junto com ele. Procure movimentar-se junto com ele, pelo menos 30 minutos ao dia. Vale brincar, jogar bola, correr pular corda, descer escadas, etc.

Não proíba os doces e salgadinhos: Se ele vai a uma festa de criança, por exemplo, dê algo saudável para ele comer antes de saírem, sem falar nada sobre a restrição. Com o estômago cheio, ele vai ter menos apetite.

Pre-teen (10-12) boy holding doughnut and apple