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Tag - alimentação infantil

Muitas crianças estão consumindo este tipo de produto. E isso não é bom.

25% das crianças consomem adoçantes artificiais, alertam pediatras.

O adoçante está sendo cada vez mais consumido por crianças, mas é preciso ter cuidado. É o que alerta a Academia Americana de Pediatria (AAP). Publicado na revista Pediatrics, um artigo sobre a dieta norte-americana aponta que 25,1% das crianças relataram consumir esse tipo de produto, de acordo com dados da National Health and Nutrition Examination Survey (Programa de Pesquisa Nacional sobre Exame de Saúde e Nutrição).

A maioria da ingestão vem das bebidas. Os dados mostram que a porcentagem de crianças que consomem bebidas adoçadas artificialmente aumentou de 1% para 7%. Os adoçantes foram introduzidos com o intuito de imitar o sabor do açúcar sem aumentar o valor calórico das bebidas e alimentos. 

Para a pediatra Virgínia Weffort, presidente do Departamento Científico de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), o consumo de adoçante pode levar as crianças a comerem mais.

“Alguns trabalhos têm mostrado que o adoçante não produz a sensação de saciedade no cérebro (pelo fato de fornecer ao sistema nervoso central a percepção do sabor doce sem, contudo, fornecer as calorias)”, explica. Esse cenário poderia confundir o metabolismo, levando ao desequilíbrio na homeostase glicêmica. Dessa forma, o indivíduo continuaria comendo e, com isso, a criança ou o adolescente comeria em maior quantidade.

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Fonte: https://revistacrescer.globo.com/Criancas/Alimentacao/noticia/2019/11/25-das-criancas-consomem-adocantes-artificiais-alertam-pediatras.html

O amor pelo seu filho pode ser benéfico para a saúde dele

Pesquisadores acompanharam 172 famílias cujos filhos tinham tendência a serem obesos e aqueles cujas mães eram carinhosas e afetuosas tiveram menor probabilidade de ganhar excesso de peso.

Pesquisadores da Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, acompanharam 172 famílias que já enfrentavam fatores de risco significativos para a obesidade de seus filhos. Foi examinado se o comportamento de uma mãe poderia compensar os riscos de obesidade de seu bebê. Então, eles observaram mães brincando com seus bebês durante os sete primeiros meses de vida, analisando se os tons que elas costumavam falar eram grosseiros ou doces, além de suas posturas e toques físicos. Em paralelo, eles rastreavam o IMC dos bebês.

Na pesquisa, foi identificado que o ganho de peso estava superando o ganho de comprimento e isso estabeleceu uma trajetória preditiva para o projeto. Quando essas mesmas crianças tinham sete anos, mais de 36% eram obesas.

A conclusão foi de que as mães que falavam em tom afetuoso com seus bebês enquanto brincavam, eram menos propensas a ter filhos obesos. “A criança que recebe estímulos amorosos e não-ameaçadores, deverá ter um desenvolvimento positivo em relação às interações socias e a sua confiança. Mas, na presença de mães hostis, que brigam, falam grosseiro e até batem, todo apredizado do corpo da criança endurece; ela se torna mais reativa, menos confiante e menos empática. Tudo isso é decisivo em como a criança vai se relacionar com o mundo”, afirma Rita Calegari, psicóloga da rede de hospitais São Camilo.

Bebês cujas mães falavam em tom hostil, severo e agressivo mostraram sinais de que ganhariam peso pouco saudável. “Desde a gestação, a mãe já cria um vínculo com seu bebê. Tudo o que ela faz com o seu corpo também afeta a criança. Sejam alimentos, remédios, bebidas, drogas ou palavras, tudo isso influencia na forma como o bebê irá se relaiconar com o mundo.  Existe uma interdependência, pois são dois corpos coexistindo juntos, então se a mãe não tiver consciência do que ela ingere, isso poderá desencadear sérios problemas em seu filho”, comenta Rita.

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Fonte: https://revistacrescer.globo.com/Criancas/Comportamento/noticia/2019/11/amor-de-mae-pode-reduzir-riscos-de-obesidade-aponta-estudo.html

Saiba como escolher frutas para as crianças

Confira estas dicas para escolher frutas para as crianças, para que gostem e se familiarizem com uma alimentação mais saudável.

1) Fique de olho no sabor

A primeira dica é prestar atenção no tipo de fruta que o seu filho prefere. Tem crianças que comem todos os tipos, já outra são mais seletivas e preferem só frutas bem doces, ou então mais ácidas. Veja qual é a preferência do seu filho e aposte nesse tipo de fruta, pelo menos para introduzir o hábito de comer frutas diariamente. Depois você vai variando.

2) A consistência pode fazer a diferença

Outra dica é prestar atenção na consistência das frutas que o seu filho prefere. Alguns tem uma preferência clara por frutas mais macias (banana, manga madura, etc…) então, vale a pena você oferecer mais esse tipo de fruta e depois ir mudando para outras.

3) Comer sozinho também pode ajudar

Algumas crianças gostam de sentir que são independentes e poder comer uma fruta sozinhas pode ajudar muito! Banana, maçã e uva são frutas que funcionam bem nesse sentido, pois a criança segura e consegue comer sem a ajuda de um adulto, antes mesmo de saber manusear talheres (depois do uso de talheres, as crianças poderão comer praticamente todas as frutas sozinha então não faz mais muita diferença). Importante: mesmo que a criança coma frutas sozinha, é importante a supervisão de um adulto para evitar engasgos.

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Fonte: https://www.macetesdemae.com/dicas-para-escolher-frutas-para-as-criancas/

Seu bebê pode estar comendo toxina

95% das comidas para bebês contém toxinas, diz estudo.

Divulgado pela Healthy Babies Bright Future, o estudo identificou que 25% dos produtos analisados nos Estados Unidos continham os quatro metais pesados como chumbo, cádmio, arsênico e mercúrio.

No geral, foram testados 168 alimentos, de 61 fabricantes. Um dos dados mais alarmantes é o de que 25% dos produtos analisados continham os quatro metais pesados testados.

Segundo o estudo, 95% dos alimentos continham chumbo, 73% arsênico, 75% cádmio e 32% mercúrio. Para os cientistas, a exposição a essas toxinas pode afetar o desenvolvimento cerebral das crianças, danificando seu QI (Quociente de inteligência).

Quem são os vilões?

Entre os principais produtos contaminados estão as frutas e vegetais, por mais que sejam aparentemente saudáveis. Nos alimentos à base de batata-doce e cenoura, por exemplo, há uma significativa concentração de chumbo e cádmio.

Os cereais infantis e lanches à base de arroz também estão no topo da lista dos alimentos mais tóxicos. De acordo com o estudo, esses produtos, populares para bebês, são ricos em arsênico inorgânico. 

No Brasil

Em 2017, o país criou uma resolução para estabelecer quais são as concentrações máximas toleradas de metais pesados — arsênico inorgânico, cádmio, chumbo e estanho inorgânico — na comida. Nos alimentos à base de cereais, por exemplo, o nível de chumbo tem de ser de até 0,05 mg/kg e o arsênico inorgânico de 0,15 mg/kg.

Para Lígia dos Santos, nutricionista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo (SP), a resolução deixa os pais ficam mais respaldados, mas é importante prestar atenção para verificar se as empresas estão seguindo as regras. “Acredito que ainda é preciso haver um monitoramento melhor”, diz a especialista.

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Fonte: https://revistacrescer.globo.com/Bebes/Alimentacao/noticia/2019/10/95-das-comidas-para-bebes-contem-toxinas-diz-estudo.html

8 dicas para que seu filho não tenha problemas com obesidade (parte 2)

Confira mais dicas para evitar doenças relacionadas a obesidade em seu filho.

Entre os problemas relacionados à obesidade infantil estão a diabetes infantil, a hipertensão e doenças cardiovasculares. Uma pesquisa realizada pela Canadian Cardiovascular Society mostrou que adultos que foram crianças obesas têm mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares, que tendem a ser causadas por enfermidades como diabetes e hipertensão.

– Os fatores de risco surgem na infância e estão diretamente relacionados com o excesso de peso e com a distribuição de gordura corporal. A gordura localizada prioritariamente na região abdominal (distribuição central de gordura) aumenta o risco metabólico, associado ao aparecimento de dislipidemias, diabetes e hipertensão – diz Luciana Peres. – É necessário reduzir a crença de que a obesidade será resolvida quando a criança crescer e de que não é uma doença. A probabilidade de uma criança obesa permanecer obesa na idade adulta varia de 20% a 50% antes da puberdade, e de 50% a 70% após a puberdade.

Dicas para o seu filho comer melhor


1) Alimentos diferentes a cada semana

Tente a introdução de pelo menos um alimento diferente do habitual a cada semana. Esse alimento diferente pode ser misturado com algum que a criança já esteja habituada. Por exemplo, ao introduzir o brócolis, misture com arroz;

2) Evite açúcar no dia a dia

No dia a dia, evite o açúcar. Aposte em bebidas não açucaradas e, para a sobremesa ou o lanche, em frutas. Deixe aquele docinho para o fim de semana ou um momento especial, como uma festa;

3) Evite alimentos ultraprocessados

Evite os alimentos ultraprocessados. Nada melhor do que comida caseira, feita com ingredientes naturais, sem aditivos desnecessários. Os ultraprocessados também podem ficar restritos a festinhas de aniversário e outras situações sociais;

4) Hora da refeição com todos sentados à mesa

Na hora da refeição, todos os integrantes da família devem estar sentados à mesa, com os aparelhos eletrônicos desligados, para que a refeição seja feita com atenção e calma, a fim de perceber os sinais de saciedade.

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Fonte:https://globoesporte.globo.com/eu-atleta/saude/noticia/obesidade-oito-dicas-para-a-crianca-comer-melhor-e-evitar-doenca-na-fase-adulta.ghtml

8 dicas para que seu filho não tenha problemas com obesidade (parte 1)

A obesidade infantil já é considerada uma epidemia nos Estados Unidos e, no Brasil, o problema tem aumentado ano após ano, devido à má alimentação e outros fatores associados. Para ajudar a evitar que seu filho sofra com as consequências no futuro, trazemos dicas para você.

Em um estudo recente publicado por pesquisadores da Universidade do Tennessee no periódico científico Economics and Human Biology mostrou que o consumo excessivo de açúcar por crianças entre 1970 e 1980, especialmente em refrigerantes, contribuiu para o aumento de americanos obesos a partir a década de 1990. Um problema que atinge também o Brasil, já que 55,7% dos brasileiros acima de 18 anos estão com sobrepeso, sendo que 19,8% estão obesos, o que é agravante para desenvolvimento de hipertensão, diabetes e doenças cardiovasculares.

– Estudos sugerem que bebidas adoçadas (refrigerantes e sucos de frutas) podem contribuir para o desenvolvimento da obesidade. Alimentos ultraprocessados (salgadinhos e bolachas) também representam um risco, pois são ricos em açúcar e gordura, com alta densidade calórica, além de serem pobres em fibras, com baixo poder de saciedade, altamente palatáveis, pobres nutricionalmente e cheios de aditivos químicos. É mais fácil uma criança consumir mais calorias do que necessita se estiver frequentemente exposta a esses alimentos – explica a endocrinologista Luciana Sampaio Peres.

Segundo Peres, o ideal é que esses alimentos não sejam consumidos antes dos dois anos de idade e, após essa fase, a regra é manter a alimentação saudável e equilibrada. Apesar disso, a endocrinologista afirma que, em um contexto social e ocasional, não é necessário proibir as crianças de ingerirem comidas desses grupos.

Dicas para o seu filho comer melhor



1) Alimentos saudáveis

Insista em ofertar e expor a criança a alimentos saudáveis. Quanto mais precoce o contato, mais fácil a criança acostumar o paladar;

2) Seja exemplo

Dê o exemplo. Os pais são, afinal, o primeiro modelo de comportamento dos filhos. É muito importante que comam aquilo que estão oferecendo;

3) Formas de apresentação da comida

Variar as formas de apresentação da comida faz toda a diferença. Capriche na montagem do prato, pois nós também “comemos com os olhos”;

4) Dialogue com seu filho

Explique para as crianças que, para gostar de um alimento, muitas vezes é necessário treinar o paladar, ou seja, provar várias vezes.

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Fonte: https://globoesporte.globo.com/eu-atleta/saude/noticia/obesidade-oito-dicas-para-a-crianca-comer-melhor-e-evitar-doenca-na-fase-adulta.ghtml

Estes alimentos podem ser perigosos às crianças. Saiba quais são!

Conforme as crianças vão crescendo, elas passam a querer experimentar a mesma comida dos adultos. Isto é uma ótima oportunidade para aproveitar essa curiosidade e variar ao máximo a alimentação delas. Porém, nem todo alimento é indicado para os pequenos. Alguns alimentos podem ser prejudiciais às crianças, tanto por seu potencial de engasgos, quanto por às vezes o sistema digestivo delas ainda não estar pronto para recebe-los.

Até 6 meses: apenas leite materno

Bebês não necessitam de outras fontes de alimentação, além do leite materno. Até os 6 meses de vida, a amamentação consegue suprir todas as necessidades nutricionais do bebê. Quando a mãe não puder amamentar, deve ser oferecida uma fórmula complementar, e não leite de vaca, que é forte demais e pode sobrecarregar o organismo dos bebês.


Até 1 ano: nada de leite de vaca e mel

Estes dois alimentos não são adequados para bebês com menos de 1 ano de vida. O leite de vaca, como mencionado, sobrecarrega o organismo deles, pois não conseguem ainda digerir a proteína contida no leite. Além disso, a quantidade de minerais do leite de vaca pode prejudicar os rins do bebê.

O mel, por sua vez, pode conter esporos da bactéria Clostridium botulinum, responsável pela doença do botulismo, que produz toxinas possivelmente fatais para os bebês. Por isso, resista à tentação de adoçar sucos ou frutas com mel para oferecer ao seu filho.

Até 2 anos: perigo de engasgo

Quando o bebê começa a comer por conta própria, com alimentos em pedaços, é necessário que eles estejam muito bem cozidos e molinhos. Pedaços grande de alimentos resistentes como vegetais crus, podem acabar presos na garganta da criança, fazendo com que ela se engasgue.

É preciso avaliar a capacidade mastigatória da criança para oferecer alimentos e permitir que ela coma sozinha. Corte tudo antes de dar à criança, picando ou ralando os alimentos, em pedaços que não ultrapassem cerca de 1cm.

Fique atento também com alimentos redondos (como amendoins, uvas, tomate-cereja, rodelas de salsicha), pois podem escorregar pela garganta, fugindo do controle da criança e ir para a laringe e brônquios, podendo causar a obstrução completa das vias aéreas inferiores. O mesmo perigo ocorre com sementes e caroços de frutas, que devem sempre ser removidos antes de oferecer o alimento à criança.

Outro perigo de engasgo reside em alimentos duros ou crocantes, como balas e pirulitos que, além disso não são saudáveis e podem provocar cáries.

De modo similar, alimentos moles e grudentos, como brigadeiro, também podem ficar presos na garganta da criança. Se for dar um docinho, ensine a criança a mordê-lo, ao invés colocar tudo na boca de uma só vez.

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Fonte:
https://brasil.babycenter.com/a3400269/alimentos-que-podem-ser-perigosos-para-seu-filho

Seu filho esconde comida e vive com fome? Saiba o que fazer

Esse é o problema muito comum às crianças, mas que tem solução. Hoje trazemos algumas dicas que te auxiliar a corrigir a situação. Confira!

 

1) Muita calma nessa hora

 

Encontrar um depósito de doces debaixo da cama do filho pode assustar, mas procure não demonstrar isso. A última coisa que você quer é que o seu filho passe a associar a comida ao sentimento de vergonha. E lembre-se: a comida nunca pode ser uma forma de punição.

 

Em vez disso, faça com que ele fique sabendo que você encontrou o esconderijo. Mostre também que quer conversar sobre isso para que ele não sinta que precisa esconder as comidas ou comer em segredo.  Dê a chance para o seu filho para falar com honestidade, sem julgamentos ou interrupções, sobre o que ele fez.

 

2) Inclua os doces no cardápio

 

Algumas crianças roubam ou escondem alimentos que geralmente não fazem parte da rotina de refeições em casa. Ellyn Satter é especialista em alimentação e defende que alimentos como batatas fritas e doces sejam incluídos no cardápio semanal.

 

Uma técnica que pode funcionar é oferecer como sobremesa no jantar. Ela também dá a dica de incluir a comida favorita da criança em lanchinhos à tarde. Nessa hora, pode deixar a criança comer a vontade.

 

3) Reflita as suas atitudes

 

Alguns pais vivem controlando a quantidade de doces que a criança come todos os dias. Nós sabemos: a tentativa é a de criar hábitos alimentares saudáveis. Mas nem sempre as boas intenções prevalecem. Pesquisas já mostraram que proibir certos alimentos faz com que as crianças queriam comer ainda mais ou comam muito quando têm a oportunidade.

 

Você proíbe seu filho de comer, monitorando também a quantidade de comida? Você classifica alguns alimentos como “ruins” ou “não saudáveis”? Então seu filho pode estar vivendo num dilema entre te agradar e comer esses alimentos que ele tanto gosta.

 

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Fonte:
https://paisefilhos.uol.com.br/saude/saiba-o-que-fazer-se-o-seu-filho-esconde-comida-e-esta-sempre-com-fome/

 

Você fica longe do seu filho e se preocupa com a alimentação? Confira as dicas

Você se preocupa com a alimentação do seu filho, mas a rotina diária complica a situação, certo? Isso, infelizmente, é comum para uma grande parcela das mães.

 

Em um estudo recente da Universidade de Londres, feito com 20 mil famílias, verificou-se que as crianças cujas mães trabalham fora têm mais tendência de serem sedentárias, a comer alimentos pobres em nutrientes e a ficar mais de três horas por dia em frente à TV.

 

“De fato, o cuidador tem associação direta no impacto de como e quanto a criança come. E ela precisa de supervisão para se alimentar, já que não pode escolher sozinha o que é melhor”, diz a nutricionista Adriana Sevilha Gandolfo, coordenadora clínica do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas (FMUSP).

 

Se você é uma mãe que também trabalha fora, estas dicas podem te ajudar:

 

1) Saiba a rotina alimentar do filho

Mesmo que você fique o dia todo fora, é necessário saber como é a rotina alimentar do seu filho e, principalmente, limitar ao máximo a compra de alimentos não saudáveis.

 

2) Monitore dentro e fora de casa

Acompanhe o cardápio da escola e procure cozinhar junto com seu filho no fim de semana.

 

3) Evite isso

Evite oferecer doces ou sobremesas como recompensa.

 

4) Tenha paciência

Seja paciente ao apresentar novos alimentos ao seu filho. Às vezes, ele precisa de tempo para se acostumar aos sabores diferentes… Faça das refeições um momento agradável em família.

 

5) Ofereça pequenas porções

Seu filho gosta de chocolate? Em vez de liberar a guloseima apenas nos finais de semana – o que pode causar ansiedade, com chance de se tornar compulsão – ofereça uma pequena porção (um quadradinho basta) no dia em que seu filho pedir. Assim, ele cria uma relação de prazer e não sofre até ganhar o doce.

 

Gostou das dicas ou tem outras para as mamães? Então comente abaixo!

 

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Fonte:
https://revistacrescer.globo.com/Criancas/Alimentacao/noticia/2019/05/5-dicas-para-cuidar-da-alimentacao-do-seu-filho-mesmo-de-longe.html

 

Não obrigue seu filho a comer

O Dr. Carlos González é franco em dizer: “o compromisso dos pais é ter comida saudável em casa. Se você não adquire refrigerantes e biscoitos, seu filho não vai comer essas coisas”.

 

Categórico em afirmar que jamais os pais devem obrigar os filhos a comer (nem enganando-os, com distrações, prêmios, ameaças, castigos e chantagens), Carlos González afirma que sim: os filhos devem comer o que gostam. Mas então você se pergunta: “Meu filho não acabará comendo somente bobagens?” O Dr. é enfático em dizer: “Não quer que seu filho coma biscoito? Então não compre biscoitos. É a sua responsabilidade”.

 

Segundo Carlos, o compromisso dos pais é ter comida saudável em casa. Se você não adquire refrigerantes, biscoitos e salgadinhos, seu filho não vai comer essas coisas. E se acredita (com razão) que não é preciso ser tão rígido, e que as crianças podem comer uma guloseima de vez em quando, você decide qual é o limite e quantos biscoitos comprar por mês.

 

“Enquanto o pequeno não tiver dinheiro e capacidade física e mental para fazer compras sozinho, ele só vai comer biscoitos de chocolate se os seus pais lhe oferecerem. A criança não tem culpa dos erros dos adultos. E quando seu filho tiver dinheiro e capacidade para usá-lo, tomara que só compre biscoitos de chocolate – e não bebidas alcoólicas ou coisas piores”, afirma Carlos.

 

Se você fez a sua parte, na sua casa tem só (ou quase somente) comida saudável. Dentro desse limite, seu filho pode decidir o que come, em que momento e em que quantidade.

Muitas crianças não podem tomar decisões. Elas têm de comer o que seus pais definem, no momento em que determinam. Isso não é digno e, a longo prazo, é perigoso. Em plena epidemia de obesidade, é prudente você ensinar seu filho a comer “só mais duas colheradas”?

 

Enquanto come o que sua mãe, orientada por um médico, diz, a criança ficará mais ou menos bem. No entanto, aos 15 ou 20 anos, quem liga para a mãe ou para o médico?

 

Quem não souber tomar suas próprias decisões vai procurar alguém que lhe diga o que comer; mas esse alguém não será a sua mãe. Será a televisão, a internet. Será “a dieta da laranja”, “os segredos das estrelas para emagrecer”, “os superalimentos”, “como perder três quilos em um fim de semana”.

 

Observe os anúncios de alimentos na TV. Quase nenhum deles merece o título de comida. Você não vai ver propaganda de cenouras, peras, lentilhas… Só de refrigerantes e guloseimas.  Por isso, é importante que seu filho saiba tomar suas próprias decisões e não coma só o que dizem para ele comer. Porque não irão dar bons conselhos a ele.

 

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Fonte:
https://revistacrescer.globo.com/Colunistas/Dr-Carlos-Gonzalez-Criar-com-apego/noticia/2019/05/o-compromisso-dos-pais-e-ter-comida-saudavel-em-casa-se-voce-nao-adquire-refrigerantes-e-biscoitos-seu-filho-nao-vai-comer-essas-coisas-diz-dr-carlos-gonzalez.html