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Tag - tecnologia

Um incentivo a mais para brincar na natureza

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Incentivar as crianças a praticarem atividades e exercícios ao ar livre, nem sempre é fácil. Nas férias, muitas famílias sentem ainda mais dificuldade para elaborar atividades ao ar livre, seja na praça, na praia ou no parque. Visando incentivar esse contato com áreas verdes, o programa Criança e Natureza, do Instituto Alana, criou o GPS da Natureza.

Ele é uma ferramenta que busca por locais verdes ou que possibilitam atividades ao ar livre. A plataforma permite a procura levando em conta quatro fatores: a faixa etária das pessoas que estão no grupo (crianças de até 6 anos, de 7 a 12 anos, acima de 12 anos ou a família toda), a duração da atividade (15 minutos, 30 minutos, uma hora, duas horas ou metade do dia), o local onde a atividade será realizada (praça, praia, parque) e o clima (calor, frio, chuva ou uma pesquisa do tempo na cidade).

Por exemplo: caso a ferramenta seja ajustada para buscar atividades para jovens acima de 12 anos, com duração de uma hora, em um dia frio e no parque, são encontradas 11 sugestões. Entre algumas delas estão: brincar de peteca, caça aos tesouros, caçada de folhas e caminhada ao entardecer. Segundo a coordenadora do programa Criança e Natureza, Lais Fleury, a ideia da ferramenta é facilitar e inspirar famílias para que elas saiam de casa e vivam mais momentos ao ar livre, pensando em sua qualidade de vida.

A plataforma também permite a pesquisa por locais. E para acessar a plataforma, é preciso fazer um login com uma conta de Facebook ou email. Isso possibilita criar um perfil para cada usuário, que pode, além de pesquisar atividades, pesquisar locais, escolher atividades e locais favoritos, opinar sobre as brincadeiras que já realizou e até sugerir novos exercícios.

Até o momento a plataforma está disponível somente para atividades no Rio de Janeiro e São Paulo, mas a ideia é uma expansão para o âmbito nacional.

Fontes:
http://porvir.org/gps-da-natureza-pesquisa-lugares-sugere-atividades-ao-ar-livre/

Satélite de alunos de escola pública em SP é lançado ao espaço

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Aos 11 anos de idade, muitos de nós sequer imaginávamos como funcionava um satélite. Não é mesmo? Mas uma garotada, além de entender seu funcionamento, foi ainda mais longe: construiu o próprio satélite e viu ele ser lançado ao espaço.

A ideia surgiu em 2010, na Escola Municipal Presidente Tancredo de Almeida Neves, de Ubatuba. Seis alunos, que à época tinham a idade de 11 anos, ao lado do professor de matemática Cândido Moura, tiveram a assistência técnica e aulas no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e na Agência Espacial Brasileira (AEB). Lá, foram inclusos no programa Satélites Universitários, que arcou com os custos dos testes e do voo do equipamento para estação espacial.

A primeira tentativa para desenvolver o satélite foi com um kit americano. O equipamento foi redesenhado por um pesquisador do Inpe. Já o satélite lançado foi totalmente produzido e construído no Brasil, batizado de Tancredo 1.

O projeto, além dos seis estudantes, envolveu mais de 700 alunos da escola, e, os participantes da construção do satélite também viajaram aos Estados Unidos, onde conheceram a NASA (Agência Espacial Americana), e para o Japão.

O satélite, primeiro a ser produzido no Brasil por estudantes da educação básica, foi lançado no dia 09 de dezembro, no Centro Espacial Tanegashima, no Japão.

Fontes:
http://www.metropoles.com/brasil/ciencia-e-tecnologia-br/satelite-de-alunos-de-escola-publica-em-sp-e-lancado-ao-espaco

Educação na atualidade

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Na educação, assim como em outras áreas de trabalho, é sempre importante manter-se atualizado. E isso não passa somente aos adereços tecnológicos, mas também às novidades em metodologias. Confira algumas dicas para estar sempre se atualizando:

Hora de trocar figurinhas

Por mais que o professor lide constantemente com outras pessoas, muitas vezes o profissional acaba tomando um rumo solitário dentro do local de trabalho, deixando de interagir com outros professores. Essa troca de experiências é muito importante, além de também criar uma rede de contatos.

Uma ideia na cabeça e um tablet na mão

Tentar fugir da tecnologia não adianta. Ela é cada vez mais presente na educação e é fundamental que o educador saiba como utilizá-la e entenda como ela funciona. Os estudantes atuais já não nasceram inseridos em uma década tecnológica e é preciso fazer dela um meio para se manter atualizado.

Não, senhor.

Parece fácil, mas só parece. Saber dizer “não” é uma dificuldade enfrentada por muitas pessoas – e não é diferente no meio educacional. Por mais que você queira ajudar seus alunos, não é possível abraçar o mundo. Não se comprometa com mais do que você pode atender. Aulas extras, aconselhamentos, cursos… Todos são ótimos, mas dentro do possível. Assim como qualquer profissional, o educador precisa de um tempo desligado do trabalho. Esteja conectado, sim, mas saiba a hora de dar uma pausa.

Fontes:
http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2016/11/23/1146462/educacao-atualidade-habilidades-novos-educadores-precisam.html

Talvez os robôs não sejam tão ameaçadores assim…

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Vários e vários são os exemplos de como a tecnologia vem tomando conta do ambiente escolar. E os efeitos desta mudança são vistos a cada dia, através de softwares e ferramentas que possibilitam ver aulas de qualquer lugar, por exemplo.

O VGo, robô com câmera e acesso à internet, é um exemplo dos benefícios da tecnologia. Se um aluno não pode comparecer à sala, o robô faz a transmissão, em tempo real, com controle total pela própria criança. E o caminho inverso também é feito, mostrando à classe quem está controlando, possibilitando uma troca similar ao que o usuário teria se estivesse no local.

Outro robô está sendo utilizado para ajudar crianças com autismo: o NAO, conhecido por dançar e até aparecer em videoclipes, é um exemplo disso. Para um autista, a comunicação com outras pessoas pode ser difícil e intimidante, e o dispositivo é uma forma de ajudar estas pessoas a interagir, ensinando o que determinadas expressões significam. Estudos mostram que crianças pequenas, que trabalharam com o robô aprenderam, entre outras coisas, a identificar diferentes tipos de animais e desenvolveram significativamente suas habilidades sociais.

Fontes:
http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2016/11/23/1146461/tecnologia-educacao-robos-usados-sala-aula.html#

Utilização da tecnologia em sala de aula precisa de cuidados importantes

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Para que a tecnologia seja útil em sala de aula, Lars Janér, diretor para a América Latina da Instructure (empresa de tecnologia de software na nuvem para ensino e aprendizagem) aponta 4 regras básicas para o seu uso na educação:

1) Priorize os desafios que deseja superar
Antes de a instituição adquirir qualquer solução, as escolas precisam identificar os problemas que desejam resolver por meio da tecnologia.

Por exemplo: escolher uma tecnologia que acelere o processo de correção de trabalhos ou ajude a criar relatórios sobre a jornada de aprendizagem dos alunos, são maneiras de utilizar a tecnologia a favor do ensino.
Ou, então, se o desafio for manter os alunos interessados às aulas, o ideal é buscar tecnologia que entregue o conteúdo de forma atraente. Exemplos: vídeos, conversas em tempo real ou jogos.

2) Trabalhe de baixo para cima
A aquisição de novas tecnologias deve envolver diretamente os professores, e não somente gestores ou líderes acadêmicos. Isso se deve ao fato de que são os professores os usuários das inovações no dia a dia da sala de aula. A visão do educador sobre o que se passa na sala de aula é crucial.

3) Promova a integração dos pais
Para a adoção de novas tecnologias, é essencial o debate entre escola e responsáveis. Isso pode garantir que eles apoiem e defendam a aquisição, e também para que possam conhecer, até mesmo, plataformas de aprendizagem on-line, que permitem uma aproximação de pais e filhos.

4) A avaliação constante vai eliminar o desperdício
Existem muitas escolas que não fazem uma avaliação contínua sobre o retorno dos investimento, o que pode acabar levando à crença de que tecnologia é um desperdício de dinheiro. As escolas precisam avaliar suas decisões de compra de forma consistente, fixando objetivos e também indicadores de desempenho para se certificarem de que suas metas estão sendo alcançadas desde o início.

Fontes: http://www.segs.com.br/info-ti/41322-cinco-regras-de-ouro-para-o-uso-de-tecnologia-na-educacao.html

Dica de leitura sobre tecnologia em sala de aula

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Muitos educadores ainda têm um pé atrás quando o assunto é tecnologia dentro da sala de aula. Mas, em contramão à esta desconfiança, há inúmeros exemplos de professores que acreditam nos benefícios de intervenções tecnológicas em ambiente escolar.

É o caso do professor universitário Celso Gomes, de Varginha/MG. Ele acaba de lançar seu livro “Smartphones e Tablets – Ferramentas para expandir a sala de aula”, que é resultado de pesquisa desenvolvida durante seu mestrado e doutorado, onde se especializou no uso da tecnologia como ferramenta de ensino. A proposta de Gomes é que a sua proposta auxilie profissionais da educação a adaptarem os métodos utilizados em sala de aula.

Segundo o professor, as tecnologias como smartphones e tablets, com suas inúmeras possibilidades, ainda não entraram de vez na escola pois se chocam com os métodos tradicionais de ensino, que passam o conhecimento de forma unidirecional. Atualmente, para ele, a metodologia de ensino se baseia na exposição do professor (sujeito ativo/emissor) e na atenção dos alunos (sujeitos passivos/receptores). Assim, os computadores, na maioria das vezes em que são utilizados em sala de aula, se mostram, na verdade, como uma espécie de nova versão das velhas tecnologias analógicas.

O livro “Smartphones e Tablets – Ferramentas para expandir a sala de aula” foi lançado no dia 19 de novembro e traz ideias de como aplicar a tecnologia em sala de aula.

Fontes:
http://g1.globo.com/mg/sul-de-minas/noticia/2016/11/professor-de-varginha-defende-uso-de-tablets-e-smartphones-em-aulas.html

Mostratec 2016 (parte 1)

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A Mostratec, feira de ciência e tecnologia realizada anualmente pela Fundação Liberato Salzano Vieira da Cunha, na cidade de Novo Hamburgo/RS é considerada uma das maiores do segmento no Brasil, e tem por objetivo apresentar projetos de pesquisa científica e tecnológica em diversas áreas do conhecimento humano. E na Mostratec 2016, diversos estudantes mostraram importantes iniciativas que trazem benefícios às suas comunidades, de aproximação da população à história local e memórias que existem no espaço urbano.

Um dos participantes, o jovem mexicano Javier Salgado, de 18 anos, encontrou uma solução tecnológica para um fato que lhe incomodava: a população de sua cidade, Parral, tinha pouco conhecimento sobre a localidade e de seus mais de 300 monumentos históricos. Conforme ele, a situação se agravava pelo fato das placas indicativas colocadas pelo poder público estarem gastas pelo excesso de chuva e sol, ocasionando suas retiradas.

A solução encontrada por Javier foi a criação da plataforma “Parral Digital – Onde o Passado e o Futuro se Encontram”. O website reúne imagens e informações históricas de edificações e museus da cidade mexicana, além de uma mapa georeferencial e indicações gastronômicas. Além disso, desenvolveu uma versão especial da plataforma possível de ser visualizada em tablets e smartphones.

Para ele, esta é uma forma de manter viva a história de sua comunidade, e ainda aumentar o interesse por ela. Segundo Javier, em agosto o número de visitantes no site foi de 300 usuários e, em outubro, saltou para 926.

Outro projeto que visa o desbravamento de determinada localidade é o “Realidade Aumentada: Uma Janela para a História de Pelotas”. Utilizando, também, a tecnologia para incentivar a cultura local, a estudante Fernanda Angillo, de 17 anos, está desenvolvendo uma plataforma que reúne informações sobre as riquezas culturais e prédios histórias de Pelotas/RS, tanto para cidadão locais, como para turistas.

Sua ideia foi inspirada por famoso aplicativo que também utiliza realidade aumentada. Através da tecnologia ela pretende potencializar sua invenção, aliando o passado com o futuro para que as pessoas conheçam mais a sua própria história.

Fontes:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Mostratec

http://porvir.org/estudantes-usam-ciencias-da-computacao-para-valorizar-transformar-sua-comunidade/

Uma escola que respira inovação

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Exemplos de instituições de ensino, que utilizam a tecnologia como forte ferramenta na educação, é o que não faltam. Por todo o mundo, mais demonstrações surgem dia a dia de como a inovação pode ser positiva para o aprendizado. É o caso da Steve Jobs School, na Holanda.

O país possui uma Constituição que dá a permissão para que, pais de alunos possam fundar escolas que serão financiadas pelo governo através de verba recolhida por impostos. Uma destas instituições é a Steve Jobs School, que atende 150 alunos entre 4 e 12 anos e prega um ensino baseado na confiança. Conforme educadores da instituição, é preciso que eles próprios confiem que as crianças utilizarão os Ipads que recebem para fazer as tarefas da escolas, diferentemente ao controle rígido que outras escolas aplicam.

Como incentivo da autonomia dos alunos, a escola permite às crianças escolherem o horário de chegada ao local: 8h30 ou 9h30. Assim, segundo um dos professores, aumenta a facilidade de organização da agenda dos pais e também dos estudantes, cujos costumes de acordar mais cedo ou um pouco mais tarde, devem ser considerados. Além disso, os alunos têm, também, a possibilidade de planejar parte de seu dia de estudos a partir de um aplicativo desenvolvido para esse propósito.

Fontes: http://porvir.org/steve-jobs-school-e-tema-8o-episodio-da-serie-destino-educacao/

Programação que cria cidadãos

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Em países mais desenvolvidos, o ensino computacional e da programação já são realidade às crianças desde cedo, pois estas nações sabem da importância da inserção de ambos nos currículos das escolas. Aqui no Brasil, vemos um movimento cada vez maior pela tecnologia e um dos exemplos que trazemos hoje é da coordenadora pedagógica Cláudia Elizabeth Souza De Morais, da escola Algodão Doce, em Belo Horizonte/MG.

Após participar de algumas palestras, ela introduziu no currículo o ensino do pensamento computacional a partir do Maternal 3. Assim como nas aulas de música, artes ou educação física, a escola tem um horário semanal onde cada turma tem um contato maior com a tecnologia e também com os dispositivos programáveis.

Nos primeiros anos das crianças, é estimulada a criação do pensamento computacional. Essa competência é desenvolvida na interação dos alunos com o meio físico e social, tornando-os habilitados para participarem do mundo digital. A ideia é que trabalhem em duplas, com um tablet para que os dois utilizem e aprendam habilidades como trabalho em equipe, tolerância e empatia.

Aos alunos mais velhos, a partir dos sete anos de idade, é ensinado os princípios da programação. Nesse contato com a tecnologia, as crianças aprendem, além de conceitos matemáticos e de lógica, estratégias para resolução de problemas, elaboração de projetos e comunicação de ideias. Para tornar isso possível, são utilizados tablets, um robô programável, chamado Beebots, Kinect e outras ferramentas. Juntamente a estímulos adequados, o uso da tecnologia favoreceu o desenvolvimento cognitivo e motor das crianças.

Segundo Cláudia, ela e as professoras já perceberam uma maior autonomia das crianças. Os alunos conseguem levar adiante ações que tenham uma finalidade, como atividades e jogos, além de formularem questões mais elaboradas, trabalharem diante de um problema, desenvolverem estratégias, criarem ou mudarem regras de jogos, revisarem o que fizeram e discutir, entre pares, as diferentes propostas.

Fontes:
http://porvir.org/professora-trabalha-ensino-computacional-criancas-de-3-anos/

Tecnologia pra incentivar a leitura

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Incentivar o hábito pela leitura através do uso de meios tecnológicos. Essa é a ideia do Elefante Letrado, plataforma que começou suas atividades em 2015.

Como uma espécie de biblioteca digital e interativa, a Elefante Letrado tem cerca de 400 livros direcionados a crianças e jovens até o quinto ano do ensino fundamental. A curadoria destas obras é realizada por pedagogos e educadores, sempre levando em conta a faixa etária das crianças. Seu sistema é organizado com base em cinco níveis de proficiência em compreensão leitora, que possuem subníveis nomeados por letras de A a Z. Os livros não são apenas digitalizados, mas também ganham uma nova diagramação e também animação.

Ao acessá-la, o exercício da leitura vira um grande jogo: o estudante pode optar por escutar o livro, ler ou realizar uma das atividades pedagógicas, que pode ser um jogo de perguntas, jogo da memória, múltipla escolha e outras. Quando ele completa 75% dos livros e atividades disponíveis, o jovem tem acesso aos títulos do próximo nível. Em média, cada prateleira (como são chamadas a disponibilidade de livros por nível) tem 14 títulos.

A plataforma está em 27 escolas e atinge mais de 3.500 alunos, sendo parte fora do Brasil, em instituições onde o português é a segunda língua. E neste primeiro ano de existência, o Elefante Letrado começa a fazer pesquisas de avaliação e, no Brasil, percebe as dificuldades entre os educadores para o uso das tecnologias.

Apesar disso, existem exemplos como de uma escola que relatou que seus alunos de primeiro e segundo ano tinham lido 60 livros em dois meses.

Conheça mais da plataforma aqui.

Fonte:
http://porvir.org/plataforma-transforma-leitura-em-um-jogo-para-criancas/