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Uma outra visão sobre tecnologia na educação

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Muitos dos conteúdos que trazemos a vocês, reforçam a importância da tecnologia na educação. Ela traz avanços e muitas vantagens, porém existe uma visão que aborda com calma e indagações o assunto e, até, traz motivos para utilizar as mãos na hora de aprender.

Em uma época em que as crianças cada vez mais cedo têm acesso às tecnologias, o incentivo ao trabalho manual pode garantir o desenvolvimento psicomotor e intelectual na infância.

A posição é unanimidade e compartilhada por educadores e especialistas em desenvolvimento infantil. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) divulgou um manual de orientação para médicos, pais, educadores, crianças e adolescentes com uma série de recomendações em defesa da “Saúde das crianças e adolescente na Era Digital” – título do documento, no qual aconselha que o período de 0 a 12 anos, o acesso seja limitado e proporcional às idades e às etapas do desenvolvimento cerebral-mental-cognitivo-psicossocial das crianças e adolescentes.

A intenção é diminuir os possíveis problemas de desenvolvimento cerebral, obesidade e problemas relacionados ao sono, que estão entre os efeitos colaterais do uso excessivo desses aparelhos. Segundo a professora e coordenadora pedagógica do Colégio Nossa Senhora do Rosário, a aprendizagem e o processo emocional e intelectual da criança estão intimamente ligados ao desenvolvimento psicomotor, já que esses exercícios são experiências fundamentais para o treinamento das redes neuronais. Ela diz que as ferramentas digitais devem fazer parte de nossa rotina, somadas à iniciativa e criatividade do professor, porém não podem substituir os procedimentos e etapas do trabalho psicomotor que têm ampla relevância no aprendizado como um todo.

Fontes:
http://www.segs.com.br/info-ti/43416-educacao-o-resgate-dos-trabalhos-manuais-na-era-da-tecnologia.html

Apesar de toda a tecnologia, por que a educação não dá certo?

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Os videogames ainda dividem opiniões quanto ao uso educacional. Alguns afirmam que os jogos servem somente para distrair os jovens. Entretanto, há quem diga que os benefícios dos games são vários.

Pensando nisso, a Universia Brasil elaborou uma lista com quatro benefícios para os jogadores. Confira:

Melhora a memória

Para atingir os objetivos dos jogos, os gamers são forçados a colocar em prática o raciocínio lógico, habilidade que pode ser usada em sala de aula.

Diminui o estresse

Segundo a Universia, os games servem como uma válvula para que os estudantes liberem todo o estresse que acumulam na sala de aula e nas tarefas realizadas.

Incentiva a busca por objetivos

Os videogames ajudam a despertar a vontade de atingir objetivos. Por isso, os estudantes transferem essa mentalidade de “atingir a meta” para o dia a dia, ajudando-os a cumprir seus objetivos acadêmicos e pessoais.

Melhora o desempenho profissional no futuro

Para finalizar a lista, a Universia trouxe um estudo da Universidade do Colorado, a Denver Business School, que comprovou que o uso de videogames no treinamento dos funcionários ajuda na melhora de resultados no trabalho.

Fonte: Universia

Apesar de toda a tecnologia, por que a educação não dá certo?

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A educação não vai bem – isso todo mundo sabe por estatística ou por experiência própria. O que intriga muita gente é por que a situação não melhora com toda a tecnologia disponível. Para o trio da Santo Caos, uma “consultoria de engajamento” de São Paulo, a resposta é que o modelo educacional é o mesmo. O aparato tecnológico é usado apenas como outra modalidade de material, sem alterar a maneira como o conteúdo é ensinado ou modificar a administração das verbas e do tempo.

Usando um método de pesquisa chamado “bola de neve”, em que um entrevistado indica o próximo, os publicitários fizeram um documentário de 30 minutos que pretende esclarecer a questão com o título “Do Giz ao Tablet: por que a tecnologia não mudou a educação”.

Você pode assistir ao documentário no link abaixo e entender o motivo de a educação ainda não ser como a gente sonha.

Aplicativos para professores usarem em sala de aula

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As aulas estão começando somente agora depois do carnaval e nada melhor do que ajudar os educadores a inovar na sala de aula e trazer para os seus alunos aulas mais criativas e cheias de conteúdos interessantes, com a ajuda da tecnologia, é claro!

Nada melhor do que utilizar a tecnologia a seu favor, o tablet é uma ferramenta completíssima que se utilizada da forma adequada pode lhe beneficiar enormemente ao dar aulas!

Separamos uma lista com aplicativos bem legais que irão te ajudar no ano letivo que está começando. Baixe no seu tablet e faça bom proveito.

  • TeacherKit: Com este App você poderá criar várias salas de aula, organizar a posição dos alunos (mapa da sala), adicionar dados de contatos dos alunos e dos pais, lançar notas e presença, tudo de forma descomplicada. Grátis.
  • ShowMe Interactive Whiteboard: Já pensou em utilizar seu tablet como uma lousa digital? É possível e o aplicativo não custa nada, você somente precisará de um cabo para conectar seu tablet ao projetor. Grátis.
  • Evernote: Se você quer um aplicativo perfeito para realizar anotações o nome dele é Evernote, ele tem integração na nuvem ou seja, você poderá sincronizar entre vários dispositivos móveis. Grátis.
  • Skitch: Este aplicativo é muito interessante pois permite que você faça anotações sobre conteúdos, como fotos, mapas, páginas da internet, e muito mais. Com ele você facilmente poderá apresentar matérias novas aos alunos, usando a criatividade eles ficarão muito atentos ao que você está mostrando. Grátis.
  • Pages: O Word para tablets se chama Pages e foi desenvolvido pela Apple, acredito que todo professor precise deste aplicativo pois é ele que vai lhe permitir redigir provas, exercícios e tarefas, utilizando o Pages juntamente de um teclado externo você transformará seu tablet em um computador de verdade. Pago.
  • Keynote: Este é o Power Point para tablets, também desenvolvido pela Apple este aplicativo esbanja qualidade gráfica e é altamente impactante, suas aulas nunca mais serão as mesmas depois que você incorporar o Keynote na criação de slides. Pago.
  • Numbers: O Excel para o tablets chama-se Numbers, criado pela Apple com todo o cuidado necessário para que você possa editar planilhas em seu tablet. Pago.

Alunos usam o Facebook para aprender mais sobre alimentação

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Projeto “Somos o que comemos”, que envolveu professora de ciências e português, melhora percepção sobre alimentação. Confira o relato da professora abaixo:
“No meu mestrado, eu trabalho com o ensino de ciências para pessoas com deficiência auditiva. Em uma ocasião, eu assisti a uma aula para crianças do oitavo ano na Associação dos Surdos. Eu percebi que os alunos tiveram muita dificuldade em entender o que é vitamina. Eles associaram o nutriente à bebida feita com frutas e leite.

E fiquei com isso na cabeça: como ensinar às crianças o que é uma vitamina? Quando fui investigar a questão com os meus alunos do oitavo ano, percebi que eles também tinham dificuldade em entender o conceito.

Foi aí que decidi discutir a questão da alimentação. Vários tópicos foram levantados, como a presença de corantes nos alimentos, a industrialização de boa parte do que eles comem e, assim, o questionamento foi surgindo a partir dos próprios estudantes. Eu levantava um tema em sala e, em casa, eles pesquisavam mais sobre o assunto e traziam as dúvidas.

A partir disso, eu elaborei o projeto “Somos o que comemos”. Na escola, nós temos o hábito de trocar informações pelo Facebook. Como os alunos moram na região rural de Goiás, eles encontram muitos bichos e plantas e, às vezes, me mandam fotos com essas curiosidades. Então, propus que eles fotografassem seus pratos de comida e postassem as imagens no nosso grupo na rede social.

De forma geral, eles têm muita dificuldade na leitura, escrita e interpretação de textos. Mesmo sendo professora de ciências, eu sempre tenho a preocupação de trabalhar essas questões. Então, eu convidei a professora de língua portuguesa, Eufrásia da Silva, para participar do projeto. Assim, além de postar as fotos, os estudantes deveriam comentar nas fotos dos colegas e responder a questionamentos feitos por mim ou pela professora de Eufrásia.

A cada semana nós tínhamos uma atividade diferente. Em uma delas, os alunos tinham que desenvolver uma redação sobre o documentário “Muito além do peso”. Como finalização do trabalho, os alunos fizeram algumas fichas no computador para treinar a escrita e o uso de diversas ferramentas, aplicando os conhecimentos adquiridos.

De forma geral, meus alunos são bastante participativos, mas eles se empenharam muito mais nesse projeto desenvolvido no Facebook. Eu acredito que, se fosse uma atividade escrita ou em cartaz, a participação não teria sido tão grande e nem a repercussão. O uso da rede social possibilitou a participação de outras pessoas, como alunos das outras turmas, que também ficaram muito envolvidos com o projeto, e familiares, que visitavam o grupo, curtiam fotos e, as vezes, até postavam fotos de seus pratos de comida.

Eu percebi que houve uma mudança na forma como os alunos encaram a alimentação. Em festinhas, eles tem o cuidado de levar frutas. Muitas vezes, questionam até a merenda da escola. “Professora, aqui só tem carboidrato. Será que essa merenda tá boa?”. Essa participação superou muito as minhas expectativas. Eles passaram a ter uma percepção mais ampla de questões que giram em torno do senso comum.”

Fonte: www.porvir.org/

Aplicativo aproxima escola, pais e alunos

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Nem sempre é possível estar integrado com todas as atividades da criança na escola. As redes sociais até facilitaram um pouco o trabalho para pais e professores, mas ainda assim alguns problemas são vivenciados por ambos dentro do ambiente escolar. Grupos criados em aplicativos de mensagens podem constranger de lado a lado e a privacidade de professores acaba sendo invadida em alguns momentos.

Foi pensando nisso que os irmãos Sávio Grossi, 35, e Bruno Grossi, 33, viram uma oportunidade. Eles criaram há menos de um ano o Pertoo, aplicativo que permite o envio de fotos, documentos e comunicados via tablet, celular ou mesmo pelo navegador de um computador desktop. Essa comunicação pode envolver simples mensagens com as atividades escolares e até relatórios detalhados sobre o comportamento dos alunos. “Por mais que as escolas digam que querem se aproximar dos pais, é preciso estabelecer um limite. Se deixar, tem pai que quer ficar dentro da sala de aula com o filho”, diz Sávio, o CEO da empresa.

No Pertoo, a escola consegue acompanhar todas as mensagens de pais e professores e receber alertas quando a temperatura da conversa sobe e surgem palavras de baixo calão, por exemplo. O aplicativo também pode ser configurado para dar diferentes níveis de autonomia ao familiar do aluno: ele pode iniciar o contato ou somente responder mensagens enviadas por professores.

Atualmente, o Pertoo já tem cadastrados quase 50 mil estudantes de 30 escolas de todo o país. Ele é gratuito para os pais e alunos, que recebem um código de segurança individual com liberação do acesso. As escolas pagam a partir de R$ 199 por mês (o valor depende do número de estudantes) e podem colocar seu nome e logomarca no aplicativo que vai para as prateleiras das lojas virtuais App Store (iOS) e Google Play (Android). No pacote, estão inclusos ainda suporte técnico e atualizações.

 

Maneiras criativas de usar as redes sociais na sala de aula

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Não há como negar que a Internet está inserida na rotina de crianças e adolescentes ao redor do mundo. E esse envolvimento é ainda maior quando se trata de redes sociais, cujo alcance se expandiu muito nos últimos anos com a popularização dos Smartfones. Mas quando se trata de mídias sociais em sala de aula, o assunto ainda é tabu e muitos professores abominam a ideia. A gente já comentou aqui no blog como você pode contar com a ajuda dessas ferramentas na sua aula e agora trazemos mais algumas dicas de como inovar com a ajuda dessas ferramentas.

Além do Google: Antes mesmo de aparecer nas buscas do Google as notícias circulam primeiro nas redes sociais. Você pode pedir para os seus alunos acompanharem um episódio com o auxílio da hashtag.

Entrevistas: Com a ajuda das redes sociais você pode conseguir palestras e entrevistas com pessoas bem interessantes que vão tornar a sua aula muito mais rica.

Interação e colaboração: Alunos e professores podem criar conteúdo nas redes e convidar outras pessoas com o mesmo interesse a interagir, opinar e colaborar de diversas formas aumentando a qualidade do projeto.

Grupos Online: Quando uma turma está envolvida em um mesmo tema, é possível criar grupos de estudo e discussão e incluir pessoas de relevância, como especialistas, que contribuam com a troca de conteúdos e informações, motivando os alunos.

Apresentações: Criar um banco de apresentações e vídeos online sobre temas variados que ajude a fomentar a troca de informações e referências entre os alunos. Pode-se também pedir aos alunos que disponibilizem suas apresentações a outras turmas.

Debates do virtual para o real: Iniciar debates nas redes sociais com alunos e estimulá-los a pesquisar informações para embasar suas respostas em um debate real na sala de aula, pode ser uma forma de enriquecer as discussões.

Senso crítico: É possível encontrar muita informação nas redes, e isso é uma forma de estimular seus alunos a ter senso crítico, tolerância com opiniões contrárias e discernimento na hora de usar um conteúdo como verdadeiro.

Estudar, revisar, testar e compartilhar: Existem várias plataformas onde é possível usar redes sociais na escola. Uma dessas plataforma é a ExamTime, como ela você pode criar gratuitamente, fichas de memorização, testes, mapas mentais, notas online, grupos de estudo e ainda compartilhar tudo isso em outras plataformas ou com os colegas. Também é possível acessar a biblioteca virtual, que possui milhares de recursos criados por outros alunos e professores.

Ferramenta gratuita ajuda a empregar a tecnologia em sala de aula

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A Fundação Lemann acaba de lançar o aprenda.online, uma plataforma que une ferramentas tecnológicas educacionais, conteúdos e cursos de formação online ligados à aplicação da tecnologia em sala de aula.

A novidade é direcionada principalmente a alunos e professores, mas pode ser usada por qualquer pessoa que queira aprimorar seus conhecimentos nos mais diversos temas.

O acesso pode ser feito pelo computador, tablet ou celular. A ferramenta oferece, em um só lugar, cursos das melhores universidades do mundo incluindo USP e Unicamp, exercícios, simulados, videoaulas, dicas e jogos educacionais.

Conheça algumas das ferramentas oferecidas pelo Aprenda.Online e apresente para os seus alunos:

– Code.org: referência mundial em ensino de programação,  criou um currículo recheado de mini games, atividades off-line e vídeos com celebridades que apresentam os conceitos fundamentais de programação.

– Codecademy: para quem que quer começar do zero, criar seu próprio negócio, ou até mesmo para aqueles que já têem certa experiência e querem se aperfeiçoar em alguma linguagem de programação.

– Coursera: portal com cursos das melhores universidades do mundo, incluindo USP e Unicamp. Os mais procurados por brasileiros têm suas vídeoaulas legendadas para o português.

– EDU.app: aplicativo desenvolvido pela Fundação Lemann em parceria com o YouTube EDU que traz videoaulas, exercícios, dicas de prova e orientações com um foco especial no Enem, tudo organizado de acordo com o conteúdo e os critérios da prova.

– Gatópolis: aplicativo gratuito de apoio à alfabetização. Enquanto propõe desafios para as crianças, oferece jogos divertidos com personagens como o Super-Gato.

– Khan Academy: maior site gratuito de matemática do mundo,  com milhares de vídeoaulas e dicas para aprender da soma básica ao cálculo.

– YouTube EDU: oferece as melhores vídeoaulas com temas e conteúdos que cobrem disciplinas do Ensino Fundamental ao Médio.

Livro didático digital vai auxiliar professores no ensino à distância

livrodigital

O livro didático pode ser o melhor amigo do professor. Ainda mais se ele tiver uma ajudinha da tecnologia. Já é possível hoje, graças aos livros didáticos digitais, saber quase tudo sobre o aluno. Por exemplo, dá pra saber se ele leu ou não o material proposto pelo professor e acabar com as cobranças dos educadores em sala de aula.

Um estudante recente mostrou que quanto mais o aluno lê a bibliografia indicada em casa, melhores serão as suas notas ao longo do curso. Ou seja, nada que os educadores já não saibam, não é mesmo?

O estudo aconteceu no Texas e acompanhou 236 alunos que utilizaram livros didáticos digitais para ver que tipo de informações poderiam prever melhor seu sucesso no curso. Descobriu-se que é mais importante que o aluno dedique uma boa quantidade de tempo para a atividade do que apenas lesse o material rapidamente.

O problema é que os alunos leem cada vez menos e é um desafio para os educadores reverter esse quadro. Os estudantes que participaram da pesquisa dedicavam, em média, 169 minutos por semestre à leitura.

O livro digital pode reverter esse quadro já que o aluno é acompanhado de perto pelo educador. A verificação dos hábitos de estudo pode ajudar os professores a identificar quais estudantes estão com problemas antes de eles serem reprovados em um teste e ajudá-los.