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Aproximando escola e pais através da tecnologia

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A tecnologia tem aproximado escolas e pais e facilitado a troca de informações momentâneas. Aplicativos tem feito este trabalho com êxito e mostram como a inovação traz vantagens para a educação.

É o caso da escola Luz da Vida, que aboliu a tradicional agenda pelo aplicativo Agenda Kids, que permite aos pais acompanhar o desenvolvimento escolar dos filhos. Através dele, os pais recebem um resumo diário sobre o cotidiano da criança na escola, com informações sobre como a criança alimentou-se (recusou, menos da metade, metade, mais da metade, tudo, repetiu), se dormiu e por quanto tempo, se evacuou e a característica (sólido, líquido, pastoso), quantidade de fraldas trocadas no dia e quantos banhos precisou tomar.

Já no colégio Anglo, o investimento em tecnologia tem sido feito voltado à educação de alunos dos ensinos fundamental e médio. Isso está ocorrendo através da implantação do pacote de ferramentas digitais G Suite For Education, do Google. Um dos aplicativos implantados é o Google Classroom. Com ele, o professor otimiza o tempo, ao planejar aulas, além de criar e receber tarefas por meio da plataforma, que pode ser acessada pelos alunos.

Também faz parte do pacote de ferramentas o Google Expeditions, aplicativo de realidade virtual que permite ao professor conduzir o estudante por 120 lugares diferentes, em uma experiência imersiva. O aluno ganha um par de óculos de papelão (conhecido como Cardboard), onde é colocado o smartphone, e através do tablet o professor pode conduzir os alunos por diferentes cenários.

Fontes:
http://www.diariodaregiao.com.br/blogs/diariotec/escolas-investem-em-apps-para-se-aproximar-de-pais-e-alunos-1.651123

Santa Catarina quer inovar

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Dispositivos móveis, como smartphones e tablets, são cada vez mais parte do dia a dia das crianças. Para tornar a educação mais atrativa aos alunos, eles podem ser os grandes aliados. É o que pensa a Google, sempre em busca de inovações. Com incentivos ao conhecimento e educação, que ela demonstra mais um de seus diferenciais para a conquista de novos adeptos às suas tecnologias. E a Escola de Educação Básica Irmã Maria Teresa, em Palhoça (município situado na Grande Florianóplis/SC) foi uma das 34 instituições escolares escolhidas para testar o Google for Education, plataforma de educação da empresa.

A iniciativa foi promovida no âmbito do Movimento Santa Catarina pela Educação e, conforme o assessor do movimento, Antônio Carradore, é necessário um avanço na qualidade da educação, e a tecnologia é um recurso que deve ser usado pelos docentes, não deixando a sala de aula distante destas tecnologias. Antônio lembra que, quando nossos indicadores são comparados com economias internacionais, ainda ocupamos os últimos lugares.

Através de um dos aplicativos da plataforma, os professores terão a possibilidade de distribuir tarefas, registrar a frequência dos alunos e desenvolver apresentações. Além disso, os alunos poderão fazer download dos conteúdos dados em aula, de qualquer lugar, e também haverá a possibilidade de interagirem entre si. A proposta vem sendo desenvolvida em parceria com a Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) e com a Secretaria de Educação, que tem ideia de expandir, a longo prazo, este modelo de ensino para todo estado e ter todos professores capacitados, para utilizarem o sistema, até o fim do ano.

Em pesquisas feitas pela companhia, chegou-se à conclusão que os jovens parte do seu tempo ocioso realizando atividades pedagógicas e, se eles não têm acesso a essas ferramentas, ocupam esse tempo de forma errada, segundo Maidi Dalri, consultora da Google. Com a proposta será possível mostrar que o professor pode ter a tecnologia ao seu lado para colocar o aluno como protagonista no processo de educação.

Veja o vídeo abaixo para entender um pouco mais do projeto da Google:
https://www.youtube.com/watch?v=zUKz5hKn7b4

 

Fonte: Globo e Cezar Miranda 

 

Crianças programadoras

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O Google, mais uma vez, quer surpreender. E agora até às crianças, ensinando programação através de blocos de montar, que podem assumir diferentes combinações em ordem para criar brincadeiras variadas. O novo projeto, intitulado Projekt Bloks, é uma plataforma em código aberto e lançada em parceria com a Universidade de Stanford, dos Estados Unidos.

O Bloks é um projeto de pesquisa iniciado há três anos pelo Google, e busca ser uma iniciativa de insipiração para desenvolvedores, designers e educadores criarem novas formas de explicar a programação para as crianças. Segundo João Wilbert, que trabalha no projeto dentro do laboratório Google Creative Labs, é muito difícil ensinar programação para crianças usando instrumentos criados para adultos, como telas e mouses. A ideia é que sejam o primeiro passo da programação, antes mesmo do Scratch, código que ensina comandos básicos com a ajuda de um gatinho.

Para João, aprender programação vai além do conhecimento técnico, e se equipara à importância de aprender a ler e escrever, pois a criança é ensinada a resolver problemas e desenvolver soluções diferentes. E para se tornar efetivo, o Bloks divide seu conceito em três peças básicas: pucks (“botões”, em tradução literal), base boards (“placas-base”) e brain boards (“placas cerebrais”).

Os pucks são botões de comando, que podem ser peças como um interruptor, um botão de volume ou uma seta indicando uma direção. Cada “puck” pode ser conectado a uma “base board”, peça que é capaz de ler e interpretar as informações dadas pelo botão – o sistema deve ser predefinido pelo usuário antes de começar a ser utilizado. (No caso da utilização em escolas, por exemplo, os professores podem predefinir o que cada peça faz e dar um conjunto de peças aos alunos para que eles resolvam um problema específico.) Por fim, os brain boards são o “cérebro” do conjunto: fornecendo energia e conectividade para o resto do conjunto, eles possuem uma unidade de processamento principal.

No vídeo de introdução do projeto, é possível ver como as peças se encaixam para dar comandos a um robô com um lápis ou criar um sistema que liga uma lâmpada quando a temperatura cai.

 

 

 

Fonte: D24am

Conheça o Kiddle: o Google para as crianças

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Lançado nas últimas semanas o Kiddle.co tem a proposta de bloquear conteúdos impróprios para crianças. Considerado o “Google infantil”, o site usa a tecnologia SafeSearch, que utiliza filtros manuais. A função pode ser habilitada em qualquer navegador, inclusive dos celulares.

Apesar de o Google afirmar que o SafeSearch não é totalmente preciso, ele ajuda a bloquear várias páginas de conteúdo adulto. Os sites infantis têm preferência na pesquisa aparecendo no topo, logo depois na ordem de resultados aparece os sites com linguagem acessível e que sejam confiáveis.

Nos resultados aparecem, prioritariamente, sites de conteúdo infantil ou de linguagem acessível às crianças.

Com um modelo cheio de cores, a interface se torna mais atraente aos olhares dos pequenos, principalmente por exibir miniaturas que facilitam na identificação dos itens procurados. Além disso, a fonte aparece maior do que o de costume no Google tradicional, facilitando a leitura. A página kiddle.co ainda bloqueia termos considerados inadequados, como “nudes” e conteúdos de violência.

Algumas dicas de como usar o Google em sala de aula

Students in computer lab

Todo mundo conhece o Google! O site é referência quando o assunto é pesquisa na Internet, além de ser proprietário de redes sociais e outras ferramentas da Internet. Pois esse gigante do mundo tecnológico pode ser seu aliado na sala de aula.

Em vez de brigar com os alunos que não desgrudam de seus celulares e tablets em sala de aula, cada vez mais professores usam a tecnologia a seu favor. O Google pode ser uma ótima ferramenta para ajudar você em várias tarefas do dia a dia. Veja algumas delas:

Trabalhos em grupo no Drive: Ferramentas como o documento ou a planilha do Google Drive permitem que múltiplos usuários editem um trabalho ao mesmo tempo, o que facilita a construção de trabalhos coletivos. Você ainda pode acompanhar o desenvolvimento das tarefas e verificar o que cada estudante produziu. Nos trabalhos em grupo é comum algum aluno pedir para incluir o seu nome no trabalho mesmo ele não tendo contribuído com a tarefa. Com a ajuda do Google Drive isso não é mais possível.

Classroom: É um aplicativo criado especialmente para a educação. Permite a criação de uma sala de aula virtual onde o professor pode organizar tarefas e medir os desempenhos de alunos, além de compartilhar documentos. Diferentemente de outras plataformas de ensino a distância, no Classroom, os alunos também podem criar e compartilhar documentos, com a aprovação do professor.

Conferências via Hangout: Muitas vezes o professor quer levar um convidado para explicar um determinado assunto na aula, mas conciliar a agenda é difícil. Se o palestrante for de outra cidade, o problema é ainda maior. O Hangout do Google Plus pode ser a solução. Com ele, o contato pode ser feito por meio de vídeo conferência, inclusive com a participação de mais interlocutures. A conversa ainda pode ser transmitida ao vivo e depois ficará salva no YouTube. A ferramenta também pode ser útil para alunos que, por alguma razão, faltaram a aula.

Google Earth: Você pode viajar com os seus alunos para qualquer lugar do mundo, inclusive nos oceanos. Com o Street View é possível andar pelas ruas das maiores cidades do mundo, uma verdadeira aula de geografia na tela do seu computador.

Instituto Cultural Google: Vai ensinar sobre a Revolução Francesa, então viaje com os seus alunos ao Palácio de Versalhes, onde a corte francesa vivia na época. Ou ainda, visitar museus e monumentos históricos, maravilhas do mundo e muito mais.

Youtube.com.br/edu: O YouTube já é bastante reconhecido como um bom aliado para o ensino de conteúdos com o auxílio de seus vídeos tão diversos. No entanto, professores podem ter dificuldades para filtrar somente os materiais educativos.

Inclusive os alunos da professora Bruna Negreiros trabalharam com ferramentas do Google. A gente contou essa história aqui no blog.

Fonte: www.tecnologia.terra.com.br