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Professor inova e usa Facebook para ensinar história

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Você é professor de História e está difícil prender a atenção dos seus alunos? Então se inspire no exemplo desse professor que foi buscar nas redes sociais a solução para prender a atenção dos seus alunos.

O professor Pedro Henrique Castro, do Rio de Janeiro, fez seus alunos participarem mais das suas aulas usando o Facebook como ferramenta principal. Ele pediu para que os alunos imaginassem como seria o Renascimento Artístico e Cultural se houvesse Facebook naquela época, o que essas pessoas postariam, como interagiriam?

O resultado foi surpreendente e os alunos realmente se engajaram na proposta. O professor dividiu a turma em dois grupos e cada um foi convidado a criar uma página na rede social de algum personagem desse período tão fundamental e importante da história. Depois eles teriam que produzir posts e comentários sobre a vida do personagem da página, mas sem perder de vista a sua própria realidade, relacionando passado e presente.

As turmas adoraram a ideia do professor, que deu a elas toda a liberdade para abusar da criatividade e do humor. Pedro conta que todas as suas expectativas foram superadas: “Eu me considero um cara otimista, mas sempre me surpreendo com o resultado. E não deveria, pois está mais do que claro o que a criatividade e capacidade das(os) nossas(os) estudantes podem atingir quando lhes é dada a oportunidade de se expressarem”.

Confira a seguir alguns resultados dessa experiência pedagógica super conectada ao mundo da galera:

Andaime

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Cérebro

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Fonte: Razões para Acreditar

Saiba como usar as redes sociais como aliada na sala de aula

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Faça uma pesquisa com os seus alunos. Pergunte quantos deles usam redes sociais? Pode ser Facebook, Twitter ou Instagram. Você vai se espantar com o resultado e vai perceber que é impossível ficar alheio a essa nova tecnologia.

Cada vez mais cedo, as redes sociais passam a fazer parte do cotidiano dos alunos e essa é uma realidade imutável. Mais do que entreter, as redes podem se tornar ferramentas de interação valiosas para auxiliar no seu trabalho em sala de aula, desde que bem utilizadas. Lembre-se que o contato que você faz com os alunos fora do ambiente escolar faz com que os laços de vocês sejam encurtados e você passe a conhece-los melhor. Quando o professor conhece os interesses dos seus alunos ele prepara aulas mais focadas e interessantes, que facilitam o aprendizado.

Se você optou por se relacionar com os alunos nas redes, já deve ter esbarrado em uma questão delicada: qual o limite da interação? O professor deve ou não criar um perfil profissional para se comunicar com os alunos? Seja você mesmo nas redes sociais, não faz sentido ter dois perfis. Seus alunos querem conhecer quem você é fora da sala de aula, assim como você quer saber mais sobre cada um deles também.

Lembre-se sempre que as redes sociais são um local público e é preciso pensar um pouco antes de postar qualquer intimidade que você queira preservar. Por isso, no mundo virtual, os professores precisam continuar dando bons exemplos e devem se policiar para não comprometerem suas imagens perante os alunos. Os cuidados são de naturezas diversas, desde não cometer erros de ortografia até não colocar fotos comprometedoras nos álbuns.

A seguir, listamos algumas ideias de como você pode usar as redes sociais para te ajudar na aprendizagem e alguns cuidados que se deve tomar:

– Faça a mediação de grupos de estudo

Convidar os alunos de séries diferentes para participarem de grupos de estudo nas redes – separados por turma ou por escolas em que você dá aulas -, pode ajudá-lo a diagnosticar as dúvidas e os assuntos de interesse dos estudantes que podem ser trabalhados em sala de aula, de acordo com os conteúdos curriculares já planejados para cada série.

Todos os participantes do grupo podem fazer uso do espaço para indicar links interessantes ou páginas de instituições que podem ajudar em seus estudos.

– Disponibilize conteúdos extras para os alunos

As redes sociais são bons espaços para compartilhar com os alunos materiais multimídia, notícias de jornais e revistas, vídeos, músicas, trechos de filmes ou de peças de teatro que envolvam assuntos trabalhados em sala, de maneira complementar.

– Promova discussões e compartilhe bons exemplos

Aproveitar o tempo que os alunos passam na internet para promover debates interessantes sobre temas do cotidiano ajuda os alunos a desenvolverem o senso crítico e incentiva os mais tímidos a manifestarem suas opiniões. Instigue os estudantes a se manifestarem, propondo perguntas com base em notícias vistas nas redes, por exemplo. Essa pode ser uma boa forma de mantê-los em dia com as atualidades, sempre cobradas nos vestibulares e também no Enem.

– Elabore um calendário de eventos

No Facebook, por meio de ferramentas como “Meu Calendário” e “Eventos”, você pode recomendar à sua turma uma visita a uma exposição, a ida a uma peça de teatro ou ao cinema. Esses calendários das redes sociais também são utilizados para lembrar os alunos sobre as entregas de trabalhos e datas de avaliações.

– Organize um chat para tirar dúvidas

Com alguns dias de antecedência, combine um horário com os alunos para tirar dúvidas sobre os conteúdos ministrados em sala de aula. Você pode usar os chats do Facebook, do Google Talk, do MSN ou até mesmo organizar uma Twitcam para conversar com a turma.

 

Canais do YouTube que podem te ajudar a ensinar matemática aos seus alunos

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As redes sociais podem ajudar você na hora de ensinar os seus alunos. Nada mais certo do que recorrer a um universo que tenha a ver com a rotina da criança e do jovem, não é mesmo?

Separamos alguns canais bem legais do YouTube que podem te ajudar na hora de ensinar matemática para os seus alunos. Use a tecnologia a seu favor e aproveite as dicas desses colegas para deixar suas aulas mais dinâmicas e divertidas!

Ever Salazar
“Vídeos matemáticos curtos e bonitos”, esse é o título e descreve perfeitamente esse brilhante canal no qual são publicadas coloridas obras com explicações gráficas, conceitos básicos de Geometria e curiosidades matemáticas. A frequência de publicação não é tão alta porém, é preciso se levar em conta que cada vídeo, como se pode perceber, nos requintados detalhes visuais, requer bastante tempo, trabalho e cuidado.

Julioprofe

Julio Alberto Ríos é um aclamado e premiado professor colombiano famoso por suas simples explicações de variados temas de Álgebra, Cálculo, Trigonometria, Física, Matemáticas básicas e outras ciências similares. Seus pontos fortes são sua caligrafia, sua paciência para explicar passo a passo cada tema, sua linguagem clara, seus conselhos e seus truques.

Khan Academy em Espanhol

Uma das plataformas pioneiras no que diz respeito a cursos massivos e gratuitos online foi Khan Academy, um espaço onde profissionais de diversas áreas e de diferentes partes do mundo compartilham seus amplos conhecimentos através de vídeos curtos e com claras explicações. Embora sua versão em espanhol não evoluiu tão rápido como sua elegante versão original em inglês.

Físicaymates

Físicaymates, tal qual o canal de Ever Salazar, conhecemos na comunidade de Cursos Online Gratuitos que gerenciamos em Google+. O responsável do site compartilha suas excelentes explicações em vídeo focadas a resolver “dúvidas de Matemáticas e Física e primeiros cursos universitários”. Vale destacar o útil material que podemos encontrar especificamente temas de Cálculo Diferencial, Cálculo Integral e Estatística.

Tareasplus

Em Tareasplus são oferecidos centenas de vídeo-tutoriais de Matemática, Física e Química. No primeiro grupo destacam matérias específicas como Aritmética, Cálculo (Diferencial e Integral), Probabilidade e Estatística, Equações diferenciais, Álgebra e até um espaço para as curiosidades matemáticas, todas com material explicativo e exercícios resolvidos e explicados facilmente. Também está disponível em forma de aplicativos para iPhone, iPad e Android.

math2me

“Aulas de matemática [Cálculo, Probabilidade, Estatística, Geometria, Álgebra, etc.], reportagens,piadas, truques e mais”, assim se apresenta este completo recurso para aprender matemática de uma forma pouco convencional, finalizando essa lista. Algo que chama a atenção é sua cativante lista de reprodução chamada “De que me serve a matemática” onde fazem reportagens sobre os importantes aplicativos na vida real de todos esses números e fórmulas que ensinam no colégio e que muitos não acham de grande utilidade. Algo muito curioso é que os responsáveis de math2me são amigos de Julioprofe, talvez por isso é que compartilham essa facilidade para ensinar.

Fonte: Canal do Ensino

 

Fundador do Facebook vai abrir escolas para crianças de baixa renda

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O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, e a esposa, Priscilla Chan, se lançaram em uma nova aventura. Eles querem montar uma escola gratuita que ofereça cobertura de saúde a seus estudantes.

“É um novo tipo de escola, que une educação e saúde. As duas coisas se conectam, pois os estudantes que não têm uma boa saúde não aprendem com a mesma facilidade”, disse o empresário, em nota. “Muitas crianças e professores no país lidam com as consequências de uma saúde debilitada nas salas de aula todos os dias”, acrescentou.

A instituição, batizada “The Primary School’, deve ser inaugurada em agosto de 2016, quando tem início o ano letivo no hemisfério norte, em Palo Alto, na Califórnia. A escola será completamente gratuita e destinada a estudantes de baixa renda. O plano de saúde cobrirá desde seu ingresso na instituição até a conquista do diploma.

Será que o Facebook, além de estar presente no nosso dia a dia, também vai entrar no ramo da educação e ensinar nossas crianças?

 

Grêmio usa redes sociais para melhorar a presença dos alunos

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O Grêmio Estudantil da Escola Estadual Olívia Bianco, em Piracicaba (SP) está indo além das suas atribuições. Os alunos viram que as redes sociais poderiam ajudar a levar os estudantes ausentes de volta para a sala de aula. A ideia começou a vigorar em setembro e já deu resultado. Dos 110 matriculados com frequência irregular, 93 (85%) retornaram às classes, segundo a direção da unidade de ensino.

“As redes sociais são o elo com nossos colegas ausentes e fazem parte de nosso dia a dia. Temos os contatos de quem convive conosco diariamente na escola”, disse o aluno do 9º ano, Pedro Augusto Magalhães Bastos, de14 anos, que é presidente do grêmio estudantil “Fazendo a Diferença”.

A localização dos estudantes que pararam de frequentar a escola se torna mais fácil e natural entre os próprios alunos na internet e não soa como cobrança.  O trabalho do grêmio ocorre em parceria com a direção da instituição de ensino, que envia aos pais ou responsáveis os comunicados sobre a situação do aluno.

Luan Mateo Valverde, de 16 anos, é aluno do 9º ano da escola Olívia Bianco e foi um dos alunos que o grêmio ajudou a voltar para os bancos escolares. O adolescente, que é nascido na Espanha, tinha dificuldades em matemática, história e ciências e deixou de frequentar as aulas. As ausências faziam com que Luan perdesse o conteúdo ensinado na sala de aula e as dificuldades só aumentavam. “Eu não conseguia mais acompanhar”, comentou. “O incentivo do grêmio foi fundamental para meu retorno e, agora, mais presente, eu presto mais atenção e a matéria fica mais fácil”, afirmou.

Professor apaixonado pelo cinema usa a ferramenta para deixar suas aulas mais interessantes e criativas

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A gente já havia falado aqui no blog que o cinema pode ser um grande aliado na hora de ensinar determinados temas, principalmente relacionados à história. Pois o professor Ederval Trajano, de Recife, sabe bem como usar essa ferramenta na educação. Aos 43 anos, 20 deles dedicados ao ensino, ele sempre usou a Sétima Arte como uma aliada.

A paixão foi tanta que ele motivou seus alunos a produzirem pequenos filmes em homenagem a Vladimir Herzog, jornalista assassinado pelo Regime Militar e que completa 40 anos de morte em 2015. A mostra com os filmes dos alunos mostra que os estudantes aprenderam além da sala de aula e que a tarefa marcará a vida deles para sempre.

Na sala de aula ele já passou filmes como Olga e Getúlio. O primeiro trata da vida de Olga Nazário, ativista e mulher de Luiz Carlos Prestes que foi enviada à Alemanha Nazista pelo governo brasileiro onde acabou assassinada em um campo de concentração por ser judia. O segundo trata sobre o final do mandato e da vida do presidente Getúlio Vargas, também conhecido como “Pai dos Pobres” por uns e ditador por outros.

Os filmes criados pelos alunos foram feitos com smartphones, o que prova que a tecnologia é uma grande aliada na hora de ensinar os alunos.

Além de atuarem, os pupilos, hoje também cinéfilos, roteirizam, dirigem e editam as próprias produções. A pesquisa de figurino, cenários e trilha sonora contempla, segundo Trajano, o que ele chama de Trinômio do Sucesso da Educação: aprender, conhecer e fazer.

Fonte: Diário de Pernambuco

Você já pensou em usar o videogame como forma de educar na sala de aula?

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Ainda existe um preconceito muito grande no que se refere a videogames. Muitas pessoas ainda culpam os jogos pela violência de alguns lugares, como nos Estados Unidos, por exemplo, que estudantes que cometeram crimes atribuíram aos jogos a motivação para o crime.

Também, muitas pessoas vêem o videogame como apenas um divertimento e uma distração e não conseguem enxergar além e ver que a ferramenta pode ser uma ótima aliada na educação das crianças.

Nada melhor do que falar a língua dos jovens na hora de querer ensinar alguma coisa, não é mesmo? Pois é aí que os jogos podem ser seus amigos e te ajudarem a construir uma aula mais divertida e atrativa para a criançada.

Saiba porque os jogos podem ajudar no desenvolvimento educacionais dos estudantes:

– Muitos jogos têm a capacidade de ajudar no desenvolvimento do pensamento crítico da criança e do adolescente. Além disso, eles contribuem para ensinar habilidades importantes para o dia a dia como a solução de problemas e a perseverança, enquanto constroem habilidades metacognitivas.

– O aprendizado baseado em jogos pode proporcionar um ensino voltado para a solução de problemas com criatividade ao invés de uma simples memorização – tudo isso de forma facilmente replicável, em escala e acessível.

– Os jogos podem nos mover em direção a uma cultura de motivação intrínseca, autorreflexão e interação mais consciente com o mundo.

 

Como estimular a participação dos seus alunos durante as aulas

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O mundo exige que se trabalhe em equipe. No mercado de trabalho, por exemplo, o trabalho em equipe é uma exigência e ele pode começar dentro da sala de aula. Com a chegada da tecnologia na vida das crianças e também na rotina da escola, o papel do professor tem mudado bastante.

Além de transmitir informações e explicar conteúdos aos alunos, o educador também deve estimulá-los a interagirem entre si, compartilhando ideias e conhecimentos. Com isso, é possível desenvolver uma série de habilidades que podem contribuir para destacá-los no futuro.

Foi pensando nisso que separamos alguns métodos de ensino que visa estimular a participação dos seus alunos na sala de aula. Confira e aplique com a sua turma:

1 – Debates em grupo
Esses tipos de discussões estimulam o pensamento crítico dos alunos e faz com que eles exercitem ainda a oratória e a capacidade de dialogar com ideias diferentes das suas. Escolha um tema a ser debatido pelos estudantes e faça com que eles tragam histórias de vida e suas opiniões de forma organizada. Certifique-se de que todos os estudantes estão participando da conversa, ao mesmo tempo respeitando a opinião uns dos outros.

2 – Trabalhe com atividades em dupla
O trabalho em duplas também pode ser bem interessante de ser realizado em sala de aula. Esxa técnica ajuda os estudantes a construir um aprendizado coletivo, aumentando a troca de conhecimentos e experiências.

3 – Realize trabalhos fora da sala de aula
Deixe um pouco o ambiente da sala de aula de lado e aposte em atividades externas. Explore os lugares da escola, do bairro e da cidade. Faça visitas a museus, bibliotecas e até uma viagem de estudos a alguma cidade vizinha. Uma simples mudança de ambiente pode aumentar a motivação dos alunos, tornando-os mais interessados no conteúdo que você ensina.

4 – Utilize o ambiente virtual
Nada melhor para prender a atenção dos alunos do que falar a língua deles. Hoje a juventude está conectada na Internet a maior parte do tempo, sendo assim, use essa ferramenta a seu favor. Experimente criar um site ou uma comunidade nas redes sociais para a troca de experiências.

 

Sua escola investe em tecnologia? Deveria.

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Hoje em dia se fala muito em inovações na educação. Com o surgimento de novas tecnologias, as escolas tiveram que se adaptar a esse novo cenário, instaurando, inclusive, várias mudanças em seus currículos e dia a dia na sala de aula. Essas mudanças fazem com que o educador tenha que se manter também em contante mudança, buscando conhecimento e novas tecnologias para explorar em suas aulas. É um tempo sem volta. A tecnologia chegou para ficar e a sua escola precisa investir nela.

Pais e alunos pressionam a escola para as novas adaptações digitais. Uma pesquisa recente mostrou que 77% dos brasileiros acreditam que escolas e educadores devem usar mais a tecnologia para melhorar o atual sistema de educação do Brasil. Donos de escola entenderam o recado e buscam investir em tecnologia para aumentar as matrículas. Afinal, os pais querem que seus filhos estudem em colégios que estejam atualizados com as novas tecnologias, que ele tenha prazer em aprender.

A questão é que o que mais vemos hoje nas escolas é ainda aquele ambiente da época dos nossos pais: salas lotadas, carteiras enfileiradas com o professor na frente detentor de todo o conhecimento. Tente inovar. Mesmo que a sua escola não possua investimentos em tecnologia, mude as mesas na sua sala de aula. Trabalhe com um grande círculo com os alunos, ou grupos menores. Priorize o trabalho em equipe e não apenas o trabalho individual.

O conceito de inovação não precisa estar ligado com tecnologia e muito menos com investimentos. Com pouco dinheiro, ou quase nenhum, é possível fazer uma sala de aula atrativa e inovadora para os seus alunos. Basta apenas um pouco de criatividade e vontade de mudar.

O primeiro passo é escutar os seus alunos, seus anseios, vontades, além dos pais e de seus colegas educadores. Tente encontrar soluções conjuntas, com ideias de várias pessoas e grupos diferentes.  Além disso, estabelecer parcerias com empresas para estruturar programas de formação de professores é uma ótima ideia.

 

O papel do educador na Educação 3.0

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Nós já falamos aqui no blog sobre a Educação 3.0 e como essa novidade vai impactar a sua sala de aula. Mas qual será o papel do educador nesse novo momento da educação?

Uma das primeiras mudanças será a inclusão da tecnologia na sala de aula, afinal, na Educação 3.0 o aluno passa a ser o centro de tudo e por isso é preciso verificar as melhores formas de ensiná-lo e a tecnologia é uma presença constante na vida de crianças e jovens desde muito cedo.

A Educação 3.0 prevê a criação de uma infraestrutura de conectividade e colaboração com alto desempenho, mobilidade e segurança. Contudo, é importante perceber que nenhuma tecnologia terá seu real impacto sem que haja apropriação dessas novas condições de ensino e aprendizagem por parte dos professores.

Por isso, o educador precisará se adaptar, e mais, buscar mais conhecimento sobre soluções tecnológicas para aplicar com os seus alunos, e passar a atuar como um facilitador e mediador entre o acesso e a construção do conhecimento, atuando como uma espécie de guia e não apenas mais como um transmissor do conteúdo e do conhecimento. Além da formação técnica, os professores precisam entender como a atual geração pensa e se informa, percebendo que há uma nova dinâmica de aprendizagem na vida externa à escola e que os métodos precisam ser adaptados.

Assim, o maior desafio do profissional da educação será despertar a curiosidade e desafiar o estudante a confiar em si mesmo e procurar, por conta própria, o conhecimento, mas ao mesmo tempo se apresentar como referência segura para significação do conhecimento.

Trata-se de aproveitar o uso já incorporado pelos jovens de tablets, smartphones, ferramentas de busca, redes sociais, entre outros, para transformar e explorar o melhor das habilidades cognitivas e modelos pedagógicos em Educação 3.0. Percebemos que o ensino de qualidade é focado no uso sustentável dos recursos, na escolha da tecnologia adequada ao contexto e na formação do professor, de modo que não é possível fazer educação antiga com recursos novos.