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Xô, Aedes!

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Quando chegar o verão, tem dois assuntos que sabemos que serão corriqueiros na imprensa: o calor e o já famoso, mas nada bem-vindo, mosquito Aedes aegypti. Responsável por graves doenças como a Dengue, há muitos anos é alvo de programas de prevenção e a tecnologia já começa a fazer parte deste exército que visa acabar com o inseto. Foi o que fez a Secretaria Municipal de Saúde do município de Igaci, que chegou a ter até 80% da população com sintomas da Zika ou Chikungunya.

A forma que a secretaria encontrou de ajudar na prevenção foi a adoção do aplicativo Xô Aedes, que recebe denúncias de focos de Aedes aegypti. Segundo a prefeitura, o aplicativo integrará servidores das secretarias de Saúde e Educação do município, que levarão aparelhos de tecnologia e georreferenciamento para as salas de aulas. Os alunos, então, passarão a participar do combate e terão aulas de geografia e biologia adaptadas à temática. Segundo o prefeito da cidade, o mais importante é ir além do aprendizado da tecnologia, educando as crianças e jovens no combate ao problema, uma vez que a solução exige muitos esforços, mas também requer a mudança de hábito da população.

Outro destaque do projeto na cidade é o ensino da utilização de meios ecologicamente corretos no combate ao mosquito, como o uso da planta crotalária, atrativa natural de predadores do Aedes, como as libélulas. Os alunos também receberão a tarefa de localizar um possível foco do Aedes aegypti próximo às residências e realizar, então, uma denúncia por meio do aplicativo. Após, eles visitarão a secretária de Saúde, onde irão conhecer o trabalho do agente de endemia, que verificará a denúncia e eliminar o foco do mosquito.

Para a coordenadora municipal de endemias da SMS, Jordana Nailla, o novo formato de combate ao mosquito irá ajudar no trabalho dos agentes de endemias no município: “a implantação do aplicativo é uma medida eficaz que nos ajudará na localização dos focos, no qual a população terá uma participação muito importante no combate. Inicialmente estamos implantando a ferramenta nas escolas municipais, mas a intenção é de que toda a  população interaja com a SMS e com o Setor de Endemias para que juntos possamos vencer o Aedes”, explicou.

O aplicativo é gratuito e pode ser baixado em aparelhos com sistema android, por meio da Play Store e também por meio do link www.xoaedes.com.br.

 

 

Fontes: Jornal Floripa e Globo

A primeira escola 100% sustentável da América Latina

O Uruguai acaba de dar um grande passo, quando se fala em educação e sustentabilidade: a criação da primeira escola 100% sustentável da Américana Latina. Com dois mil pneus, cinco mil garrafas de vidro, dois mil metros quadrados de papelão e oito mil latas de alumínio, Michael Reynolds foi quem projetou a construção de 270 m².

Reynolds é norte-americano e nos anos 60 percebeu o “abandono do ser humano pela arquitetura” e então fundou, há 45 anos, a Earthship, especializada em edifícios sustentáveis e de baixo custo. A escola de Jaureguiberry, no Uruguai, tem placas de energia solar e moinhos de vento para gerar energia, além de hortas para a produção de alimentos orgânicos. Cerca de 60% do material utilizado para a construção do colégio, é reciclado. O projeto contou com 200 voluntários do Uruguai e de outros países que colocaram a mão na massa durante as sete semanas de construção, aprenderam o método de Reynolds e poderão replicá-lo pelo mundo.

A escola sustentável atenderá cerca de cem alunos por ano, com o objetivo maior de fazer dela um um espaço de encontro para a comunidade, setor público e privado, com aprendizados sobre inovação e sustentabilidade desde a construção até as aulas.

 

Fonte: Hypeness 

 

Inovações acessíveis a qualquer escola

De forma geral, nosso sistema de ensino ainda está longe do adequado para as mudanças proporcionadas pela tecnologia e pelas novas descobertas da ciência do aprendizado. No entanto,  nem toda inovação precisa ser radical e mudar drasticamente a realidade do colégio. As mudanças podem acontecer de maneira gradual, adaptando e aprimorando aos poucos a estrutura existente. Nesse cenário, existem pequenas inovações que pode ir sendo implementadas e que são acessíveis a qualquer escola. Confira algumas possibilidades:

 

1. Material didático

Atualmente, temos um leque de opções bem maior do que os livros tradicionais. O material didático pode ser digital e interativo, com desenhos animados ou jogos educativos, que ajudem a ensinar de forma mais leve e divertida. Como a utilização de recursos em sala de aula depende muito da metodologia dos professores, eles acabam sendo responsáveis pelo aprendizado dos alunos e também por estimular a motivação deles na utilização desses recursos.

É claro que materiais alternativos devem ser bem estudados para que sejam aplicados e utilizados de fato, para que os materiais não caiam em desuso.

 

2. Metodologia

O modelo tradicional de formatação das escolas e salas de aula coloca o educador em destaque, numa posição de detentor absoluto do conteúdo e conhecimento. Esse formato já vem sendo há muito tempo questionado, pois inibe o diálogo em classe. Atualmente, tenta-se designar ao professor o papel de mediador e facilitador do conhecimento, procurando promover aulas diferenciadas, que coloquem o aluno no centro do aprendizado.

Modelos alternativos, como a Escola da Ponte, criada por José Pacheco em Portugal, levam em consideração formas individuais de aprendizagem. Esta metodologia estimula a autonomia e independência dos alunos, que acabam gerando mais conhecimento através do compartilhamento dos seus estudos individuais.

 

3. Avaliações

As tradicionais provas escritas como método de avaliação são algo que há muito tempo precisam de modificações. Ainda que se tenham agregado outras ferramentas para avaliação como seminários, trabalhos em grupo, relatórios individuais e auto avaliação, ainda há muito a ser melhorado.

Em escolas na França, por exemplo, as notas vão de 0 a 20. Essa grade maior flexibiliza a avaliação por conceitos, onde o 10, equivaleria ao nosso 7, como um desempenho mediano. O 17 assume a posição do nosso 10, para os alunos que atingiram o potencial esperado e, acima disso, seriam os que superaram as expectativas. Este sistema vem sendo adotado por lá por seus resultados positivos no sentido de estimular o desenvolvimento dos potenciais dos alunos.

 

E você ou sua escola, tem adotado iniciativas inovadoras? Conte para a gente!

 

 

Fonte: Escribo 

 

 

Professor cria prova em aplicativo e aumenta interesse dos alunos pelos estudos

School children (10-13)using mobile phone in classroom, sitting looking at phone

Thiago Ribeiro, professor de Geografia na rede estadual do Rio de Janeiro, vinha tendo dificuldades com as avaliações complementares. Por valerem poucos pontos, muitos alunos acabavam não as realizando. Notando que os estudantes estavam sempre com os celulares na mão, o professor resolveu utilizar o aparelho como aliado.

Usando o programa App Inventor, do MIT (Massachusetts Institute of Technology), Thiago criou um aplicativo, batizado então de RecGeo 089 pois, inicialmente, foi pensado como um dispositivo para avaliações de recuperação. Como a recepção dos alunos foi boa e seu uso trouxe bons resultados, o professor expandiu a utilização para outras avaliações.

Thiago confessa que, assim como muitos professores, tinha um certo receio em usar a tecnologia na sala de aula. Ele afirma que se perguntava se os alunos faria a prova mais de uma vez, ou se fariam em grupos, ou ainda se pesquisariam as respostas na internet. Mas ele conseguiu desconstruir estes questionamentos, olhando a situação por outro ângulo: se os estudantes fizessem a prova mais de uma vez, significaria que estão interessados; se pesquisassem na internet, significaria que estão estudando e, se fizessem em grupos, estariam trabalhando de forma coletiva. Ou seja, haveria algum aprendizado de qualquer forma.

A iniciativa de usar o aplicativo para realização das provas ajudou a resgatar o interesse dos alunos, pois o processo de avaliação ficou mais atual e dinâmico, além de possibilitar um tempo mais flexível para a realização e não exigir entrega em papel. A participação dos alunos nas avaliações complementares aumentou de 50% para 90%, refletindo-se também nas notas deles. E, mais do que um desempenho melhor nos estudos, o uso do aplicativo também despertou o interesse de alguns alunos em aprender sobre programação. Ou seja, a solução inovadora do professor Thiago não só reverteu o problema das avaliações, como também acabou incentivando os estudantes a produzir novos conhecimentos.

 

Fonte: Porvir

Inovações na educação “servem de estímulo a professor”, diz OCDE

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Inovações – de filosofia, estilo e até de recursos tecnológicos – nas escolas podem ter impacto positivo na valorização de professores e, em alguns casos, nas notas dos alunos em algumas disciplinas.

É o que sugere um estudo-piloto divulgado pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), o relatório Mensurando Inovação na Educação.

A análise se debruçou sobre 28 sistemas educacionais (entre países, estados americanos e territórios canadenses, Brasil não incluído) no mundo. As conclusões podem ser lidas no link http://bbc.in/1yPdvTw.

Segundo os especialistas da OCDE, ainda que não haja uma relação facilmente comprovável entre inovação e melhorias na educação, “em geral, países com maiores níveis de inovação veem aumento em alguns resultados educacionais, incluindo melhor performance em matemática na oitava série (13 e 14 anos), resultados de aprendizado mais igualitários e professores mais satisfeitos”.

Entre as inovações analisadas estão materiais didáticos, recursos educacionais, estilo de ensino, aplicação de conhecimento na vida real, interpretação de dados e textos, disponibilidade de computadores e sistemas de e-learning nas aulas, novas formas de organizar atividades curriculares e uso de tecnologia na comunicação com pais e alunos, entre outros.

Porém, os investimentos em tecnologia e inovação não são unanimidade entre estudiosos de educação, já que nem sempre esses investimentos se traduzem em melhor desempenho ou em benefícios mensuráveis – e muitas vezes incorrem em aumento de gastos.

Questão de confiança

O autor do relatório, Stephan Vicent-Lancrin, explica à BBC Brasil que de fato não é possível verificar com certeza a relação direta entre inovação e benefícios. Mas há “indícios” de que aquela tenham efeitos positivos na igualdade de oportunidades entre alunos, no desempenho em disciplinas como matemática e, sobretudo, no estímulo a professores.

“Não podemos afirmar com certeza que as notas melhoram graças a inovações na sala de aula. Mas vemos que inovações trazem confiança para (que agentes participantes da educação) promovam outras mudanças”, diz Vincent-Lancrin.

“A relação mais forte que observamos foi em relação à satisfação de professores. Mais inovações trouxeram mais motivação.”

As práticas foram estudadas pela OCDE entre 2000 e 2011, no ensino primário e secundário, e o país estudado que mais adotou inovações no período foi a Dinamarca (com 37 pontos no índice calculado pelo órgão), seguido por Indonésia (36), Coreia do Sul (32) e Holanda (30).

Entre as mudanças observadas na Dinamarca estão, por exemplo, aumento no uso de testes-padrão elaborados por professores, e mais intercâmbio de conhecimento entre o corpo docente.

Segundo o relatório, “os sistemas educacionais que mais inovaram são também os mais igualitários em termos de desempenho dos estudantes”. Por exemplo, os da Indonésia e da Coreia do Sul.

Sendo assim, o estudo aponta que há uma “presunção” de que mais inovação desencadeie mais igualdade de oportunidades e aprendizado entre alunos, ainda que isso não possa ser efetivamente provado.

Mas se a adoção de novas práticas na ciência e na economia produtiva é apontada como um fator importante para a competividade global, na educação essa correlação não é tão simples. O próprio estudo aponta que existem também sistemas educacionais com baixa inovação e alto desempenho.

Ao mesmo tempo, argumentos pró-inovação na educação incluem maximizar o retorno do investimento público, buscar avanços no desempenho de alunos e reduzir a desigualdade de oportunidades entre estudantes, aponta a OCDE.

O relatório diz que, “ao contrário do que se costuma pensar, há um nível razoável de inovação no setor educacional, tanto em relação a outros setores da sociedade como em termos absolutos. Setenta por cento dos formandos empregados no setor educacional consideram seus estabelecimentos como altamente inovadores, índice similar ao da média (do restante) da economia (69%)”.

Segundo Stephan Vincent-Lancrin, o setor educacional apresentou índices de inovação mais elevados do que o restante do setor público, mas são necessários mais estudos para entender exatamente seus desdobramentos no ambiente escolar.

“Estamos tentando colocar o assunto no mapa para entender seu impacto”, diz.

Fonte: BBC

Alunos lançam app com mapa de pontos culturais na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro

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A Baixada Fluminense tem quatro milhões de habitantes. A população, inclusive os estudantes da região, vai para a capital (Rio de Janeiro) para ter acesso à cultura. Por não conhecerem as iniciativas culturais da Baixada, eu propus aos meus alunos do curso de jornalismo da Universidade Unigranrio que construíssem esse conhecimento.

Primeiro, nós fizemos um mapeamento de pontos culturais nos 13 municípios da região. A sala foi dividida em grupos e cada um ficou responsável por dois municípios. Eu apresentei levantamentos existentes e eles juntaram com o que já conheciam, incluindo os lugares que frequentavam. Cada grupo produziu uma reportagem multimídia com vídeos, fotos e texto de três iniciativas culturais. No final desse processo, eles montaram um mapa e publicaram no WordPress (ferramenta para blogs). O uso dessa plataforma permitiu a colaboração de todos os alunos, enquanto eu comentava o que deveria ser modificado.

Depois de finalizar o mapa, os alunos, em conjunto com os estagiários do laboratório Canal Unigranrio, transformaram o trabalho em um aplicativo para celular, chamado Cultura BF (disponível para aparelhos com sistema operacional Android). Boa parte das pessoas hoje acessa a internet via celular. Então, um trabalho que ficaria restrito às quatro paredes da sala de aula, hoje está acessível para qualquer um (Faça o download aqui).

Quando você coloca o estudante como protagonista, ele vê na prática a importância do trabalho dele

O lançamento do aplicativo ocorreu durante um evento com a presença da secretária do Ministério da Cultura, Ivana Bentes, dezenas de produtores culturais e representantes das prefeituras da região. A presença de diversos agentes culturais, assim como os elogios do Ministério da Cultura, mostrou aos estudantes que o trabalho acadêmico vai muito além da sala de aula; que ele pode servir, como no nosso caso, a um papel social fundamental.

A aceitação do aplicativo e a repercussão entre entes culturais e o poder público ajudou alunos que tinham ressalvas quanto ao projeto. É muito difícil implementar novas metodologias de ensino, porque todos estão acostumados com a metodologia tradicional da aula palestra. Houve essa dificuldade de entender o que estava sendo proposto.

Apesar disso, o projeto foi muito interessante porque os próprios estudantes descobriram a agenda cultural da região. Não adiantava eu chegar na sala de aula e apresentar no power point “essas são as iniciativas culturais da baixada fluminense”. Eles próprios foram construir esse conhecimento e identificar o que é cultura, o que não é e quais tipos de cultura que existem. Isso engaja muito mais do que eu ficar falando 200 horas na frente da turma. Quando você coloca o estudante como protagonista, ele vê na prática a importância do trabalho dele, que é menos a nota no final do período, e muito mais o processo de aprendizagem. Eles ficaram muito surpresos de ver quanta coisa existe ali do lado de suas casas.

Relato do professor Arthur William Santos para o site Por vir (www.porvir.org).

Brinquedos na sala de aula

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A gente já falou por aqui que as redes sociais e até mesmo os games podem ajudar você a planejar aulas mais criativas para os seus alunos. Os jogos educativos também podem ser uma alternativa para aulas mais atrativas para os seus alunos.

A Xalingo inclusive oferece uma grande variedade de brinquedos educativos para você usar em sala de aula com seus alunos. Assim eles aprendem brincando!

Confira alguns desses brinquedos:

Linha Interactive Play

Os jogos dessa linha da Xalingo tem a tecnologia como peça chave. Nele, com o uso do celular ou tablete, você pode ter uma interação com o brinquedo, seja soletrando palavras ou ainda reproduzindo um desenho que a criança acabou de pintar.

Brincando com letras e números

Aqui é possível ensinar com o uso do jogo as letras e números para as crianças menores. Você pode dividir a turma em grupos e dar peças para cada um deles. A partir daí iniciar um jogo super animado com a criançada!

Cubos Encaixáveis

Esse jogo pode ser bem interessante para o ensino da matemática em séries iniciais. Você pode usar os cubos para ensinar contas de soma, subtração, divisão e multiplicação de forma

Empresa ensina inglês com aulas via Skype

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Com uma aula online diária de 25 minutos de inglês que promete colocar o estudante para praticar desde a primeira conexão, a empresa japonesa Enpower quer repetir no Brasil o impacto que obteve em seu país de origem, onde já possui 400 mil alunos.

Criada pelo empreendedor Tomohisa Kato, 35, há oito anos, a empresa, que no Japão é chamada Rarejob, adota um modelo de aulas particulares apoiado em uma comunidade de 4.000 professores filipinos disponíveis via Skype, programa de ligações e videoconferência pela internet.

Mas por que professores filipinos? Por dois anos, as Filipinas aparecem na ponta de um ranking internacional feito pelo grupo educacional britânico Pearson que mede a aptidão de inglês para negócios, com nota mais que duas vezes maior que a do Brasil. Além desse fator, existe uma questão econômica envolvida, mas a Enpower diz que as escolhas são feitas por motivações técnicas, em um processo rigoroso que acaba qualificando apenas 4% dos candidatos. Todos os tutores possuem curso superior.

No Brasil, as aulas estão disponíveis entre 19h e 1h, e, em breve, também vão ser realizadas entre 13h e 19h. Por conta da diferença no fuso horário, os tutores não atendem durante o período da manhã.

Toda a estratégia da Enpower é amarrada ainda por uma política de preços agressiva. Por aqui, o plano inicial com oito aulas mensais custa R$ 149, enquanto um mais intensivo, com duas aulas diárias, sai por R$ 399. A expectativa da empresa é superar os números do Japão, onde já faturou só em 2014 R$ 72,8 milhões.

Use a tecnologia para acompanhar seus filhos na escola

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Você sabia que a união entre família e colégio forma uma combinação essencial para o cotidiano da criança? A participação dos pais na vida escolar dos filhos é muito comum para a formação educacional dos jovens. Uma pesquisa feita pelo Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar (SARESP) revelou que sete em cada dez pais participam da vida escolar dos filhos. Além disso, um dos fatores que atuam positivamente é quando os pais conseguem comunicar aos filhos o valor da escola e do estudo.

Conheça algumas ferramentas que auxiliam os pais no cotidiano dos filhos na escola:

1 – Sistema de SMS: Quando o estudante passa pela catraca da escola, o responsável recebe uma mensagem de texto com a informação de que o filho está dentro do ambiente escolar. Esse processo permite que os pais tenham controle e segurança.

2 – Grupo da turma no WhatsApp: Caiu no gosto da galera e nem por isso deixou de ser um meio de comunicação eficaz. O WhatsApp pode ser inserido no ambiente escolar por meio de grupos da turma, onde os responsáveis podem ter acesso e trocar informações com os professores.

3 – Agenda escolar: Mesmo com acesso à tecnologia, ela ainda é um meio de informação importante para a interação entre a escola e os pais. No decorrer da vida escolar, a agenda cumpre papéis importantes que vão desde a organização das tarefas, até recados institucionais.

4 –  Diálogo entre pais e filhos: Nada como a boa e velha ferramenta do encontro em carne e osso. Além de toda a tecnologia, tire um tempo para dialogar com a criança sobre o dia a dia na escola. Tenha interesse em saber como foram as aulas da semana e dedique um tempo do dia para ler ou estudar junto com os filhos.

 

Professor usa QRCode para corrigir provas de estudantes

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Quem é professor sabe o trabalho que dá para elaborar provas e corrigi-las, principalmente, quando se tem mais de 600 alunos.  São volumes e volumes de papéis e, dependendo da disciplina e  da quantidade de questões, o professor pode levar horas para ver tudo e lançar a nota do aluno.

Pensando nessas dificuldades e na possibilidade de aproveitar melhor o tempo, um professor de matemática da rede pública estadual encontrou uma ferramenta que mudou as aulas dele há uma ano: a leitura de provas por meio de um aplicativo que faz o reconhecimento de marcas através de um QR Code.

No magistério há mais de 25 anos, Lismar Wanderley Bindá, 47, pesquisou durante dois anos formas de melhor aproveitamento de aplicação e correção de provas e descobriu diversas plataformas que oferecem rapidez e segurança na informação.

Desde que começou a aplicar o mecanismo com as suas 14 turmas de Ensino Médio, na rede pública,  ele adquiriu mais tempo para planejar melhor suas aulas, além de poder realizar provas diferentes para uma mesma turma. “Eu me especializei em tecnologia e comecei a buscar métodos que pudessem otimizar o nosso tempo. Agora, aplico todas as minhas provas utilizando a ferramenta e  consegui acabar com a ‘cola’ na sala de aula”, afirmou.

Como funciona?

O sistema é simples: em um site ele cria as questões e um vasto banco de dados, monta o gabarito, e em cima dessas informações, o sistema produz um QR Code, que é um código de barras bidimensional que pode ser facilmente escaneado usando telefones celulares ou tablets equipados com câmera. Esse QR Code é transferido para a prova e ao lado dele, um outro quadro com os espaços para as respostas são disponibilizados, como uma espécie de “cartão-resposta”.

Após o preenchimento com as respostas, e munido de um celular ou o tablet com câmera, o professor pode ler as informações do código de barras em pouco tempo. Os dados são cruzados e pronto: em menos de  dois segundos a prova é lida e a nota lançada. “Uma prova com 10 questões levaria no mínimo 10 ou 15 minutos para ser corrigida. Isso trouxe agilidade”, comentou o professor que está aproveitando para ensinar o método para outros colegas, para a tristeza dos alunos.

Segundo Lismar, a ideia do mecanismo é não só otimizar o tempo do professor, mas também preparar o aluno para vestibulares e concursos. “Hoje em dia, os vestibulares são realizados com esses recursos, mas o aluno de escola pública não está habituado com isso e às vezes não sabe como preencher o cartão-resposta das provas e acaba sendo prejudicado. Estimulando desde agora, penso que todo mudo sai ganhando”, comentou.

Fonte: Uol.com.br