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Categoria -Inspirações

Uma escola global

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Oferecer a oportunidade de ser um cidadão global aos estudantes. Essa é a missão da Ross School, localizada em East Hampton, nos Estados Unidos.

A Ross School tem como prioridade ensinar os aprendizados de vida e realiza esta metodologia através de educação infantil, ensino fundamental e médio. Mas, além disso, a instituição também conta com programa de pós-graduação que, diferentemente do Brasil, trata-se de uma oportunidade para alunos que já terminaram o ensino médio, terem experiência educacional por mais um ano, antes de entrarem na universidade.

Com mais de 760 alunos matriculados, 50 a 60% deles vêm de outros países. Isso condiz com a missão da escola, que busca oferecer uma experiência global e não apenas centrada no contexto dos norte-americanos. Com isso, ao invés do estudantes apenas lerem e estudarem sobre costumes de outros países, eles de fato convivem com colegas que vieram dos Estados Unidos.

Sobre o sistema de avaliação da escola, ele também é diferente: além de utilizar um sistema de ensino que motiva a curiosidade dos alunos a partir de perguntas, avaliar os alunos através do padrão norte-americano de A, B, C não é realizado por lá. Na Ross School são utilizados conceitos: excelente, competente, suficiente e insuficiente. E, dentro de uma mesma aula, o aluno pode ser avaliado em até três frentes.

Fontes:
http://porvir.org/9o-episodio-serie-destino-educacao-apresenta-ross-school-nos-eua/

Uma aula de cidadania

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A escola não pode ser encarada apenas como o primeiro passo para o aluno ir bem em um vestibular, se formar em uma graduação e construir sua vida. Mas o papel da instituição é sempre muito maior que esse: ela é uma das peças fundamentais na formação da criança como cidadão. E é, exatamente isso, que pensa o Centro de Educação e Cultura (CEC), escola particular de ensino infantil, fundamental e médio, localizada na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.

Eles construíram uma minicidade, que reproduz o funcionamento de instituições reais, como prefeitura, hospital, escola, biblioteca, fórum, correio e mercado. O local tem, também, uma casinha de dois andares, com cômodos onde tudo funciona. E, como toda cidade, ela necessita de um prefeito para funcionar. É nesse momento que os alunos passam a vivenciar o processo eleitoral.

No “período eleitoral”, os alunos-candidatos fazem suas propostas de governo, discutem suas ideias com a coordenadora da minicidade e com a direção pedagógica, alinhando assim os projetos com a prática, evitando promessas inviáveis.
Depois de eleito, o aluno tem seu horário de trabalho na minicidade e suas propostas são expostas para que ele possa desenvolver item a item. As outras crianças são incentivadas a fazerem a cobrança. As responsabilidades do “prefeito” são tais como a promoção de campanhas de arrecadação de brinquedos ou de mantimentos, e o incentivo a ações de vacinação contra o HPV, por exemplo.

Além da eleição, a minicidade também promove a vivência em outros temas, como educação no trânsito, meio ambiente e educação financeira, para oferecer aos alunos a possibilidade de uma visão crítica. Todas situações e simulações são pedagogicamente planejadas, permitindo maior interação social, valorização dos interesses e talentos.

Fontes:
http://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/cidadania-tambem-se-aprende-na-escola-20363281

Um kit criado para inspirar

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Quem é professor, sabe: o dia a dia é corrido e, muitas vezes, o tempo para atualização profissional se torna escasso. Pensando nisso, as educadoras Fabiane Vitiello e Telma Ferreira idealizaram a Diálogos Embalados, que são kits educacionais enviados para a casa de assinantes. A ideia é uma evolução do trabalho que vem sendo desenvolvido pela empresa Diálogos, desde 2009, quando começaram a levar grupos de professoras brasileiras para visitas em escolas com metodologias inovadoras ao redor do mundo.

O projeto evoluiu para a Diálogos Viagens Pedagógicas, que passou a oferecer também formações profissionais a cada 15 dias, em São Paulo, nas quais educadoras se reúnem com um novo profissional de educação, que compartilha experiências bem sucedidas de inovação. A assinatura Diálogos Embalados foi criada afim de suprir uma demanda de professores que não podem comparecer aos encontros presencialmente. Estes educadores recebem, então, kits educacionais que são compostos por um livro sobre um tema relacionado à educação infantil e às séries iniciais do ensino fundamental 1, por uma carta do autor do livro enviado, por material da Diálogos (como um caderno ou um bloco de anotações) e, também, por um benefício extra, como vouchers de descontos em livros.

A escolha dos livros, segundo Fabiane, leva em conta vários fatores, como a acessibilidade do escritor e a abordagem de vários eixos do dia a dia das professoras. Na primeira remessa de envio, educadores receberam o livro “Linguagens e culturas infantis”, da pesquisadora Adriana Friedmann, especialista em primeira infância. O pacote ainda incluía um voucher de 50% de desconto em outro livro, assim como um CD de cantigas populares para as 50 primeiras que assinaram o kit.
A ideia da Diálogos Embalados, de impactar a formação das professoras assinantes, de forma prazerosa e acessível, tem tido retorno positivo. Conheça mais sobre todo o projeto, aqui.

Fontes: http://porvir.org/educadoras-criam-kit-educacional-para-ajudar-na-formacao-docente/

Programação que cria cidadãos

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Em países mais desenvolvidos, o ensino computacional e da programação já são realidade às crianças desde cedo, pois estas nações sabem da importância da inserção de ambos nos currículos das escolas. Aqui no Brasil, vemos um movimento cada vez maior pela tecnologia e um dos exemplos que trazemos hoje é da coordenadora pedagógica Cláudia Elizabeth Souza De Morais, da escola Algodão Doce, em Belo Horizonte/MG.

Após participar de algumas palestras, ela introduziu no currículo o ensino do pensamento computacional a partir do Maternal 3. Assim como nas aulas de música, artes ou educação física, a escola tem um horário semanal onde cada turma tem um contato maior com a tecnologia e também com os dispositivos programáveis.

Nos primeiros anos das crianças, é estimulada a criação do pensamento computacional. Essa competência é desenvolvida na interação dos alunos com o meio físico e social, tornando-os habilitados para participarem do mundo digital. A ideia é que trabalhem em duplas, com um tablet para que os dois utilizem e aprendam habilidades como trabalho em equipe, tolerância e empatia.

Aos alunos mais velhos, a partir dos sete anos de idade, é ensinado os princípios da programação. Nesse contato com a tecnologia, as crianças aprendem, além de conceitos matemáticos e de lógica, estratégias para resolução de problemas, elaboração de projetos e comunicação de ideias. Para tornar isso possível, são utilizados tablets, um robô programável, chamado Beebots, Kinect e outras ferramentas. Juntamente a estímulos adequados, o uso da tecnologia favoreceu o desenvolvimento cognitivo e motor das crianças.

Segundo Cláudia, ela e as professoras já perceberam uma maior autonomia das crianças. Os alunos conseguem levar adiante ações que tenham uma finalidade, como atividades e jogos, além de formularem questões mais elaboradas, trabalharem diante de um problema, desenvolverem estratégias, criarem ou mudarem regras de jogos, revisarem o que fizeram e discutir, entre pares, as diferentes propostas.

Fontes:
http://porvir.org/professora-trabalha-ensino-computacional-criancas-de-3-anos/

Escolas Inovadoras (parte 2)

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Na postagem de hoje, continuamos os exemplos brasileiros de escolas que estão inovando na sua forma de ensinar. Saiba mais sobre a Escola Janela e também o Centro Educacional São Francisco:

Escola Janela

Localizada na Chapada dos Veadeiros, em Goiás, a Escola Janela tem como sua principal diretriz a valorizações das relações. Ela inovou ao fornecer um espaço onde os familiares tem papéis ativos, como na preparação da merenda, cuidando da limpeza ou fazendo consertos. Essa convivência é vista nos demais integrantes da escola, alunos, professores e gestores, justamente pela instituição compreender que o autoconhecimento é fundamental para que as crianças lidem bem com suas sensações e possam ter um bom relacionamento entre si.

A escola atende cerca de 40 estudantes nas etapas Educação Infantil e Fundamental I.

Centro Educacional São Francisco

No Centro Educacional São Francisco, localizado em Brasília, o trabalho educativo é desenvolvido considerando o tripé Educação Física, Artes e Projetos como orientador do projeto político pedagógico.

O foco principal é trabalhar a saúde, o senso crítico e as habilidades criativas e interdisciplinares dos 1800 estudantes que atende. Para isso, a instituição conta com aulas diferenciadas que levam em consideração o roteiro individual dos alunos, de acordo com as necessidades e preferências.

Os professores atuam como orientadores, estimulando o protagonismo e a autonomia dos estudantes para organização de seus estudos e na construção do conhecimento significativo. Com isso, disponibiliza recursos variados, como aulas expositivas dialogadas, videoaulas, projetos, oficinas e seminários.

Fontes:
http://porvir.org/educadores-centro-oeste-compartilham-experiencias-criativas/

Escolas Inovadoras (parte 1)

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Estamos vivendo um período de grandes mudanças, onde áreas das mais diversas estão em constante inovação para se adequar aos novos tempos. E a educação, por mais que tenha uma estrutura escolar ainda rígida, centralizadora e pautada em disciplinas, também possui exemplos de escolas que vem repensando suas práticas, e inserindo propostas mais alinhadas ao desejo dos estudantes e da comunidade escolar. São exemplos brasileiros como estes abaixo que tem mostrado que é possível fazer diferente e com resultado. Veja só:

Escola da Árvore

Localizada no Núcleo Rural Jerivá, Lago Norte, em Brasília, a Escola da Árvore busca entender a criança em sua unidade. Segundo a pedagoga e idealizadora do projeto, Letícia Araújo, cada criança que chega à escola requer atenção e um olhar, e isso é a solução para que a escola fique em movimento, sempre aberta para a diversidade.

A instituição atende 36 crianças, dos 7 meses aos 6 anos de idade e suas práticas educativas consideram elementos como a natureza, construindo um laço afetivo entre as crianças e o cerrado; o movimento, entendendo-o como mecanismo para autonomia e criatividade; e a diversidade em suas inúmeras expressões, como gênero, raça, social e cultural.

Escola Vila Verde

Na Escola Vila Verde, localizada no Alto do Paraíso, em Goiás, a atuação é parecida à da Escola da Árvore. A pedagogia de projetos surgiu como uma alternativa para que a escola pudesse dialogar com o desejo dos estudantes, respeitando a autonomia estudantil e incentivando o desenvolvimento da segurança e autoconfiança.

Sua metodologia parte de cinco inteligências: acolher, oferecer, estruturar, destruir a negatividade e liberar. A orientação é realizada por professores tutores que lecionam todas as disciplinas, sem fragmentação, método que entendem favorecer a aprendizagem coletiva e também a troca de saberes entre todos.

Fontes:
http://porvir.org/educadores-centro-oeste-compartilham-experiencias-criativas/

 

Conscientização em praça pública

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A cidade de Conceição do Araguaia, no Pará, tem muitos casos de Leishmaniose, tanto em cães quanto em humanos. A doença, transmitida por um mosquito e também conhecida como calazar, é a segunda doença parasitária que mais mata no mundo, atrás apenas da malária. E a melhor armar para evitá-la, é sempre a conscientização. É isso que busca a professora Rosa Duarte Almeida.

Formada em biologia, ela participou do curso da Secretaria de Vigilância em Saúde chamado “Leishmaniose Visceral no Brasil: diagnóstico e tratamento”, que lhe auxiliou a compreender melhor a doença e assim transmitir um conhecimento completo sobre ela.

A partir disso, ela desenvolveu um projeto sobre o tema com seus alunos, do ensino fundamental 2 até o terceiro ano do ensino médio. O primeiro passo foi comum a todos, onde ela explicou sobre o projeto e sobre a doença. Após, cada turma fez uma atividade que foi adaptada de acordo com o conteúdo programático do ano letivo.

O sexto ano, por exemplo, fez desenhos de cães afetados pela doença. Já o primeiro ano do ensino médio, fez uma maquete do ambiente onde o mosquito se desenvolve, mostrando que as pessoas não devem deixar acumular lixo, folhas ou fezes de animais, como galinhas, nos quintais. Para o terceiro ano do ensino médio, ela deu uma atividade onde os alunos deveriam fazer a classificação do protozoário que causa a doença.

Para o oitavo ano, que estuda o corpo humano, a atividade proposta foi de produção de cartazes mostrando os órgãos afetados. Para ajudar na explicação sobre a doença, Rosa levou a réplica de um tronco humano para a aula, afim de mostrar os órgãos e explicar que os sintomas da Leishmaniose se manifestam no baço e no fígado, dando o aspecto de inchaço à barriga do doente.

Após a realização das atividades, foi feita uma exposição em praça pública, no centro do município. O resultado foi uma maior participação do público, que conferiu os trabalhos e trouxe exemplos de pessoas que ficaram doentes, mas não tinham conhecimento de como a doença era transmitida, por exemplo.

Fontes:
http://porvir.org/professora-leva-alunos-praca-publica-para-combater-leishmaniose/
http://www.msf.org.br/o-que-fazemos/atividades-medicas/leishmaniose

Meditação como reflexão dos erros

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João era um aluno muito levado e estava sempre aprontando uma aqui, outra ali. O castigo era rotina para ele, mas não trazia consequências positivas para seu aprendizado. João é um personagem fictício, mas com certeza você já se deparou com esta situação em sala de aula. Se, para muitos educadores, o castigo é a solução, não é mais o que pensa uma escola de ensino infantil de Baltimore, nos Estados Unidos.

O pensamento da escola Robert Coleman é de um processo de acolhimento do outro, consciência do erro, concentração e tranquilidade, substituindo a punição por sessões de meditação. O resultado foi a melhora na relação entre os alunos e a diminuição da taxa de suspensões.

O projeto foi implantado na escola em parceria com a organização sem fins lucrativos “Holistic Life Foundation” e recebeu o nome de “Mindful Moment Room”, que em uma tradução livre, pode significar “Sala do Momento de Meditação”. Como o próprio nome sugere, trata-se de um mecanismo simples: desacelerar e meditar. A proposta é fazer a criança pensar, mas não no sentido punitivo ou moralista, mas sim em relação à reflexão interior.

Para criar um ambiente acolhedor, a sala do programa é decorada com luzes baixas, almofadas e artefatos coloridos e relaxantes. Após adentrar o local, as crianças são motivadas a fechar os olhos, respirar e se reconectar consigo mesmas. Durante o processo, o aluno pode falar sobre o que houve e estimular a memória.

A meditação com atenção plena tem sido alvo de diversos estudos científicos que apontam para resultados interessantes, como expansão da concentração, incremento da memória e melhora das capacidades emocionais para lidar com situações de estresse e trauma.

Fontes:
https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/cuidar/indicacao/escola-americana-substitui-castigo-por-meditacao/

Finlândia: um exemplo educacional

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A educação tradicional tem sido cada vez mais questionada a nível mundial, seja por pesquisadores ou educadores. Velhas práticas já não têm mais espaço dentro de um mundo em constante mudança e que busca o futuro a cada instante. E a Finlândia, um dos melhores exemplos a ser seguido na área educacional abriu recentemente as portas da “escola do futuro”, um prédio pensado detalhadamente para abrigar um novo tipo de ensino.

Ao adentrar as estruturas da escola, a diferença é percebida logo de cara: enquanto a dureza, o desconforto, a austeridade e o tédio ainda são regras arquitetônicas e decorativas de muitas instituições de ensino, o colégio Saunalahti, localizado na cidade finlandesa de Espoo, parece um museu convidativo a entrar e desfrutar de seus espaços. E ele foi pensado para ser justamente diferente dos padrões atuais.

Além das salas, o prédio também tem clube estudantil, teatro, restaurante, biblioteca, ginásio de esportes e outras atrações. Na escola os alunos podem se sentar onde quiserem e são estimulados a se comunicarem e participarem das aulas, que são quase em sua totalidade realizadas em grupos de trabalho. Dificilmente os alunos se sentirão desconfortáveis, já que suas poltronas são reguláveis, confortáveis e adaptadas para o uso de laptops conectados a uma rede própria, substituindo as lousas.

Nos recreios, as crianças têm a sua disposição um parquinho devidamente equipado e ao ar livre, com espaços para práticas de esportes. Ao fim do horário escolar, a escola vira um grande centro para todos os moradores do bairro, trazendo, dessa forma, a comunidade para dentro da escola.

A escola é rodeada de amplas janelas, integrando a área externa e o meio ambiente ao seu interior. Isso ajuda a diminuir os níveis de estresse, comum no ambiente escolar. Além disso, os prédios são desenhados para que ninguém se perca, com zonas destinadas a cada faixa etária, pintadas em cores diferentes, a devida e discreta segurança, mas sem barreiras ou maiores proibições de circulação. O objetivo, por fim, é simples: tornar novamente estimulante e prazeroso o nobre ato de aprender.

Não pra menos, hoje o país ocupa a 12ª posição no Pisa, o principal exame internacional de educação. O Brasil, por exemplo, ficou na 58ª posição do ranking, entre 65 países. A Finlândia é também conhecida por ser “uma das líderes mundiais em performance acadêmica” e se destaca pela igualdade na educação, alta qualificação de professores e por constantemente repensar seu currículo escolar.

Fontes:
– http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/08/150807_finlandia_professores_brasileiros_pai
– http://www.hypeness.com.br/2016/08/a-escola-do-futuro-acaba-de-ser-aberta-na-finlandia-e-e-incrivel/

Em meio à tanta tecnologia, a natureza também merece atenção

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A cada dia que passa, novas tecnologias surgem e surpreendem pelas inovações e por suas aplicações. A passos largos andamos em direção a soluções avançadas a inúmeros problemas e, em contraponto a este progresso tecnológico, muitas vezes o meio onde vivemos e a natureza que nos cerca, acabam ficando em segundo plano. Mas em meio a tudo isso, sempre encontramos exemplos de como ainda existem pessoas engajadas a mostrar a importância, da preservação ambiental, às crianças. É o que vem acontecendo em diversas escolas de Campo Grande.

Do pneu reciclável ao cultivo de uma planta, a intenção é devolver, de alguma forma, aquilo que recebemos da natureza e ainda desenvolver o empreendedorismo. Na Escola Fauze Scaff Gattass Filho, os alunos tem contato com o plantio de mudas em uma pequena estufa de garrafas pet. De 2015 para cá o projeto foi sendo construído, ganhando um canteiro e captação da água da chuva. Isso gerou uma transformação social refletida nos pais dos alunos, que também estão fazendo hortas em casa e respondem a questionários sobre o desenvolvimento de mudas.

As estruturas das estufas são duas: uma de 20 por 8m² e outra de 4 por 3m². Entre as mudas do plantio estão alface, rúcula, beterraba, cenoura, coentro, quiabo, couve e berinjela. A distribuição destas mudas trouxe melhorias da qualidade de vida, com pessoas falando da alegria e satisfação de consumirem aquilo que produziram.

O projeto também atua com a renovação dos recursos naturais, como o reaproveitamento de água. A chuva é captada na caixa d’água e irriga a horta, por exemplo. Existe também a captação da água com um minicircuito logo na entrada, bombas e mangueira. Outras disciplinas também se utilizam do projeto, como professores de inglês que utilizam as verduras para colocar legendas e ensinar o idioma. Nas aulas de geografia, ao falar do adubo, a horta é o exemplo. Português, matemática e história também possuem espaço para as aulas e o plantio serve como exemplo.

Fontes:
http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul/noticia/2016/09/alunos-em-ms-devolvem-recursos-natureza-com-plantio-e-reciclagens.html