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Categoria -Inspirações

Singapura de olho na educação

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Em 1960, Singapura ainda patinava em patamar semelhante ao de países africanos, na área da educação. Mais de 50 anos depois, ela alcança três pódios no ranking da OCDE, nas matérias de ciências, matemática e leitura. O país fez o básico e, agora, é mais um bom exemplo para o Brasil.

O primeiro passo tomado, em Singapura, foi transformar a carreira de professor em uma das mais atraentes do país. Jovens mestre ganham tanto quanto os iniciantes na engenharia. O salário é um grande incentivo para que os melhores alunos se interessem pela profissão: formam-se professores aqueles 30% que obtêm as notas mais altas no ensino médio; os outros não são sequer aceitos no prestigiado Instituto Nacional de Educação de Singapura.

Além disso, por lá existem laboratórios para desenvolver novas formas de ensinar e laboratórios para testá-la. A ideia é de que, dar aula, é uma ciência como qualquer outra: exige método, rigor, estudo, repetição, e não apenas dom ou criatividade. Neste ambiente, bons alunos aprendem a se tornar bons professores. À ciência junta-se a prática de sala de aula: aspirantes à docência passam um bom tempo de sua formação ensinando estudantes sob a tutoria dos mais experientes.

Como em outros países asiáticos, Singapura quer formar gente capaz de produzir ciência e inovação. Para isso, o aluno é incentivado desde cedo a fazer pesquisa e a se familiarizar com certos conceitos que mais tarde irão aprofundar.

Fontes:
http://veja.abril.com.br/educacao/ninguem-segura-cingapura/

Professores aprendem com a Finlândia

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Selecionados pelo Professores para o Futuro, do Ministério da Educação, e pelo projeto Giramundo, patrocinado pelo governo do estado da Paraíba, três professores passaram alguns meses estudando a educação finlandesa no país nórdico.

Segundo os brasileiros, o que lhes impressionou foi o fato do sistema educacional finlandês ter uma preocupação maior com a autoestima. Lá, participaram de aulas, workshops, visitas a escolas, encontros técnicos e eventos culturais.

Damione Damito, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), viajou pelo projeto Professores para o Futuro. Neste programa, todos os participantes precisam desenvolver um projeto de pesquisa. Damito fez o podcast Papo de Professor, onde a ideia é mostrar que as iniciativas finlandesas podem ser aplicadas de uma maneiras simples, sem muitos recursos. Entre os assuntos que geram mais discussão no podcast são a metodologia centrada no aluno e os PBL, sigla de metodologias chamadas de “problem-based learning” e “project-based learning” (ensino baseado em problemas ou em projetos). Neles, diferentemente das aulas mais tradicionais, problemas fictícios ou reais são o ponto de partida do aprendizado. Os alunos aprendem na prática e buscam eles mesmos as soluções do desafio.

Já Vilma Leitão, professora do Ensino Fundamental e Médio em Patos (PB), viajou pelo projeto Giramundo. Ela ficou dois meses na Finlândia e, logo nos primeiros dias, chamou sua atenção o fato de o aluno ser prioridade total no processo, pois é ele quem conduz e gerencia sua aprendizagem. Segundo Vilma, desde muito cedo são observadas as necessidades e deficiências de cada aluno e elaborados planos individuais de estudos. Assim, todos têm o suporte necessário para superar possíveis dificuldades.

A partir de sua vivência no país nórdico, Vilma pretende desenvolver a autonomia do aluno e incentivar o uso de ferramentas digitais numa perspectiva didática. Ela também vai aos seus colegas a importância de se trabalhar com os alunos em grupos e também com o PBL, para se criar um ambiente de aprendizagem efetivo, dinâmico e atraente aos alunos.

Fontes:
http://educacao.uol.com.br/noticias/bbc/2016/12/07/professores-contam-como-aplicam-no-brasil-o-que-aprenderam-na-finlandia.htm

A fábrica de criar histórias

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A imaginação vira realidade na Fabriqueta de Histórias, oficina que dá a oportunidade de crianças e jovens desenvolverem a escrita criativa, a partir da produção de um livro coletivo.
O projeto é desenvolvido por Josephine Bourgois, francesa radicada no Brasil, e já promoveu quatro oficinas, cada uma delas com cinco encontros, um por semana. Após este período, os alunos têm um livro pronto. Três dias são dedicados à escrita, um dia é voltado à ilustração e o último dia é reservado à impressão e seção de autógrafos.

Antes disso tudo, claro, é necessário escrever o livro. O processo se inicia quando os alunos chegam no espaço da Fabriqueta, onde Josephine se reúne com o autor ou a outora, e juntos decidem um ponto de partida para a obra. Na primeira oficina realizada, o pretexto comum a todos os alunos foi baseado em uma notícia sobre os objetos mais insólitos encontrados em achados e perdidos. Após, foram compradas miniaturas desses objeto, como crânios e armaduras medievais, e então era escolhido um ponto de vista: o de quem perdeu o objeto, o próprio objeto ou um outro da caixa que ficou com “ciúmes” do que foi resgatado.

A partir de uma ideia em comum, cada aluno escreve seu texto, e este fará parte da produção coletiva. No último encontro, será dada origem ao livro. Nas três aulas dedicadas à escrita, a ideia é que os alunos consigam desenvolver ao menos duas versões do texto. Então, Josephine e os parceiros que a ajudam no projeto, fazem o papel de editores, revisando o texto das crianças e apontando questões que elas apresentam dificuldades.

Com quatro oficinas realizadas, Josephine conseguiu o apoio de diversos autores para acompanhar e incentivar as atividades dos alunos. Antonio Prata, Estevão Azevedo, Noemi Jaffe e Andrea del Fuego são apenas alguns dos nomes que acreditam no projeto. A proximidade com os autores, segundo a francesa, tem três propósitos básicos: inspirara os alunos com a trajetórias dos escritores. Depois a ideia de provar que o mundo da literatura é de carne e osso, derrubando a mística de que só pode escrever quem sabe escrever bem. O terceiro propósito é oferecer a possibilidade do autor ajudar no processo de escrita do livro.

Fontes:
http://porvir.org/alunos-escrevem-publicam-livro-coletivo-em-oficina/

Toda história é importante ao mundo

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Compreender a própria história é também compreender uma parte da história do mundo. E a professora Adriana Negreiros Campos acredita exatamente nisto: é necessário chamar atenção dos estudantes sobre importância e capacidade de cada pessoa na construção da história.

Para que houvesse esta compreensão através dos alunos, a professora desenvolveu o projeto “Museu temporário de lembranças”. A proposta foi construir um museu que abarcasse as memórias dos alunos, professores e equipe técnica, por meio de objetos significativos trazidos por cada um deles. O início se deu através da própria Adriana, que começou a levar objetos seus, como um baú, uma máscara antiga, réplicas de objetos arqueológicos, objetos indígenas e até um disquete. Através deles foi realizado um trabalho de interpretação dos mesmos.

Para realizar o projeto, os alunos foram divididos em grupos e a professora passou um roteiro de perguntas para eles. Primeiramente são questionamentos a respeito do aspecto físico: como é o objeto, qual é a sua estrutura e se ele está inteiro. Depois, as perguntas eram sobre a tecnologia: qual o material do objeto, como foi produzido, se foi produzido por uma pessoa só ou várias, se foi produzido em uma fábrica ou feito à mão, quem usou aquele objetos, etc.
Os alunos, então, fizeram pesquisa com suas famílias para ter conhecimento sobre o que haviam trazido. Assim que as informações foram trazidas, houve parceria com professora de língua portuguesa que ajudou na redação das legendas de cada material e na elaboração do catálogo do museu.

O produto final foi a montagem de um museu temporário com todos os materiais levados à escola. A ideia da professora foi mostrar aos alunos que o livro serve como orientador, mas que é possível ir além, transformando a escola em um local de produção de conhecimento, não de mera reprodução. Segundo ela, os estudantes foram muito receptivos ao projeto como um todo.

Fontes:
http://porvir.org/professora-cria-museu-temporario-para-celebrar-historias-pessoais-dos-alunos/

Mostratec 2016 (parte 1)

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A Mostratec, feira de ciência e tecnologia realizada anualmente pela Fundação Liberato Salzano Vieira da Cunha, na cidade de Novo Hamburgo/RS é considerada uma das maiores do segmento no Brasil, e tem por objetivo apresentar projetos de pesquisa científica e tecnológica em diversas áreas do conhecimento humano. E na Mostratec 2016, diversos estudantes mostraram importantes iniciativas que trazem benefícios às suas comunidades, de aproximação da população à história local e memórias que existem no espaço urbano.

Um dos participantes, o jovem mexicano Javier Salgado, de 18 anos, encontrou uma solução tecnológica para um fato que lhe incomodava: a população de sua cidade, Parral, tinha pouco conhecimento sobre a localidade e de seus mais de 300 monumentos históricos. Conforme ele, a situação se agravava pelo fato das placas indicativas colocadas pelo poder público estarem gastas pelo excesso de chuva e sol, ocasionando suas retiradas.

A solução encontrada por Javier foi a criação da plataforma “Parral Digital – Onde o Passado e o Futuro se Encontram”. O website reúne imagens e informações históricas de edificações e museus da cidade mexicana, além de uma mapa georeferencial e indicações gastronômicas. Além disso, desenvolveu uma versão especial da plataforma possível de ser visualizada em tablets e smartphones.

Para ele, esta é uma forma de manter viva a história de sua comunidade, e ainda aumentar o interesse por ela. Segundo Javier, em agosto o número de visitantes no site foi de 300 usuários e, em outubro, saltou para 926.

Outro projeto que visa o desbravamento de determinada localidade é o “Realidade Aumentada: Uma Janela para a História de Pelotas”. Utilizando, também, a tecnologia para incentivar a cultura local, a estudante Fernanda Angillo, de 17 anos, está desenvolvendo uma plataforma que reúne informações sobre as riquezas culturais e prédios histórias de Pelotas/RS, tanto para cidadão locais, como para turistas.

Sua ideia foi inspirada por famoso aplicativo que também utiliza realidade aumentada. Através da tecnologia ela pretende potencializar sua invenção, aliando o passado com o futuro para que as pessoas conheçam mais a sua própria história.

Fontes:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Mostratec

http://porvir.org/estudantes-usam-ciencias-da-computacao-para-valorizar-transformar-sua-comunidade/

Dicas para compartilhar seu projeto

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Realizar um projeto, dentro ou fora da escola, pode acontecer de diferentes maneiras, e uma de suas etapas fundamentais é o compartilhamento do que foi construído e de todo o esforço feito pelos envolvidos. Compartilhar uma obra pode contribuir, por exemplo, à forma que ele é contado, à mobilização para que ele se amplie cada vez mais e à divulgação do que foi feito.

Pensando nisso, em uma oficina da iniciativa Criativos da Escola, professores de escolas da Diretoria Regional de Educação (DRE) de Itaquera, zona leste de São Paulo/SP, levantaram 16 dicas de como compartilhar projetos. Confira abaixo, estas dicas sobre como compartilhar projetos de protagonismo infanto-juvenil:
1 – Escute as necessidades do grupo e descubra os principais pontos do projeto a serem compartilhados;
2 – Defina os públicos alvos;
3 – Construa um roteiro de trabalho e sistematize um cronograma dos encontros para estabelecer uma rotina de atividades;
4 – Selecione as ferramentas adequadas à divulgação: fotografias, vídeos, coleta de dados e pesquisas já realizadas, entrevistas, auto-avaliações, entre outros;
5 – Identifique os potenciais e o que cada pessoa mais gosta de fazer;
6 – Junte-se para trocar ideias e possibilidades de ações;
7 – Vivencie outras experiências, ampliando o repertório dos participantes e divulgue exemplos de trabalhos e ações positivas;
8 – Realize atividades interativas com o objetivo de sensibilizar os colegas e a comunidade escolar
9 – Valorize as “pequenas” ações e experiências, dando importância tanto aos acertos quanto aos erros;
10 – Use e abuse das linguagens artísticas: artes plásticas, fotografia, dança, música, teatro, cinema, etc;
11 – Crie novas redes e estabeleça parcerias com movimentos e organizações do poder público e da sociedade civil;
12 – Utilize uma pasta como portfólio dos encontros e das produções;
13 – Elabore materiais audiovisuais e faça cartazes instigantes para espalhar pela escola;
14 – Disponibilize os materiais produzidos para a comunidade escolar;
15 – Possibilite o engajamento dos alunos para que eles se reconheçam como multiplicadores do projeto para a comunidade escolar;
16 – Use as mídias sociais (blog, canal no YouTube, Instagram, Facebook, etc.).

Fontes:  http://porvir.org/16-dicas-de-como-compartilhar-um-projeto/

 

O recreio que dá certo

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Um cenário muito comum, em recreios de diversas instituições de ensino pelo Brasil, traz confusão, bullying e brigas entre as crianças. Essas situações faziam parte, também, da rotina da escola pública EEF Alba Laranjeira de Albuquerque, em Pacajus, no Ceará. Faziam, pois as gestoras do colégio buscaram corrigir o problema e tiveram a ideia de envolver os alunos na resolução dos problemas.

Intitulado “Recreio Recreativo”, o projeto envolve os estudantes, onde os mais velhos criam atividades educativas e lúdicas para entreter os menores. Batizados de “amigos do recreio”, os alunos voluntários se responsabilizam por atividades específicas, que vão desde organizar um jogo entre as criançs menores, até tomar conta do parque e da quadra. Houve, inclusive, uma aluna que se ofereceu para contar histórias.

O “Recreio Recreativo” desenvolve a noção de responsabilidade e participação ativa no ambiente onde estudam e passam a maior parte do tempo, estimulando assim os vínculos afetivos entre as crianças, criando laços entre os alunos que vão além da sala de aula. Além disso, cria-se um convívio pacífico entre crianças de diferentes idades e canaliza a energia das crianças para ações em que elas têm um papel determinante.

O projeto tem sido um sucesso, com aceitação de pais e responsáveis, e pode servir de exemplo de inspiração para educadores que pensam em colocar em prática iniciativas de protagonismo infantil, e mostra como dar voz e um papel ativo para os pequenos pode trazer benefícios a curto e longo prazo.

Fontes:
https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/aprender/indicacao/ceara-escola-revoluciona-hora-do-recreio-com-ajuda-de-criancas/

Uma escola que respira inovação

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Exemplos de instituições de ensino, que utilizam a tecnologia como forte ferramenta na educação, é o que não faltam. Por todo o mundo, mais demonstrações surgem dia a dia de como a inovação pode ser positiva para o aprendizado. É o caso da Steve Jobs School, na Holanda.

O país possui uma Constituição que dá a permissão para que, pais de alunos possam fundar escolas que serão financiadas pelo governo através de verba recolhida por impostos. Uma destas instituições é a Steve Jobs School, que atende 150 alunos entre 4 e 12 anos e prega um ensino baseado na confiança. Conforme educadores da instituição, é preciso que eles próprios confiem que as crianças utilizarão os Ipads que recebem para fazer as tarefas da escolas, diferentemente ao controle rígido que outras escolas aplicam.

Como incentivo da autonomia dos alunos, a escola permite às crianças escolherem o horário de chegada ao local: 8h30 ou 9h30. Assim, segundo um dos professores, aumenta a facilidade de organização da agenda dos pais e também dos estudantes, cujos costumes de acordar mais cedo ou um pouco mais tarde, devem ser considerados. Além disso, os alunos têm, também, a possibilidade de planejar parte de seu dia de estudos a partir de um aplicativo desenvolvido para esse propósito.

Fontes: http://porvir.org/steve-jobs-school-e-tema-8o-episodio-da-serie-destino-educacao/

Uma escola global

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Oferecer a oportunidade de ser um cidadão global aos estudantes. Essa é a missão da Ross School, localizada em East Hampton, nos Estados Unidos.

A Ross School tem como prioridade ensinar os aprendizados de vida e realiza esta metodologia através de educação infantil, ensino fundamental e médio. Mas, além disso, a instituição também conta com programa de pós-graduação que, diferentemente do Brasil, trata-se de uma oportunidade para alunos que já terminaram o ensino médio, terem experiência educacional por mais um ano, antes de entrarem na universidade.

Com mais de 760 alunos matriculados, 50 a 60% deles vêm de outros países. Isso condiz com a missão da escola, que busca oferecer uma experiência global e não apenas centrada no contexto dos norte-americanos. Com isso, ao invés do estudantes apenas lerem e estudarem sobre costumes de outros países, eles de fato convivem com colegas que vieram dos Estados Unidos.

Sobre o sistema de avaliação da escola, ele também é diferente: além de utilizar um sistema de ensino que motiva a curiosidade dos alunos a partir de perguntas, avaliar os alunos através do padrão norte-americano de A, B, C não é realizado por lá. Na Ross School são utilizados conceitos: excelente, competente, suficiente e insuficiente. E, dentro de uma mesma aula, o aluno pode ser avaliado em até três frentes.

Fontes:
http://porvir.org/9o-episodio-serie-destino-educacao-apresenta-ross-school-nos-eua/

Uma aula de cidadania

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A escola não pode ser encarada apenas como o primeiro passo para o aluno ir bem em um vestibular, se formar em uma graduação e construir sua vida. Mas o papel da instituição é sempre muito maior que esse: ela é uma das peças fundamentais na formação da criança como cidadão. E é, exatamente isso, que pensa o Centro de Educação e Cultura (CEC), escola particular de ensino infantil, fundamental e médio, localizada na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.

Eles construíram uma minicidade, que reproduz o funcionamento de instituições reais, como prefeitura, hospital, escola, biblioteca, fórum, correio e mercado. O local tem, também, uma casinha de dois andares, com cômodos onde tudo funciona. E, como toda cidade, ela necessita de um prefeito para funcionar. É nesse momento que os alunos passam a vivenciar o processo eleitoral.

No “período eleitoral”, os alunos-candidatos fazem suas propostas de governo, discutem suas ideias com a coordenadora da minicidade e com a direção pedagógica, alinhando assim os projetos com a prática, evitando promessas inviáveis.
Depois de eleito, o aluno tem seu horário de trabalho na minicidade e suas propostas são expostas para que ele possa desenvolver item a item. As outras crianças são incentivadas a fazerem a cobrança. As responsabilidades do “prefeito” são tais como a promoção de campanhas de arrecadação de brinquedos ou de mantimentos, e o incentivo a ações de vacinação contra o HPV, por exemplo.

Além da eleição, a minicidade também promove a vivência em outros temas, como educação no trânsito, meio ambiente e educação financeira, para oferecer aos alunos a possibilidade de uma visão crítica. Todas situações e simulações são pedagogicamente planejadas, permitindo maior interação social, valorização dos interesses e talentos.

Fontes:
http://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/cidadania-tambem-se-aprende-na-escola-20363281