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Categoria -Inspirações

Toda história é importante ao mundo

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Compreender a própria história é também compreender uma parte da história do mundo. E a professora Adriana Negreiros Campos acredita exatamente nisto: é necessário chamar atenção dos estudantes sobre importância e capacidade de cada pessoa na construção da história.

Para que houvesse esta compreensão através dos alunos, a professora desenvolveu o projeto “Museu temporário de lembranças”. A proposta foi construir um museu que abarcasse as memórias dos alunos, professores e equipe técnica, por meio de objetos significativos trazidos por cada um deles. O início se deu através da própria Adriana, que começou a levar objetos seus, como um baú, uma máscara antiga, réplicas de objetos arqueológicos, objetos indígenas e até um disquete. Através deles foi realizado um trabalho de interpretação dos mesmos.

Para realizar o projeto, os alunos foram divididos em grupos e a professora passou um roteiro de perguntas para eles. Primeiramente são questionamentos a respeito do aspecto físico: como é o objeto, qual é a sua estrutura e se ele está inteiro. Depois, as perguntas eram sobre a tecnologia: qual o material do objeto, como foi produzido, se foi produzido por uma pessoa só ou várias, se foi produzido em uma fábrica ou feito à mão, quem usou aquele objetos, etc.
Os alunos, então, fizeram pesquisa com suas famílias para ter conhecimento sobre o que haviam trazido. Assim que as informações foram trazidas, houve parceria com professora de língua portuguesa que ajudou na redação das legendas de cada material e na elaboração do catálogo do museu.

O produto final foi a montagem de um museu temporário com todos os materiais levados à escola. A ideia da professora foi mostrar aos alunos que o livro serve como orientador, mas que é possível ir além, transformando a escola em um local de produção de conhecimento, não de mera reprodução. Segundo ela, os estudantes foram muito receptivos ao projeto como um todo.

Fontes:
http://porvir.org/professora-cria-museu-temporario-para-celebrar-historias-pessoais-dos-alunos/

Mostratec 2016 (parte 1)

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A Mostratec, feira de ciência e tecnologia realizada anualmente pela Fundação Liberato Salzano Vieira da Cunha, na cidade de Novo Hamburgo/RS é considerada uma das maiores do segmento no Brasil, e tem por objetivo apresentar projetos de pesquisa científica e tecnológica em diversas áreas do conhecimento humano. E na Mostratec 2016, diversos estudantes mostraram importantes iniciativas que trazem benefícios às suas comunidades, de aproximação da população à história local e memórias que existem no espaço urbano.

Um dos participantes, o jovem mexicano Javier Salgado, de 18 anos, encontrou uma solução tecnológica para um fato que lhe incomodava: a população de sua cidade, Parral, tinha pouco conhecimento sobre a localidade e de seus mais de 300 monumentos históricos. Conforme ele, a situação se agravava pelo fato das placas indicativas colocadas pelo poder público estarem gastas pelo excesso de chuva e sol, ocasionando suas retiradas.

A solução encontrada por Javier foi a criação da plataforma “Parral Digital – Onde o Passado e o Futuro se Encontram”. O website reúne imagens e informações históricas de edificações e museus da cidade mexicana, além de uma mapa georeferencial e indicações gastronômicas. Além disso, desenvolveu uma versão especial da plataforma possível de ser visualizada em tablets e smartphones.

Para ele, esta é uma forma de manter viva a história de sua comunidade, e ainda aumentar o interesse por ela. Segundo Javier, em agosto o número de visitantes no site foi de 300 usuários e, em outubro, saltou para 926.

Outro projeto que visa o desbravamento de determinada localidade é o “Realidade Aumentada: Uma Janela para a História de Pelotas”. Utilizando, também, a tecnologia para incentivar a cultura local, a estudante Fernanda Angillo, de 17 anos, está desenvolvendo uma plataforma que reúne informações sobre as riquezas culturais e prédios histórias de Pelotas/RS, tanto para cidadão locais, como para turistas.

Sua ideia foi inspirada por famoso aplicativo que também utiliza realidade aumentada. Através da tecnologia ela pretende potencializar sua invenção, aliando o passado com o futuro para que as pessoas conheçam mais a sua própria história.

Fontes:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Mostratec

http://porvir.org/estudantes-usam-ciencias-da-computacao-para-valorizar-transformar-sua-comunidade/

Dicas para compartilhar seu projeto

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Realizar um projeto, dentro ou fora da escola, pode acontecer de diferentes maneiras, e uma de suas etapas fundamentais é o compartilhamento do que foi construído e de todo o esforço feito pelos envolvidos. Compartilhar uma obra pode contribuir, por exemplo, à forma que ele é contado, à mobilização para que ele se amplie cada vez mais e à divulgação do que foi feito.

Pensando nisso, em uma oficina da iniciativa Criativos da Escola, professores de escolas da Diretoria Regional de Educação (DRE) de Itaquera, zona leste de São Paulo/SP, levantaram 16 dicas de como compartilhar projetos. Confira abaixo, estas dicas sobre como compartilhar projetos de protagonismo infanto-juvenil:
1 – Escute as necessidades do grupo e descubra os principais pontos do projeto a serem compartilhados;
2 – Defina os públicos alvos;
3 – Construa um roteiro de trabalho e sistematize um cronograma dos encontros para estabelecer uma rotina de atividades;
4 – Selecione as ferramentas adequadas à divulgação: fotografias, vídeos, coleta de dados e pesquisas já realizadas, entrevistas, auto-avaliações, entre outros;
5 – Identifique os potenciais e o que cada pessoa mais gosta de fazer;
6 – Junte-se para trocar ideias e possibilidades de ações;
7 – Vivencie outras experiências, ampliando o repertório dos participantes e divulgue exemplos de trabalhos e ações positivas;
8 – Realize atividades interativas com o objetivo de sensibilizar os colegas e a comunidade escolar
9 – Valorize as “pequenas” ações e experiências, dando importância tanto aos acertos quanto aos erros;
10 – Use e abuse das linguagens artísticas: artes plásticas, fotografia, dança, música, teatro, cinema, etc;
11 – Crie novas redes e estabeleça parcerias com movimentos e organizações do poder público e da sociedade civil;
12 – Utilize uma pasta como portfólio dos encontros e das produções;
13 – Elabore materiais audiovisuais e faça cartazes instigantes para espalhar pela escola;
14 – Disponibilize os materiais produzidos para a comunidade escolar;
15 – Possibilite o engajamento dos alunos para que eles se reconheçam como multiplicadores do projeto para a comunidade escolar;
16 – Use as mídias sociais (blog, canal no YouTube, Instagram, Facebook, etc.).

Fontes:  http://porvir.org/16-dicas-de-como-compartilhar-um-projeto/

 

O recreio que dá certo

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Um cenário muito comum, em recreios de diversas instituições de ensino pelo Brasil, traz confusão, bullying e brigas entre as crianças. Essas situações faziam parte, também, da rotina da escola pública EEF Alba Laranjeira de Albuquerque, em Pacajus, no Ceará. Faziam, pois as gestoras do colégio buscaram corrigir o problema e tiveram a ideia de envolver os alunos na resolução dos problemas.

Intitulado “Recreio Recreativo”, o projeto envolve os estudantes, onde os mais velhos criam atividades educativas e lúdicas para entreter os menores. Batizados de “amigos do recreio”, os alunos voluntários se responsabilizam por atividades específicas, que vão desde organizar um jogo entre as criançs menores, até tomar conta do parque e da quadra. Houve, inclusive, uma aluna que se ofereceu para contar histórias.

O “Recreio Recreativo” desenvolve a noção de responsabilidade e participação ativa no ambiente onde estudam e passam a maior parte do tempo, estimulando assim os vínculos afetivos entre as crianças, criando laços entre os alunos que vão além da sala de aula. Além disso, cria-se um convívio pacífico entre crianças de diferentes idades e canaliza a energia das crianças para ações em que elas têm um papel determinante.

O projeto tem sido um sucesso, com aceitação de pais e responsáveis, e pode servir de exemplo de inspiração para educadores que pensam em colocar em prática iniciativas de protagonismo infantil, e mostra como dar voz e um papel ativo para os pequenos pode trazer benefícios a curto e longo prazo.

Fontes:
https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/aprender/indicacao/ceara-escola-revoluciona-hora-do-recreio-com-ajuda-de-criancas/

Uma escola que respira inovação

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Exemplos de instituições de ensino, que utilizam a tecnologia como forte ferramenta na educação, é o que não faltam. Por todo o mundo, mais demonstrações surgem dia a dia de como a inovação pode ser positiva para o aprendizado. É o caso da Steve Jobs School, na Holanda.

O país possui uma Constituição que dá a permissão para que, pais de alunos possam fundar escolas que serão financiadas pelo governo através de verba recolhida por impostos. Uma destas instituições é a Steve Jobs School, que atende 150 alunos entre 4 e 12 anos e prega um ensino baseado na confiança. Conforme educadores da instituição, é preciso que eles próprios confiem que as crianças utilizarão os Ipads que recebem para fazer as tarefas da escolas, diferentemente ao controle rígido que outras escolas aplicam.

Como incentivo da autonomia dos alunos, a escola permite às crianças escolherem o horário de chegada ao local: 8h30 ou 9h30. Assim, segundo um dos professores, aumenta a facilidade de organização da agenda dos pais e também dos estudantes, cujos costumes de acordar mais cedo ou um pouco mais tarde, devem ser considerados. Além disso, os alunos têm, também, a possibilidade de planejar parte de seu dia de estudos a partir de um aplicativo desenvolvido para esse propósito.

Fontes: http://porvir.org/steve-jobs-school-e-tema-8o-episodio-da-serie-destino-educacao/

Uma escola global

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Oferecer a oportunidade de ser um cidadão global aos estudantes. Essa é a missão da Ross School, localizada em East Hampton, nos Estados Unidos.

A Ross School tem como prioridade ensinar os aprendizados de vida e realiza esta metodologia através de educação infantil, ensino fundamental e médio. Mas, além disso, a instituição também conta com programa de pós-graduação que, diferentemente do Brasil, trata-se de uma oportunidade para alunos que já terminaram o ensino médio, terem experiência educacional por mais um ano, antes de entrarem na universidade.

Com mais de 760 alunos matriculados, 50 a 60% deles vêm de outros países. Isso condiz com a missão da escola, que busca oferecer uma experiência global e não apenas centrada no contexto dos norte-americanos. Com isso, ao invés do estudantes apenas lerem e estudarem sobre costumes de outros países, eles de fato convivem com colegas que vieram dos Estados Unidos.

Sobre o sistema de avaliação da escola, ele também é diferente: além de utilizar um sistema de ensino que motiva a curiosidade dos alunos a partir de perguntas, avaliar os alunos através do padrão norte-americano de A, B, C não é realizado por lá. Na Ross School são utilizados conceitos: excelente, competente, suficiente e insuficiente. E, dentro de uma mesma aula, o aluno pode ser avaliado em até três frentes.

Fontes:
http://porvir.org/9o-episodio-serie-destino-educacao-apresenta-ross-school-nos-eua/

Uma aula de cidadania

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A escola não pode ser encarada apenas como o primeiro passo para o aluno ir bem em um vestibular, se formar em uma graduação e construir sua vida. Mas o papel da instituição é sempre muito maior que esse: ela é uma das peças fundamentais na formação da criança como cidadão. E é, exatamente isso, que pensa o Centro de Educação e Cultura (CEC), escola particular de ensino infantil, fundamental e médio, localizada na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.

Eles construíram uma minicidade, que reproduz o funcionamento de instituições reais, como prefeitura, hospital, escola, biblioteca, fórum, correio e mercado. O local tem, também, uma casinha de dois andares, com cômodos onde tudo funciona. E, como toda cidade, ela necessita de um prefeito para funcionar. É nesse momento que os alunos passam a vivenciar o processo eleitoral.

No “período eleitoral”, os alunos-candidatos fazem suas propostas de governo, discutem suas ideias com a coordenadora da minicidade e com a direção pedagógica, alinhando assim os projetos com a prática, evitando promessas inviáveis.
Depois de eleito, o aluno tem seu horário de trabalho na minicidade e suas propostas são expostas para que ele possa desenvolver item a item. As outras crianças são incentivadas a fazerem a cobrança. As responsabilidades do “prefeito” são tais como a promoção de campanhas de arrecadação de brinquedos ou de mantimentos, e o incentivo a ações de vacinação contra o HPV, por exemplo.

Além da eleição, a minicidade também promove a vivência em outros temas, como educação no trânsito, meio ambiente e educação financeira, para oferecer aos alunos a possibilidade de uma visão crítica. Todas situações e simulações são pedagogicamente planejadas, permitindo maior interação social, valorização dos interesses e talentos.

Fontes:
http://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/cidadania-tambem-se-aprende-na-escola-20363281

Um kit criado para inspirar

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Quem é professor, sabe: o dia a dia é corrido e, muitas vezes, o tempo para atualização profissional se torna escasso. Pensando nisso, as educadoras Fabiane Vitiello e Telma Ferreira idealizaram a Diálogos Embalados, que são kits educacionais enviados para a casa de assinantes. A ideia é uma evolução do trabalho que vem sendo desenvolvido pela empresa Diálogos, desde 2009, quando começaram a levar grupos de professoras brasileiras para visitas em escolas com metodologias inovadoras ao redor do mundo.

O projeto evoluiu para a Diálogos Viagens Pedagógicas, que passou a oferecer também formações profissionais a cada 15 dias, em São Paulo, nas quais educadoras se reúnem com um novo profissional de educação, que compartilha experiências bem sucedidas de inovação. A assinatura Diálogos Embalados foi criada afim de suprir uma demanda de professores que não podem comparecer aos encontros presencialmente. Estes educadores recebem, então, kits educacionais que são compostos por um livro sobre um tema relacionado à educação infantil e às séries iniciais do ensino fundamental 1, por uma carta do autor do livro enviado, por material da Diálogos (como um caderno ou um bloco de anotações) e, também, por um benefício extra, como vouchers de descontos em livros.

A escolha dos livros, segundo Fabiane, leva em conta vários fatores, como a acessibilidade do escritor e a abordagem de vários eixos do dia a dia das professoras. Na primeira remessa de envio, educadores receberam o livro “Linguagens e culturas infantis”, da pesquisadora Adriana Friedmann, especialista em primeira infância. O pacote ainda incluía um voucher de 50% de desconto em outro livro, assim como um CD de cantigas populares para as 50 primeiras que assinaram o kit.
A ideia da Diálogos Embalados, de impactar a formação das professoras assinantes, de forma prazerosa e acessível, tem tido retorno positivo. Conheça mais sobre todo o projeto, aqui.

Fontes: http://porvir.org/educadoras-criam-kit-educacional-para-ajudar-na-formacao-docente/

Programação que cria cidadãos

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Em países mais desenvolvidos, o ensino computacional e da programação já são realidade às crianças desde cedo, pois estas nações sabem da importância da inserção de ambos nos currículos das escolas. Aqui no Brasil, vemos um movimento cada vez maior pela tecnologia e um dos exemplos que trazemos hoje é da coordenadora pedagógica Cláudia Elizabeth Souza De Morais, da escola Algodão Doce, em Belo Horizonte/MG.

Após participar de algumas palestras, ela introduziu no currículo o ensino do pensamento computacional a partir do Maternal 3. Assim como nas aulas de música, artes ou educação física, a escola tem um horário semanal onde cada turma tem um contato maior com a tecnologia e também com os dispositivos programáveis.

Nos primeiros anos das crianças, é estimulada a criação do pensamento computacional. Essa competência é desenvolvida na interação dos alunos com o meio físico e social, tornando-os habilitados para participarem do mundo digital. A ideia é que trabalhem em duplas, com um tablet para que os dois utilizem e aprendam habilidades como trabalho em equipe, tolerância e empatia.

Aos alunos mais velhos, a partir dos sete anos de idade, é ensinado os princípios da programação. Nesse contato com a tecnologia, as crianças aprendem, além de conceitos matemáticos e de lógica, estratégias para resolução de problemas, elaboração de projetos e comunicação de ideias. Para tornar isso possível, são utilizados tablets, um robô programável, chamado Beebots, Kinect e outras ferramentas. Juntamente a estímulos adequados, o uso da tecnologia favoreceu o desenvolvimento cognitivo e motor das crianças.

Segundo Cláudia, ela e as professoras já perceberam uma maior autonomia das crianças. Os alunos conseguem levar adiante ações que tenham uma finalidade, como atividades e jogos, além de formularem questões mais elaboradas, trabalharem diante de um problema, desenvolverem estratégias, criarem ou mudarem regras de jogos, revisarem o que fizeram e discutir, entre pares, as diferentes propostas.

Fontes:
http://porvir.org/professora-trabalha-ensino-computacional-criancas-de-3-anos/

Escolas Inovadoras (parte 2)

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Na postagem de hoje, continuamos os exemplos brasileiros de escolas que estão inovando na sua forma de ensinar. Saiba mais sobre a Escola Janela e também o Centro Educacional São Francisco:

Escola Janela

Localizada na Chapada dos Veadeiros, em Goiás, a Escola Janela tem como sua principal diretriz a valorizações das relações. Ela inovou ao fornecer um espaço onde os familiares tem papéis ativos, como na preparação da merenda, cuidando da limpeza ou fazendo consertos. Essa convivência é vista nos demais integrantes da escola, alunos, professores e gestores, justamente pela instituição compreender que o autoconhecimento é fundamental para que as crianças lidem bem com suas sensações e possam ter um bom relacionamento entre si.

A escola atende cerca de 40 estudantes nas etapas Educação Infantil e Fundamental I.

Centro Educacional São Francisco

No Centro Educacional São Francisco, localizado em Brasília, o trabalho educativo é desenvolvido considerando o tripé Educação Física, Artes e Projetos como orientador do projeto político pedagógico.

O foco principal é trabalhar a saúde, o senso crítico e as habilidades criativas e interdisciplinares dos 1800 estudantes que atende. Para isso, a instituição conta com aulas diferenciadas que levam em consideração o roteiro individual dos alunos, de acordo com as necessidades e preferências.

Os professores atuam como orientadores, estimulando o protagonismo e a autonomia dos estudantes para organização de seus estudos e na construção do conhecimento significativo. Com isso, disponibiliza recursos variados, como aulas expositivas dialogadas, videoaulas, projetos, oficinas e seminários.

Fontes:
http://porvir.org/educadores-centro-oeste-compartilham-experiencias-criativas/