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Categoria -Inspirações

Experimentando educar diferente

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A Escola Municipal André Urani, na Rocinha, no Rio de Janeiro, não possui turmas tradicionais: estudantes participam em conjunto das atividades.

Ela conta com 240 estudantes da localidade e comunidades vizinha e é um Ginásio Experimental de Tecnologias Educacionais (GENTE), uma parceira da prefeitura da cidade com a iniciativa privada, cujo objetivo é testar metodologias de ensino inovadoras.

Na escola não existe quadro negro, nem carteiras individuais. As escolas tradicionais são deixadas de lado e dão lugar aos “times”, que reúnem, em um grande salão, alunos do sétimo, oitavo e nono anos. A internet, por lá, é parte central do aprendizado.

Com computadores e livros, os estudantes sentam-se em mesas hexagonais, uns de frente para os outros, estudando todos juntos. Cada aluno segue um plano de estudo personalizado, disponível em seu laptop, mas também podem contar com a ajuda de colegas e de suas próprias pesquisas online. Tudo isso ocorre sob a monitoria de professores de diferentes disciplinas.

Nos laboratórios, muito parecidos com as salas de aula tradicionais, os estudantes recebem um reforço de conteúdo nas disciplinas em que apresentam mais dificuldades. São sete horas dentro da escola e ninguém parece ter pressa de ir pra casa.

No total, são 16 professores trabalhando em tempo integral na escola. Nos projetos especiais, os alunos trabalham com várias disciplinas ao mesmo tempo. Foi assim ao longo da última semana de outubro, por exemplo, quando eles estudaram o Halloween, tanto nas aulas de inglês quanto de história, e, por fim, fizeram uma festa.

Fontes:
https://noticias.terra.com.br/a-escola-de-onde-os-alunos-nao-querem-sair,678ee412328ba6598b8f9f70e1d522bajqrmdy2k.html

Quem disse que criança não gosta de ler jornal?

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Ler jornais sempre foi um hábito relacionado exclusivamente aos adultos. Mas esta é uma realidade que o Joca, primeiro e único jornal impresso para crianças no Brasil, quer modificar.

Nascido de um pedido do público infantil, que queria estar por dentro do que acontece para discutir com seus colegas, o Joca tem seu conteúdo produzido por jornalistas e pedagogos. Para Stéphanie Habrich, diretora executiva do jornal, é fundamental formar crianças e jovens para participar de práticas reais de leitura e escrita, para que possam ler e compreender a si mesmos e o mundo que os cerca.

O jornalismo infantil, segundo Stéphanie, segue os mesmos princípios éticos do jornalismo voltado para o público adulto, com apuração, imparcialidade e pluralidade de vozes. A diferença é que o conteúdo voltado para o público infantil procura aproximar as notícias da realidade das crianças. Para isso, a linguagem e estrutura do texto são adequadas a essa faixa etária.

O jornal é entregue a cada 15 dias, nas casas das crianças. Segundo Stéphanie, o feedback dos estudantes é maravilhoso, onde alguns relatam que ficam contando os dias para a chegada do Joca e outros dizem dormir com o jornal embaixo do travesseiro.

A inspiração para o desenvolvimento do Joca vem de países como Estados Unidos, Europa e Ásia, que possuem diversos exemplos de sucesso de jornais para crianças.

Fontes:
https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/aprender/indicacao/para-formar-leitores-criticos-o-joca-faz-noticia-para-criancas/

Muros com vida

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Um muro pode ser somente a forma de manter, as pessoas não bem-vindas, longe de um determinado local. Mas também pode ser um ótimo local para interação e, porque não, uma ferramenta de ensino. É o que aconteceu no Colégio Avance, em Recife/PE.

Através da gestora Paula Emiliana de Oliveira Queiroz, a comunidade escolar se uniu para transformar os muros do colégio com a ação “Repense o conceito de muro”. No começo, foram disponibilizados papéis coloridos para que alunos, colaboradores e até mesmo moradores de rua pudessem escrever suas ideias. Elas trouxeram o norte para que houvesse ressignificação do espaço.

Uma das criações na parede foi o espaço Hashtag, destinado ao recolhimento e doação de livros. O local fica protegido da chuva e, no início, foram disponibilizados dois livros. Atualmente, todos os dias há novos livros na área.
Já a horta no muro é para que a comunidade possa plantar, cultivar e colher. Inicialmente, eram plantados coentro, cebolinha e alface. Hoje já há até muda de hortelã. Segundo a gestora, todas as plantas estão bem cuidadas, sem nenhuma degradação.
Além disso, o muro conta com QR Codes, que disponibilizam conteúdos produzidos pelos alunos, como vídeos, trabalhos e artigos.

Durante sua inauguração, foram doados potinhos com sementes de coentro aos participantes e divulgada a frase do muro: “Repense: o muro agora conecta, interage e comunica. Mas sem você, ainda será só um muro”.

Fonte:
http://porvir.org/escola-transforma-muro-em-espaco-de-interacao-comunidade/

Intercâmbio como agente social

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O estado de Pernambuco possui o Programa Ganhe o Mundo (PGM), para estudantes do ensino médio interessados em fazer intercâmbio. O investimento é grande, mas o retorno, ainda maior. Jovens que acessam uma nova cultura, vivem um período de imersão em um segundo idioma e se tornam mais confiantes pelo fato de viverem longe de suas zonas de conforto. Em suas voltas, tornam-se referência em suas comunidades de que, com esforço, é possível atingir objetivos.

Segundo a superintendente do programa, Renata Serpa, os jovens voltam mais autoconfiantes após os intercâmbios, tornando-se exemplos em suas cidades ou bairros. Muitos deles conseguiram se empregar como instrutores de língua quando voltaram ao Brasil, dando aulas de inglês e espanhol. Outro fator observado é de que o PGM é uma ferramenta de transformação social, influenciando fortemente na vida dos estudantes, na hora que terminam o ensino médio. Segundo Charles Martins, coordenador de intercâmbio do PGM, há muitos alunos do programa que hoje cursam uma universidade, e estes mesmos estudantes falam que, o intercâmbio, foi fundamental para a escolha da profissão.

Para fortalecer o programa, os alunos precisam realizar um projeto quando retornam ao país. Deve ser algo que tenha relação à experiência que o estudante viveu durante o período no exterior, e que tenha alguma relevância para a comunidade dele no estado. O projeto tem o formato dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC), comuns nas universidades, e são apresentados na escola em que cada um estuda.

Fontes:
http://www.folhape.com.br/noticias/noticias/dez-anos-de-educacao-em-pernambuco/2016/12/12/NWS,9946,70,512,NOTICIAS,2190-INTERCAMBIO-GERA-RETORNO-SOCIAL.aspx

Singapura de olho na educação

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Em 1960, Singapura ainda patinava em patamar semelhante ao de países africanos, na área da educação. Mais de 50 anos depois, ela alcança três pódios no ranking da OCDE, nas matérias de ciências, matemática e leitura. O país fez o básico e, agora, é mais um bom exemplo para o Brasil.

O primeiro passo tomado, em Singapura, foi transformar a carreira de professor em uma das mais atraentes do país. Jovens mestre ganham tanto quanto os iniciantes na engenharia. O salário é um grande incentivo para que os melhores alunos se interessem pela profissão: formam-se professores aqueles 30% que obtêm as notas mais altas no ensino médio; os outros não são sequer aceitos no prestigiado Instituto Nacional de Educação de Singapura.

Além disso, por lá existem laboratórios para desenvolver novas formas de ensinar e laboratórios para testá-la. A ideia é de que, dar aula, é uma ciência como qualquer outra: exige método, rigor, estudo, repetição, e não apenas dom ou criatividade. Neste ambiente, bons alunos aprendem a se tornar bons professores. À ciência junta-se a prática de sala de aula: aspirantes à docência passam um bom tempo de sua formação ensinando estudantes sob a tutoria dos mais experientes.

Como em outros países asiáticos, Singapura quer formar gente capaz de produzir ciência e inovação. Para isso, o aluno é incentivado desde cedo a fazer pesquisa e a se familiarizar com certos conceitos que mais tarde irão aprofundar.

Fontes:
http://veja.abril.com.br/educacao/ninguem-segura-cingapura/

Professores aprendem com a Finlândia

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Selecionados pelo Professores para o Futuro, do Ministério da Educação, e pelo projeto Giramundo, patrocinado pelo governo do estado da Paraíba, três professores passaram alguns meses estudando a educação finlandesa no país nórdico.

Segundo os brasileiros, o que lhes impressionou foi o fato do sistema educacional finlandês ter uma preocupação maior com a autoestima. Lá, participaram de aulas, workshops, visitas a escolas, encontros técnicos e eventos culturais.

Damione Damito, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP), viajou pelo projeto Professores para o Futuro. Neste programa, todos os participantes precisam desenvolver um projeto de pesquisa. Damito fez o podcast Papo de Professor, onde a ideia é mostrar que as iniciativas finlandesas podem ser aplicadas de uma maneiras simples, sem muitos recursos. Entre os assuntos que geram mais discussão no podcast são a metodologia centrada no aluno e os PBL, sigla de metodologias chamadas de “problem-based learning” e “project-based learning” (ensino baseado em problemas ou em projetos). Neles, diferentemente das aulas mais tradicionais, problemas fictícios ou reais são o ponto de partida do aprendizado. Os alunos aprendem na prática e buscam eles mesmos as soluções do desafio.

Já Vilma Leitão, professora do Ensino Fundamental e Médio em Patos (PB), viajou pelo projeto Giramundo. Ela ficou dois meses na Finlândia e, logo nos primeiros dias, chamou sua atenção o fato de o aluno ser prioridade total no processo, pois é ele quem conduz e gerencia sua aprendizagem. Segundo Vilma, desde muito cedo são observadas as necessidades e deficiências de cada aluno e elaborados planos individuais de estudos. Assim, todos têm o suporte necessário para superar possíveis dificuldades.

A partir de sua vivência no país nórdico, Vilma pretende desenvolver a autonomia do aluno e incentivar o uso de ferramentas digitais numa perspectiva didática. Ela também vai aos seus colegas a importância de se trabalhar com os alunos em grupos e também com o PBL, para se criar um ambiente de aprendizagem efetivo, dinâmico e atraente aos alunos.

Fontes:
http://educacao.uol.com.br/noticias/bbc/2016/12/07/professores-contam-como-aplicam-no-brasil-o-que-aprenderam-na-finlandia.htm

A fábrica de criar histórias

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A imaginação vira realidade na Fabriqueta de Histórias, oficina que dá a oportunidade de crianças e jovens desenvolverem a escrita criativa, a partir da produção de um livro coletivo.
O projeto é desenvolvido por Josephine Bourgois, francesa radicada no Brasil, e já promoveu quatro oficinas, cada uma delas com cinco encontros, um por semana. Após este período, os alunos têm um livro pronto. Três dias são dedicados à escrita, um dia é voltado à ilustração e o último dia é reservado à impressão e seção de autógrafos.

Antes disso tudo, claro, é necessário escrever o livro. O processo se inicia quando os alunos chegam no espaço da Fabriqueta, onde Josephine se reúne com o autor ou a outora, e juntos decidem um ponto de partida para a obra. Na primeira oficina realizada, o pretexto comum a todos os alunos foi baseado em uma notícia sobre os objetos mais insólitos encontrados em achados e perdidos. Após, foram compradas miniaturas desses objeto, como crânios e armaduras medievais, e então era escolhido um ponto de vista: o de quem perdeu o objeto, o próprio objeto ou um outro da caixa que ficou com “ciúmes” do que foi resgatado.

A partir de uma ideia em comum, cada aluno escreve seu texto, e este fará parte da produção coletiva. No último encontro, será dada origem ao livro. Nas três aulas dedicadas à escrita, a ideia é que os alunos consigam desenvolver ao menos duas versões do texto. Então, Josephine e os parceiros que a ajudam no projeto, fazem o papel de editores, revisando o texto das crianças e apontando questões que elas apresentam dificuldades.

Com quatro oficinas realizadas, Josephine conseguiu o apoio de diversos autores para acompanhar e incentivar as atividades dos alunos. Antonio Prata, Estevão Azevedo, Noemi Jaffe e Andrea del Fuego são apenas alguns dos nomes que acreditam no projeto. A proximidade com os autores, segundo a francesa, tem três propósitos básicos: inspirara os alunos com a trajetórias dos escritores. Depois a ideia de provar que o mundo da literatura é de carne e osso, derrubando a mística de que só pode escrever quem sabe escrever bem. O terceiro propósito é oferecer a possibilidade do autor ajudar no processo de escrita do livro.

Fontes:
http://porvir.org/alunos-escrevem-publicam-livro-coletivo-em-oficina/

Toda história é importante ao mundo

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Compreender a própria história é também compreender uma parte da história do mundo. E a professora Adriana Negreiros Campos acredita exatamente nisto: é necessário chamar atenção dos estudantes sobre importância e capacidade de cada pessoa na construção da história.

Para que houvesse esta compreensão através dos alunos, a professora desenvolveu o projeto “Museu temporário de lembranças”. A proposta foi construir um museu que abarcasse as memórias dos alunos, professores e equipe técnica, por meio de objetos significativos trazidos por cada um deles. O início se deu através da própria Adriana, que começou a levar objetos seus, como um baú, uma máscara antiga, réplicas de objetos arqueológicos, objetos indígenas e até um disquete. Através deles foi realizado um trabalho de interpretação dos mesmos.

Para realizar o projeto, os alunos foram divididos em grupos e a professora passou um roteiro de perguntas para eles. Primeiramente são questionamentos a respeito do aspecto físico: como é o objeto, qual é a sua estrutura e se ele está inteiro. Depois, as perguntas eram sobre a tecnologia: qual o material do objeto, como foi produzido, se foi produzido por uma pessoa só ou várias, se foi produzido em uma fábrica ou feito à mão, quem usou aquele objetos, etc.
Os alunos, então, fizeram pesquisa com suas famílias para ter conhecimento sobre o que haviam trazido. Assim que as informações foram trazidas, houve parceria com professora de língua portuguesa que ajudou na redação das legendas de cada material e na elaboração do catálogo do museu.

O produto final foi a montagem de um museu temporário com todos os materiais levados à escola. A ideia da professora foi mostrar aos alunos que o livro serve como orientador, mas que é possível ir além, transformando a escola em um local de produção de conhecimento, não de mera reprodução. Segundo ela, os estudantes foram muito receptivos ao projeto como um todo.

Fontes:
http://porvir.org/professora-cria-museu-temporario-para-celebrar-historias-pessoais-dos-alunos/

Mostratec 2016 (parte 1)

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A Mostratec, feira de ciência e tecnologia realizada anualmente pela Fundação Liberato Salzano Vieira da Cunha, na cidade de Novo Hamburgo/RS é considerada uma das maiores do segmento no Brasil, e tem por objetivo apresentar projetos de pesquisa científica e tecnológica em diversas áreas do conhecimento humano. E na Mostratec 2016, diversos estudantes mostraram importantes iniciativas que trazem benefícios às suas comunidades, de aproximação da população à história local e memórias que existem no espaço urbano.

Um dos participantes, o jovem mexicano Javier Salgado, de 18 anos, encontrou uma solução tecnológica para um fato que lhe incomodava: a população de sua cidade, Parral, tinha pouco conhecimento sobre a localidade e de seus mais de 300 monumentos históricos. Conforme ele, a situação se agravava pelo fato das placas indicativas colocadas pelo poder público estarem gastas pelo excesso de chuva e sol, ocasionando suas retiradas.

A solução encontrada por Javier foi a criação da plataforma “Parral Digital – Onde o Passado e o Futuro se Encontram”. O website reúne imagens e informações históricas de edificações e museus da cidade mexicana, além de uma mapa georeferencial e indicações gastronômicas. Além disso, desenvolveu uma versão especial da plataforma possível de ser visualizada em tablets e smartphones.

Para ele, esta é uma forma de manter viva a história de sua comunidade, e ainda aumentar o interesse por ela. Segundo Javier, em agosto o número de visitantes no site foi de 300 usuários e, em outubro, saltou para 926.

Outro projeto que visa o desbravamento de determinada localidade é o “Realidade Aumentada: Uma Janela para a História de Pelotas”. Utilizando, também, a tecnologia para incentivar a cultura local, a estudante Fernanda Angillo, de 17 anos, está desenvolvendo uma plataforma que reúne informações sobre as riquezas culturais e prédios histórias de Pelotas/RS, tanto para cidadão locais, como para turistas.

Sua ideia foi inspirada por famoso aplicativo que também utiliza realidade aumentada. Através da tecnologia ela pretende potencializar sua invenção, aliando o passado com o futuro para que as pessoas conheçam mais a sua própria história.

Fontes:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Mostratec

http://porvir.org/estudantes-usam-ciencias-da-computacao-para-valorizar-transformar-sua-comunidade/

Dicas para compartilhar seu projeto

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Realizar um projeto, dentro ou fora da escola, pode acontecer de diferentes maneiras, e uma de suas etapas fundamentais é o compartilhamento do que foi construído e de todo o esforço feito pelos envolvidos. Compartilhar uma obra pode contribuir, por exemplo, à forma que ele é contado, à mobilização para que ele se amplie cada vez mais e à divulgação do que foi feito.

Pensando nisso, em uma oficina da iniciativa Criativos da Escola, professores de escolas da Diretoria Regional de Educação (DRE) de Itaquera, zona leste de São Paulo/SP, levantaram 16 dicas de como compartilhar projetos. Confira abaixo, estas dicas sobre como compartilhar projetos de protagonismo infanto-juvenil:
1 – Escute as necessidades do grupo e descubra os principais pontos do projeto a serem compartilhados;
2 – Defina os públicos alvos;
3 – Construa um roteiro de trabalho e sistematize um cronograma dos encontros para estabelecer uma rotina de atividades;
4 – Selecione as ferramentas adequadas à divulgação: fotografias, vídeos, coleta de dados e pesquisas já realizadas, entrevistas, auto-avaliações, entre outros;
5 – Identifique os potenciais e o que cada pessoa mais gosta de fazer;
6 – Junte-se para trocar ideias e possibilidades de ações;
7 – Vivencie outras experiências, ampliando o repertório dos participantes e divulgue exemplos de trabalhos e ações positivas;
8 – Realize atividades interativas com o objetivo de sensibilizar os colegas e a comunidade escolar
9 – Valorize as “pequenas” ações e experiências, dando importância tanto aos acertos quanto aos erros;
10 – Use e abuse das linguagens artísticas: artes plásticas, fotografia, dança, música, teatro, cinema, etc;
11 – Crie novas redes e estabeleça parcerias com movimentos e organizações do poder público e da sociedade civil;
12 – Utilize uma pasta como portfólio dos encontros e das produções;
13 – Elabore materiais audiovisuais e faça cartazes instigantes para espalhar pela escola;
14 – Disponibilize os materiais produzidos para a comunidade escolar;
15 – Possibilite o engajamento dos alunos para que eles se reconheçam como multiplicadores do projeto para a comunidade escolar;
16 – Use as mídias sociais (blog, canal no YouTube, Instagram, Facebook, etc.).

Fontes:  http://porvir.org/16-dicas-de-como-compartilhar-um-projeto/