Conexão Xalingo – Blog

Categoria -Inspirações

Filmes podem ajudar na preparação para o Enem

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Na reta final para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), o tempo é curto para aprender novos conteúdos e o mais indicado nessas últimas semanas, dizem os professores, é se dedicar às revisões e aos simulados. Mas você já pensou em ensinar seus alunos através de filmes? Alguns podem ser boas fontes para aprender ou lembrar fatos históricos e assuntos importantes de geografia e atualidades. Além disso, pode ser uma boa ferramenta para estudar possíveis temas para a redação.

– Entre os muros da escola: O filme trata da imigração na França, tema bem atual e que está sendo vivenciado por imigrantes em toda a Europa. Pode ser um tema para a redação do Enem.

– 13 dias que abalaram o mundo: A Guerra Fria é um tema recorrente no Enem e um dos fatos mais importantes da história mundial. O filme trata do episódio conhecido como ‘Crise dos Mísseis’, quando o governo soviético instalou mísseis em Cuba capazes de carregar ogivas nucleares. Como os EUA já haviam instalado ogivas nucleares na Turquia, apontadas para a URSS, o mundo ficou à beira de uma guerra de características nucleares.

– Trabalho Interno: O documentário conta a história da crise econômica de 2008, que resultou na perda de casas e empregos para milhões de pessoas. O filme, dividido em cinco partes, retrata a realidade da globalização atual e demonstra as mudanças no ambiente político e nas práticas bancárias para combater a crise financeira.

– Notícias de uma guerra particular: Um ótimo exemplar para entender melhor a violência urbana. No documentário conhecemos o dia a dia dos três lados mais diretamente envolvidos (e prejudicados) por essa ‘guerra particular': o policial, o traficante e o morador da favela.

– Getúlio: O filme pode ser interessante para entender os debates políticos da época do presidente brasileiro que morreu em 1954. A obra destaca os ataques sofridos por Vargas por meio da imprensa, as hostilidades entre ele e Carlos Lacerda (líder da UDN, União Democrática Nacional), o apoio dos trabalhadores ao ‘pai dos pobres’, entre outras características.

– Lincoln: O filme retrata a Guerra de Secessão, colocando em pauta as divergências de interesses entre os Estados sulistas e nortistas, escravistas e não escravistas, respectivamente. O debate mais importante do filme gira em torno da 13ª emenda, que viria proibir a escravatura em território norte-americano.

Algumas dicas de como usar o Google em sala de aula

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Todo mundo conhece o Google! O site é referência quando o assunto é pesquisa na Internet, além de ser proprietário de redes sociais e outras ferramentas da Internet. Pois esse gigante do mundo tecnológico pode ser seu aliado na sala de aula.

Em vez de brigar com os alunos que não desgrudam de seus celulares e tablets em sala de aula, cada vez mais professores usam a tecnologia a seu favor. O Google pode ser uma ótima ferramenta para ajudar você em várias tarefas do dia a dia. Veja algumas delas:

Trabalhos em grupo no Drive: Ferramentas como o documento ou a planilha do Google Drive permitem que múltiplos usuários editem um trabalho ao mesmo tempo, o que facilita a construção de trabalhos coletivos. Você ainda pode acompanhar o desenvolvimento das tarefas e verificar o que cada estudante produziu. Nos trabalhos em grupo é comum algum aluno pedir para incluir o seu nome no trabalho mesmo ele não tendo contribuído com a tarefa. Com a ajuda do Google Drive isso não é mais possível.

Classroom: É um aplicativo criado especialmente para a educação. Permite a criação de uma sala de aula virtual onde o professor pode organizar tarefas e medir os desempenhos de alunos, além de compartilhar documentos. Diferentemente de outras plataformas de ensino a distância, no Classroom, os alunos também podem criar e compartilhar documentos, com a aprovação do professor.

Conferências via Hangout: Muitas vezes o professor quer levar um convidado para explicar um determinado assunto na aula, mas conciliar a agenda é difícil. Se o palestrante for de outra cidade, o problema é ainda maior. O Hangout do Google Plus pode ser a solução. Com ele, o contato pode ser feito por meio de vídeo conferência, inclusive com a participação de mais interlocutures. A conversa ainda pode ser transmitida ao vivo e depois ficará salva no YouTube. A ferramenta também pode ser útil para alunos que, por alguma razão, faltaram a aula.

Google Earth: Você pode viajar com os seus alunos para qualquer lugar do mundo, inclusive nos oceanos. Com o Street View é possível andar pelas ruas das maiores cidades do mundo, uma verdadeira aula de geografia na tela do seu computador.

Instituto Cultural Google: Vai ensinar sobre a Revolução Francesa, então viaje com os seus alunos ao Palácio de Versalhes, onde a corte francesa vivia na época. Ou ainda, visitar museus e monumentos históricos, maravilhas do mundo e muito mais.

Youtube.com.br/edu: O YouTube já é bastante reconhecido como um bom aliado para o ensino de conteúdos com o auxílio de seus vídeos tão diversos. No entanto, professores podem ter dificuldades para filtrar somente os materiais educativos.

Inclusive os alunos da professora Bruna Negreiros trabalharam com ferramentas do Google. A gente contou essa história aqui no blog.

Fonte: www.tecnologia.terra.com.br

 

Professora de SC cria aplicativo para suprir a falta de livros didáticos

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Histórias que mudam o mundo e também as pessoas que estão nele. É isso que queremos aqui no Conexão Xalingo, trazer para os educadores histórias de como a tecnologia encurtou distâncias e ajudou os alunos a irem além.

A professora Josi Zanette do Canto revolucionou suas aulas de Geografia em escolas estaduais da cidade de Araranguá, no sul de Santa Catarina. Como não haviam livros didáticos suficientes para tosos os alunos, a professora, com a ajuda dos estudantes, criou um aplicativo para que o conteúdo fosse disseminado entre todos. Faltavam os livros, mas sobravam celulares. Todos os alunos possuíam aparelhos celulares e então veio a ideia de usá-los para o bem da educação.

A especialista em educação Anna Penido afirma que atitudes como essas fazem a diferença na vida dos alunos. “Todas as pessoas que conseguem realizar grandes coisas na vida sempre têm um adulto de referência, que olham pra ele e diz: ‘vocês são capazes’. Eu tenho certeza de que a professora Josi vai ter esse efeito nos seus alunos.”

E você, quer deixar uma marca nos seus alunos? Saiba mais sobre o aplicativo e a história da professora Josi no link.

Quer ter sua história publicada aqui no Conexão Xalingo? Mande pra gente o seu relato por aqui.

Os três erros mais comuns ao dar aula com a ajuda da tecnologia

Elementary students (8-9) using laptop in classroom

A gente já falou várias vezes aqui no Conexão Xalingo da importância do uso da tecnologia em sala de aula. Ela pode ser sua aliada no ensino dos alunos e isso pode fazer a diferença na educação deles. Mas nem sempre usar a tecnologia em sala de aula é uma tarefa fácil e alguns professores acabam desistindo de usar a novidade com medo de cometer alguns erros.

A Universia Brasil pesquisou e separou os três erros mais comuns que os educadores cometem quando usam a tecnologia em suas aulas. Saiba mais são eles e assim se prepare para evitar que eles ocorram na sua sala de aula.

1 – O próprio docente escolher a tecnologia

A criançada hoje em dia sabe mais de tecnologia do que os adultos. Por isso, nada mais natural do que consultar os alunos antes de escolher qual será a tecnologia que será usada na sala de aula. Se você escolher a ferramenta pode acabar prejudicando a atividade. Por isso, deixe-os escolher os aparelhos e ferramentas utilizados nas dinâmicas em sala de aula. Eles mesmos poderão conduzir uma apresentação oral diferente, por exemplo, e ensinar os colegas novas habilidades.

2 – Acreditar que a tecnologia é uma distração

Muitos professores pensam que os dispositivos não podem oferecer a turma experiências de aprendizagem valiosas porque representam uma fonte de distração. Se elas são capazes de atrair a atenção dos estudantes, por que não usar isso ao seu favor?

3 – Não começar pelo final da atividade

Se você não sabe aonde quer chegar com aquela atividade, é de fato possível que os alunos se percam em meio à dinâmica da sala de aula. Por isso, pense qual é o seu objetivo com esta tarefa e crie o caminho no qual você inserirá a tecnologia a partir dele. Assim, nem você, nem seus alunos se perderão durante o processo.

 

Como fazer os seus alunos saberem a importância de aprender

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Muitas vezes o professor perde a voz, e um pouco da paciência, tentando fazer com que seus alunos aprendam a matéria proposta em sala de aula. Muitos não conseguem entender a importância do aprendizado, e mais, o motivo pelo qual precisam passar por aquele momento.

Ser professor é uma tarefa árdua e claro que fazer com que seus alunos estejam sempre motivados faz parte desse trabalho. Nem sempre é fácil, agente sabe. Mas separamos algumas dicas para você usar com os seus alunos e fazer com que eles valorizem o aprendizado.

1 – Encoraje o estudo

É importante que você faça com que os alunos tentem sempre melhorar e testar a si mesmos. Para isso você pode pedir para que eles falem sobre o conteúdo em voz alta, para eles mesmos ou focando ensinar os colegas, ou criar jogos nos quais consigam demonstram o quanto absorveram do conteúdo aprendido.

2 – Signifique os conteúdos

À medida que você for ensinando os alunos novos conteúdos, tente relacioná-los a situações cotidianas, para facilitar o entendimento. Quanto mais eles sentirem que há um significado por trás do que estão aprendendo, mais valorizarão as aulas e as atividades que você pedir para que façam.

3 – Não incentive a memorização

A decoreba nunca foi uma boa prática. Pode até surtir efeito a curto prazo, mas não é isso que queremos para os nossos alunos. Façam com que eles entendam os conteúdos ensinados em aula. Dessa forma, provavelmente o rendimento deles melhorará, já que conseguirão entender de fato o que você está ensinando.

4 – Incentive a solução de problemas

O ambiente acadêmico propicia muitas situações em que os alunos precisam solucionar problemas. Por isso, é importante que você mostre a eles formas de pensar para resolver os mais variados tipos de empecilhos e incentivá-los a ser criativos para tal.

5 – Dê exercícios constantes para os alunos

É essencial que você estabeleça uma lógica de que as atividades não têm somente a finalidade de avaliar. Discuta com a sua turma a importância de, por meio de tarefas menores, entender o progresso de cada um dos alunos, além de poder identificar quais os pontos que ainda devem ser aprimorados. Assim, aplique atividades constantes, mas não faça com que todas valham nota, necessariamente.
Fonte: www.universia.com.br

 

 

Aplicativos ajudam estudantes novos idiomas

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O uso de aplicativos em sala de aula tem sido cada vez maior e só quem tem a ganhar com isso são os estudantes, e claro, os educadores, que trazem aos alunos novas formas de ensinar. Se você é professor de línguas e quer diversificar o ensino do idioma para os alunos uma ótima opção são os aplicativos que ensinam novas línguas. A maioria é gratuita e muito fácil de usar.

O aplicativo pode ser usado como uma extensão da sala de aula. Por exemplo, você pode sugerir atividades em casa feitas no aplicativo, por exemplo, como uma forma de tema. Com certeza os alunos vão gostar muito mais do que fazer a atividade de forma convencional.

Conheça alguns dos aplicativos de idiomas disponíveis, mostre para os seus alunos e inove na forma de ensinar novas línguas. Eles vão adorar.

LinguaLeoM – Com o mote “aprenda inglês jogando”, o app gratuito permite que o usuário escolha o nível de dificuldade do curso e treine o idioma jogando. A versão do aplicativo para brasileiros tem um dicionário com áudio para cada palavra, recursos multimídia (músicas, vídeos, artigos e piadas em inglês), treinos para memorização e exercícios para aprender novas palavras em inglês. Disponível na App Store (iOS, iPhone), no Google Play (Android) e no Windows Phone

Babbel – Disponível em dez idiomas, os aplicativos gratuitos permitem a consulta de vocabulário básico e avançado utilizado em situações cotidianas. São mais de 3.000 palavras com imagens e áudio. Também é possível treinar e avaliar a pronúncia em inglês com reconhecimento de voz. Disponível no Google Play (Android), no Windows Phone e na App Store (iOS, iPhone)

Duolingo – Um dos aplicativos gratuitos de maior sucesso do mundo, o Duolingo permite que o usuário faça exercícios em até seis idiomas (português, espanhol, francês, alemão, italiano e inglês). Você pode fazer lições diárias com perguntas rápidas, testes com imagens e áudio. A cada acerto você pula de nível e ganha pontos. Quando você chega num determinado nível, pode traduzir textos para a comunidade Duolingo e compartilhar o que aprendeu.
Disponível no Google Play (Android) e na App Store (iOS, iPhone)

Na Ponta da Língua – Criado pela Reader’s Digest brasileira, o aplicativo é gratuito e funciona como um tradutor. Pode ser muito útil durante viagens internacionais, na hora de ir às compras, restaurantes, em caso de emergências e na hospedagem. Traz exemplos de frases e conversas escritas em seis idiomas, com tradução para o português.
Disponível apenas na App Store (iPhone).

Unesco recomenda incluir tablets e smartphones na educação

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É impossível negar que os smartphones e tablets fazem parte da nossa vida. Exatamente por esse motivo esses dispositivos móveis precisam estar também interligados na educação. Afinal, crianças e adolescentes utilizam esses aparelhos no seu dia a dia e nada mais natural do que utulizá-los também em sala de aula. Porém, algumas escolas ainda relutam em usar a tecnologia na educação simplesmente por desconhecerem como tirar o melhor delas.

Com o objetivo de orientar professores e educadores e garantir resultados positivos com a tecnologia no meio pedagógico, a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) formulou um guia online, de acesso gratuito, com 13 convincentes motivos para adotar a tecnologia móvel como linha auxiliar na sala de aula.

Durante o guia, a Unesco diz acreditar que os celulares podem expandir e enriquecer as oportunidades de aprendizado em diferentes cenários, visto que várias experiências evidenciam que, assim como tablets, celulares estão favorecendo as habilidades cognitivas de educadores e alunos ao redor do mundo.

A Unesco consultou experts em políticas de uso em mais de vinte países, e afirma que o guia pode ser usado e adaptado para as mais variadas instituições de ensino, como escolas, universidades públicas e privadas e cursos técnicos, além de colônias de férias pedagógicas. Além disso, a organização ratifica a importância de refletir sobre como adaptar as políticas de uso do guia para a realidade e o contexto de cada local.

Por fim, a Unesco acredita que não usar (ou subutilizar) tecnologias móveis na escola é desperdiçar potenciais oportunidades de enriquecimento educacional. Abaixo é possível conferir os 13 motivos presentes no guia Unesco de Políticas de Uso para Aprendizagem Móvel.

Os 13 bons motivos para usar tecnologia móvel na educação, segundo a Unesco:

1 – A tecnologia móvel favorece maior abrangência e igualdade na educação;

2 – Reaproxima da educação crianças que sofreram traumas em áreas de conflito ou desastres naturais;

3 – Auxilia alunos com deficiência, promovendo a inclusão social na sala de aula;

4 – Otimiza o tempo das aulas, o que aumenta o rendimento e a produtividade ao abranger mais conteúdo;

5 – Possibilita a mobilidade do aprendizado, uma vez que é possível acessar o conteúdo em qualquer hora e lugar;

6 – Constrói uma ponte de comunicação entre comunidades de ensino, onde é possível trocar dicas e experiências entre alunos e educadores mundo afora;

7 – Serve como suporte para embasar as aulas “in loco”;

8 – Liga a educação tradicional à educação moderna;

9 – Aprimora a comunicação interna na instituição, melhorando a vida dos gestores e administradores;

10 – Maximiza o custo-benefício do material educacional;

11 – Contribui para uma educação contínua, deixando o conteúdo sempre fresco na memória do aluno, visto que é possível acessar o que foi aprendido além das salas de aula;

12 – Favorece a personalização dos conteúdos aprendidos;

13 – Possibilita feedbacks e avaliações imediatas.

Aplicativo gratuito ajuda professores em sala de aula

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Pensar num mundo sem tecnologia atualmente é quase uma loucura, então, por que não incluí-la mais ativamente nas salas de aula? É esse o objetivo de um grupo de alunos do mestrado em Educação da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Presidente Prudente, que desenvolveram o “Metaplicativo”, que é um aplicativo que ensina os professores a aproveitar a tecnologia dos dispositivos móveis em favor do aprendizado dos seus alunos.

Disponível para download a novidade é totalmente gratuita e vem de encontro ao que a “geração digital”, formada pelos alunos de hoje, precisa para estar mais sintonizada com os estudos.

Através do aplicativo, é possível trocar experiências com outros professores, ler textos e escutar áudios sobre o tema e ainda fazer um “App” com os alunos. A ferramenta apresenta os seguintes tópicos: “Acesse os áudios”, “Mobilidade na educação”, “Como usar a mobilidade”, “Relatos de experiência”, “Textos para leitura” e “Faça seu APP”.

O app reúne um conteúdo instrutivo sobre a importância da tecnologia móvel na sala de aula, com links, textos e áudios explicativos. Além disso, a plataforma tem tutoriais. Entre eles, há um que ensina o professor a criar vídeos com a técnica stop motion, usando fotos tiradas pelo celular e um programa de edição gratuito para computadores com sistema Windows. Um outro guia ensina professores a criar aplicativos de forma simples e gratuita.

O software está disponível gratuitamente para dispositivos Android, Apple, Windows Phone e Firefox.

 

Como usar o cinema em sala de aula?

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O cinema é uma arma muito forte. Através deles é possível conhecer mais sobre vários assuntos, inclusive alguns aprendidos dentro de sala de aula. Alguns professores já viram o potencial do cinema e estão usando esse recurso para melhorar o atendimento dos alunos em algumas disciplinas.
Através dos filmes é possível fazer os alunos aprenderem além dos livros, fazer com que eles vivenciem as matérias de forma mais direta e além de ser de fácil entendimento para todos. Você pode usar filmes como um complemento ao material didático convencional. Veja abaixo algumas dicas bem legais para você usar o cinema em sala de aula de forma motivadora e tirar o melhor dos seus alunos nas mais diferentes disciplinas.
Faça o planejamento da atividade: Antes de exibir um filme para os alunos, é necessário realizar um planejamento. Escolha uma obra que seja de acordo com a idade e a série dos alunos. Você ainda pode preparar uma aula introdutória para que a classe consiga ter uma compreensão maior sobre o contexto do filme.

O tempo da aula deve ser levado em conta durante a escolha do filme: O filme precisa estar de acordo com o horário da aula. Em muitos casos, os curtas podem ser uma boa alternativa, mas os longas também podem ser exibidos desde que se tenha um planejamento adequado. Inclusive, alguns filmes têm conteúdos interdisciplinares que podem ser trabalhados durante diferentes aulas. Mas se o tempo não for suficiente, divida o conteúdo em duas aulas ou exiba apenas alguns trechos. Mas preste atenção: alguns filmes podem ser cortados, outros não. Em histórias que envolvem suspense, por exemplo, uma quebra pode ser prejudicial.

A exibição deve ser acompanhada de um debate: Após exibir o filme, uma boa sugestão é fazer uma discussão sobre a obra com os alunos. Essa discussão é essencial para a construção do conhecimento dos alunos acerca do tema. Se não sobrar tempo para realizar esse debate, o educador pode levantar algumas questões de reflexão e retomar o conteúdo na próxima aula. O debate pode ir além do tema proposto no filme e estabelecer relações com as matérias trabalhadas em sala de aula. Além disso, também é possível usar a obra para fazer uma discussão sobre a própria linguagem audiovisual, observando a estrutura narrativa, construção do roteiro, cenas e planos de filmagem.

As obras audiovisuais podem proporcionar releituras: Você pode propor trabalhos relacionados as artes plásticas com seus alunos, baseado no filme que eles assistiram. Além disso, você pode propor que os alunos façam uma peça de teatro inspirada no filme ou ainda, uma releitura em forma de curta metragem.

A escolha dos filmes deve levar em conta a classificação indicativa: Antes de exibir um filme, os professores devem olhar a classificação indicativa e observar se o conteúdo está adequado para a faixa etária dos seus alunos. Caso os pais façam alguma reclamação sobre o filme, o professor tem  como afirmar que usou os parâmetros de classificação etária do Ministério da Justiça.

As atividades não devem adquirir o peso de uma obrigação: As atividades propostas pelos professores não devem criar nos alunos experiências traumáticas com os filmes. Em nenhum momento a atividade deve adquirir o peso de uma obrigação. Se assistir ao filme se tornar uma tarefa chata o aluno irá perder todo o interesse. Quando o professor pede uma redação sobre a mensagem do filme, por exemplo, ele acaba limitando o aluno de dar a sua opinião e o seu ponto de vista sobre a obra, pois isso passa uma ideia de que só existe uma resposta correta. Cada aluno irá ver o filme de uma forma diferente e é isso que deve ser explorado.

As sessões de cinema também podem ser realizadas fora do horário de aula: Que tal organizar sessões de cinema como um cineclube na escola? Esses projetos ajudam a criar um ambiente de diálogo que incentiva o interesse dos alunos. Eles podem selecionar diversas obras para exibições e discussões dentro da escola. Esses projetos também podem ser abertos para toda a comunidade, integrando pais e moradores locais.

 

Alunos que “colocam a mão na massa” aprendem 30% mais

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O que os professores e educadores já desconfiavam agora foi confirmado por pesquisas. As crianças que colocam a mão na massa na hora de aprenderem aprendem muito mais do que aquelas que não participam do processo.

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, avaliou vários alunos e chegou à conclusão de que os alunos que aprendem testando e colocando seus conhecimentos à prova aprendem mais e de uma forma mais eficiente.

Essa pesquisa mostra que o educador precisa ir além do ensino lousa e livro. Mais do que apenas dar tema de casa, trabalhos e provas é preciso pensar além, fazer com que os alunos sejam inquietos e queiram sempre testar seus conhecimentos na prática.

Sabemos que muitas escolas não possuem recursos para uma aula mais tecnológica, mas é possível fazer pequenas coisas que podem abrir as mente dos estudantes. Por exemplo: que tal visitar um parque para ensinar os pequenos biologia? Ou ainda, fazer pequenas experiências para ensinar física e química? Visitar uma biblioteca diferente, apresentar novos autores pode ser um ótimo incentivo para as aulas de Língua Portuguesa. E mais: o uso do Google Maps para ensinar Geografia e História. As ideias são muitas. Vamos coloca-las em prática?