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Categoria -Inspirações

Aplicativos ajudam estudantes novos idiomas

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O uso de aplicativos em sala de aula tem sido cada vez maior e só quem tem a ganhar com isso são os estudantes, e claro, os educadores, que trazem aos alunos novas formas de ensinar. Se você é professor de línguas e quer diversificar o ensino do idioma para os alunos uma ótima opção são os aplicativos que ensinam novas línguas. A maioria é gratuita e muito fácil de usar.

O aplicativo pode ser usado como uma extensão da sala de aula. Por exemplo, você pode sugerir atividades em casa feitas no aplicativo, por exemplo, como uma forma de tema. Com certeza os alunos vão gostar muito mais do que fazer a atividade de forma convencional.

Conheça alguns dos aplicativos de idiomas disponíveis, mostre para os seus alunos e inove na forma de ensinar novas línguas. Eles vão adorar.

LinguaLeoM – Com o mote “aprenda inglês jogando”, o app gratuito permite que o usuário escolha o nível de dificuldade do curso e treine o idioma jogando. A versão do aplicativo para brasileiros tem um dicionário com áudio para cada palavra, recursos multimídia (músicas, vídeos, artigos e piadas em inglês), treinos para memorização e exercícios para aprender novas palavras em inglês. Disponível na App Store (iOS, iPhone), no Google Play (Android) e no Windows Phone

Babbel – Disponível em dez idiomas, os aplicativos gratuitos permitem a consulta de vocabulário básico e avançado utilizado em situações cotidianas. São mais de 3.000 palavras com imagens e áudio. Também é possível treinar e avaliar a pronúncia em inglês com reconhecimento de voz. Disponível no Google Play (Android), no Windows Phone e na App Store (iOS, iPhone)

Duolingo – Um dos aplicativos gratuitos de maior sucesso do mundo, o Duolingo permite que o usuário faça exercícios em até seis idiomas (português, espanhol, francês, alemão, italiano e inglês). Você pode fazer lições diárias com perguntas rápidas, testes com imagens e áudio. A cada acerto você pula de nível e ganha pontos. Quando você chega num determinado nível, pode traduzir textos para a comunidade Duolingo e compartilhar o que aprendeu.
Disponível no Google Play (Android) e na App Store (iOS, iPhone)

Na Ponta da Língua – Criado pela Reader’s Digest brasileira, o aplicativo é gratuito e funciona como um tradutor. Pode ser muito útil durante viagens internacionais, na hora de ir às compras, restaurantes, em caso de emergências e na hospedagem. Traz exemplos de frases e conversas escritas em seis idiomas, com tradução para o português.
Disponível apenas na App Store (iPhone).

Unesco recomenda incluir tablets e smartphones na educação

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É impossível negar que os smartphones e tablets fazem parte da nossa vida. Exatamente por esse motivo esses dispositivos móveis precisam estar também interligados na educação. Afinal, crianças e adolescentes utilizam esses aparelhos no seu dia a dia e nada mais natural do que utulizá-los também em sala de aula. Porém, algumas escolas ainda relutam em usar a tecnologia na educação simplesmente por desconhecerem como tirar o melhor delas.

Com o objetivo de orientar professores e educadores e garantir resultados positivos com a tecnologia no meio pedagógico, a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) formulou um guia online, de acesso gratuito, com 13 convincentes motivos para adotar a tecnologia móvel como linha auxiliar na sala de aula.

Durante o guia, a Unesco diz acreditar que os celulares podem expandir e enriquecer as oportunidades de aprendizado em diferentes cenários, visto que várias experiências evidenciam que, assim como tablets, celulares estão favorecendo as habilidades cognitivas de educadores e alunos ao redor do mundo.

A Unesco consultou experts em políticas de uso em mais de vinte países, e afirma que o guia pode ser usado e adaptado para as mais variadas instituições de ensino, como escolas, universidades públicas e privadas e cursos técnicos, além de colônias de férias pedagógicas. Além disso, a organização ratifica a importância de refletir sobre como adaptar as políticas de uso do guia para a realidade e o contexto de cada local.

Por fim, a Unesco acredita que não usar (ou subutilizar) tecnologias móveis na escola é desperdiçar potenciais oportunidades de enriquecimento educacional. Abaixo é possível conferir os 13 motivos presentes no guia Unesco de Políticas de Uso para Aprendizagem Móvel.

Os 13 bons motivos para usar tecnologia móvel na educação, segundo a Unesco:

1 – A tecnologia móvel favorece maior abrangência e igualdade na educação;

2 – Reaproxima da educação crianças que sofreram traumas em áreas de conflito ou desastres naturais;

3 – Auxilia alunos com deficiência, promovendo a inclusão social na sala de aula;

4 – Otimiza o tempo das aulas, o que aumenta o rendimento e a produtividade ao abranger mais conteúdo;

5 – Possibilita a mobilidade do aprendizado, uma vez que é possível acessar o conteúdo em qualquer hora e lugar;

6 – Constrói uma ponte de comunicação entre comunidades de ensino, onde é possível trocar dicas e experiências entre alunos e educadores mundo afora;

7 – Serve como suporte para embasar as aulas “in loco”;

8 – Liga a educação tradicional à educação moderna;

9 – Aprimora a comunicação interna na instituição, melhorando a vida dos gestores e administradores;

10 – Maximiza o custo-benefício do material educacional;

11 – Contribui para uma educação contínua, deixando o conteúdo sempre fresco na memória do aluno, visto que é possível acessar o que foi aprendido além das salas de aula;

12 – Favorece a personalização dos conteúdos aprendidos;

13 – Possibilita feedbacks e avaliações imediatas.

Aplicativo gratuito ajuda professores em sala de aula

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Pensar num mundo sem tecnologia atualmente é quase uma loucura, então, por que não incluí-la mais ativamente nas salas de aula? É esse o objetivo de um grupo de alunos do mestrado em Educação da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Presidente Prudente, que desenvolveram o “Metaplicativo”, que é um aplicativo que ensina os professores a aproveitar a tecnologia dos dispositivos móveis em favor do aprendizado dos seus alunos.

Disponível para download a novidade é totalmente gratuita e vem de encontro ao que a “geração digital”, formada pelos alunos de hoje, precisa para estar mais sintonizada com os estudos.

Através do aplicativo, é possível trocar experiências com outros professores, ler textos e escutar áudios sobre o tema e ainda fazer um “App” com os alunos. A ferramenta apresenta os seguintes tópicos: “Acesse os áudios”, “Mobilidade na educação”, “Como usar a mobilidade”, “Relatos de experiência”, “Textos para leitura” e “Faça seu APP”.

O app reúne um conteúdo instrutivo sobre a importância da tecnologia móvel na sala de aula, com links, textos e áudios explicativos. Além disso, a plataforma tem tutoriais. Entre eles, há um que ensina o professor a criar vídeos com a técnica stop motion, usando fotos tiradas pelo celular e um programa de edição gratuito para computadores com sistema Windows. Um outro guia ensina professores a criar aplicativos de forma simples e gratuita.

O software está disponível gratuitamente para dispositivos Android, Apple, Windows Phone e Firefox.

 

Como usar o cinema em sala de aula?

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O cinema é uma arma muito forte. Através deles é possível conhecer mais sobre vários assuntos, inclusive alguns aprendidos dentro de sala de aula. Alguns professores já viram o potencial do cinema e estão usando esse recurso para melhorar o atendimento dos alunos em algumas disciplinas.
Através dos filmes é possível fazer os alunos aprenderem além dos livros, fazer com que eles vivenciem as matérias de forma mais direta e além de ser de fácil entendimento para todos. Você pode usar filmes como um complemento ao material didático convencional. Veja abaixo algumas dicas bem legais para você usar o cinema em sala de aula de forma motivadora e tirar o melhor dos seus alunos nas mais diferentes disciplinas.
Faça o planejamento da atividade: Antes de exibir um filme para os alunos, é necessário realizar um planejamento. Escolha uma obra que seja de acordo com a idade e a série dos alunos. Você ainda pode preparar uma aula introdutória para que a classe consiga ter uma compreensão maior sobre o contexto do filme.

O tempo da aula deve ser levado em conta durante a escolha do filme: O filme precisa estar de acordo com o horário da aula. Em muitos casos, os curtas podem ser uma boa alternativa, mas os longas também podem ser exibidos desde que se tenha um planejamento adequado. Inclusive, alguns filmes têm conteúdos interdisciplinares que podem ser trabalhados durante diferentes aulas. Mas se o tempo não for suficiente, divida o conteúdo em duas aulas ou exiba apenas alguns trechos. Mas preste atenção: alguns filmes podem ser cortados, outros não. Em histórias que envolvem suspense, por exemplo, uma quebra pode ser prejudicial.

A exibição deve ser acompanhada de um debate: Após exibir o filme, uma boa sugestão é fazer uma discussão sobre a obra com os alunos. Essa discussão é essencial para a construção do conhecimento dos alunos acerca do tema. Se não sobrar tempo para realizar esse debate, o educador pode levantar algumas questões de reflexão e retomar o conteúdo na próxima aula. O debate pode ir além do tema proposto no filme e estabelecer relações com as matérias trabalhadas em sala de aula. Além disso, também é possível usar a obra para fazer uma discussão sobre a própria linguagem audiovisual, observando a estrutura narrativa, construção do roteiro, cenas e planos de filmagem.

As obras audiovisuais podem proporcionar releituras: Você pode propor trabalhos relacionados as artes plásticas com seus alunos, baseado no filme que eles assistiram. Além disso, você pode propor que os alunos façam uma peça de teatro inspirada no filme ou ainda, uma releitura em forma de curta metragem.

A escolha dos filmes deve levar em conta a classificação indicativa: Antes de exibir um filme, os professores devem olhar a classificação indicativa e observar se o conteúdo está adequado para a faixa etária dos seus alunos. Caso os pais façam alguma reclamação sobre o filme, o professor tem  como afirmar que usou os parâmetros de classificação etária do Ministério da Justiça.

As atividades não devem adquirir o peso de uma obrigação: As atividades propostas pelos professores não devem criar nos alunos experiências traumáticas com os filmes. Em nenhum momento a atividade deve adquirir o peso de uma obrigação. Se assistir ao filme se tornar uma tarefa chata o aluno irá perder todo o interesse. Quando o professor pede uma redação sobre a mensagem do filme, por exemplo, ele acaba limitando o aluno de dar a sua opinião e o seu ponto de vista sobre a obra, pois isso passa uma ideia de que só existe uma resposta correta. Cada aluno irá ver o filme de uma forma diferente e é isso que deve ser explorado.

As sessões de cinema também podem ser realizadas fora do horário de aula: Que tal organizar sessões de cinema como um cineclube na escola? Esses projetos ajudam a criar um ambiente de diálogo que incentiva o interesse dos alunos. Eles podem selecionar diversas obras para exibições e discussões dentro da escola. Esses projetos também podem ser abertos para toda a comunidade, integrando pais e moradores locais.

 

Alunos que “colocam a mão na massa” aprendem 30% mais

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O que os professores e educadores já desconfiavam agora foi confirmado por pesquisas. As crianças que colocam a mão na massa na hora de aprenderem aprendem muito mais do que aquelas que não participam do processo.

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, avaliou vários alunos e chegou à conclusão de que os alunos que aprendem testando e colocando seus conhecimentos à prova aprendem mais e de uma forma mais eficiente.

Essa pesquisa mostra que o educador precisa ir além do ensino lousa e livro. Mais do que apenas dar tema de casa, trabalhos e provas é preciso pensar além, fazer com que os alunos sejam inquietos e queiram sempre testar seus conhecimentos na prática.

Sabemos que muitas escolas não possuem recursos para uma aula mais tecnológica, mas é possível fazer pequenas coisas que podem abrir as mente dos estudantes. Por exemplo: que tal visitar um parque para ensinar os pequenos biologia? Ou ainda, fazer pequenas experiências para ensinar física e química? Visitar uma biblioteca diferente, apresentar novos autores pode ser um ótimo incentivo para as aulas de Língua Portuguesa. E mais: o uso do Google Maps para ensinar Geografia e História. As ideias são muitas. Vamos coloca-las em prática?

Florianópolis se destaca com bom uso de tecnologia em sala de aula

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Florianópolis tem lindas praias e muitas pessoas buscam qualidade de vida quando procuram a ilha para morar. Mas a cidade também é reconhecida pelo seu ensino. Recentemente a capital catarinense conquistou a primeira colocação em Educação no levantamento de Cidades Inteligentes do país, com população de 100 mil a 500 mil pessoas. O ranking, realizado pela consultoria Urban Systems para a revista Exame, destaca a Prova Floripa como uma das ferramentas de sucesso na administração municipal.

A avaliação é aplicada anualmente para verificar o aprendizado no ensino fundamental e permite a comparação do desempenho dos alunos na rede. Além da qualidade de vida da cidade, o prêmio é o resultado do elevado grau de formação dos profissionais, tecnologia e renda. Além disso, a prefeitura investe muito na informatização das escolas, o que foi determinante para o resultado.

O Ranking Geral de Cidades Inteligentes e Conectadas avaliou 700 municípios para apontar os 50 mais desenvolvidos em nove áreas: mobilidade, urbanismo, meio ambiente, energia, saúde, segurança, educação, empreendedorismo, tecnologia e inovação.

Os motivos que fazem de Florianópolis uma cidade que investe em tecnologia nas escolas:

– Matrícula online: Dá informações mais precisas sobre a realidade dos alunos e pais;
– Lousa digital: Aulas interativas com acesso à internet;
– Capacitação: Professores da rede municipal recebem cursos permanentes de novas tecnologias e como usá-las em sala de aula;
– Prova Floripa: Desde 2009 é feita anualmente com alunos do 1º ao 9º ano. A prova identifica as principais dificuldades em sala de aula.
Fonte: Diário Catarinense

Entenda por que usar o Twitter na sala de aula pode ajudar no ensino dos seus alunos

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Embora as novas tecnologias e a internet já façam parte da sala de aula do século XXI, alguns professores ainda se sentem inseguros em inseri-las nas suas turmas para tentar propor atividades inovadoras, que saiam dos exercícios presentes nos livros didáticos. No entanto, tanto os aparelhos quanto a rede podem ser ferramentas com potencial educativo, uma vez que você pode usá-las para desenvolver um processo de aprendizado mais ativo, em que os próprios estudantes são responsáveis pela construção dos conceitos da sua disciplina.

O Twitter, por exemplo, pode ser uma ótima ferramenta para ser usada em sala de aula. A rede social, que existe desde 2007, é ultra rápida e por lá é possível se informar sobre praticamente tudo, em tempo real, inclusive com fotos e vídeos. Mas como o Twitter pode ajudar a ensinar os seus alunos? Vamos a algumas dicas:

– Diferentemente do que muitas pessoas costumam pensar, esta não é uma rede social em que você somente posta pequenos relatos sobre o seu dia. Na verdade, este tem sido um modo interessante de se informar sobre os últimos acontecimentos do Brasil e do Mundo.
– Basta lembrar que a notícia do ataque que causou a morte de Osama Bin Laden foi narrada, pela primeira vez, no Twitter ou ainda que ele serviu durante a Primavera Árabe como uma das grandes plataformas de organização social.

– Faça com que seus alunos questionem as informações que leem, afinal, nem tudo que está no Twitter é de fonte confiável. Essa rede social é apenas um meio de ter acesso a novos conteúdos que estão disponíveis para os usuários da internet, mas que exigem uma leitura mais aprofundada como os jornais e o próprio livro didático.

– Se você tiver uma página para o curso no Twitter, por exemplo, você pode compilar seus tweets usando hashtags para identificar a matéria, de modo a facilitar a navegação dos alunos. A partir dos seus compartilhamentos, os estudantes poderão desenvolver tanto um processo de aprendizado passivo, isto é, a leitura e assimilação dos conteúdos, quanto interagir com o que você postou, acrescentando informações ou tirando dúvidas.

– Abuse das hashtags. Usando uma, que esteja relacionada com o conteúdo aprendido em sala de aula, o estudante pode debater o assunto não somente com seus colegas, mas também com outros jovens que também estão aprendendo aqueles conceitos e temas. Assim, cria-se a possibilidade do aprendizado colaborativo, extrapolando as limitações físicas da sala de aula.

Em resumo, o Twitter pode ser adequado ao ambiente escolar, basta seus usuários utilizarem para o fim que acharem mais conveniente, como qualquer rede social ou dispositivo eletrônico. Por isso, não tenha medo de propor uma atividade diferente. Veja se sua escola tem uma conexão boa com a internet e se todos os alunos têm acesso a aparelhos celulares ou computadores e faça uma experiência. Pode ser interessante para você e seus alunos saírem do formato mais tradicional de ensino.

Fonte: Universia

92% dos professores veem como positiva a inclusão de tecnologia na sala de aula

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Disponibilizar materiais didáticos digitais de qualidade é visto como algo bom por 92% dos professores – mesmo percentual que acha positiva a capacitação profissional para a aplicação dessas tecnologias em sala de aula.

O número é resultado de uma pesquisa inédita da Fundação Lemann em parceria com a Instituto Paulo Montenegro e o Ibope Inteligência: os professores, em sua maioria, consideram positivas as avaliações externas e defendem a formação para melhorar o trabalho em sala de aula.

O levantamento, feito entre profissionais de escolas públicas, mostra também que 80% dos professores acreditam que ter formação específica para orientar o trabalho a partir das avaliações externas influencia positivamente a educação em escolas públicas. Para 66% dos professores, saber o que é esperado que os alunos aprendam a cada ano facilita o trabalho do professor.

— Professor é uma profissão que foi escolhida, geralmente se faz licenciatura sabendo que se quer ser professor — diz o coordenador de projetos da Fundação Lemann, Ernesto Faria. — Um ponto é garantir condições de trabalho para que o professor não perca essa expectativa. Se o professor não vê retorno, pode se desmotivar, pode deixar de ter essa gana de fazer o aluno aprender — acrescenta.

A pesquisa Conselho de Classe – A Visão dos Professores sobre a Educação no Brasil foi feita com profissionais do ensino fundamental de escolas públicas. Foram feitas mil entrevistas, em 50 municípios das cinco regiões brasileiras, entre os dias 19 de junho e 14 de outubro de 2014. A margem de erro é 3 pontos percentuais, e o nível de confiança, 95%.

Fonte: Agência Brasil

Fonte: www.terra.com.br

Ex-faxineira, professora de História inova na rede pública

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Em Belo Horizonte a professora Luana Tolentino é conhecida por “dar aula de um jeito diferente” através de intercâmbios com outros estudantes, além de encorajar seus alunos e acreditar que a educação precisa ser um trampolim na vida dos estudantes.

A história da professora é de superação. Nascida em uma família humilde, Luana teve que suar a camisa para conseguir estudar e se tornar professora da rede pública mineira. A família tinha dificuldades financeiras e os brinquedos eram raros na infância. Mas ela lembra que um dos presentes que mais gostou de ganhar do pai foi um dicionário. Todos os dias quando acordava, a futura professora abriria o grosso livro aleatoriamente para descobrir uma palavra nova.

Luana começou a trabalhar cedo para ajudar em casa. Aos 13 anos era babá, aos 15 passou a trabalhar como empregada doméstica e afirma que foi uma fase muito dolorosa e de muita humilhação. As dificuldades cresciam, mas a vontade de voltar aos estudos só aumentava. Ela acreditava que o conhecimento poderia salvar a sua vida e lhe dar uma melhor.

Aos 18 prestou vestibular para História e passou. Ser professora é a realização de um sonho. Luana conta que se sente realizada ensinando e que estar em sala de aula é sempre uma experiência maravilhosa. Para pagar a faculdade, Luana fazia faxinas.

Quando lecionava para as turmas do 7º ao 9º ano do fundamental, na escola estadual Alizon Themóter Costa, Luana era conhecida como “a professora que dá aula de um jeito diferente”. Isso porque ela planejava atividades inovadoras e que envolviam os alunos. Ela explica que se preocupa com a trajetória individual de cada aluno e pensa que o seu papel é organizar o processo de ensino e dar espaço para aprender com os estudantes.

Um dos projetos do qual se orgulha aconteceu no ano passado, quando ela conseguiu fazer uma troca de cartas entre os seus alunos e os de uma escola de Moçambique. “Consegui que a embaixada moçambicana enviasse as cartas, já que o sistema dos correios de lá é extremamente precário. O cônsul de Moçambique foi até a nossa escola. Os alunos amaram!” Ela também promoveu um contato presencial entre seus alunos e estudantes africanos. “Organizei um jogo entre os meus alunos e africanos que estudam na UFMG. Foi um acontecimento. Eles ficaram extasiados.”

Luana também fez uma atividade inspirada na experiência de uma educadora norte-americana. Perguntou a alguns de seus alunos o que eles gostariam que a professora soubesse. Entre elogios à professora e preocupações com a dificuldade em sala de aula, sonhos e histórias familiares de alegria e outras de violência. “As respostas só reforçam a minha crença de que é necessário repensar a escola e propor algo que vá além do modelo vigente, que desconsidera os saberes, as habilidades e a trajetória de cada estudante”.

Propor novas atividades e estar atenta à história de cada aluno demanda mais esforço do que seguir a cartilha das aulas tradicionais. Mas Luana acredita que vale a pena quando vê a diferença no aprendizado dos alunos e a possibilidade de mudar vidas, assim como a sua mudou. “O engajamento, a luta pela educação, o respeito pelos meus alunos: acho que tudo isso foi sendo construído ainda na minha infância”, afirma.

Fonte: www.terra.com.br

 

Uso do QR Code na sala de aula. Confira essa inovação!

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Você já ouviu falar de QR Code? Essa tecnologia é recente mas está sendo explorada muito em serviços, produtos e outras facilidades da vida moderna. O código pode ser lido por celulares, tablets e computadores através de sua câmera. Esse código nos leva a um site da internet onde pode-se visualizar fotos, vídeos ou mesmo imagens em realidade aumentada. Lá no Colégio Marista Pio XII, em Novo Hamburgo, a tecnologia foi usada em sala de aula, com os alunos da Educação Infantil.

Eles exploraram um pouco mais o mundo dos animais rastejantes. Por sinal, o tema foi escolhido pelas próprias crianças. A atividade contou com fotos de centopeias, retiradas do Google. Depois, com a ajuda da Lousa Eletrônica, as crianças puderam brincar de Verdadeiro ou Falso para conhecer melhor curiosidades desse animal tão diferente. A atividade contou ainda com vídeos sobre centopeias, mostrando como é sua alimentação e seu jeito de andar. Os professores ainda mostraram imagens de centopeias gigantes carnívoras. Todos trouxeram smartphones e tablets de cada para a atividade. Os QR Codes foram distribuídos pelo pátio da escola, o que deixou a atividade ainda mais divertida.

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Em um segundo momento, os estudantes foram convidados a criar seus próprios QR Codes. No laboratório de Tecnologias Educacionais, os alunos utilizaram o site www.invertexto.com/qrcode e cada estudante inseriu o link para uma página web que levava a um jogo chamado Ariê. Todos tiveram seus QR Codes impressos, testados e puderam levá-los para casa junto a uma coletânea de outros Codes com links para suas atividades realizadas na escola.

Através desta atividades foi possível ter contato com um material riquíssimo disponibilizado na internet e facilmente acessado por crianças de 4 e 5 anos de idade. Além de terem aprendido essa nova maneira de acessar sites e conteúdos da web, os estudantes puderam pesquisar ainda mais sobre o tema escolhido.

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Tá aí um exemplo de como a Educação 3.0 pode agregar ainda mais valor ao aprendizado. E o Colégio Marista Pio XII, junto a toda a Rede Marista, atento a esta nova realidade, estimula continuamente a criatividade de seus estudantes através do trabalho colaborativo e do uso de ferramentas modernas e divertidas, como a lousa interativa ou mesmo os próprios smartphones trazidos de casa, gerando aprendizados significativos e duradouros desde a Educação Infantil.

E você, também tem uma história legal para nos contar sobre o uso da tecnologia em sala de aula. Mande seu relato através do nosso formulário clicando aqui!