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Categoria -Inovação

Um kit criado para inspirar

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Quem é professor, sabe: o dia a dia é corrido e, muitas vezes, o tempo para atualização profissional se torna escasso. Pensando nisso, as educadoras Fabiane Vitiello e Telma Ferreira idealizaram a Diálogos Embalados, que são kits educacionais enviados para a casa de assinantes. A ideia é uma evolução do trabalho que vem sendo desenvolvido pela empresa Diálogos, desde 2009, quando começaram a levar grupos de professoras brasileiras para visitas em escolas com metodologias inovadoras ao redor do mundo.

O projeto evoluiu para a Diálogos Viagens Pedagógicas, que passou a oferecer também formações profissionais a cada 15 dias, em São Paulo, nas quais educadoras se reúnem com um novo profissional de educação, que compartilha experiências bem sucedidas de inovação. A assinatura Diálogos Embalados foi criada afim de suprir uma demanda de professores que não podem comparecer aos encontros presencialmente. Estes educadores recebem, então, kits educacionais que são compostos por um livro sobre um tema relacionado à educação infantil e às séries iniciais do ensino fundamental 1, por uma carta do autor do livro enviado, por material da Diálogos (como um caderno ou um bloco de anotações) e, também, por um benefício extra, como vouchers de descontos em livros.

A escolha dos livros, segundo Fabiane, leva em conta vários fatores, como a acessibilidade do escritor e a abordagem de vários eixos do dia a dia das professoras. Na primeira remessa de envio, educadores receberam o livro “Linguagens e culturas infantis”, da pesquisadora Adriana Friedmann, especialista em primeira infância. O pacote ainda incluía um voucher de 50% de desconto em outro livro, assim como um CD de cantigas populares para as 50 primeiras que assinaram o kit.
A ideia da Diálogos Embalados, de impactar a formação das professoras assinantes, de forma prazerosa e acessível, tem tido retorno positivo. Conheça mais sobre todo o projeto, aqui.

Fontes: http://porvir.org/educadoras-criam-kit-educacional-para-ajudar-na-formacao-docente/

Programação que cria cidadãos

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Em países mais desenvolvidos, o ensino computacional e da programação já são realidade às crianças desde cedo, pois estas nações sabem da importância da inserção de ambos nos currículos das escolas. Aqui no Brasil, vemos um movimento cada vez maior pela tecnologia e um dos exemplos que trazemos hoje é da coordenadora pedagógica Cláudia Elizabeth Souza De Morais, da escola Algodão Doce, em Belo Horizonte/MG.

Após participar de algumas palestras, ela introduziu no currículo o ensino do pensamento computacional a partir do Maternal 3. Assim como nas aulas de música, artes ou educação física, a escola tem um horário semanal onde cada turma tem um contato maior com a tecnologia e também com os dispositivos programáveis.

Nos primeiros anos das crianças, é estimulada a criação do pensamento computacional. Essa competência é desenvolvida na interação dos alunos com o meio físico e social, tornando-os habilitados para participarem do mundo digital. A ideia é que trabalhem em duplas, com um tablet para que os dois utilizem e aprendam habilidades como trabalho em equipe, tolerância e empatia.

Aos alunos mais velhos, a partir dos sete anos de idade, é ensinado os princípios da programação. Nesse contato com a tecnologia, as crianças aprendem, além de conceitos matemáticos e de lógica, estratégias para resolução de problemas, elaboração de projetos e comunicação de ideias. Para tornar isso possível, são utilizados tablets, um robô programável, chamado Beebots, Kinect e outras ferramentas. Juntamente a estímulos adequados, o uso da tecnologia favoreceu o desenvolvimento cognitivo e motor das crianças.

Segundo Cláudia, ela e as professoras já perceberam uma maior autonomia das crianças. Os alunos conseguem levar adiante ações que tenham uma finalidade, como atividades e jogos, além de formularem questões mais elaboradas, trabalharem diante de um problema, desenvolverem estratégias, criarem ou mudarem regras de jogos, revisarem o que fizeram e discutir, entre pares, as diferentes propostas.

Fontes:
http://porvir.org/professora-trabalha-ensino-computacional-criancas-de-3-anos/

Tecnologia pra incentivar a leitura

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Incentivar o hábito pela leitura através do uso de meios tecnológicos. Essa é a ideia do Elefante Letrado, plataforma que começou suas atividades em 2015.

Como uma espécie de biblioteca digital e interativa, a Elefante Letrado tem cerca de 400 livros direcionados a crianças e jovens até o quinto ano do ensino fundamental. A curadoria destas obras é realizada por pedagogos e educadores, sempre levando em conta a faixa etária das crianças. Seu sistema é organizado com base em cinco níveis de proficiência em compreensão leitora, que possuem subníveis nomeados por letras de A a Z. Os livros não são apenas digitalizados, mas também ganham uma nova diagramação e também animação.

Ao acessá-la, o exercício da leitura vira um grande jogo: o estudante pode optar por escutar o livro, ler ou realizar uma das atividades pedagógicas, que pode ser um jogo de perguntas, jogo da memória, múltipla escolha e outras. Quando ele completa 75% dos livros e atividades disponíveis, o jovem tem acesso aos títulos do próximo nível. Em média, cada prateleira (como são chamadas a disponibilidade de livros por nível) tem 14 títulos.

A plataforma está em 27 escolas e atinge mais de 3.500 alunos, sendo parte fora do Brasil, em instituições onde o português é a segunda língua. E neste primeiro ano de existência, o Elefante Letrado começa a fazer pesquisas de avaliação e, no Brasil, percebe as dificuldades entre os educadores para o uso das tecnologias.

Apesar disso, existem exemplos como de uma escola que relatou que seus alunos de primeiro e segundo ano tinham lido 60 livros em dois meses.

Conheça mais da plataforma aqui.

Fonte:
http://porvir.org/plataforma-transforma-leitura-em-um-jogo-para-criancas/

Estudantes criam a “desimpressora”

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Já pensou na ideia de uma máquina que pudesse apagar o texto de uma folha e ainda assim deixá-lo reutilizável? Os alunos de uma escola municipal de Vila Velha, no Espírito Santo, não só pensaram na ideia como criaram uma máquina capaz de apagar texto e reutilizar papel.

Ela ainda é um protótipo que simula como será seu funcionamento, mas tem tudo pra dar certo. A experiência, criada por cinco alunos no laboratório de robótica da Escola Municipal Deputado Mikeil Chequer, é um dos 60 projetos desenvolvidos por mais de 300 alunos na V Feira de Ciências e Engenharia (Fecieng-ES).

A “desimpressora” foi criada com o objetivo de minimizar os danos ao meio ambiente causados pela produção de papéis. A retirada da impressão da folha será feita através de um reagente químico, deixando o papel reutilizável.

Fontes:
http://g1.globo.com/espirito-santo/educacao/noticia/2016/10/alunos-criam-maquina-para-apagar-texto-e-reutilizar-papel-no-es.html

Projeto busca o contato com a natureza para as crianças

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Não há mais como negar que a importância da tecnologia, no meio educacional, tem crescido a passos largos. Mas, em meio a isso, não podemos excluir a natureza do convívio das crianças. Pesquisas mostram que tem aumentado o percentual de jovens diagnosticados com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH, e muito do crescimento dessa estatística envolve a falta de atividades ao ar livre no cotidiano deles.

Para levar mais contato com o meio ambiente, a organização sem fins lucrativos Eden Trust, no Reino Unido, criou o projeto educacional Eden Project, ou Projeto Éden. Ele é um complexo localizado no condado de Cornwall (Cornuália), sudoeste da Inglaterra, e reúne espécies naturais de todo o mundo preservadas em estufas parecidas com grandes bolhas, que reproduzem biomas. Como em um jardim botânico, o espaço estimula os visitantes a se conscientizarem sobre a importância das plantas para a vida humana.

O projeto é bastante voltado para crianças e jovens, com atrações e programação especial para os pequenos, em seu espaço físico, e ainda possui material didático e treinamentos especiais para escolas e professores, entre muitos outros recursos. Seu foco é na sustentabilidade e na relação humana com a natureza, e segundo Sam Kendall, gerente de Educação do Eden, colocar as crianças hiperconectadas de hoje para aprender ao ar livre, fora do ambiente tradicional e fechado da sala de aula, não é algo excludente, mas sim complementar, em relação ao uso das tecnologias.

A ideia principal é tornar comum a prática das atividades ao ar livre, para que isso seja parte do que acontece na escola, através da criação de experiências fantásticas, atraentes, divertidas e poderosas.

Fonte:
http://porvir.org/projeto-britanico-aposta-contato-natureza-para-formar-cidadaos/

Ferramentas para facilitar a comunicação escola x família

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A agenda escolar pode ficar no passado como sendo uma forma de comunicação entre escolas e famílias. A tecnologia vem tomando seu lugar com muito mais eficiência e possibilidades, através de ferramentas que engajam pais ou responsáveis na educação dos filhos. Alguns exemplos, trouxemos hoje para vocês:

Pertoo

O Pertoo é um aplicativo que permite o compartilhamento de informações em tempo real, por mensagem de texto ou arquivos multimídia, e oferece canais de interação com diferentes públicos: professores, coordenadores e secretarias. Além disso, ele pode ser integrado com o sistema de gestão escolar e permite adaptações personalizadas no design da ferramenta.

Saiba mais: https://www.pertoo.com/

Remind

A ferramenta Remind permite que os usuários escolham como gostariam de receber notificações no seu telefone, e-mail ou computador, além de concentrar a comunicação escolar em um único lugar. Ele tem recursos para criação de grupos, facilitando a comunicação entre equipes participantes da associação de pais. Com a ferramenta, escolas e famílias podem programar lembretes e traduzir as mensagens para outros idiomas.

Saiba mais: https://www.remind.com/

ClassApp

Este aplicativo valoriza a privacidade das mensagens enviadas, além de organizar o fluxo de comunicação entre famílias e escolas. Ele também transmite mensagens aos familiares, permitindo que os pais se conectem diretamente com diferentes departamentos da escola. As escolas configuram a ferramenta para permitir que as mensagens sejam enviadas diretamente para os professores ou encaminhadas para o coordenador ou equipe específica.

Saiba mais: https://www.classapp.com.br/

Fontes:
http://porvir.org/8-ferramentas-para-facilitar-aproximacao-entre-familias-escolas/

Escolas Inovadoras (parte 2)

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Na postagem de hoje, continuamos os exemplos brasileiros de escolas que estão inovando na sua forma de ensinar. Saiba mais sobre a Escola Janela e também o Centro Educacional São Francisco:

Escola Janela

Localizada na Chapada dos Veadeiros, em Goiás, a Escola Janela tem como sua principal diretriz a valorizações das relações. Ela inovou ao fornecer um espaço onde os familiares tem papéis ativos, como na preparação da merenda, cuidando da limpeza ou fazendo consertos. Essa convivência é vista nos demais integrantes da escola, alunos, professores e gestores, justamente pela instituição compreender que o autoconhecimento é fundamental para que as crianças lidem bem com suas sensações e possam ter um bom relacionamento entre si.

A escola atende cerca de 40 estudantes nas etapas Educação Infantil e Fundamental I.

Centro Educacional São Francisco

No Centro Educacional São Francisco, localizado em Brasília, o trabalho educativo é desenvolvido considerando o tripé Educação Física, Artes e Projetos como orientador do projeto político pedagógico.

O foco principal é trabalhar a saúde, o senso crítico e as habilidades criativas e interdisciplinares dos 1800 estudantes que atende. Para isso, a instituição conta com aulas diferenciadas que levam em consideração o roteiro individual dos alunos, de acordo com as necessidades e preferências.

Os professores atuam como orientadores, estimulando o protagonismo e a autonomia dos estudantes para organização de seus estudos e na construção do conhecimento significativo. Com isso, disponibiliza recursos variados, como aulas expositivas dialogadas, videoaulas, projetos, oficinas e seminários.

Fontes:
http://porvir.org/educadores-centro-oeste-compartilham-experiencias-criativas/

Escolas Inovadoras (parte 1)

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Estamos vivendo um período de grandes mudanças, onde áreas das mais diversas estão em constante inovação para se adequar aos novos tempos. E a educação, por mais que tenha uma estrutura escolar ainda rígida, centralizadora e pautada em disciplinas, também possui exemplos de escolas que vem repensando suas práticas, e inserindo propostas mais alinhadas ao desejo dos estudantes e da comunidade escolar. São exemplos brasileiros como estes abaixo que tem mostrado que é possível fazer diferente e com resultado. Veja só:

Escola da Árvore

Localizada no Núcleo Rural Jerivá, Lago Norte, em Brasília, a Escola da Árvore busca entender a criança em sua unidade. Segundo a pedagoga e idealizadora do projeto, Letícia Araújo, cada criança que chega à escola requer atenção e um olhar, e isso é a solução para que a escola fique em movimento, sempre aberta para a diversidade.

A instituição atende 36 crianças, dos 7 meses aos 6 anos de idade e suas práticas educativas consideram elementos como a natureza, construindo um laço afetivo entre as crianças e o cerrado; o movimento, entendendo-o como mecanismo para autonomia e criatividade; e a diversidade em suas inúmeras expressões, como gênero, raça, social e cultural.

Escola Vila Verde

Na Escola Vila Verde, localizada no Alto do Paraíso, em Goiás, a atuação é parecida à da Escola da Árvore. A pedagogia de projetos surgiu como uma alternativa para que a escola pudesse dialogar com o desejo dos estudantes, respeitando a autonomia estudantil e incentivando o desenvolvimento da segurança e autoconfiança.

Sua metodologia parte de cinco inteligências: acolher, oferecer, estruturar, destruir a negatividade e liberar. A orientação é realizada por professores tutores que lecionam todas as disciplinas, sem fragmentação, método que entendem favorecer a aprendizagem coletiva e também a troca de saberes entre todos.

Fontes:
http://porvir.org/educadores-centro-oeste-compartilham-experiencias-criativas/

 

Incentivo à leitura através da tecnologia

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Como atrair as crianças e adolescentes para as bibliotecas é uma grande missão para muitos educadores. E é na Biblioteca Municipal Centenário, em Poços de Caldas/MG, que o projeto BiblioArte LAB tem mudado a dura realidade da pouca adesão por este público.

A ideia é utilizar a tecnologia para criar novas práticas de leitura e incentivar a formação de novos leitores, transformando a biblioteca pública em um espaço inovador, capaz de estimular a criatividade e o desenvolvimento de talentos por meio da cultura digital.

Percebendo que os jovens podem influenciar a leitura espontânea, ao compartilhar conteúdos multimídia sobre as obras que mais gostam, o projeto criou um espaço para que ocorram encontros com intuito de criarem suas próprias manifestações artísticas e culturais. As atividades realizadas são, por exemplo, publicações eletrônicas, produção de vídeos literários para canais na internet e também transformações de obras literárias em pequenas animações web e até memes.

Para trazerem os estudantes ao projeto, houve visitas nas escolas públicas da região. Estes encontros foram muito positivos e, com o passar do tempo, nem foram mais necessários, já que aconteceu grande adesão de alunos. E hoje eles são cerca de 40 jovens, que acabam sempre levando uma ou duas pessoas junto.

Os encontros e atividades do projeto acontecem em um laboratório de inovação e prática de leitura. Entre os itens disponíveis no espaço, estão projetores, computadores, notebooks, smartphones e uma lousa digital.

Os resultados positivos da iniciativa são imensos e entre eles estão participações em revistas, por exemplo, e todas as experiências do BiblioArte LAB tornaram a Biblioteca Municipal Centenário reconhecida entre as três iniciativas brasileiras selecionadas pelo Programa Ibero-americano de Bibliotecas Públicas – Iberbibliotecas, que seleciona projetos inovadores de acesso à leitura, inclusão social e qualificação da educação e do desenvolvimento.

O projeto é desenvolvido pela ONG Casa da Árvore, em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura da cidade.

Fontes:  http://porvir.org/cultura-digital-aproxima-jovens-de-biblioteca-publica/

Ferramentas para salvar trabalhos

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Manter os trabalhos dos alunos organizados é sempre uma tarefa importante para o decorrer do ano letivo. Essa tarefa costuma ser bastante cansativa, mas pode ser facilitada se você fotografar ou escanear o que foi feito, e ainda utilizar as ferramentas abaixo para armazenar as imagens:

Google Fotos
Acessível em diversas plataformas, nele é possível criar diversas pastas para organizar as fotos e vídeos, separando os trabalhos por escola, por turma e até por aluno. Você também pode compartilhar os seus arquivos, disponibilizando os trabalhos das crianças para os pais, por exemplo. E espaço é o que não vai faltar.

OneDrive
Possui as mesmas facilidades oferecidas pelo Google Fotos, porém o OneDrive também permite o armazenamento de outros tipos de arquivo, como documentos de texto, planilhas e apresentações de PowerPoint. O ponto ponto negativo fica por conta do limite do espaço gratuito de armazenamento: 5 GB.

Flickr
O Flickr, além de ser um álbum de fotos, também funciona como uma rede social para os amantes da fotografia. Além de armazenar, classificar, compartilhar fotos, é possível buscar imagens, participar de grupos e fazer novos amigos. A plataforma também possibilita o upload de vídeos e disponibiliza, gratuitamente, o espaço de 1 terabyte (TB) para armazenamento.

Dropbox
A grande vantagem do Dropbox é que, ao contrário de seus concorrentes, ele pode ser instalado em múltiplos sistemas operacionais: Windows, Mac e Linux, além de iOS, Android, BlackBerry, Kindle Fire e Windows Phone. Assim como nas demais plataformas, é possível criar pastas e compartilhá-las com outros usuários. Ele também permite o armazenamento de qualquer tipo de arquivo, incluindo vídeos, áudios, planilhas e documentos de texto. A ferramenta só fica atrás quando o assunto é espaço: são apenas 2 GB disponíveis gratuitamente.

Fontes:
http://novaescola.org.br/conteudo/517/blog-tecnologia-ferramentas-para-organizar-o-portfolio-dos-alunos