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Categoria -Inovação

Educação na atualidade

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Na educação, assim como em outras áreas de trabalho, é sempre importante manter-se atualizado. E isso não passa somente aos adereços tecnológicos, mas também às novidades em metodologias. Confira algumas dicas para estar sempre se atualizando:

Hora de trocar figurinhas

Por mais que o professor lide constantemente com outras pessoas, muitas vezes o profissional acaba tomando um rumo solitário dentro do local de trabalho, deixando de interagir com outros professores. Essa troca de experiências é muito importante, além de também criar uma rede de contatos.

Uma ideia na cabeça e um tablet na mão

Tentar fugir da tecnologia não adianta. Ela é cada vez mais presente na educação e é fundamental que o educador saiba como utilizá-la e entenda como ela funciona. Os estudantes atuais já não nasceram inseridos em uma década tecnológica e é preciso fazer dela um meio para se manter atualizado.

Não, senhor.

Parece fácil, mas só parece. Saber dizer “não” é uma dificuldade enfrentada por muitas pessoas – e não é diferente no meio educacional. Por mais que você queira ajudar seus alunos, não é possível abraçar o mundo. Não se comprometa com mais do que você pode atender. Aulas extras, aconselhamentos, cursos… Todos são ótimos, mas dentro do possível. Assim como qualquer profissional, o educador precisa de um tempo desligado do trabalho. Esteja conectado, sim, mas saiba a hora de dar uma pausa.

Fontes:
http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2016/11/23/1146462/educacao-atualidade-habilidades-novos-educadores-precisam.html

Aproximando escola e pais através da tecnologia

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A tecnologia tem aproximado escolas e pais e facilitado a troca de informações momentâneas. Aplicativos tem feito este trabalho com êxito e mostram como a inovação traz vantagens para a educação.

É o caso da escola Luz da Vida, que aboliu a tradicional agenda pelo aplicativo Agenda Kids, que permite aos pais acompanhar o desenvolvimento escolar dos filhos. Através dele, os pais recebem um resumo diário sobre o cotidiano da criança na escola, com informações sobre como a criança alimentou-se (recusou, menos da metade, metade, mais da metade, tudo, repetiu), se dormiu e por quanto tempo, se evacuou e a característica (sólido, líquido, pastoso), quantidade de fraldas trocadas no dia e quantos banhos precisou tomar.

Já no colégio Anglo, o investimento em tecnologia tem sido feito voltado à educação de alunos dos ensinos fundamental e médio. Isso está ocorrendo através da implantação do pacote de ferramentas digitais G Suite For Education, do Google. Um dos aplicativos implantados é o Google Classroom. Com ele, o professor otimiza o tempo, ao planejar aulas, além de criar e receber tarefas por meio da plataforma, que pode ser acessada pelos alunos.

Também faz parte do pacote de ferramentas o Google Expeditions, aplicativo de realidade virtual que permite ao professor conduzir o estudante por 120 lugares diferentes, em uma experiência imersiva. O aluno ganha um par de óculos de papelão (conhecido como Cardboard), onde é colocado o smartphone, e através do tablet o professor pode conduzir os alunos por diferentes cenários.

Fontes:
http://www.diariodaregiao.com.br/blogs/diariotec/escolas-investem-em-apps-para-se-aproximar-de-pais-e-alunos-1.651123

Mostratec 2016 (parte 2)

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Como mostramos há algumas semanas na postagem “Mostratec 2016 (parte 1)” (clique aqui para ver), a feira de ciência e tecnologia realizada anualmente pela Fundação Liberato Salzano Vieira da Cunha, na cidade de Novo Hamburgo/RS, trouxe diversas inovações em aplicativos. Hoje, trazemos mais alguns exemplos do que foi mostrado por lá esse ano.

Para facilitar a vida de refugiados, que, de acordo com o Comitê Nacional para Refugiados (CONARE) já são quase nove mil, a estudante Alana de Souza, de 18 anos, criou uma plataforma. Nomeada de Comigre, a intenção dela é auxiliar a integração de migrantes e refugiados com a sociedade brasileiro, concentrando diversas informações relevantes para essa população.

Na plataforma é possível identificar os procedimentos para acesso a documentos e direitos; conhecer cursos profissionalizantes e aulas de língua portuguesa; ter acesso a vagas de emprego; visualizar acomodações disponíveis e divulgação de eventos.

Outro tema muito importante levantado na Mostratec 2016, foi a comunidade de Paraisópolis, segunda maior favela de São Paulo. Moradora da localidade, a estudante Érica Araújo, 15, investigou como acontecia o desenvolvimento de crianças de seis meses a três anos, no local.

Para isso, ela mapeou as creches públicas, privadas e também mães crecheiras para chegar à estimativa de que, aproximadamente 2700 crianças de Paraisópolis, estão fora de qualquer instituição de ensino.

No estudo, foi levantado que os equipamentos públicos são melhores avaliados pela comunidade local. Nele foi apresentado que 71% das crianças cuidadas por mães crecheiras não atingem o desenvolvimento desejado. Já as creches particulares abrigam professores sem formação e misturam crianças de idades diferentes.

Fontes:
http://porvir.org/estudantes-usam-ciencias-da-computacao-para-valorizar-transformar-sua-comunidade/

Talvez os robôs não sejam tão ameaçadores assim…

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Vários e vários são os exemplos de como a tecnologia vem tomando conta do ambiente escolar. E os efeitos desta mudança são vistos a cada dia, através de softwares e ferramentas que possibilitam ver aulas de qualquer lugar, por exemplo.

O VGo, robô com câmera e acesso à internet, é um exemplo dos benefícios da tecnologia. Se um aluno não pode comparecer à sala, o robô faz a transmissão, em tempo real, com controle total pela própria criança. E o caminho inverso também é feito, mostrando à classe quem está controlando, possibilitando uma troca similar ao que o usuário teria se estivesse no local.

Outro robô está sendo utilizado para ajudar crianças com autismo: o NAO, conhecido por dançar e até aparecer em videoclipes, é um exemplo disso. Para um autista, a comunicação com outras pessoas pode ser difícil e intimidante, e o dispositivo é uma forma de ajudar estas pessoas a interagir, ensinando o que determinadas expressões significam. Estudos mostram que crianças pequenas, que trabalharam com o robô aprenderam, entre outras coisas, a identificar diferentes tipos de animais e desenvolveram significativamente suas habilidades sociais.

Fontes:
http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2016/11/23/1146461/tecnologia-educacao-robos-usados-sala-aula.html#

Até a culinária pode ensinar inglês

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É inquestionável a importância do aprendizado da língua inglesa no século XXI. Em um mundo cada vez mais globalizado, o idioma é universal. Para crianças, o processo de conhecimento de inglês, muitas vezes, é penoso. Buscando criar uma forma mais divertida e “leve” de ensiná-lo, a professora Ana Lucia Arruda inverteu a lógica do ensino.

Durante 10 anos, Ana trabalhou em escolas que utilizavam métodos tradicionais de ensino, com carteiras enfileiradas e muito uso de livros didáticos. Após um período vivendo nos EUA, ela decidiu fazer um curso de extensão sobre o método montessoriano de ensino. Neste momento, dá início também ao lecionamento de aulas de inglês e percebe que a Califórnia é um espaço onde há muitas misturas e famílias em trânsito. Somente 20% dos seus alunos eram americanos e a maioria eram de outros países, como Japão, China e Coréia do Sul. O problema se deu ao fato de que, entre professora e alunos, não havia uma língua em comum.

A partir disto, Ana começa a utilizar metodologias diferentes, ensinando inglês a partir de aulas de culinária e artes. Ao voltar ao Brasil, iniciou o projeto Let it Grow, utilizando as metodologias. Segundo ela, a ideia é esquecer a gramática e ensinar o inglês de forma mais prática.

As aulas englobam artes, culinária e robótica. Na aula de culinária, por exemplo, são feitas receitas básicas. Na sala, só se comunicam através do inglês, mesmo que os alunos sejam praticantes básicos. A receita é colocada no quadro e eles copiam. Quando Ana vai fazer a receita, todos os ingredientes estão à sua frente. Conforme vai lendo os procedimentos, ela mostra o que está usando. Os estudantes, divididos em grupos, vão acompanhando, cada um fazendo a sua receita e, dessa forma, conseguem relacionar que strawberry, por exemplo, é morango. No final, cada um leva sua produção para casa, junto com a receita copiada do quadro.

Já nas aulas de robótica, alunos de quatro e cinco anos começam a aprender o inglês através de vídeos e desenhos. Se, por exemplo, eles vão aprender sobre girafa, os dois métodos são utilizados. Depois, recebem um kit com peças de montar e instruções, como “first you have to get the yellow block” (traduzindo, “primeiro você deve pegar o bloco amarelo”). A partir disso, as crianças vão montando.

Segundo ela, os métodos que utiliza, são como o desenvolvimento humano: quando uma criança nasce, ela não aprende gramática no primeiro momento. Diferentemente disso, ela passa quatro, cinco anos da vida vivenciando o idioma e aprendendo de forma lúdica e prática. Somente depois deste período vai para a escola aprender a gramática e lapidar o que aprendeu até então.

Fontes:  http://porvir.org/professora-usa-culinaria-artes-robotica-nas-aulas-de-ingles/

Transforme o reforço escolar em um momento descontraído

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O reforço escolar é, muitas vezes, encarado como um suplício pelo aluno. Ou então, como um momento extremamente difícil, que causa tensão e ansiedade. Para modificar esta visão, trazemos algumas dicas de estratégias que podem ser adotadas por instituições e professores, e que trazem maior efetividade e resultado aos estudantes. Confira:

1) Transforme o reforço em uma jornada gamificada

A recuperação pode tornar-se um momento divertido e desafiantes através de jogos, vídeos, simuladores e outros recursos digitais. Na Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, por exemplo, o reforço escolar das disciplinas de português e matemática ocorre através de uma jornada virtual gamificada, chamada Aventuras Currículo+.
Com o auxílio de Professores Coordenadores de Núcleo Pedagógico (PCNP), as aulas e atividades foram transformadas em missões, transformando as recuperações em momentos divertidos.
2) Pense em atividades para os alunos colocarem a mão na massa

Robôs também podem auxiliar no processo tanto de aprendizagem, quanto de recuperação. É o que vem acontecendo em escolas municipais de Santa Luzia do Itanhy/SE, onde robôs desenvolvidos pelo IPTI (Instituto de Pesquisas em Tecnologia e Inovação) ajudam os alunos a aprenderem brincando e utilizando o raciocínio lógico durantes as atividades.
3) Invista em estratégias personalizadas que respeitam o ritmo de cada aluno

Compreender que os alunos possuem interesses, talentos e ritmos de aprendizagem diferentes é fundamental na elaboração de atividades de reforço escolar. Elabore atividade que respeitem os percursos, dificuldades e modos de aprender, como ocorre na sala de aula da professora Alison Elizondo, do 4º ano da escola pública Burnett Elementary, na Califórnia, Estados Unidos. Lá, ela divide os alunos em diferentes estações de trabalho.
Outra forma forma de trabalhar é com plataformas que sugerem atividades diferentes para cada aluno, de acordo com as suas necessidades. É o que ocorre na Escola Municipal de Ensino Fundamental Halim Abissamra, em Ferraz de Vasconcelos/SP, que utiliza a plataforma Khan Academy. Ela permite que os alunos assistam a videoaulas, realizem exercícios e completem desafios dentro do seu próprio ritmo.

Fontes:
http://porvir.org/5-dicas-para-inovar-reforco-escolar/

Utilização da tecnologia em sala de aula precisa de cuidados importantes

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Para que a tecnologia seja útil em sala de aula, Lars Janér, diretor para a América Latina da Instructure (empresa de tecnologia de software na nuvem para ensino e aprendizagem) aponta 4 regras básicas para o seu uso na educação:

1) Priorize os desafios que deseja superar
Antes de a instituição adquirir qualquer solução, as escolas precisam identificar os problemas que desejam resolver por meio da tecnologia.

Por exemplo: escolher uma tecnologia que acelere o processo de correção de trabalhos ou ajude a criar relatórios sobre a jornada de aprendizagem dos alunos, são maneiras de utilizar a tecnologia a favor do ensino.
Ou, então, se o desafio for manter os alunos interessados às aulas, o ideal é buscar tecnologia que entregue o conteúdo de forma atraente. Exemplos: vídeos, conversas em tempo real ou jogos.

2) Trabalhe de baixo para cima
A aquisição de novas tecnologias deve envolver diretamente os professores, e não somente gestores ou líderes acadêmicos. Isso se deve ao fato de que são os professores os usuários das inovações no dia a dia da sala de aula. A visão do educador sobre o que se passa na sala de aula é crucial.

3) Promova a integração dos pais
Para a adoção de novas tecnologias, é essencial o debate entre escola e responsáveis. Isso pode garantir que eles apoiem e defendam a aquisição, e também para que possam conhecer, até mesmo, plataformas de aprendizagem on-line, que permitem uma aproximação de pais e filhos.

4) A avaliação constante vai eliminar o desperdício
Existem muitas escolas que não fazem uma avaliação contínua sobre o retorno dos investimento, o que pode acabar levando à crença de que tecnologia é um desperdício de dinheiro. As escolas precisam avaliar suas decisões de compra de forma consistente, fixando objetivos e também indicadores de desempenho para se certificarem de que suas metas estão sendo alcançadas desde o início.

Fontes: http://www.segs.com.br/info-ti/41322-cinco-regras-de-ouro-para-o-uso-de-tecnologia-na-educacao.html

Uma escola de experiências

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O centro de educação infantil Ateliê Carambola, localizado em São Paulo/SP, tem como propostar ser para as crianças mais do que um lugar, mas sim um conceito, um espaço de experiências e construções de percursos criativos.

Lá, todo dia é um dia de experiências sensoriais. Estas vivências não demandam muitos recursos físicos ou financeiros, e ainda rendem ganhos significativos na apreensão de mundo das crianças. Um das coisas mais valorizadas pela escola, por exemplo, é o cuidado com o quintal e o espaço que ele ocupa não só no dia a dia das aulas, mas também no imaginário das crianças, como símbolo da vida ao livre e do “desemparedamento” que limita o espaço de ser dos alunos.

A ideia é que, automaticamente, a criança compreenda quais são os valores em voga naquele espaço privilegiado, e, a partir daí, ganhe novos instrumentos para ressignificar a cidade, o bairro e a sociedade em geral.

As experiências sensoriais são chamadas de “sessão”, que são as oportunidades e contextos de aprendizagem organizados pelos professores, em pequenos grupos de crianças, com objetivo de aprofundar a pesquisar sobre algum tema/projeto que esteja mobilizando estes alunos.

O professor tem, então, esse papel de apoiar os processos de aprendizagem das crianças, a partir de uma escuta atenta dos interesses dos pequenos.

Fontes:
https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/aprender/indicacao/na-escola-atelie-carambola-todo-dia-tem-experiencia-sensorial/

Parques Sonoros

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Segundo Giovanni Sedioli, estudioso do mundo da educação, a criança pequena desenvolve sua identidade como pessoa através do corpo e dos sons. E quando nos dedicamos à formação musical de bebês e crianças, percebemos a feliz semelhança entre a riqueza sonora que existe, as necessidades e possibilidades sonoras deles.

Um projeto realizado desde 2014 é voltado pensando nisto. Nas Unidades de Educação Infantil da Rede Municipal de Ensino de São Paulo foi implementado o “Parques Sonoros”, que abrange 30 escolas infantis e creches da cidade.

De uma maneira geral, os “Parques Sonoros” são espaços que proporcionam às crianças experiências sensoriais de exploração musical livre. O intuito é que o aluno seja protagonista da experiência, interaja com o espaço e objetos presentes nele, e use a sua imaginação para transformar os objetos em instrumentos.

Os “Parques Sonoros” podem ser compostos “cotidiáfonos”, termo criado pela educadora musical argentina Judith Akoschkycomo, para chamar os objetos sonoros presentes no dia a dia da criança.

Fontes: https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/aprender/indicacao/parques-sonoros-leve-mais-brincadeira-livre-com-musica-escola/

Mostratec 2016 (parte 1)

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A Mostratec, feira de ciência e tecnologia realizada anualmente pela Fundação Liberato Salzano Vieira da Cunha, na cidade de Novo Hamburgo/RS é considerada uma das maiores do segmento no Brasil, e tem por objetivo apresentar projetos de pesquisa científica e tecnológica em diversas áreas do conhecimento humano. E na Mostratec 2016, diversos estudantes mostraram importantes iniciativas que trazem benefícios às suas comunidades, de aproximação da população à história local e memórias que existem no espaço urbano.

Um dos participantes, o jovem mexicano Javier Salgado, de 18 anos, encontrou uma solução tecnológica para um fato que lhe incomodava: a população de sua cidade, Parral, tinha pouco conhecimento sobre a localidade e de seus mais de 300 monumentos históricos. Conforme ele, a situação se agravava pelo fato das placas indicativas colocadas pelo poder público estarem gastas pelo excesso de chuva e sol, ocasionando suas retiradas.

A solução encontrada por Javier foi a criação da plataforma “Parral Digital – Onde o Passado e o Futuro se Encontram”. O website reúne imagens e informações históricas de edificações e museus da cidade mexicana, além de uma mapa georeferencial e indicações gastronômicas. Além disso, desenvolveu uma versão especial da plataforma possível de ser visualizada em tablets e smartphones.

Para ele, esta é uma forma de manter viva a história de sua comunidade, e ainda aumentar o interesse por ela. Segundo Javier, em agosto o número de visitantes no site foi de 300 usuários e, em outubro, saltou para 926.

Outro projeto que visa o desbravamento de determinada localidade é o “Realidade Aumentada: Uma Janela para a História de Pelotas”. Utilizando, também, a tecnologia para incentivar a cultura local, a estudante Fernanda Angillo, de 17 anos, está desenvolvendo uma plataforma que reúne informações sobre as riquezas culturais e prédios histórias de Pelotas/RS, tanto para cidadão locais, como para turistas.

Sua ideia foi inspirada por famoso aplicativo que também utiliza realidade aumentada. Através da tecnologia ela pretende potencializar sua invenção, aliando o passado com o futuro para que as pessoas conheçam mais a sua própria história.

Fontes:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Mostratec

http://porvir.org/estudantes-usam-ciencias-da-computacao-para-valorizar-transformar-sua-comunidade/