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Categoria -Inovação

Utilização da tecnologia em sala de aula precisa de cuidados importantes

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Para que a tecnologia seja útil em sala de aula, Lars Janér, diretor para a América Latina da Instructure (empresa de tecnologia de software na nuvem para ensino e aprendizagem) aponta 4 regras básicas para o seu uso na educação:

1) Priorize os desafios que deseja superar
Antes de a instituição adquirir qualquer solução, as escolas precisam identificar os problemas que desejam resolver por meio da tecnologia.

Por exemplo: escolher uma tecnologia que acelere o processo de correção de trabalhos ou ajude a criar relatórios sobre a jornada de aprendizagem dos alunos, são maneiras de utilizar a tecnologia a favor do ensino.
Ou, então, se o desafio for manter os alunos interessados às aulas, o ideal é buscar tecnologia que entregue o conteúdo de forma atraente. Exemplos: vídeos, conversas em tempo real ou jogos.

2) Trabalhe de baixo para cima
A aquisição de novas tecnologias deve envolver diretamente os professores, e não somente gestores ou líderes acadêmicos. Isso se deve ao fato de que são os professores os usuários das inovações no dia a dia da sala de aula. A visão do educador sobre o que se passa na sala de aula é crucial.

3) Promova a integração dos pais
Para a adoção de novas tecnologias, é essencial o debate entre escola e responsáveis. Isso pode garantir que eles apoiem e defendam a aquisição, e também para que possam conhecer, até mesmo, plataformas de aprendizagem on-line, que permitem uma aproximação de pais e filhos.

4) A avaliação constante vai eliminar o desperdício
Existem muitas escolas que não fazem uma avaliação contínua sobre o retorno dos investimento, o que pode acabar levando à crença de que tecnologia é um desperdício de dinheiro. As escolas precisam avaliar suas decisões de compra de forma consistente, fixando objetivos e também indicadores de desempenho para se certificarem de que suas metas estão sendo alcançadas desde o início.

Fontes: http://www.segs.com.br/info-ti/41322-cinco-regras-de-ouro-para-o-uso-de-tecnologia-na-educacao.html

Uma escola de experiências

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O centro de educação infantil Ateliê Carambola, localizado em São Paulo/SP, tem como propostar ser para as crianças mais do que um lugar, mas sim um conceito, um espaço de experiências e construções de percursos criativos.

Lá, todo dia é um dia de experiências sensoriais. Estas vivências não demandam muitos recursos físicos ou financeiros, e ainda rendem ganhos significativos na apreensão de mundo das crianças. Um das coisas mais valorizadas pela escola, por exemplo, é o cuidado com o quintal e o espaço que ele ocupa não só no dia a dia das aulas, mas também no imaginário das crianças, como símbolo da vida ao livre e do “desemparedamento” que limita o espaço de ser dos alunos.

A ideia é que, automaticamente, a criança compreenda quais são os valores em voga naquele espaço privilegiado, e, a partir daí, ganhe novos instrumentos para ressignificar a cidade, o bairro e a sociedade em geral.

As experiências sensoriais são chamadas de “sessão”, que são as oportunidades e contextos de aprendizagem organizados pelos professores, em pequenos grupos de crianças, com objetivo de aprofundar a pesquisar sobre algum tema/projeto que esteja mobilizando estes alunos.

O professor tem, então, esse papel de apoiar os processos de aprendizagem das crianças, a partir de uma escuta atenta dos interesses dos pequenos.

Fontes:
https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/aprender/indicacao/na-escola-atelie-carambola-todo-dia-tem-experiencia-sensorial/

Parques Sonoros

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Segundo Giovanni Sedioli, estudioso do mundo da educação, a criança pequena desenvolve sua identidade como pessoa através do corpo e dos sons. E quando nos dedicamos à formação musical de bebês e crianças, percebemos a feliz semelhança entre a riqueza sonora que existe, as necessidades e possibilidades sonoras deles.

Um projeto realizado desde 2014 é voltado pensando nisto. Nas Unidades de Educação Infantil da Rede Municipal de Ensino de São Paulo foi implementado o “Parques Sonoros”, que abrange 30 escolas infantis e creches da cidade.

De uma maneira geral, os “Parques Sonoros” são espaços que proporcionam às crianças experiências sensoriais de exploração musical livre. O intuito é que o aluno seja protagonista da experiência, interaja com o espaço e objetos presentes nele, e use a sua imaginação para transformar os objetos em instrumentos.

Os “Parques Sonoros” podem ser compostos “cotidiáfonos”, termo criado pela educadora musical argentina Judith Akoschkycomo, para chamar os objetos sonoros presentes no dia a dia da criança.

Fontes: https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/aprender/indicacao/parques-sonoros-leve-mais-brincadeira-livre-com-musica-escola/

Mostratec 2016 (parte 1)

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A Mostratec, feira de ciência e tecnologia realizada anualmente pela Fundação Liberato Salzano Vieira da Cunha, na cidade de Novo Hamburgo/RS é considerada uma das maiores do segmento no Brasil, e tem por objetivo apresentar projetos de pesquisa científica e tecnológica em diversas áreas do conhecimento humano. E na Mostratec 2016, diversos estudantes mostraram importantes iniciativas que trazem benefícios às suas comunidades, de aproximação da população à história local e memórias que existem no espaço urbano.

Um dos participantes, o jovem mexicano Javier Salgado, de 18 anos, encontrou uma solução tecnológica para um fato que lhe incomodava: a população de sua cidade, Parral, tinha pouco conhecimento sobre a localidade e de seus mais de 300 monumentos históricos. Conforme ele, a situação se agravava pelo fato das placas indicativas colocadas pelo poder público estarem gastas pelo excesso de chuva e sol, ocasionando suas retiradas.

A solução encontrada por Javier foi a criação da plataforma “Parral Digital – Onde o Passado e o Futuro se Encontram”. O website reúne imagens e informações históricas de edificações e museus da cidade mexicana, além de uma mapa georeferencial e indicações gastronômicas. Além disso, desenvolveu uma versão especial da plataforma possível de ser visualizada em tablets e smartphones.

Para ele, esta é uma forma de manter viva a história de sua comunidade, e ainda aumentar o interesse por ela. Segundo Javier, em agosto o número de visitantes no site foi de 300 usuários e, em outubro, saltou para 926.

Outro projeto que visa o desbravamento de determinada localidade é o “Realidade Aumentada: Uma Janela para a História de Pelotas”. Utilizando, também, a tecnologia para incentivar a cultura local, a estudante Fernanda Angillo, de 17 anos, está desenvolvendo uma plataforma que reúne informações sobre as riquezas culturais e prédios histórias de Pelotas/RS, tanto para cidadão locais, como para turistas.

Sua ideia foi inspirada por famoso aplicativo que também utiliza realidade aumentada. Através da tecnologia ela pretende potencializar sua invenção, aliando o passado com o futuro para que as pessoas conheçam mais a sua própria história.

Fontes:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Mostratec

http://porvir.org/estudantes-usam-ciencias-da-computacao-para-valorizar-transformar-sua-comunidade/

Escolas que inovam através da Arquitetura

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A inovação é parte concreta de novos tempos para a educação. Inovar é possibilitar novas experiências aos alunos, é transformar a escola em um local que traga mais inspiração e desejo de mudanças. E são estes exemplos, que trazemos abaixo, que demonstram como é possível buscar novas direções no mundo educacional com auxílio da Arquitetura.

Ørestad Gymnasium / 3XN (Copenhague, Dinamarca)
Seu edifício é criado para promover uma diferente visão educacional de uma escola secundária, já que o design do local promove a aprendizagem reflexiva e colaborativa. Isso reflete em uma variedade de estilos de ensino, seja trabalhando em pequenos grupos ou individualmente.

Plaza Ecópolis / Ecosistema Urbano (Madri, Espanha)
O desenho deste colégio cria um espaço público que é de fácil acesso aos habitantes do bairro. O programa educativo da escola permite conscientizar seus alunos sobre o meio ambiente, para que as crianças se tornem adultos responsáveis.

Escola primária Hakusui / Yamazaki Kentaro Design Workshop (Chiba, Japão)
Seu contexto aproveita a natureza que a rodeia e, ao mesmo tempo, cria um espaço divertido às crianças. Dá para perceber que a escola acaba sendo uma “grande casa” para os alunos, com espaço amplo e interativo entre crianças de diferentes idades e diversos ritmos.

Vittra Telefonplan / Rosan Bosch (Estocolmo, Suécia)
Nesta escola não existem salas de aulas e nem parede. As divisões são espaciais, criando laboratórios flexíveis, o que permite o desenvolvimento de diferentes tipos de aprendizagem que se baseiam em uma didática digitalizada.

Jardim de Infância do Cultivo / Vo Trong Nghia Architects (Dong Nai, Vietnã)
Este jardim de infância foi desenvolvido para os filhos de trabalhadores de uma fábrica de sapatos, utilizando um orçamento reduzido. Seu desenho permite que as crianças tenham espaço verde onde podem experimentar a natureza e aprender sobre a importância da agricultura.

Veja fotos dos projetos, aqui.

Fontes:
http://www.archdaily.com.br/br/797105/o-que-as-escolas-mais-inovadoras-do-seculo-xxi-tem-8-exemplos-que-voce-precisa-conhecer

Uma escola que respira inovação

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Exemplos de instituições de ensino, que utilizam a tecnologia como forte ferramenta na educação, é o que não faltam. Por todo o mundo, mais demonstrações surgem dia a dia de como a inovação pode ser positiva para o aprendizado. É o caso da Steve Jobs School, na Holanda.

O país possui uma Constituição que dá a permissão para que, pais de alunos possam fundar escolas que serão financiadas pelo governo através de verba recolhida por impostos. Uma destas instituições é a Steve Jobs School, que atende 150 alunos entre 4 e 12 anos e prega um ensino baseado na confiança. Conforme educadores da instituição, é preciso que eles próprios confiem que as crianças utilizarão os Ipads que recebem para fazer as tarefas da escolas, diferentemente ao controle rígido que outras escolas aplicam.

Como incentivo da autonomia dos alunos, a escola permite às crianças escolherem o horário de chegada ao local: 8h30 ou 9h30. Assim, segundo um dos professores, aumenta a facilidade de organização da agenda dos pais e também dos estudantes, cujos costumes de acordar mais cedo ou um pouco mais tarde, devem ser considerados. Além disso, os alunos têm, também, a possibilidade de planejar parte de seu dia de estudos a partir de um aplicativo desenvolvido para esse propósito.

Fontes: http://porvir.org/steve-jobs-school-e-tema-8o-episodio-da-serie-destino-educacao/

Uma escola global

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Oferecer a oportunidade de ser um cidadão global aos estudantes. Essa é a missão da Ross School, localizada em East Hampton, nos Estados Unidos.

A Ross School tem como prioridade ensinar os aprendizados de vida e realiza esta metodologia através de educação infantil, ensino fundamental e médio. Mas, além disso, a instituição também conta com programa de pós-graduação que, diferentemente do Brasil, trata-se de uma oportunidade para alunos que já terminaram o ensino médio, terem experiência educacional por mais um ano, antes de entrarem na universidade.

Com mais de 760 alunos matriculados, 50 a 60% deles vêm de outros países. Isso condiz com a missão da escola, que busca oferecer uma experiência global e não apenas centrada no contexto dos norte-americanos. Com isso, ao invés do estudantes apenas lerem e estudarem sobre costumes de outros países, eles de fato convivem com colegas que vieram dos Estados Unidos.

Sobre o sistema de avaliação da escola, ele também é diferente: além de utilizar um sistema de ensino que motiva a curiosidade dos alunos a partir de perguntas, avaliar os alunos através do padrão norte-americano de A, B, C não é realizado por lá. Na Ross School são utilizados conceitos: excelente, competente, suficiente e insuficiente. E, dentro de uma mesma aula, o aluno pode ser avaliado em até três frentes.

Fontes:
http://porvir.org/9o-episodio-serie-destino-educacao-apresenta-ross-school-nos-eua/

Um kit criado para inspirar

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Quem é professor, sabe: o dia a dia é corrido e, muitas vezes, o tempo para atualização profissional se torna escasso. Pensando nisso, as educadoras Fabiane Vitiello e Telma Ferreira idealizaram a Diálogos Embalados, que são kits educacionais enviados para a casa de assinantes. A ideia é uma evolução do trabalho que vem sendo desenvolvido pela empresa Diálogos, desde 2009, quando começaram a levar grupos de professoras brasileiras para visitas em escolas com metodologias inovadoras ao redor do mundo.

O projeto evoluiu para a Diálogos Viagens Pedagógicas, que passou a oferecer também formações profissionais a cada 15 dias, em São Paulo, nas quais educadoras se reúnem com um novo profissional de educação, que compartilha experiências bem sucedidas de inovação. A assinatura Diálogos Embalados foi criada afim de suprir uma demanda de professores que não podem comparecer aos encontros presencialmente. Estes educadores recebem, então, kits educacionais que são compostos por um livro sobre um tema relacionado à educação infantil e às séries iniciais do ensino fundamental 1, por uma carta do autor do livro enviado, por material da Diálogos (como um caderno ou um bloco de anotações) e, também, por um benefício extra, como vouchers de descontos em livros.

A escolha dos livros, segundo Fabiane, leva em conta vários fatores, como a acessibilidade do escritor e a abordagem de vários eixos do dia a dia das professoras. Na primeira remessa de envio, educadores receberam o livro “Linguagens e culturas infantis”, da pesquisadora Adriana Friedmann, especialista em primeira infância. O pacote ainda incluía um voucher de 50% de desconto em outro livro, assim como um CD de cantigas populares para as 50 primeiras que assinaram o kit.
A ideia da Diálogos Embalados, de impactar a formação das professoras assinantes, de forma prazerosa e acessível, tem tido retorno positivo. Conheça mais sobre todo o projeto, aqui.

Fontes: http://porvir.org/educadoras-criam-kit-educacional-para-ajudar-na-formacao-docente/

Programação que cria cidadãos

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Em países mais desenvolvidos, o ensino computacional e da programação já são realidade às crianças desde cedo, pois estas nações sabem da importância da inserção de ambos nos currículos das escolas. Aqui no Brasil, vemos um movimento cada vez maior pela tecnologia e um dos exemplos que trazemos hoje é da coordenadora pedagógica Cláudia Elizabeth Souza De Morais, da escola Algodão Doce, em Belo Horizonte/MG.

Após participar de algumas palestras, ela introduziu no currículo o ensino do pensamento computacional a partir do Maternal 3. Assim como nas aulas de música, artes ou educação física, a escola tem um horário semanal onde cada turma tem um contato maior com a tecnologia e também com os dispositivos programáveis.

Nos primeiros anos das crianças, é estimulada a criação do pensamento computacional. Essa competência é desenvolvida na interação dos alunos com o meio físico e social, tornando-os habilitados para participarem do mundo digital. A ideia é que trabalhem em duplas, com um tablet para que os dois utilizem e aprendam habilidades como trabalho em equipe, tolerância e empatia.

Aos alunos mais velhos, a partir dos sete anos de idade, é ensinado os princípios da programação. Nesse contato com a tecnologia, as crianças aprendem, além de conceitos matemáticos e de lógica, estratégias para resolução de problemas, elaboração de projetos e comunicação de ideias. Para tornar isso possível, são utilizados tablets, um robô programável, chamado Beebots, Kinect e outras ferramentas. Juntamente a estímulos adequados, o uso da tecnologia favoreceu o desenvolvimento cognitivo e motor das crianças.

Segundo Cláudia, ela e as professoras já perceberam uma maior autonomia das crianças. Os alunos conseguem levar adiante ações que tenham uma finalidade, como atividades e jogos, além de formularem questões mais elaboradas, trabalharem diante de um problema, desenvolverem estratégias, criarem ou mudarem regras de jogos, revisarem o que fizeram e discutir, entre pares, as diferentes propostas.

Fontes:
http://porvir.org/professora-trabalha-ensino-computacional-criancas-de-3-anos/

Tecnologia pra incentivar a leitura

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Incentivar o hábito pela leitura através do uso de meios tecnológicos. Essa é a ideia do Elefante Letrado, plataforma que começou suas atividades em 2015.

Como uma espécie de biblioteca digital e interativa, a Elefante Letrado tem cerca de 400 livros direcionados a crianças e jovens até o quinto ano do ensino fundamental. A curadoria destas obras é realizada por pedagogos e educadores, sempre levando em conta a faixa etária das crianças. Seu sistema é organizado com base em cinco níveis de proficiência em compreensão leitora, que possuem subníveis nomeados por letras de A a Z. Os livros não são apenas digitalizados, mas também ganham uma nova diagramação e também animação.

Ao acessá-la, o exercício da leitura vira um grande jogo: o estudante pode optar por escutar o livro, ler ou realizar uma das atividades pedagógicas, que pode ser um jogo de perguntas, jogo da memória, múltipla escolha e outras. Quando ele completa 75% dos livros e atividades disponíveis, o jovem tem acesso aos títulos do próximo nível. Em média, cada prateleira (como são chamadas a disponibilidade de livros por nível) tem 14 títulos.

A plataforma está em 27 escolas e atinge mais de 3.500 alunos, sendo parte fora do Brasil, em instituições onde o português é a segunda língua. E neste primeiro ano de existência, o Elefante Letrado começa a fazer pesquisas de avaliação e, no Brasil, percebe as dificuldades entre os educadores para o uso das tecnologias.

Apesar disso, existem exemplos como de uma escola que relatou que seus alunos de primeiro e segundo ano tinham lido 60 livros em dois meses.

Conheça mais da plataforma aqui.

Fonte:
http://porvir.org/plataforma-transforma-leitura-em-um-jogo-para-criancas/