Conexão Xalingo – Blog

Categoria -Inovação

Uso do QR Code na sala de aula. Confira essa inovação!

pio xii 2

Você já ouviu falar de QR Code? Essa tecnologia é recente mas está sendo explorada muito em serviços, produtos e outras facilidades da vida moderna. O código pode ser lido por celulares, tablets e computadores através de sua câmera. Esse código nos leva a um site da internet onde pode-se visualizar fotos, vídeos ou mesmo imagens em realidade aumentada. Lá no Colégio Marista Pio XII, em Novo Hamburgo, a tecnologia foi usada em sala de aula, com os alunos da Educação Infantil.

Eles exploraram um pouco mais o mundo dos animais rastejantes. Por sinal, o tema foi escolhido pelas próprias crianças. A atividade contou com fotos de centopeias, retiradas do Google. Depois, com a ajuda da Lousa Eletrônica, as crianças puderam brincar de Verdadeiro ou Falso para conhecer melhor curiosidades desse animal tão diferente. A atividade contou ainda com vídeos sobre centopeias, mostrando como é sua alimentação e seu jeito de andar. Os professores ainda mostraram imagens de centopeias gigantes carnívoras. Todos trouxeram smartphones e tablets de cada para a atividade. Os QR Codes foram distribuídos pelo pátio da escola, o que deixou a atividade ainda mais divertida.

pio xii 3

Em um segundo momento, os estudantes foram convidados a criar seus próprios QR Codes. No laboratório de Tecnologias Educacionais, os alunos utilizaram o site www.invertexto.com/qrcode e cada estudante inseriu o link para uma página web que levava a um jogo chamado Ariê. Todos tiveram seus QR Codes impressos, testados e puderam levá-los para casa junto a uma coletânea de outros Codes com links para suas atividades realizadas na escola.

Através desta atividades foi possível ter contato com um material riquíssimo disponibilizado na internet e facilmente acessado por crianças de 4 e 5 anos de idade. Além de terem aprendido essa nova maneira de acessar sites e conteúdos da web, os estudantes puderam pesquisar ainda mais sobre o tema escolhido.

pio xii
Tá aí um exemplo de como a Educação 3.0 pode agregar ainda mais valor ao aprendizado. E o Colégio Marista Pio XII, junto a toda a Rede Marista, atento a esta nova realidade, estimula continuamente a criatividade de seus estudantes através do trabalho colaborativo e do uso de ferramentas modernas e divertidas, como a lousa interativa ou mesmo os próprios smartphones trazidos de casa, gerando aprendizados significativos e duradouros desde a Educação Infantil.

E você, também tem uma história legal para nos contar sobre o uso da tecnologia em sala de aula. Mande seu relato através do nosso formulário clicando aqui!

O uso da tecnologia na sala de aula: Google Maps

relato_bruna

A tecnologia precisa estar à serviço da educação e do conhecimento. Como educadores, é preciso olhar além das inovações tecnológicas que surgem todos os dias e tentar aplica-las em sala de aula, para tornar o assunto apresentado para os estudantes ainda mais atrativo e interessante.

Foi pensando nisso que a professora Bruna Negreiros decidiu aplicar a tecnologia com os alunos do 2º ano do Ensino Fundamental. A ferramenta escolhida foi o Google Maps e através dele as crianças puderam descobrir características e curiosidades de diversos países do mundo.

A aula foi ministrada no Laboratório de Informática e os estudantes conheceram pontos turísticos importantes como o Coliseu, em Roma, e Torre Eiffel, em Paris. Eles ainda visitaram os Museus Capitolinos, que ficam no Vaticano, o menor país do mundo, com a ajuda do Google Culture Institute.

Completando a imersão cultural os alunos utilizaram o Google Tradutor para traduzir frases de diversos idiomas. A partir de frases criadas ao longo das atividades em aula, as turmas ouviram diferentes dialetos, aprendendo sobre pronúncia e entonação.​

 

 

Sua sala de aula é produtiva?

Student in Classroom --- Image by © Tim Pannell/Corbis

Como saber se a sua sala de aula é produtiva? O que é preciso acontecer com você, seus alunos e também com o ensino produzido em sala de aula para que esse momento seja produtivo para todos os envolvidos?

Os educadores precisam pensar as salas de aula como templos de efervescência intelectual, um lugar onde a criatividade e a inovação precisam estar sempre presentes. Dessa forma, os alunos estarão mais preparados para enfrentarem todos os desafios do futuro.

Ensinar e aprender não podem ser eventos isolados – é preciso interação entre educador e educando, desenvolvimento de competências em conjunto e construção de conhecimento do mundo aliada ao autoconhecimento – que envolve curiosidade, autenticidade e afeto.

Foi pensando nisso que o educador Terry Heick decidiu listar as características de uma sala de aula produtiva. Veja abaixo e saiba se você está no caminho certo. Caso contrário, nunca é tarde para mudar, não é mesmo?

Alunos são questionadores

Em uma sala de aula produtiva os alunos fazem perguntas, são inquietos e curiosos. Um estudante curioso pode tornar o ensino muito mais interessante e inspirador. Os professores devem despertar em seus alunos a criatividade, pedir a participação deles nos conteúdos propostos, e porque não, até mesmo deixar que eles mesmos tragam ideias de casa para a sala de aula.

Quando as perguntas são tão valiosas quanto as respostas

Lembre-se que quando questionamos o mundo a nossa volta descobrimos mais sobre ele e nos conectamos com várias realidades. As perguntas guiam o aprendizado, elas fazem o conteúdo fluir com mais facilidade. Valorize isso na sua sala de aula, estimule isso nos seus alunos, instigue a curiosidade deles e o interesse pelas aulas irá aumentar, com certeza!

Ideias surgem de fontes divergentes

Faça com que as ideias venham de vários lugares diferentes. Isso fará com que a aula seja mais rica e atraente para os seus alunos, e também para o educador. Siga várias direções, ouse, faa seus alunos verem o mundo de um outro ângulo, de uma nova perspectiva. Deixe-os buscar fontes em suas próprias comunidades e círculos de convívio, mas também fora de suas zonas de conforto. Que tal trazer para sala de aula um convidado com ideias inovadoras? É interessante um debate onde duas fontes discordam, pois é esse tipo de divergência que encaramos no mundo real.

Variedade nos modelos de ensino utilizados

As possibilidades de inovar passando o conteúdo são infinitas: projetos de audiovisual, aprendizado via conteúdo digital, desafios com jogos, intercâmbio de conhecimentos com outras salas. Aqui é usar a criatividade e tentar inovar sempre. É uma característica de uma sala de aula produtiva a diversidade, o que exige do professor a capacidade de se autodescobrir e reinventar-se, aprendendo sempre.

O conhecimento vai além da sala de aula

Se os alunos irão deixar as salas de aula em algum momento, o conhecimento precisa ultrapassar igualmente aquele ambiente físico.A química, por exemplo, está em todas as coisas que eles consomem, o que pode ser um gancho na hora de ensinar.

Ensino personalizado

Não é preciso ter muita sensibilidade para entender que cada aluno é diferente, de forma que toda sala de aula também será. Isso exige que o professor saiba adaptar suas aulas para a realidade daquela escola, daquela classe, daqueles alunos. Ainda que aprendam o mesmo conteúdo, os perfis são diferentes – e assim devem ser as aulas.

Avaliações autênticas e transparentes

Se a avaliação for punitiva isso terá reflexo na forma em que o aluno irá aprender. Busque formas alternativas de avaliar os seus alunos, não apenas com testes e provas. O ensino é mais do que apenas um número. Isso pode fazer a diferença na vida deles. Pense nisso!

Fonte: www.escribo.com.br

 

Estudante cria uma forma de limpar os oceanos do mundo

limpar_oceanos

Ser jovem é ter a mente cheia de ideias e colocá-las em prática é um grande desafio para quem ainda tem pouca idade. Mas a juventude nos dá uma coragem única e também aquela sensação maravilhosa de que podemos mudar o mundo com as nossas ações.

Boyan Slat, 19 anos, é um estudante holandês de engenharia que combinou ambientalismo, criatividade e tecnologia para resolver questões globais de sustentabilidade. Ele trabalhou no desenvolvimento de um dispositivo chamado Ocean Cleanup Array, capaz de limpar os fluxos de plástico nos oceanos, que já acumula mais de 7 milhões de toneladas do material.

A máquina funcionará como um filtro, recolhendo todo o material flutuante, armazenados em recipientes até ser recolhido para reciclagem em terra. A vida marinha continuaria segura, pois mesmo o lixo recolhido continua em contato com água, na separação eles seriam devolvidos ao mar, num processo de limpeza que levaria 5 anos.

Apesar de ser ainda um protótipo, o jovem já criou a The Ocean Cleanup Foundation, uma organização sem fins lucrativos.

Os maiores desafios do uso da tecnologia na sala de aula

O uso da tecnologia em sala de aula pode ser um aliado na aprendizagem das crianças - 2

Qual o maior desafio no uso da tecnologia na sala de aula? Sabemos que a tecnologia é uma constante na nossa vida e também no dia a dia das crianças. Por isso mesmo, a escola não pode ficar de fora dessa tendência e aplicar essas modernidades na sala de aula pode ser muito interessante para o ensino da criançada.

Os educadores precisam encontrar formas de inovar no ensino do conteúdo convencional e tentar aliar isso a tablets, smartphones, sites e tudo mais que está ao nosso dispor, transpondo os muros da escola e expandindo o conhecimento dos seus alunos.

Mas é preciso ter em mente que é um desafio usar a tecnologia na sala de aula. Cabe ao educador entender a necessidade da turma, e também de cada aluno, e conseguir trabalhar os temas propostos no currículo com o uso de tecnologias novas.

Pesquisamos e compartilhamos com vocês cinco desafios que precisam ser superados para que a tecnologia seja aplicada dentro de sala de aula. Vamos lá:
Investimento e infraestrutura

Nem todas as escolas conseguem acompanhar as mudanças tecnológica dos dias de hoje. Renovar os equipamentos constantemente, oferecer amplo acesso à Internet banda larga e ter mão de obra especializada para manutenção e operacionalização das redes exige investimento contínuo por parte dos gestores.

Contato real versus virtual
Por mais que as redes sociais e os recursos de interação tenham um papel fundamental para fomentar debates, o contato real ainda é importante. Em cursos a distância, por exemplo, é preciso estar comprometido em fazer todas as disciplinas, mesmo sem o incentivo constante de colegas e professores. Claro, tudo depende de como a aula é conduzida. Um professor que mantenha os alunos atentos pode tornar o contato virtual tão interessante quanto o real.

Distração
Muitos educadores acham que os smartphones e tablets podem ser apenas uma fonte de distração para os alunos. Claro que, em alguns casos, isso é verdade. Os jovens se distraem com facilidade e os smartphones e tablets podem tornar rotina de sala de aula um tanto estressante. Aí entra o papel do professor. Ele precisa usar esses equipamentos a seu favor e tornar a aula mais motivadora, mas sem perder o foco no ensino.

Excesso de facilidade
Se mal utilizada, a tecnologia pode facilitar em excesso as tarefas dos estudantes. Muitos aplicativos fornecem respostas prontas e rápidas para os alunos e aí ele acaba sem aprender ou ir mais a fundo na atividade proposta pelo professor. É preciso encontrar um ponto de equilíbrio entre a utilização correta dos aplicativos e o uso desregrado.

Avaliação dos alunos
Usar tecnologia não significa, necessariamente, que os estudantes vão se sair melhor nas avaliações tradicionais. O aprendizado depende diretamente da motivação – utilizar aplicativos sem qualquer critério pedagógico pode não instruir os jovens. Os defensores do uso da tecnologia em classe acreditam que os resultados dos testes padronizados pode não ser o melhor indicador de inteligência do aluno. No entanto, avaliações que comportem esse novo jeito de ensinar ainda não surgiram.

Superar as limitações que ainda dificultam a união de tecnologia e educação é o desafio de gestores e educadores.

Compartilhe com a gente: quais são as dificuldades e facilidades que você encontra para implementar o uso da tecnologia com os seus alunos!

Realidade aumentada para ensinar a soletrar

Xalingo lança jogo para ajudar no aprendizado com a ajuda da realidade aumentada

A tecnologia é uma tendência nas salas de aula de todo o mundo. Muitas escolas já se utilizam de aplicativos, jogos, tablets, celulares e muito mais para ensinarem seus alunos. Essa é uma forma criativa e inovadora de abrir o horizonte das crianças e jovens, além de aproximá-los de tecnologias.

Foi pensando nisso que a Xalingo Brinquedos, uma das pioneiras nos jogos educativos no Brasil, decidiu inovar e apresentar para as crianças uma nova forma de ensinar o público infantil através da realidade aumentada.

Essa tecnologia de ponta, utilizada pelas empresas mais inovadoras do mundo, funciona como um incentivo para que as crianças aprendam a soletrar as primeiras palavras, de forma interativa e divertida.

A linha de jogos Interactive Play mistura a brincadeira física com a realidade aumentada, proporcionando para a criança uma experiência ampliada de aprendizado.

O jogo é o primeiro produto direcionado ao aprendizado infantil com realidade aumentada produzido em grande escala. A sistemática do jogo é simples e funcional e pode ser utilizado somente com produto físico ou ampliando a experiência através do aplicativo 3D.

Composto por 50 peças em madeira, a criança pode montar 12 figuras diferentes. Ao concluir a montagem do quebra cabeça, é possível através do celular ou tablet, fazer a leitura da peça e projetá-la no ambiente. São projetados o objeto e a palavra, fazendo com que o aplicativo produza som onde a palavra é soletrada, proporcionando a criança uma experiência única, onde o som e a letra estão associados automaticamente.

No vídeo abaixo você confere um pouco mais de como funciona essa tecnologia que pode ser usada em sala de aula e até mesmo em casa para ajduar no aprendizado da criança.

 

 

 

 

Aplicativo desenvolvido por estudantes brasileiras é destaque em feira americana

Aplicativo desenvolvido por estudantes brasileiras é destaque em feira americana

Um grupo de estudantes do Recife criou um aplicativo para ensinar as crianças a usar a água de forma racional. A ideia das estudantes foi tão boa que elas ganharam o reconhecimento até de uma feira importante de inovação nos Estados Unidos, a Technovation Challenge. Elas são as únicas brasileiras inscritas na mostra, que traz as melhores inovações feitas por jovens em todo o mundo.

O projeto leva o nome de The Last Drop (a última gota, em tradução literal) e foi feito por cinco alunas da Escola Técnica Estadual Cícero. A ideia surgiu devido à crise hídrica vivida pelo país desde o ano passado.

app_agua02

Aplicativo ajuda a criar uma consciência sobre a importância da água e atenta para a crise hídrica vivenciada no Brasil nos últimos anos

“Escolhemos o tema porque um problema que não é só nosso, mas do mundo todo”, diz Gabrielle Lopes, 16, uma das desenvolvedoras do projeto. “Tivemos de desenvolver o jogo em dois meses, para cumprir o prazo do concurso, o que foi um desafio para nós”, conta.

No aplicativo, a protagonista Victoria tem um tempo limitado para encontrar todas as maneiras em que pode ajudar a combater o desperdício em uma das cinco fases. A escola onde as meninas estudam oferece cursos de desenvolvimento e design digital, o que facilitou na criação do aplicativo inovador.

Elas contam que algumas pessoas se surpreendem quando descobrem que o projeto foi feito apenas por meninas. Afinal, apesar de consumirem muita tecnologia no mundo, as mulheres ainda não participam muito da criação de inovações tecnológicas.

Christiane Poppi, diretora-executiva no Brasil do Technovation Challenge, afirma que ainda existe muito preconceito com o trabalho da mulher nas novas tecnologias e nas inovações. “O estímulo à participação feminina vem de encontro com o preconceito que as mulheres sofrem todos os dias, em todas as áreas.” Ela ainda afirma que a grande maioria das meninas nem pensa na tecnologia como uma possível escolha de profissão. “Já está enraizado na nossa sociedade que tecnologia não é coisa de mulher.”

A executiva disse ainda que a participação do Brasil no troneio internacional vem crescendo a cada ano. O Brasil é um dos destaques da feira, que conta com 26 países participantes e mais de 6 mil projetos inscritos.

Fonte da imagem: Folha de São Paulo (www.folha.com.br)

Escolas inovadoras ao redor do mundo (Parte 1)

gente

Bons exemplos precisam ser divulgados e seguidos. Separamos algumas escolas ao redor do mundo que inovaram e trouxeram novidades para dentro da sala de aula. A lousa e o giz ficaram em segundo plano e agora a criatividade e a tecnologia, além de liberdade e da confiança nos alunos, são alguns dos elementos que fazem dessas escolas bons exemplos de escolas inovadoras que ensinaram “fora da caixa”. Mais adiante vamos fazer mais um post com outras escolas bacanas para você conhecer.

Confira a lista e se inspire:

1 – Creche Into The Woods
Em Londres a creche Into The Woods atende crianças entre 2 anos e meio e 5. Até aí nenhuma novidade. Mas a escola tem um diferencial em relação às demais: a creche não possui paredes ou sala de aula. Tudo é aprendido ao ar livre, faça chuva ou faça sol.

A escola foi inaugurada em abril do ano passado e ganhou muitos fãs já nos primeiros meses de funcionamento. O modelo não é nenhuma novidade na educação do Velho Continente já que países como Alemanha, Escócia e alguns países da Escandinávia já possuem escolas que ensinam dessa forma.

Por lá, os alunos se conectam com a natureza, desenvolvem a criatividade e ainda habilidades de pensamento, além de construírem autoconfiança e também se divertem muito.

Aulas ao ar livre são o diferencial da escola inglesa Into The Woods

2 – Escola Municipal Amorim Lima
Esse exemplo vem de São Paulo e segue um modelo alternativo de ensino. Por lá, os estudantes tem bastante autonomia para organizar debates e integrar disciplinas. A diretora da escola assume o papel de tutora e os pais também participam ativamente das propostas de sala de aula. Até mesmo a página da escola no Facebook é administrada pelos pais dos alunos. A tradicional lousa é usada apenas nas aulas de inglês, português e matemática.

Na escola paulista os alunos têm autonomia e os pais auxiliam diretamente no ensino dos filhos

3 – Escola da Ponte
Essa escola portuguesa é mesmo bem diferente e inovadora. Não existem salas de aula, nem disciplinas e muito menos horários regrados. Lá, os alunos têm atividades variadas e os temas são trazidos pelos professores. Cada aluno tem a liberdade de escolher o tema que mais lhe interessa e estudá-lo, sozinho ou em grupos. O aprendizado é feito em mesas coletivas ou ainda ao ar livre, como o aluno preferir. As provas e exames são feitos somente quando os alunos sentem-se prontos para serem testados.

A escola portuguesa aboliu as provas e exames. Os alunos só são testados quando se sentem seguros nas disciplinas ensinadas

4 – GENTE
Essa escola inovadora fica dentro da maior favela da América Latina, a Rocinha, na cidade do Rio de Janeiro. A Escola Pública Ginásio Experimental de Novas Tecnologias Educacional (GENTE) ensina de uma forma bem inusitada. Lá os alunos se reúnem por interesse e curiosidades em comum, e não por séries como as escolas convencionais. A tecnologia é muito presente no dia a dia dos alunos, que possuem um ambiente baseado na liberdade e na criatividade.

Outro exemplo brasileiro, agora do Rio de Janeiro, onde as crianças aprendem com o uso da tecnologia e também com muita liberdade

5 – Quest to Learn
Imagine uma escola onde o ensino é feito através de jogos? Isso já é realidade em Nova York, nos Estados Unidos. Nessa escola, que é pública, os alunos aprendem integralmente através de jogos. Além de divertidos, os games são didáticos e prendem a atenção do aluno, que aprende brincando. Por lá, os índices de aprendizado estão acima da média, o que torna uma referência para outras de todo o mundo. Uma prova de que a brincadeira e a ludicidade pode sim ser aliada do ensino.

quest2learn

Na escola americana o uso dos jogos é essencial para o aprendizado em sala de aula

 

E você, conhece alguma escola inovadora? Mande seu relato por aqui e veja a sua escola aparecer aqui no blog Conexão Xalingo como um bom exemplo a ser seguido!

Fonte: www.hypeness.com.br
www.catraquinha.catracalivre.com.br

Educação 3.0: você está preparado para essa novidade?

Educação 3.0: você está preparado para essa novidade?

Paulo Freire é um dos grandes nomes da educação brasileira e é sua uma frase que resume bem o ensino nas escolas: “Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo”. Essa frase pode nos ajudar a entender um pouco de uma nova forma de educação que chega às nossas escolas, a Educação 3.0. Mas você sabe o que ela significa? Será que estamos preparados para essa novidade?

A Educação 3.0 traz para dentro da sala de aula as tecnologias digitais e novas descobertas de como ensinar. Na Educação 1.0 preparava as pessoas a continuarem executando tarefas feitas pelos seus antepassados, como a porcelana e a tapeçaria. Em seguida, passamos para a Educação 2.0 que foi quando as pessoas se deslocaram para as cidades em busca de uma vida melhor e isso impactou na forma de educar. As coisas aprendidas para lidar com a vida no campo já não eram mais suficientes e a “nova” teve a responsabilidade de atender a essa nova demanda, ensinando as pessoas com tarefas repetitivas e mecânicas, trabalhos individuais, reproduzindo, de certa forma, obedecendo às mesmas características observadas na produção industrial.

Na Educação 3.0 espera-se que o aluno seja capaz de solucionar problemas e que faça isso de forma colaborativa, trabalhando em equipes e contando com as novas tecnologias a seu favor. Mas engana-se quem pensa que a nova escola substituirá a convencional lousa de giz pela lousa eletrônica. A tecnologia de nada adianta se as pessoas não estiverem dispostas a dar um passo à frente. A Educação 3.0 é uma nova concepção de ensinar, com mudanças no conteúdo e também na metodologia de ensino.

O mundo de hoje pede profissionais capacitados em solucionar problemas, com uma postura inovadora, empreendedora e que saiba trabalhar com pessoas diferentes, em ambientes sob pressão, mas ao mesmo tempo, com foco na criatividade. O desafio para os educadores com essa nova proposta educativa é repensar os modelos pedagógicos empregados em sala de aula onde o professor é o único detentor do conhecimento e os alunos são apenas ouvintes. Na Educação 3.0 é preciso ir além, levar as crianças à inovação, a trazerem suas vivências e experiências e a pensarem de forma colaborativa, com o uso das novas tecnologias, tão presentes na nossa vida nos dias de hoje.

Nessa nova realidade, o professor não somente ensina o que sabe, mas também aprende com o que vive!

Você já faz parte da Educação 3.0? Faz a diferença para os seus alunos? Conte-nos como! Mande seu relato através do nosso formulário e a sua história pode aparecer aqui no blog Conexão Xalingo!

Aplicativos que podem ser usados em sala de aula

A importância do uso de aplicativos em sala de aula

O uso dos aplicativos em sala de aula pode ser uma forma muito legal de ensinar seus alunos. A tecnologia precisa ser vista como uma aliada dos educadores, já que as crianças estão cada vez mais inseridas no mundo tecnológico. Afinal, em casa, quase todo mundo tem acesso à Internet por tablets ou smartphones, até mesmo o computador tradicional está perdendo espaço para os aparelhos mais modernos e remotos, que a gente pode levar para qualquer lugar.

As lojas virtuais (Google Play e Apple Store) estão cheias de aplicativos interessantes que você pode apresentar aos seus alunos. Muitos deles podem ajudar naquela tarefa de sala de aula e tornar a lição ainda mais interessante para as crianças. Além disso, os alunos podem baixar os aplicativos e trabalhar de casa. Com certeza, o tema vai ficar bem interessante.

Separamos alguns aplicativos bem legais que você pode usar em sala de aula, ou fora dela, que foram desenvolvidos para ajudar e aprimorar o ensino de algumas disciplinas. Por conta do idioma muitos podem ser utilizados nas aulas de inglês.

Letterschool: Ótimo para estudantes em fase de alfabetização. O aplicativo ajuda a criança a se familiarizar com letras e números.

MathBoard: O aplicativo MathBoard é ótimo para exercícios matemáticos de diversos níveis. Você pode customizá-lo conforme seus objetivos e necessidades.

Stack the Countries: O Stack the Countries é ótimo para a disciplina de geografia. Com ele os alunos aprendem a identificar os países, seus continentes, capital, bandeiras, curiosidades e localização geográfica de maneira dinâmica.

Khan Academy: Disponível online e em forma de aplicativo, o Khan Academy é uma das iniciativas de maior destaque na educação online. Nele é possível conferir aulas das mais diversas matérias e áreas do conhecimento.

TED: O aplicativo TED faz parte dos serviços gratuitos oferecidos pelas organizações TED. Nele você pode conferir palestras e aulas educacionais, inspirativas e motivacionais tanto para você quanto para os alunos.

Fonte: Universia Brasil