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Categoria -Inovação

Os três erros mais comuns ao dar aula com a ajuda da tecnologia

Elementary students (8-9) using laptop in classroom

A gente já falou várias vezes aqui no Conexão Xalingo da importância do uso da tecnologia em sala de aula. Ela pode ser sua aliada no ensino dos alunos e isso pode fazer a diferença na educação deles. Mas nem sempre usar a tecnologia em sala de aula é uma tarefa fácil e alguns professores acabam desistindo de usar a novidade com medo de cometer alguns erros.

A Universia Brasil pesquisou e separou os três erros mais comuns que os educadores cometem quando usam a tecnologia em suas aulas. Saiba mais são eles e assim se prepare para evitar que eles ocorram na sua sala de aula.

1 – O próprio docente escolher a tecnologia

A criançada hoje em dia sabe mais de tecnologia do que os adultos. Por isso, nada mais natural do que consultar os alunos antes de escolher qual será a tecnologia que será usada na sala de aula. Se você escolher a ferramenta pode acabar prejudicando a atividade. Por isso, deixe-os escolher os aparelhos e ferramentas utilizados nas dinâmicas em sala de aula. Eles mesmos poderão conduzir uma apresentação oral diferente, por exemplo, e ensinar os colegas novas habilidades.

2 – Acreditar que a tecnologia é uma distração

Muitos professores pensam que os dispositivos não podem oferecer a turma experiências de aprendizagem valiosas porque representam uma fonte de distração. Se elas são capazes de atrair a atenção dos estudantes, por que não usar isso ao seu favor?

3 – Não começar pelo final da atividade

Se você não sabe aonde quer chegar com aquela atividade, é de fato possível que os alunos se percam em meio à dinâmica da sala de aula. Por isso, pense qual é o seu objetivo com esta tarefa e crie o caminho no qual você inserirá a tecnologia a partir dele. Assim, nem você, nem seus alunos se perderão durante o processo.

 

Livro didático digital vai auxiliar professores no ensino à distância

livrodigital

O livro didático pode ser o melhor amigo do professor. Ainda mais se ele tiver uma ajudinha da tecnologia. Já é possível hoje, graças aos livros didáticos digitais, saber quase tudo sobre o aluno. Por exemplo, dá pra saber se ele leu ou não o material proposto pelo professor e acabar com as cobranças dos educadores em sala de aula.

Um estudante recente mostrou que quanto mais o aluno lê a bibliografia indicada em casa, melhores serão as suas notas ao longo do curso. Ou seja, nada que os educadores já não saibam, não é mesmo?

O estudo aconteceu no Texas e acompanhou 236 alunos que utilizaram livros didáticos digitais para ver que tipo de informações poderiam prever melhor seu sucesso no curso. Descobriu-se que é mais importante que o aluno dedique uma boa quantidade de tempo para a atividade do que apenas lesse o material rapidamente.

O problema é que os alunos leem cada vez menos e é um desafio para os educadores reverter esse quadro. Os estudantes que participaram da pesquisa dedicavam, em média, 169 minutos por semestre à leitura.

O livro digital pode reverter esse quadro já que o aluno é acompanhado de perto pelo educador. A verificação dos hábitos de estudo pode ajudar os professores a identificar quais estudantes estão com problemas antes de eles serem reprovados em um teste e ajudá-los.

Aplicativos ajudam estudantes novos idiomas

app_de_idiomas

O uso de aplicativos em sala de aula tem sido cada vez maior e só quem tem a ganhar com isso são os estudantes, e claro, os educadores, que trazem aos alunos novas formas de ensinar. Se você é professor de línguas e quer diversificar o ensino do idioma para os alunos uma ótima opção são os aplicativos que ensinam novas línguas. A maioria é gratuita e muito fácil de usar.

O aplicativo pode ser usado como uma extensão da sala de aula. Por exemplo, você pode sugerir atividades em casa feitas no aplicativo, por exemplo, como uma forma de tema. Com certeza os alunos vão gostar muito mais do que fazer a atividade de forma convencional.

Conheça alguns dos aplicativos de idiomas disponíveis, mostre para os seus alunos e inove na forma de ensinar novas línguas. Eles vão adorar.

LinguaLeoM – Com o mote “aprenda inglês jogando”, o app gratuito permite que o usuário escolha o nível de dificuldade do curso e treine o idioma jogando. A versão do aplicativo para brasileiros tem um dicionário com áudio para cada palavra, recursos multimídia (músicas, vídeos, artigos e piadas em inglês), treinos para memorização e exercícios para aprender novas palavras em inglês. Disponível na App Store (iOS, iPhone), no Google Play (Android) e no Windows Phone

Babbel – Disponível em dez idiomas, os aplicativos gratuitos permitem a consulta de vocabulário básico e avançado utilizado em situações cotidianas. São mais de 3.000 palavras com imagens e áudio. Também é possível treinar e avaliar a pronúncia em inglês com reconhecimento de voz. Disponível no Google Play (Android), no Windows Phone e na App Store (iOS, iPhone)

Duolingo – Um dos aplicativos gratuitos de maior sucesso do mundo, o Duolingo permite que o usuário faça exercícios em até seis idiomas (português, espanhol, francês, alemão, italiano e inglês). Você pode fazer lições diárias com perguntas rápidas, testes com imagens e áudio. A cada acerto você pula de nível e ganha pontos. Quando você chega num determinado nível, pode traduzir textos para a comunidade Duolingo e compartilhar o que aprendeu.
Disponível no Google Play (Android) e na App Store (iOS, iPhone)

Na Ponta da Língua – Criado pela Reader’s Digest brasileira, o aplicativo é gratuito e funciona como um tradutor. Pode ser muito útil durante viagens internacionais, na hora de ir às compras, restaurantes, em caso de emergências e na hospedagem. Traz exemplos de frases e conversas escritas em seis idiomas, com tradução para o português.
Disponível apenas na App Store (iPhone).

Você usa smartphones para ensinar os seus alunos? Pois deveria!

uso_dos_smartphones_em_sala_de_aula

A gente já comentou por aqui que até mesmo a Unesco já aprovou o uso de tablets e smartphones em sala de aula como forma de ensino aos alunos. Esses aparelhos fazem parte da vida das crianças desde muito cedo e cabe aos educadores saber como inseri-los na educação dos estudantes. Eles podem ser amarmas valiosas para ensinar de uma forma criativa e muito inovadora.

Uma pesquisa realizada pelo Pew Research Center em 2013 descobriu que 58% dos professores dos EUA possuem smartphones, um equivalente a 10 pontos percentuais acima da média nacional para os adultos. Cerca de 25% de todas as salas de aula no país já contavam com a presença desses dispositivos, e é razoável supor que esses números tenham aumentado ainda mais nos últimos dois anos.

Como os professores podem capturar e manter a atenção dos alunos em suas salas de aula se eles não têm o controle das telas em seus telefones? Essa é apenas uma das questões que tem assolado os professores que resistem este passo para o século XXI, a outra é que eles não percebem que eles próprios têm o poder de usar essas pequenas telas para conduzir suas aulas para as mentes de seus alunos.

A pesquisa questionou os professores sobre o impacto educacional da tecnologia na sala de aula. As respostas foram quase todas muito positivas:

– 73% dos professores relataram que permitiam o uso de dispositivos móveis em suas salas de aula, muitas vezes graças às suas próprias instruções, outras vezes permitindo que os alunos utilizassem a internet para completar as tarefas

– Professores de humanas são mais propensos a usar estas tecnologias em sala de aula do que professores de exatas.

– 47% dos professores acham essencial, e outros 44% acham importante que os alunos façam cursos  de alfabetização digital para serem bem sucedidos academicamente.

Mais recentemente, um estudo focado separadamente em crianças de quinta e oitava série mostrou que as que usaram tablets para o aprendizado em sala de aula e em casa tiveram seu rendimento escolar bastante acelerado. Cerca de 35% dos alunos da 8ª série disseram que eles ficavam mais interessados em seus professores ou atividades de sala quando elas usavam tablets. O resultado superou as expectativas acadêmicas dos professores. Quando o relatório final ficou pronto, concluiu-se que 54% dos estudantes se envolvem mais nas aulas que utilizam tecnologia e 55% deles afirmam que gostariam de aumentar o número de matérias que utilizassem jogos educacionais ou outras formas de simulação para ensinar as lições.

 

Entenda por que usar o Twitter na sala de aula pode ajudar no ensino dos seus alunos

A girl sitting on a twitter icon

Embora as novas tecnologias e a internet já façam parte da sala de aula do século XXI, alguns professores ainda se sentem inseguros em inseri-las nas suas turmas para tentar propor atividades inovadoras, que saiam dos exercícios presentes nos livros didáticos. No entanto, tanto os aparelhos quanto a rede podem ser ferramentas com potencial educativo, uma vez que você pode usá-las para desenvolver um processo de aprendizado mais ativo, em que os próprios estudantes são responsáveis pela construção dos conceitos da sua disciplina.

O Twitter, por exemplo, pode ser uma ótima ferramenta para ser usada em sala de aula. A rede social, que existe desde 2007, é ultra rápida e por lá é possível se informar sobre praticamente tudo, em tempo real, inclusive com fotos e vídeos. Mas como o Twitter pode ajudar a ensinar os seus alunos? Vamos a algumas dicas:

– Diferentemente do que muitas pessoas costumam pensar, esta não é uma rede social em que você somente posta pequenos relatos sobre o seu dia. Na verdade, este tem sido um modo interessante de se informar sobre os últimos acontecimentos do Brasil e do Mundo.
– Basta lembrar que a notícia do ataque que causou a morte de Osama Bin Laden foi narrada, pela primeira vez, no Twitter ou ainda que ele serviu durante a Primavera Árabe como uma das grandes plataformas de organização social.

– Faça com que seus alunos questionem as informações que leem, afinal, nem tudo que está no Twitter é de fonte confiável. Essa rede social é apenas um meio de ter acesso a novos conteúdos que estão disponíveis para os usuários da internet, mas que exigem uma leitura mais aprofundada como os jornais e o próprio livro didático.

– Se você tiver uma página para o curso no Twitter, por exemplo, você pode compilar seus tweets usando hashtags para identificar a matéria, de modo a facilitar a navegação dos alunos. A partir dos seus compartilhamentos, os estudantes poderão desenvolver tanto um processo de aprendizado passivo, isto é, a leitura e assimilação dos conteúdos, quanto interagir com o que você postou, acrescentando informações ou tirando dúvidas.

– Abuse das hashtags. Usando uma, que esteja relacionada com o conteúdo aprendido em sala de aula, o estudante pode debater o assunto não somente com seus colegas, mas também com outros jovens que também estão aprendendo aqueles conceitos e temas. Assim, cria-se a possibilidade do aprendizado colaborativo, extrapolando as limitações físicas da sala de aula.

Em resumo, o Twitter pode ser adequado ao ambiente escolar, basta seus usuários utilizarem para o fim que acharem mais conveniente, como qualquer rede social ou dispositivo eletrônico. Por isso, não tenha medo de propor uma atividade diferente. Veja se sua escola tem uma conexão boa com a internet e se todos os alunos têm acesso a aparelhos celulares ou computadores e faça uma experiência. Pode ser interessante para você e seus alunos saírem do formato mais tradicional de ensino.

Fonte: Universia

Um jeito diferente de aprender a língua portugesa

Neste ano os alunos dos 6ºs anos A e B do Ensino Fundamental da IENH – Unidade Pindorama e dos 7ºs anos B e C do Ensino Fundamental da IENH – Unidade Fundação Evangélica, em Novo Hamburgo, vão experimentar uma forma diferente de vivenciar as aulas de Língua Portuguesa e as atividades de casa. Através de uma proposta de trabalho elaborada pela Professora Caroline Müller, que utiliza a plataforma Moodle como meio de aprendizagem, os estudantes serão convidados a participarem de uma experiência de ensino híbrido para dinamizar as atividades desenvolvidas em aula, a aprendizagem de conteúdos novos e a realização das tarefas de casa.

De acordo com a Professora Carolina, a proposta visa promover atividades diferenciadas para que os alunos motivem-se para os estudos de gramática e para a realização das tarefas de casa, ampliar o tempo em sala de aula para o trabalho com leitura e escrita enfatizando aspectos gramaticais através de seu uso em diferentes gêneros textuais. Além disso, a nova forma de abordagem da Língua Portuguesa irá possibilitar aos alunos que sejam agentes de sua aprendizagem e ainda irá reduzir a quantidade de folhas que são entregues aos alunos.

Para entender melhor como a proposta funcionará, a Professora esquematizou como serão as etapas do processo de aprendizagem.

“Foi criada uma comunidade no ambiente Moodle que será organizada em semanas, sendo estas abertas pela Professora no decorrer do semestre.

As atividades postadas na comunidade corresponderão aos temas de casa, sendo que os alunos poderão resolvê-los conforme seu tempo e disponibilidade. A cada tarefa prevista e cumprida os alunos receberão pontuações e medalhas.

Como as tarefas serão atividades do Moodle, há a possibilidade de feedback imediato para a resposta dada pelo aluno, mostrando-lhe um caminho para compreender melhor ou rever sua resposta. Cabe destacar que sempre terão o apoio presencial da Professora para entendimento do conteúdo. Além disso, os alunos poderão tirar suas dúvidas através dos fóruns ou por e-mail com a Professora.

Os conteúdos gramaticais serão postados no ambiente com textos e vídeos e os alunos serão incentivados a olharem este material com antecedência. Aqueles que se sentirem à vontade poderão preparar uma explicação sobre o conteúdo para os colegas em uma aula marcada. A explicação será dada pelos alunos com auxílio da Professora. Os alunos que tiverem esta participação explicando os conteúdos aos colegas também receberão uma medalha no ambiente. Esta participação ocorrerá por inscrição e cada aluno poderá participar uma única vez.

Neste formato as aulas presenciais de Língua Portuguesa terão ênfase nas atividades de leitura e escrita, ampliando as discussões gramaticais através do uso.

No final do ano os alunos com maior número de medalhas receberão um prêmio surpresa.”

Ao final de cada mês, a proposta será avaliada junto aos alunos para saber se estão gostando e conseguindo acompanhar o conteúdo.

Legal a iniciativa da escola, não é mesmo? Você também usa recursos tecnológicos em sala de aula? Então mande através do nosso formulário a sua história que ela pode aparecer aqui!

Uso do QR Code na sala de aula. Confira essa inovação!

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Você já ouviu falar de QR Code? Essa tecnologia é recente mas está sendo explorada muito em serviços, produtos e outras facilidades da vida moderna. O código pode ser lido por celulares, tablets e computadores através de sua câmera. Esse código nos leva a um site da internet onde pode-se visualizar fotos, vídeos ou mesmo imagens em realidade aumentada. Lá no Colégio Marista Pio XII, em Novo Hamburgo, a tecnologia foi usada em sala de aula, com os alunos da Educação Infantil.

Eles exploraram um pouco mais o mundo dos animais rastejantes. Por sinal, o tema foi escolhido pelas próprias crianças. A atividade contou com fotos de centopeias, retiradas do Google. Depois, com a ajuda da Lousa Eletrônica, as crianças puderam brincar de Verdadeiro ou Falso para conhecer melhor curiosidades desse animal tão diferente. A atividade contou ainda com vídeos sobre centopeias, mostrando como é sua alimentação e seu jeito de andar. Os professores ainda mostraram imagens de centopeias gigantes carnívoras. Todos trouxeram smartphones e tablets de cada para a atividade. Os QR Codes foram distribuídos pelo pátio da escola, o que deixou a atividade ainda mais divertida.

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Em um segundo momento, os estudantes foram convidados a criar seus próprios QR Codes. No laboratório de Tecnologias Educacionais, os alunos utilizaram o site www.invertexto.com/qrcode e cada estudante inseriu o link para uma página web que levava a um jogo chamado Ariê. Todos tiveram seus QR Codes impressos, testados e puderam levá-los para casa junto a uma coletânea de outros Codes com links para suas atividades realizadas na escola.

Através desta atividades foi possível ter contato com um material riquíssimo disponibilizado na internet e facilmente acessado por crianças de 4 e 5 anos de idade. Além de terem aprendido essa nova maneira de acessar sites e conteúdos da web, os estudantes puderam pesquisar ainda mais sobre o tema escolhido.

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Tá aí um exemplo de como a Educação 3.0 pode agregar ainda mais valor ao aprendizado. E o Colégio Marista Pio XII, junto a toda a Rede Marista, atento a esta nova realidade, estimula continuamente a criatividade de seus estudantes através do trabalho colaborativo e do uso de ferramentas modernas e divertidas, como a lousa interativa ou mesmo os próprios smartphones trazidos de casa, gerando aprendizados significativos e duradouros desde a Educação Infantil.

E você, também tem uma história legal para nos contar sobre o uso da tecnologia em sala de aula. Mande seu relato através do nosso formulário clicando aqui!

O uso da tecnologia na sala de aula: Google Maps

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A tecnologia precisa estar à serviço da educação e do conhecimento. Como educadores, é preciso olhar além das inovações tecnológicas que surgem todos os dias e tentar aplica-las em sala de aula, para tornar o assunto apresentado para os estudantes ainda mais atrativo e interessante.

Foi pensando nisso que a professora Bruna Negreiros decidiu aplicar a tecnologia com os alunos do 2º ano do Ensino Fundamental. A ferramenta escolhida foi o Google Maps e através dele as crianças puderam descobrir características e curiosidades de diversos países do mundo.

A aula foi ministrada no Laboratório de Informática e os estudantes conheceram pontos turísticos importantes como o Coliseu, em Roma, e Torre Eiffel, em Paris. Eles ainda visitaram os Museus Capitolinos, que ficam no Vaticano, o menor país do mundo, com a ajuda do Google Culture Institute.

Completando a imersão cultural os alunos utilizaram o Google Tradutor para traduzir frases de diversos idiomas. A partir de frases criadas ao longo das atividades em aula, as turmas ouviram diferentes dialetos, aprendendo sobre pronúncia e entonação.​

 

 

Sua sala de aula é produtiva?

Student in Classroom --- Image by © Tim Pannell/Corbis

Como saber se a sua sala de aula é produtiva? O que é preciso acontecer com você, seus alunos e também com o ensino produzido em sala de aula para que esse momento seja produtivo para todos os envolvidos?

Os educadores precisam pensar as salas de aula como templos de efervescência intelectual, um lugar onde a criatividade e a inovação precisam estar sempre presentes. Dessa forma, os alunos estarão mais preparados para enfrentarem todos os desafios do futuro.

Ensinar e aprender não podem ser eventos isolados – é preciso interação entre educador e educando, desenvolvimento de competências em conjunto e construção de conhecimento do mundo aliada ao autoconhecimento – que envolve curiosidade, autenticidade e afeto.

Foi pensando nisso que o educador Terry Heick decidiu listar as características de uma sala de aula produtiva. Veja abaixo e saiba se você está no caminho certo. Caso contrário, nunca é tarde para mudar, não é mesmo?

Alunos são questionadores

Em uma sala de aula produtiva os alunos fazem perguntas, são inquietos e curiosos. Um estudante curioso pode tornar o ensino muito mais interessante e inspirador. Os professores devem despertar em seus alunos a criatividade, pedir a participação deles nos conteúdos propostos, e porque não, até mesmo deixar que eles mesmos tragam ideias de casa para a sala de aula.

Quando as perguntas são tão valiosas quanto as respostas

Lembre-se que quando questionamos o mundo a nossa volta descobrimos mais sobre ele e nos conectamos com várias realidades. As perguntas guiam o aprendizado, elas fazem o conteúdo fluir com mais facilidade. Valorize isso na sua sala de aula, estimule isso nos seus alunos, instigue a curiosidade deles e o interesse pelas aulas irá aumentar, com certeza!

Ideias surgem de fontes divergentes

Faça com que as ideias venham de vários lugares diferentes. Isso fará com que a aula seja mais rica e atraente para os seus alunos, e também para o educador. Siga várias direções, ouse, faa seus alunos verem o mundo de um outro ângulo, de uma nova perspectiva. Deixe-os buscar fontes em suas próprias comunidades e círculos de convívio, mas também fora de suas zonas de conforto. Que tal trazer para sala de aula um convidado com ideias inovadoras? É interessante um debate onde duas fontes discordam, pois é esse tipo de divergência que encaramos no mundo real.

Variedade nos modelos de ensino utilizados

As possibilidades de inovar passando o conteúdo são infinitas: projetos de audiovisual, aprendizado via conteúdo digital, desafios com jogos, intercâmbio de conhecimentos com outras salas. Aqui é usar a criatividade e tentar inovar sempre. É uma característica de uma sala de aula produtiva a diversidade, o que exige do professor a capacidade de se autodescobrir e reinventar-se, aprendendo sempre.

O conhecimento vai além da sala de aula

Se os alunos irão deixar as salas de aula em algum momento, o conhecimento precisa ultrapassar igualmente aquele ambiente físico.A química, por exemplo, está em todas as coisas que eles consomem, o que pode ser um gancho na hora de ensinar.

Ensino personalizado

Não é preciso ter muita sensibilidade para entender que cada aluno é diferente, de forma que toda sala de aula também será. Isso exige que o professor saiba adaptar suas aulas para a realidade daquela escola, daquela classe, daqueles alunos. Ainda que aprendam o mesmo conteúdo, os perfis são diferentes – e assim devem ser as aulas.

Avaliações autênticas e transparentes

Se a avaliação for punitiva isso terá reflexo na forma em que o aluno irá aprender. Busque formas alternativas de avaliar os seus alunos, não apenas com testes e provas. O ensino é mais do que apenas um número. Isso pode fazer a diferença na vida deles. Pense nisso!

Fonte: www.escribo.com.br

 

Estudante cria uma forma de limpar os oceanos do mundo

limpar_oceanos

Ser jovem é ter a mente cheia de ideias e colocá-las em prática é um grande desafio para quem ainda tem pouca idade. Mas a juventude nos dá uma coragem única e também aquela sensação maravilhosa de que podemos mudar o mundo com as nossas ações.

Boyan Slat, 19 anos, é um estudante holandês de engenharia que combinou ambientalismo, criatividade e tecnologia para resolver questões globais de sustentabilidade. Ele trabalhou no desenvolvimento de um dispositivo chamado Ocean Cleanup Array, capaz de limpar os fluxos de plástico nos oceanos, que já acumula mais de 7 milhões de toneladas do material.

A máquina funcionará como um filtro, recolhendo todo o material flutuante, armazenados em recipientes até ser recolhido para reciclagem em terra. A vida marinha continuaria segura, pois mesmo o lixo recolhido continua em contato com água, na separação eles seriam devolvidos ao mar, num processo de limpeza que levaria 5 anos.

Apesar de ser ainda um protótipo, o jovem já criou a The Ocean Cleanup Foundation, uma organização sem fins lucrativos.