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Categoria -Inovação

Você já pensou em usar o videogame como forma de educar na sala de aula?

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Ainda existe um preconceito muito grande no que se refere a videogames. Muitas pessoas ainda culpam os jogos pela violência de alguns lugares, como nos Estados Unidos, por exemplo, que estudantes que cometeram crimes atribuíram aos jogos a motivação para o crime.

Também, muitas pessoas vêem o videogame como apenas um divertimento e uma distração e não conseguem enxergar além e ver que a ferramenta pode ser uma ótima aliada na educação das crianças.

Nada melhor do que falar a língua dos jovens na hora de querer ensinar alguma coisa, não é mesmo? Pois é aí que os jogos podem ser seus amigos e te ajudarem a construir uma aula mais divertida e atrativa para a criançada.

Saiba porque os jogos podem ajudar no desenvolvimento educacionais dos estudantes:

– Muitos jogos têm a capacidade de ajudar no desenvolvimento do pensamento crítico da criança e do adolescente. Além disso, eles contribuem para ensinar habilidades importantes para o dia a dia como a solução de problemas e a perseverança, enquanto constroem habilidades metacognitivas.

– O aprendizado baseado em jogos pode proporcionar um ensino voltado para a solução de problemas com criatividade ao invés de uma simples memorização – tudo isso de forma facilmente replicável, em escala e acessível.

– Os jogos podem nos mover em direção a uma cultura de motivação intrínseca, autorreflexão e interação mais consciente com o mundo.

 

Como estimular a participação dos seus alunos durante as aulas

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O mundo exige que se trabalhe em equipe. No mercado de trabalho, por exemplo, o trabalho em equipe é uma exigência e ele pode começar dentro da sala de aula. Com a chegada da tecnologia na vida das crianças e também na rotina da escola, o papel do professor tem mudado bastante.

Além de transmitir informações e explicar conteúdos aos alunos, o educador também deve estimulá-los a interagirem entre si, compartilhando ideias e conhecimentos. Com isso, é possível desenvolver uma série de habilidades que podem contribuir para destacá-los no futuro.

Foi pensando nisso que separamos alguns métodos de ensino que visa estimular a participação dos seus alunos na sala de aula. Confira e aplique com a sua turma:

1 – Debates em grupo
Esses tipos de discussões estimulam o pensamento crítico dos alunos e faz com que eles exercitem ainda a oratória e a capacidade de dialogar com ideias diferentes das suas. Escolha um tema a ser debatido pelos estudantes e faça com que eles tragam histórias de vida e suas opiniões de forma organizada. Certifique-se de que todos os estudantes estão participando da conversa, ao mesmo tempo respeitando a opinião uns dos outros.

2 – Trabalhe com atividades em dupla
O trabalho em duplas também pode ser bem interessante de ser realizado em sala de aula. Esxa técnica ajuda os estudantes a construir um aprendizado coletivo, aumentando a troca de conhecimentos e experiências.

3 – Realize trabalhos fora da sala de aula
Deixe um pouco o ambiente da sala de aula de lado e aposte em atividades externas. Explore os lugares da escola, do bairro e da cidade. Faça visitas a museus, bibliotecas e até uma viagem de estudos a alguma cidade vizinha. Uma simples mudança de ambiente pode aumentar a motivação dos alunos, tornando-os mais interessados no conteúdo que você ensina.

4 – Utilize o ambiente virtual
Nada melhor para prender a atenção dos alunos do que falar a língua deles. Hoje a juventude está conectada na Internet a maior parte do tempo, sendo assim, use essa ferramenta a seu favor. Experimente criar um site ou uma comunidade nas redes sociais para a troca de experiências.

 

Sua escola investe em tecnologia? Deveria.

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Hoje em dia se fala muito em inovações na educação. Com o surgimento de novas tecnologias, as escolas tiveram que se adaptar a esse novo cenário, instaurando, inclusive, várias mudanças em seus currículos e dia a dia na sala de aula. Essas mudanças fazem com que o educador tenha que se manter também em contante mudança, buscando conhecimento e novas tecnologias para explorar em suas aulas. É um tempo sem volta. A tecnologia chegou para ficar e a sua escola precisa investir nela.

Pais e alunos pressionam a escola para as novas adaptações digitais. Uma pesquisa recente mostrou que 77% dos brasileiros acreditam que escolas e educadores devem usar mais a tecnologia para melhorar o atual sistema de educação do Brasil. Donos de escola entenderam o recado e buscam investir em tecnologia para aumentar as matrículas. Afinal, os pais querem que seus filhos estudem em colégios que estejam atualizados com as novas tecnologias, que ele tenha prazer em aprender.

A questão é que o que mais vemos hoje nas escolas é ainda aquele ambiente da época dos nossos pais: salas lotadas, carteiras enfileiradas com o professor na frente detentor de todo o conhecimento. Tente inovar. Mesmo que a sua escola não possua investimentos em tecnologia, mude as mesas na sua sala de aula. Trabalhe com um grande círculo com os alunos, ou grupos menores. Priorize o trabalho em equipe e não apenas o trabalho individual.

O conceito de inovação não precisa estar ligado com tecnologia e muito menos com investimentos. Com pouco dinheiro, ou quase nenhum, é possível fazer uma sala de aula atrativa e inovadora para os seus alunos. Basta apenas um pouco de criatividade e vontade de mudar.

O primeiro passo é escutar os seus alunos, seus anseios, vontades, além dos pais e de seus colegas educadores. Tente encontrar soluções conjuntas, com ideias de várias pessoas e grupos diferentes.  Além disso, estabelecer parcerias com empresas para estruturar programas de formação de professores é uma ótima ideia.

 

O papel do educador na Educação 3.0

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Nós já falamos aqui no blog sobre a Educação 3.0 e como essa novidade vai impactar a sua sala de aula. Mas qual será o papel do educador nesse novo momento da educação?

Uma das primeiras mudanças será a inclusão da tecnologia na sala de aula, afinal, na Educação 3.0 o aluno passa a ser o centro de tudo e por isso é preciso verificar as melhores formas de ensiná-lo e a tecnologia é uma presença constante na vida de crianças e jovens desde muito cedo.

A Educação 3.0 prevê a criação de uma infraestrutura de conectividade e colaboração com alto desempenho, mobilidade e segurança. Contudo, é importante perceber que nenhuma tecnologia terá seu real impacto sem que haja apropriação dessas novas condições de ensino e aprendizagem por parte dos professores.

Por isso, o educador precisará se adaptar, e mais, buscar mais conhecimento sobre soluções tecnológicas para aplicar com os seus alunos, e passar a atuar como um facilitador e mediador entre o acesso e a construção do conhecimento, atuando como uma espécie de guia e não apenas mais como um transmissor do conteúdo e do conhecimento. Além da formação técnica, os professores precisam entender como a atual geração pensa e se informa, percebendo que há uma nova dinâmica de aprendizagem na vida externa à escola e que os métodos precisam ser adaptados.

Assim, o maior desafio do profissional da educação será despertar a curiosidade e desafiar o estudante a confiar em si mesmo e procurar, por conta própria, o conhecimento, mas ao mesmo tempo se apresentar como referência segura para significação do conhecimento.

Trata-se de aproveitar o uso já incorporado pelos jovens de tablets, smartphones, ferramentas de busca, redes sociais, entre outros, para transformar e explorar o melhor das habilidades cognitivas e modelos pedagógicos em Educação 3.0. Percebemos que o ensino de qualidade é focado no uso sustentável dos recursos, na escolha da tecnologia adequada ao contexto e na formação do professor, de modo que não é possível fazer educação antiga com recursos novos.

Professor cria jogo para ajudar alunos com necessidades especiais

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Um professor de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, criou um jogo para ajudar alunos com necessidades especiais. André Luiz Brandão teve sua iniciativa inovadora em um prêmio na Alemanha chamado Falling Walls Lab. O Jecripe, iniciativa do professor universitário, envolve a criação de jogos para pessoas com necessidades especiais e já rendeu dois frutos: o Jecripe 1 e Jecripe 2, direcionados para crianças com Síndrome de Down, com idade entre três e sete anos.

O objetivo do jogo é estimular habilidades cognitivas como imitação, percepção, motricidade fina. A ideia começou a ser elaborada em 2009, quando Brandão desenvolveu um modelo matemático relacionado a sensores de movimentos – os mesmos que são utilizados em videogames como o Kinect, do Xbox 360 e Xbox One.

A partir desta tecnologia, foi lançado em 2010 o Jecripe 1, com versões para Windows e Mac e em cinco idiomas. O trabalho de Brandão, que deu origem ao produto, ganhou o prêmio de melhor tese no Simpósio Brasileiro de Jogos – e o próprio game também foi agraciado em premiações em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Com o sucesso desse projeto, ele partiu para a criação do Jecripe 2, lançado em 2015 e que ganhou uma versão para Linux. “Muitas instituições que atendem crianças com necessidades especiais utilizam software livre e, por isso, acrescentamos mais essa tecnologia”, diz. O game é gratuito – o download pode ser feito no site www.jecripe.com.br.

 

A Wikipédia pode ser a sua aliada na educação

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De alguns anos pra cá a Wikipédia tem sido uma vilã para os professores. O site colaborativo tomou lugar das enciclopédias das bibliotecas e faz com que a informação chegue mais perto dos alunos, sem muito esforço.

Justamente por ser uma ferramenta colaborativa, a Wikipédia pode não ser uma fonte muito confiável. Afinal, qualquer pessoa pode acessar o site e editar uma informação. Mas não é por isso que o site, famoso em todo o mundo, não pode ser uma boa ferramenta para você usar com os seus alunos em sala de aula.

Separamos algumas dicas que podem ser aplicadas ao seu dia a dia, de uma forma que o site seja uma ferramenta para tornar a sua aula mais dinâmica e atrativa!

Criar verbetes – A Wikipédia é uma ferramenta colaborativa, sendo assim, qualquer pessoa pode criar um verbete. Que tal ensinar isso aos seus alunos? Separe a turma em grupos e distribua verbetes para que cada grupo crie uma página com informações na Wikipédia. Pode ser um verbete sobre a escola onde as crianças estudam, uma praça da cidade, uma pessoa importante. As crianças deverão buscar informações para deixar o verbete o mais completo possível.

Editar verbetes – Você e sua turma podem pesquisar verbetes famosos e verificar se as informações são verdadeiras. Isso pode ser feito comparando com livros convencionais na biblioteca da escola. Caso você e seus alunos encontrem erros podem editar os verbetes, sem problemas.

Jogo para ensinar a soletrar

O Interactive Play, lançamento da Xalingo, que usa a realidade aumentada para ensinar e divertir a criançada tem feito o maior sucesso com os pequenos.

Tudo isso porque o brinquedo mistura peças de madeira convencionais, marca registrada dos brinquedos da Xalingo, com o que há de mais moderno quando o assunto é tecnologia.

Quer saber mais sobre essa inovação? A gente já falou desse brinquedo aqui nesse post.

Agora a jornalista Ananda Etges, que é a responsável pelo site Projeto de Mãe, também adorou a novidade, que rendeu momentos muito divertidos e educativos com os seus pequenos.

Veja só o que ela achou:

Um jogo interativo que começa com peças de madeira e continua com suporte da tecnologia. O Interactive Play da Xalingo é uma proposta diferente na hora de brincar. Nós recebemos e testamos para contar como funciona aqui no blog.

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O Vítor e a Clara adoram jogos de madeira. Quebra-cabeça, memória e dominó são os favoritos. Procuramos sentar sempre juntos para brincar e, assim, ter um momento de descontração em família.
Quando chegou o Interactive Play, a dupla já ficou curiosa para ver o que era. Abrimos e descobrimos 12 quebra-cabeças com imagens simples, como flor, carro, bola e sol.

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Enquanto os pequenos montavam, eu baixei no tablet o aplicativo indicado para continuar a brincadeira de um jeito diferente.
O app funciona de forma integrada com a câmera do tablet. Você deve posicioná-la acima do quebra-cabeça montado e então… surpresa! O objeto se movimenta com sons. O nome dele é soletrado pelo aplicativo, com o objetivo de apresentar letras e incentivar a aprendizagem das crianças. Quando a animação acaba, você pode clicar para explorar um pouco mais do objeto através do tablet.

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O Vítor e a Clara ficaram encantados com a novidade da Xalingo. Os dois queriam manusear o tablet para capturar um quebra-cabeça diferente. Eles repetiam as palavras soletradas e o som emitido pelo objetivo. Por exemplo: a casinha faz barulho de campainha, o suco faz som de tomar em canudinho e assim por diante.
O Interactive Play já rendeu bons momentos por aqui. Nós indicamos o brinquedo e pode ser uma boa dica para o Dia das Crianças (:

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Clique aqui para ver a postagem dela.

Uso de internet nos celulares cresce na educação

CHILD WITH PHONE

A proporção de estudantes e professores que usam internet pelo celular cresceu nos últimos anos. Entre alunos de escolas públicas, o percentual chega a 79% e em colégios particulares, 84%. Os dados fazem parte da pesquisa Tecnologia da Informação e da Comunicação (TIC) Educação 2014, divulgada hoje (21) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), por meio do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br). Entre os professores, o percentual passou de 36%, em 2013, para 64%.

No levantamento anterior, os números eram 59% na escola pública; e 73% na instituição privada.A pesquisa constata que a escola não é o principal ambiente de uso da internet por estudantes.

Tanto para estudantes de escolas públicas, como de particulares, o domicílio continua sendo o principal local de acesso à internet, com 77% e 93%, respectivamente. Apenas 41% dos alunos de instituições públicas usuários de internet conectaram-se pela rede da escola.

Apesar de ainda não estar presente nas salas de aula, a internet é uma ferramenta comum na preparação das aulas ou de atividades com alunos.

Esses números podem ser ótimos parâmetros para você aplicar mais a Internet em sala de aula. Como a maioria dos alunos possuem acesso à rede, seja em casa ou na escola, fica mais fácil preparar uma aula com o uso da tecnologia. Ela pode ser uma grande aliada para ensinar os seus alunos.

Algumas dicas de como usar o Google em sala de aula

Students in computer lab

Todo mundo conhece o Google! O site é referência quando o assunto é pesquisa na Internet, além de ser proprietário de redes sociais e outras ferramentas da Internet. Pois esse gigante do mundo tecnológico pode ser seu aliado na sala de aula.

Em vez de brigar com os alunos que não desgrudam de seus celulares e tablets em sala de aula, cada vez mais professores usam a tecnologia a seu favor. O Google pode ser uma ótima ferramenta para ajudar você em várias tarefas do dia a dia. Veja algumas delas:

Trabalhos em grupo no Drive: Ferramentas como o documento ou a planilha do Google Drive permitem que múltiplos usuários editem um trabalho ao mesmo tempo, o que facilita a construção de trabalhos coletivos. Você ainda pode acompanhar o desenvolvimento das tarefas e verificar o que cada estudante produziu. Nos trabalhos em grupo é comum algum aluno pedir para incluir o seu nome no trabalho mesmo ele não tendo contribuído com a tarefa. Com a ajuda do Google Drive isso não é mais possível.

Classroom: É um aplicativo criado especialmente para a educação. Permite a criação de uma sala de aula virtual onde o professor pode organizar tarefas e medir os desempenhos de alunos, além de compartilhar documentos. Diferentemente de outras plataformas de ensino a distância, no Classroom, os alunos também podem criar e compartilhar documentos, com a aprovação do professor.

Conferências via Hangout: Muitas vezes o professor quer levar um convidado para explicar um determinado assunto na aula, mas conciliar a agenda é difícil. Se o palestrante for de outra cidade, o problema é ainda maior. O Hangout do Google Plus pode ser a solução. Com ele, o contato pode ser feito por meio de vídeo conferência, inclusive com a participação de mais interlocutures. A conversa ainda pode ser transmitida ao vivo e depois ficará salva no YouTube. A ferramenta também pode ser útil para alunos que, por alguma razão, faltaram a aula.

Google Earth: Você pode viajar com os seus alunos para qualquer lugar do mundo, inclusive nos oceanos. Com o Street View é possível andar pelas ruas das maiores cidades do mundo, uma verdadeira aula de geografia na tela do seu computador.

Instituto Cultural Google: Vai ensinar sobre a Revolução Francesa, então viaje com os seus alunos ao Palácio de Versalhes, onde a corte francesa vivia na época. Ou ainda, visitar museus e monumentos históricos, maravilhas do mundo e muito mais.

Youtube.com.br/edu: O YouTube já é bastante reconhecido como um bom aliado para o ensino de conteúdos com o auxílio de seus vídeos tão diversos. No entanto, professores podem ter dificuldades para filtrar somente os materiais educativos.

Inclusive os alunos da professora Bruna Negreiros trabalharam com ferramentas do Google. A gente contou essa história aqui no blog.

Fonte: www.tecnologia.terra.com.br

 

Ferramenta gratuita ajuda a empregar a tecnologia em sala de aula

Schoolchildren using laptop computers

A Fundação Lemann acaba de lançar o aprenda.online, uma plataforma que une ferramentas tecnológicas educacionais, conteúdos e cursos de formação online ligados à aplicação da tecnologia em sala de aula.

A novidade é direcionada principalmente a alunos e professores, mas pode ser usada por qualquer pessoa que queira aprimorar seus conhecimentos nos mais diversos temas.

O acesso pode ser feito pelo computador, tablet ou celular. A ferramenta oferece, em um só lugar, cursos das melhores universidades do mundo incluindo USP e Unicamp, exercícios, simulados, videoaulas, dicas e jogos educacionais.

Conheça algumas das ferramentas oferecidas pelo Aprenda.Online e apresente para os seus alunos:

– Code.org: referência mundial em ensino de programação,  criou um currículo recheado de mini games, atividades off-line e vídeos com celebridades que apresentam os conceitos fundamentais de programação.

– Codecademy: para quem que quer começar do zero, criar seu próprio negócio, ou até mesmo para aqueles que já têem certa experiência e querem se aperfeiçoar em alguma linguagem de programação.

– Coursera: portal com cursos das melhores universidades do mundo, incluindo USP e Unicamp. Os mais procurados por brasileiros têm suas vídeoaulas legendadas para o português.

– EDU.app: aplicativo desenvolvido pela Fundação Lemann em parceria com o YouTube EDU que traz videoaulas, exercícios, dicas de prova e orientações com um foco especial no Enem, tudo organizado de acordo com o conteúdo e os critérios da prova.

– Gatópolis: aplicativo gratuito de apoio à alfabetização. Enquanto propõe desafios para as crianças, oferece jogos divertidos com personagens como o Super-Gato.

– Khan Academy: maior site gratuito de matemática do mundo,  com milhares de vídeoaulas e dicas para aprender da soma básica ao cálculo.

– YouTube EDU: oferece as melhores vídeoaulas com temas e conteúdos que cobrem disciplinas do Ensino Fundamental ao Médio.