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Categoria -Inovação

Aprendizagem Baseada em Projetos

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O Colégio Sesi Internacional de Curitiba abriu mão da divisão por séries com o intuito de integrar todas as disciplinas em torno de desafios. No início de cada bimestre, os alunos decidem quais assuntos desejam aprender.

Com variados assuntos à escolha, os alunos optam por oficinas que envolvem a turma na solução de diferentes desafios. Os estudantes são divididos em grupos, onde fazem pesquisas e desenvolvem projetos para responder a um complexo questionamento feito pelo professor.

Por exemplo: durante uma oficina que envolve economia, a aula de matemática ajuda a entender juros simples e compostos, enquanto história trata de revolução industrial e física aborda o funcionamento da máquina a vapor, gerando assim, uma convergência entre todas as disciplinas.

A avaliação, para identificar se o grupo solucionou o desafio recebido, também é diferenciada: professores fazem acompanhamento do processo cognitivo e do processo relacional, através de diferentes instrumentos de avaliação, como apresentações, atividades escritas, relatórios, projetos e participação.

No início, o aluno Guilherme Heil Kinas, estranhou a metodologia de ensino do colégio. Mas, após ter passado por oito oficinas de aprendizagem, avaliou que esse formato contribuiu para ampliar suas habilidades de comunicação e até mesmo perder a timidez, já que todo bimestre é preciso trabalhar em diferentes equipes e, no final, apresentar uma solução para o desafio proposto.

A tecnologia também faz parte do ensino, seja em pesquisas ou até mesmo para conversas com profissionais de outros países. A escola também utiliza os avanços tecnológicos a favor da educação em disciplinas eletivas. Além de contar com atividades de teatro, desenho, línguas estrangeiras ou até mesmo práticas esportivas, são oferecidas aulas de cinema, fotografia, robótica e tantas outras.

Fontes:
http://porvir.org/escola-movida-desafios-prepara-alunos-para-atuar-cenario-global/

A gamificação que ajuda crianças especiais

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A utilização de jogos educativos tem feito a diferença para alunos com necessidades especiais, nos colégios de São Paulo.

A startup israelense Matific, especializada em gamificação para o estudo matemático desde a educação infantil até o sexto ano, desenvolveu uma plataforma que está sendo utilizadas por instituições como a Escola Estadual Padre Pasquale Filippelli, em Diadema, e a particular Beit Yaacov, de São Paulo.

O sistema israelense permite personalizar as atividades para cada aluno. Isso permite, por exemplo, que alunos com necessidades especiais participem das mesmas atividades do restante da turma, à medida que o sistema de jogos utilizado pelo colégio possibilita o trabalho de forma conjunta. Antes da plataforma, esses estudantes participavam de outras atividades, separados do grupo, justamente por não conseguirem acompanhar o conteúdo programático.

Segundo a psicopedagoga da empresa, Ana Paula Carmagnani, a Escola Estadual Padre Pasquale Filippelli possui, em todas as turmas, alunos com necessidades especiais, com questões físicas, cognitivas, mentais, que utilizam a plataforma de jogos educativos.

Fonte: http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=498619

Experimentando educar diferente

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A Escola Municipal André Urani, na Rocinha, no Rio de Janeiro, não possui turmas tradicionais: estudantes participam em conjunto das atividades.

Ela conta com 240 estudantes da localidade e comunidades vizinha e é um Ginásio Experimental de Tecnologias Educacionais (GENTE), uma parceira da prefeitura da cidade com a iniciativa privada, cujo objetivo é testar metodologias de ensino inovadoras.

Na escola não existe quadro negro, nem carteiras individuais. As escolas tradicionais são deixadas de lado e dão lugar aos “times”, que reúnem, em um grande salão, alunos do sétimo, oitavo e nono anos. A internet, por lá, é parte central do aprendizado.

Com computadores e livros, os estudantes sentam-se em mesas hexagonais, uns de frente para os outros, estudando todos juntos. Cada aluno segue um plano de estudo personalizado, disponível em seu laptop, mas também podem contar com a ajuda de colegas e de suas próprias pesquisas online. Tudo isso ocorre sob a monitoria de professores de diferentes disciplinas.

Nos laboratórios, muito parecidos com as salas de aula tradicionais, os estudantes recebem um reforço de conteúdo nas disciplinas em que apresentam mais dificuldades. São sete horas dentro da escola e ninguém parece ter pressa de ir pra casa.

No total, são 16 professores trabalhando em tempo integral na escola. Nos projetos especiais, os alunos trabalham com várias disciplinas ao mesmo tempo. Foi assim ao longo da última semana de outubro, por exemplo, quando eles estudaram o Halloween, tanto nas aulas de inglês quanto de história, e, por fim, fizeram uma festa.

Fontes:
https://noticias.terra.com.br/a-escola-de-onde-os-alunos-nao-querem-sair,678ee412328ba6598b8f9f70e1d522bajqrmdy2k.html

Muros com vida

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Um muro pode ser somente a forma de manter, as pessoas não bem-vindas, longe de um determinado local. Mas também pode ser um ótimo local para interação e, porque não, uma ferramenta de ensino. É o que aconteceu no Colégio Avance, em Recife/PE.

Através da gestora Paula Emiliana de Oliveira Queiroz, a comunidade escolar se uniu para transformar os muros do colégio com a ação “Repense o conceito de muro”. No começo, foram disponibilizados papéis coloridos para que alunos, colaboradores e até mesmo moradores de rua pudessem escrever suas ideias. Elas trouxeram o norte para que houvesse ressignificação do espaço.

Uma das criações na parede foi o espaço Hashtag, destinado ao recolhimento e doação de livros. O local fica protegido da chuva e, no início, foram disponibilizados dois livros. Atualmente, todos os dias há novos livros na área.
Já a horta no muro é para que a comunidade possa plantar, cultivar e colher. Inicialmente, eram plantados coentro, cebolinha e alface. Hoje já há até muda de hortelã. Segundo a gestora, todas as plantas estão bem cuidadas, sem nenhuma degradação.
Além disso, o muro conta com QR Codes, que disponibilizam conteúdos produzidos pelos alunos, como vídeos, trabalhos e artigos.

Durante sua inauguração, foram doados potinhos com sementes de coentro aos participantes e divulgada a frase do muro: “Repense: o muro agora conecta, interage e comunica. Mas sem você, ainda será só um muro”.

Fonte:
http://porvir.org/escola-transforma-muro-em-espaco-de-interacao-comunidade/

Sarau no Youtube

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As mídias sociais podem parecer, muitas vezes, vilãs da educação. Mas estar antenado a elas pode nos trazer ideias de como inserí-las em sala de aulas e torna-las aliadas na hora de ensinar. Foi o que fez Mônica Torres Giannini, professora de Língua Portuguesa da E.E. Jorge Calil Assad Sallum.

Mônica desenvolveu um sarau virtual e na atividade os alunos fazem encenações e vestem-se de acordo com a proposta de conteúdo. Após isso, o trabalho é editado e postado na página da educadora no Youtube. Segundo ela, no primeiro sarau foi realizada uma brincadeira com temas das décadas de 20, 50 e 70. Já no segundo foi desenvolvida uma representação da vida dos moradores de rua.

Na disciplina, Mônica trabalhou especificamente estrutura e linguagem poética, conotação, denotação e tudo que envolve uma poesia. O trabalho é realizado com estudantes do 7º ano do ensino fundamental.

Além da Língua Portuguesa, os alunos têm contato com disciplinas de Matemática, Arte e História, além da oportunidade de aprender conceitos de edição de vídeo e todo o processo de montagem do sarau. Em 2017 o trabalho continuará na unidade de Tempo Integral, desta vez abrangendo disciplinas de ciências e eletiva de Robótica.

Fontes:
http://www.educacao.sp.gov.br/noticias/professora-utiliza-youtube-para-realizar-sarau-com-alunos-do-fundamental

Um incentivo a mais para brincar na natureza

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Incentivar as crianças a praticarem atividades e exercícios ao ar livre, nem sempre é fácil. Nas férias, muitas famílias sentem ainda mais dificuldade para elaborar atividades ao ar livre, seja na praça, na praia ou no parque. Visando incentivar esse contato com áreas verdes, o programa Criança e Natureza, do Instituto Alana, criou o GPS da Natureza.

Ele é uma ferramenta que busca por locais verdes ou que possibilitam atividades ao ar livre. A plataforma permite a procura levando em conta quatro fatores: a faixa etária das pessoas que estão no grupo (crianças de até 6 anos, de 7 a 12 anos, acima de 12 anos ou a família toda), a duração da atividade (15 minutos, 30 minutos, uma hora, duas horas ou metade do dia), o local onde a atividade será realizada (praça, praia, parque) e o clima (calor, frio, chuva ou uma pesquisa do tempo na cidade).

Por exemplo: caso a ferramenta seja ajustada para buscar atividades para jovens acima de 12 anos, com duração de uma hora, em um dia frio e no parque, são encontradas 11 sugestões. Entre algumas delas estão: brincar de peteca, caça aos tesouros, caçada de folhas e caminhada ao entardecer. Segundo a coordenadora do programa Criança e Natureza, Lais Fleury, a ideia da ferramenta é facilitar e inspirar famílias para que elas saiam de casa e vivam mais momentos ao ar livre, pensando em sua qualidade de vida.

A plataforma também permite a pesquisa por locais. E para acessar a plataforma, é preciso fazer um login com uma conta de Facebook ou email. Isso possibilita criar um perfil para cada usuário, que pode, além de pesquisar atividades, pesquisar locais, escolher atividades e locais favoritos, opinar sobre as brincadeiras que já realizou e até sugerir novos exercícios.

Até o momento a plataforma está disponível somente para atividades no Rio de Janeiro e São Paulo, mas a ideia é uma expansão para o âmbito nacional.

Fontes:
http://porvir.org/gps-da-natureza-pesquisa-lugares-sugere-atividades-ao-ar-livre/

Satélite de alunos de escola pública em SP é lançado ao espaço

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Aos 11 anos de idade, muitos de nós sequer imaginávamos como funcionava um satélite. Não é mesmo? Mas uma garotada, além de entender seu funcionamento, foi ainda mais longe: construiu o próprio satélite e viu ele ser lançado ao espaço.

A ideia surgiu em 2010, na Escola Municipal Presidente Tancredo de Almeida Neves, de Ubatuba. Seis alunos, que à época tinham a idade de 11 anos, ao lado do professor de matemática Cândido Moura, tiveram a assistência técnica e aulas no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e na Agência Espacial Brasileira (AEB). Lá, foram inclusos no programa Satélites Universitários, que arcou com os custos dos testes e do voo do equipamento para estação espacial.

A primeira tentativa para desenvolver o satélite foi com um kit americano. O equipamento foi redesenhado por um pesquisador do Inpe. Já o satélite lançado foi totalmente produzido e construído no Brasil, batizado de Tancredo 1.

O projeto, além dos seis estudantes, envolveu mais de 700 alunos da escola, e, os participantes da construção do satélite também viajaram aos Estados Unidos, onde conheceram a NASA (Agência Espacial Americana), e para o Japão.

O satélite, primeiro a ser produzido no Brasil por estudantes da educação básica, foi lançado no dia 09 de dezembro, no Centro Espacial Tanegashima, no Japão.

Fontes:
http://www.metropoles.com/brasil/ciencia-e-tecnologia-br/satelite-de-alunos-de-escola-publica-em-sp-e-lancado-ao-espaco

Educação na atualidade

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Na educação, assim como em outras áreas de trabalho, é sempre importante manter-se atualizado. E isso não passa somente aos adereços tecnológicos, mas também às novidades em metodologias. Confira algumas dicas para estar sempre se atualizando:

Hora de trocar figurinhas

Por mais que o professor lide constantemente com outras pessoas, muitas vezes o profissional acaba tomando um rumo solitário dentro do local de trabalho, deixando de interagir com outros professores. Essa troca de experiências é muito importante, além de também criar uma rede de contatos.

Uma ideia na cabeça e um tablet na mão

Tentar fugir da tecnologia não adianta. Ela é cada vez mais presente na educação e é fundamental que o educador saiba como utilizá-la e entenda como ela funciona. Os estudantes atuais já não nasceram inseridos em uma década tecnológica e é preciso fazer dela um meio para se manter atualizado.

Não, senhor.

Parece fácil, mas só parece. Saber dizer “não” é uma dificuldade enfrentada por muitas pessoas – e não é diferente no meio educacional. Por mais que você queira ajudar seus alunos, não é possível abraçar o mundo. Não se comprometa com mais do que você pode atender. Aulas extras, aconselhamentos, cursos… Todos são ótimos, mas dentro do possível. Assim como qualquer profissional, o educador precisa de um tempo desligado do trabalho. Esteja conectado, sim, mas saiba a hora de dar uma pausa.

Fontes:
http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2016/11/23/1146462/educacao-atualidade-habilidades-novos-educadores-precisam.html

Aproximando escola e pais através da tecnologia

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A tecnologia tem aproximado escolas e pais e facilitado a troca de informações momentâneas. Aplicativos tem feito este trabalho com êxito e mostram como a inovação traz vantagens para a educação.

É o caso da escola Luz da Vida, que aboliu a tradicional agenda pelo aplicativo Agenda Kids, que permite aos pais acompanhar o desenvolvimento escolar dos filhos. Através dele, os pais recebem um resumo diário sobre o cotidiano da criança na escola, com informações sobre como a criança alimentou-se (recusou, menos da metade, metade, mais da metade, tudo, repetiu), se dormiu e por quanto tempo, se evacuou e a característica (sólido, líquido, pastoso), quantidade de fraldas trocadas no dia e quantos banhos precisou tomar.

Já no colégio Anglo, o investimento em tecnologia tem sido feito voltado à educação de alunos dos ensinos fundamental e médio. Isso está ocorrendo através da implantação do pacote de ferramentas digitais G Suite For Education, do Google. Um dos aplicativos implantados é o Google Classroom. Com ele, o professor otimiza o tempo, ao planejar aulas, além de criar e receber tarefas por meio da plataforma, que pode ser acessada pelos alunos.

Também faz parte do pacote de ferramentas o Google Expeditions, aplicativo de realidade virtual que permite ao professor conduzir o estudante por 120 lugares diferentes, em uma experiência imersiva. O aluno ganha um par de óculos de papelão (conhecido como Cardboard), onde é colocado o smartphone, e através do tablet o professor pode conduzir os alunos por diferentes cenários.

Fontes:
http://www.diariodaregiao.com.br/blogs/diariotec/escolas-investem-em-apps-para-se-aproximar-de-pais-e-alunos-1.651123

Mostratec 2016 (parte 2)

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Como mostramos há algumas semanas na postagem “Mostratec 2016 (parte 1)” (clique aqui para ver), a feira de ciência e tecnologia realizada anualmente pela Fundação Liberato Salzano Vieira da Cunha, na cidade de Novo Hamburgo/RS, trouxe diversas inovações em aplicativos. Hoje, trazemos mais alguns exemplos do que foi mostrado por lá esse ano.

Para facilitar a vida de refugiados, que, de acordo com o Comitê Nacional para Refugiados (CONARE) já são quase nove mil, a estudante Alana de Souza, de 18 anos, criou uma plataforma. Nomeada de Comigre, a intenção dela é auxiliar a integração de migrantes e refugiados com a sociedade brasileiro, concentrando diversas informações relevantes para essa população.

Na plataforma é possível identificar os procedimentos para acesso a documentos e direitos; conhecer cursos profissionalizantes e aulas de língua portuguesa; ter acesso a vagas de emprego; visualizar acomodações disponíveis e divulgação de eventos.

Outro tema muito importante levantado na Mostratec 2016, foi a comunidade de Paraisópolis, segunda maior favela de São Paulo. Moradora da localidade, a estudante Érica Araújo, 15, investigou como acontecia o desenvolvimento de crianças de seis meses a três anos, no local.

Para isso, ela mapeou as creches públicas, privadas e também mães crecheiras para chegar à estimativa de que, aproximadamente 2700 crianças de Paraisópolis, estão fora de qualquer instituição de ensino.

No estudo, foi levantado que os equipamentos públicos são melhores avaliados pela comunidade local. Nele foi apresentado que 71% das crianças cuidadas por mães crecheiras não atingem o desenvolvimento desejado. Já as creches particulares abrigam professores sem formação e misturam crianças de idades diferentes.

Fontes:
http://porvir.org/estudantes-usam-ciencias-da-computacao-para-valorizar-transformar-sua-comunidade/