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Categoria -Atividades

Alunos desenvolvem ferramenta para aprenderem a tabuada

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A tabuada ainda é uma vilã nas aulas de matemática. Mas os alunos do 3º ano do Ensino Fundamental Bilíngue da IENH, de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, estão tirando esse aprendizado de letra.

A turma participou de um Quis Matemático para auxiliar no estudo das tabuadas do 2 ao 9, de forma colaborativa e interativa. O “Multiplication Quiz” foi o nome dado à ferramenta criada pelos estudantes, que auxilia na aprendizagem da tabuada. Os alunos trabalharam em duplas e criaram, em Inglês, 10 questões com 3 alternativas de respostas sobre as tabuadas do 2 ao 9.

Na Educação Tecnológica, utilizaram o Power Point para organizar o quiz, utilizando as configurações de botões de ação, animações, design, som e filmagem.

De acordo com as Professoras Jaqueline Grassmann e Lisiane Schultz, “a atividade foi importante, pois foi uma forma de auxiliar na aprendizagem do processo da multiplicação, iniciado com a tabuada. Por ser uma ferramenta em Língua Inglesa, os alunos também puderam rever a pronúncia dos números envolvidos”.

Cinco pecados que deixam a sua aula chata

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Quase todos os alunos já cochilaram dentro da sala de aula. É natural, ainda mais se aula não prender muito a atenção dos estudantes. É papel do professor inovar e trazer sempre assuntos novos e diferentes para a aula, para que essas horas não sejam entediantes para alunos e professores. Algumas práticas dos professores contribuem muito para tornar uma aula desinteressante, e manter-se atento torna-se uma tarefa árdua.

1 – Fugir do assunto
É compreensível o esforço de muitos professores em contextualizar suas disciplinas e praticar um pouco de interdisciplinaridade, mas quando a linha do bom senso é atravessada, os alunos logo notam e são afetados pela angustiante espera pelo retorno ao conteúdo da aula. Docentes que se perdem nos temas dos quais tratam acabam passando a impressão de que não prepararam a aula e estão apenas improvisando. Alunos dedicados não suportam a sensação de serem “enrolados”.

Como resolver: Adote esquemas para as aulas, sejam escritas num papel, nos slides ou mesmo mentais. Ter clara a sequência de assuntos a serem tratados, e ser fiel a ela, dá segurança à turma e ao professor.

2 – Prender-se em discussões com alunos específicos
Ninguém gosta de ser ignorado numa conversa, e é assim que muitos estudantes se sentem quando o professor se deixa envolver em intermináveis diálogos com um único aluno ou com pequenos grupos, reduzindo os demais a meros espectadores.

Como resolver: Seja breve em respostas que não interessam à turma toda, ou dizer ao aluno interessado que a conversa pode continuar ao fim da aula.

3 – Ler durante a aula toda
Artifícios úteis como o projetor de slides ou textos impressos podem se converter em verdadeiras tentações do comodismo. Quando o professor se apega exclusivamente ao que está escrito, passando aulas inteiras apenas lendo, é inevitável que o aluno se pergunte: “Se eu apenas lesse um livro será que não aprenderia a mesma coisa ou mais?”.

Como resolver: Limite-se a citar tópicos escritos nas telas e desenvolvê-los oralmente. No caso de textos impressos, interrupções a cada dois ou três parágrafos com comentários ou contextualizações ajudam a tornar a leitura mais dinâmica.

4 – Exigir que todos falem num debate
Pecado típico do professor bem-intencionado que quer estimular a participação da turma, mas, por exagerar na medida, acaba deixando muito tempo de aula para opiniões. O professor que faz isso consegue aborrecer dois tipos bem diferentes de estudante. Os debatedores natos, que não veem a hora de partirem para uma discussão mais produtiva, e os desinteressados pelo tema, que se sentem oprimidos com a obrigação de falar e podem dar declarações pouco fundamentadas.

Como resolver: Convide todos os alunos a participarem das aulas, especialmente se alguém tiver uma opinião diferente, mas sem que a turma inteira tenha de dizer algo. A iniciativa de falar tem de ser incentivada, não imposta.

5 – Ignorar a bagunça
Fingir que nada demais está acontecendo enquanto alguns alunos não param de conversar faz a turma concluir que nem o professor leva a própria aula muito a sério. Além disso, a turma fica com a expectativa de que o professor vai reclamar a qualquer momento, aí a concentração é que sai perdendo.

Como resolver: É esperado que às vezes o professor interrompa a aula para chamar a atenção e isso pode torná-la mais produtiva. Os bons alunos agradecem.

Como usar o cinema em sala de aula?

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O cinema é uma arma muito forte. Através deles é possível conhecer mais sobre vários assuntos, inclusive alguns aprendidos dentro de sala de aula. Alguns professores já viram o potencial do cinema e estão usando esse recurso para melhorar o atendimento dos alunos em algumas disciplinas.
Através dos filmes é possível fazer os alunos aprenderem além dos livros, fazer com que eles vivenciem as matérias de forma mais direta e além de ser de fácil entendimento para todos. Você pode usar filmes como um complemento ao material didático convencional. Veja abaixo algumas dicas bem legais para você usar o cinema em sala de aula de forma motivadora e tirar o melhor dos seus alunos nas mais diferentes disciplinas.
Faça o planejamento da atividade: Antes de exibir um filme para os alunos, é necessário realizar um planejamento. Escolha uma obra que seja de acordo com a idade e a série dos alunos. Você ainda pode preparar uma aula introdutória para que a classe consiga ter uma compreensão maior sobre o contexto do filme.

O tempo da aula deve ser levado em conta durante a escolha do filme: O filme precisa estar de acordo com o horário da aula. Em muitos casos, os curtas podem ser uma boa alternativa, mas os longas também podem ser exibidos desde que se tenha um planejamento adequado. Inclusive, alguns filmes têm conteúdos interdisciplinares que podem ser trabalhados durante diferentes aulas. Mas se o tempo não for suficiente, divida o conteúdo em duas aulas ou exiba apenas alguns trechos. Mas preste atenção: alguns filmes podem ser cortados, outros não. Em histórias que envolvem suspense, por exemplo, uma quebra pode ser prejudicial.

A exibição deve ser acompanhada de um debate: Após exibir o filme, uma boa sugestão é fazer uma discussão sobre a obra com os alunos. Essa discussão é essencial para a construção do conhecimento dos alunos acerca do tema. Se não sobrar tempo para realizar esse debate, o educador pode levantar algumas questões de reflexão e retomar o conteúdo na próxima aula. O debate pode ir além do tema proposto no filme e estabelecer relações com as matérias trabalhadas em sala de aula. Além disso, também é possível usar a obra para fazer uma discussão sobre a própria linguagem audiovisual, observando a estrutura narrativa, construção do roteiro, cenas e planos de filmagem.

As obras audiovisuais podem proporcionar releituras: Você pode propor trabalhos relacionados as artes plásticas com seus alunos, baseado no filme que eles assistiram. Além disso, você pode propor que os alunos façam uma peça de teatro inspirada no filme ou ainda, uma releitura em forma de curta metragem.

A escolha dos filmes deve levar em conta a classificação indicativa: Antes de exibir um filme, os professores devem olhar a classificação indicativa e observar se o conteúdo está adequado para a faixa etária dos seus alunos. Caso os pais façam alguma reclamação sobre o filme, o professor tem  como afirmar que usou os parâmetros de classificação etária do Ministério da Justiça.

As atividades não devem adquirir o peso de uma obrigação: As atividades propostas pelos professores não devem criar nos alunos experiências traumáticas com os filmes. Em nenhum momento a atividade deve adquirir o peso de uma obrigação. Se assistir ao filme se tornar uma tarefa chata o aluno irá perder todo o interesse. Quando o professor pede uma redação sobre a mensagem do filme, por exemplo, ele acaba limitando o aluno de dar a sua opinião e o seu ponto de vista sobre a obra, pois isso passa uma ideia de que só existe uma resposta correta. Cada aluno irá ver o filme de uma forma diferente e é isso que deve ser explorado.

As sessões de cinema também podem ser realizadas fora do horário de aula: Que tal organizar sessões de cinema como um cineclube na escola? Esses projetos ajudam a criar um ambiente de diálogo que incentiva o interesse dos alunos. Eles podem selecionar diversas obras para exibições e discussões dentro da escola. Esses projetos também podem ser abertos para toda a comunidade, integrando pais e moradores locais.

 

Três dinâmicas de grupo para você usar com os alunos do ensino fundamental

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A dinâmica de grupo pode ser uma ótima alternativa para ensinar alguns conteúdos para os seus alunos em sala de aula. Além de ser divertido, as dinâmicas desse tipo ajudam nas relações entre as crianças, criam laços de afeto e eles já começam a trabalhar em equipe, o que é sempre muito bom para o futuro, dentro e fora da escola.

Além disso, é possível abordar temas que fogem da rotina do dia a dia da aula como respeito, solidariedade, trabalho em equipe e criatividade – habilidades fundamentais para o crescimento dos estudantes dentro e fora da sala de aula.

Confira três opções que podem ser utilizadas nas turmas de ensino fundamental e divirta-se junto com os seus alunos.

Troca de cartas: Quanto tempo faz que você não manda uma carta para alguém? A Internet e as redes sociais tomaram o lugar das cartas enviadas pelos Correios. Que tal ensinar seus alunos a escreverem uma carta à moda antiga? Você pode trabalhar aspectos da língua portuguesa e da construção textual, além de relações de amizade entre os alunos. Você pode convidar uma turma da mesma série da escola, ou de outra próxima à sua. Faça uma lista de alunos para saber qual deles vai mandar e quais irão receber as cartas. Você pode trabalhar temas, como uma redação convencional. A carta pode ser mandada pelo Correio ou apenas trocada em sala mesmo. Os alunos podem falar como foi a experiência de escrever cartas e contar histórias com essa forma tão pouco usada nos dias de hoje. É importante deixar claro que o conteúdo das cartas é pessoal, mas não confidencial. Por isso, cada texto deve passar pelo professor antes de ser entregue à outra turma.

A teia: Com as carteiras afastadas, o professor forma um círculo com toda a turma. Um rolo de barbante deve ser entregue a um aluno, que deverá dizer seu nome e jogar o rolo para o colega mais distante dele, ao mesmo tempo em que diz o que deseja para a pessoa naquele semestre ou ano. Cada aluno repete a ação, sempre segurando uma parte do fio e jogando o rolo para outro colega, até que a turma toda tenha participado da dinâmica.

O resultado da prática será uma teia em que todos seguram uma parte do barbante, mostrando que cada pessoa tem sua importância no processo. Ao final, o professor pode perguntar o que significa aquela teia, estimulando os estudantes a expressarem livremente suas interpretações.

Árvore das férias: O professor apresenta em sala uma grande árvore desenhada em uma cartolina, na qual papeis coloridos representam suas folhas. Cada folha deve ter uma pergunta para orientar a dinâmica, como: “Para onde você foi nas suas férias?” “Com quem você foi?” “O que mais gostou?” ou “E do que não gostou?”.

Os alunos recebem as folhas e devem desenhar ou escrever a resposta da pergunta indicada. Em seguida, os papeis são colados na árvore, que deve ser disposta em um lugar visível na sala de aula. O professor pode, ainda, estimular o diálogo trazendo informações que complementem os dados dos estudantes, ampliando o conhecimento da turma sobre diferentes regiões, culturas e línguas.

Fonte: Universia

 

Um jeito diferente de aprender a língua portugesa

Neste ano os alunos dos 6ºs anos A e B do Ensino Fundamental da IENH – Unidade Pindorama e dos 7ºs anos B e C do Ensino Fundamental da IENH – Unidade Fundação Evangélica, em Novo Hamburgo, vão experimentar uma forma diferente de vivenciar as aulas de Língua Portuguesa e as atividades de casa. Através de uma proposta de trabalho elaborada pela Professora Caroline Müller, que utiliza a plataforma Moodle como meio de aprendizagem, os estudantes serão convidados a participarem de uma experiência de ensino híbrido para dinamizar as atividades desenvolvidas em aula, a aprendizagem de conteúdos novos e a realização das tarefas de casa.

De acordo com a Professora Carolina, a proposta visa promover atividades diferenciadas para que os alunos motivem-se para os estudos de gramática e para a realização das tarefas de casa, ampliar o tempo em sala de aula para o trabalho com leitura e escrita enfatizando aspectos gramaticais através de seu uso em diferentes gêneros textuais. Além disso, a nova forma de abordagem da Língua Portuguesa irá possibilitar aos alunos que sejam agentes de sua aprendizagem e ainda irá reduzir a quantidade de folhas que são entregues aos alunos.

Para entender melhor como a proposta funcionará, a Professora esquematizou como serão as etapas do processo de aprendizagem.

“Foi criada uma comunidade no ambiente Moodle que será organizada em semanas, sendo estas abertas pela Professora no decorrer do semestre.

As atividades postadas na comunidade corresponderão aos temas de casa, sendo que os alunos poderão resolvê-los conforme seu tempo e disponibilidade. A cada tarefa prevista e cumprida os alunos receberão pontuações e medalhas.

Como as tarefas serão atividades do Moodle, há a possibilidade de feedback imediato para a resposta dada pelo aluno, mostrando-lhe um caminho para compreender melhor ou rever sua resposta. Cabe destacar que sempre terão o apoio presencial da Professora para entendimento do conteúdo. Além disso, os alunos poderão tirar suas dúvidas através dos fóruns ou por e-mail com a Professora.

Os conteúdos gramaticais serão postados no ambiente com textos e vídeos e os alunos serão incentivados a olharem este material com antecedência. Aqueles que se sentirem à vontade poderão preparar uma explicação sobre o conteúdo para os colegas em uma aula marcada. A explicação será dada pelos alunos com auxílio da Professora. Os alunos que tiverem esta participação explicando os conteúdos aos colegas também receberão uma medalha no ambiente. Esta participação ocorrerá por inscrição e cada aluno poderá participar uma única vez.

Neste formato as aulas presenciais de Língua Portuguesa terão ênfase nas atividades de leitura e escrita, ampliando as discussões gramaticais através do uso.

No final do ano os alunos com maior número de medalhas receberão um prêmio surpresa.”

Ao final de cada mês, a proposta será avaliada junto aos alunos para saber se estão gostando e conseguindo acompanhar o conteúdo.

Legal a iniciativa da escola, não é mesmo? Você também usa recursos tecnológicos em sala de aula? Então mande através do nosso formulário a sua história que ela pode aparecer aqui!

Uso do QR Code na sala de aula. Confira essa inovação!

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Você já ouviu falar de QR Code? Essa tecnologia é recente mas está sendo explorada muito em serviços, produtos e outras facilidades da vida moderna. O código pode ser lido por celulares, tablets e computadores através de sua câmera. Esse código nos leva a um site da internet onde pode-se visualizar fotos, vídeos ou mesmo imagens em realidade aumentada. Lá no Colégio Marista Pio XII, em Novo Hamburgo, a tecnologia foi usada em sala de aula, com os alunos da Educação Infantil.

Eles exploraram um pouco mais o mundo dos animais rastejantes. Por sinal, o tema foi escolhido pelas próprias crianças. A atividade contou com fotos de centopeias, retiradas do Google. Depois, com a ajuda da Lousa Eletrônica, as crianças puderam brincar de Verdadeiro ou Falso para conhecer melhor curiosidades desse animal tão diferente. A atividade contou ainda com vídeos sobre centopeias, mostrando como é sua alimentação e seu jeito de andar. Os professores ainda mostraram imagens de centopeias gigantes carnívoras. Todos trouxeram smartphones e tablets de cada para a atividade. Os QR Codes foram distribuídos pelo pátio da escola, o que deixou a atividade ainda mais divertida.

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Em um segundo momento, os estudantes foram convidados a criar seus próprios QR Codes. No laboratório de Tecnologias Educacionais, os alunos utilizaram o site www.invertexto.com/qrcode e cada estudante inseriu o link para uma página web que levava a um jogo chamado Ariê. Todos tiveram seus QR Codes impressos, testados e puderam levá-los para casa junto a uma coletânea de outros Codes com links para suas atividades realizadas na escola.

Através desta atividades foi possível ter contato com um material riquíssimo disponibilizado na internet e facilmente acessado por crianças de 4 e 5 anos de idade. Além de terem aprendido essa nova maneira de acessar sites e conteúdos da web, os estudantes puderam pesquisar ainda mais sobre o tema escolhido.

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Tá aí um exemplo de como a Educação 3.0 pode agregar ainda mais valor ao aprendizado. E o Colégio Marista Pio XII, junto a toda a Rede Marista, atento a esta nova realidade, estimula continuamente a criatividade de seus estudantes através do trabalho colaborativo e do uso de ferramentas modernas e divertidas, como a lousa interativa ou mesmo os próprios smartphones trazidos de casa, gerando aprendizados significativos e duradouros desde a Educação Infantil.

E você, também tem uma história legal para nos contar sobre o uso da tecnologia em sala de aula. Mande seu relato através do nosso formulário clicando aqui!

O uso da tecnologia na sala de aula: Google Maps

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A tecnologia precisa estar à serviço da educação e do conhecimento. Como educadores, é preciso olhar além das inovações tecnológicas que surgem todos os dias e tentar aplica-las em sala de aula, para tornar o assunto apresentado para os estudantes ainda mais atrativo e interessante.

Foi pensando nisso que a professora Bruna Negreiros decidiu aplicar a tecnologia com os alunos do 2º ano do Ensino Fundamental. A ferramenta escolhida foi o Google Maps e através dele as crianças puderam descobrir características e curiosidades de diversos países do mundo.

A aula foi ministrada no Laboratório de Informática e os estudantes conheceram pontos turísticos importantes como o Coliseu, em Roma, e Torre Eiffel, em Paris. Eles ainda visitaram os Museus Capitolinos, que ficam no Vaticano, o menor país do mundo, com a ajuda do Google Culture Institute.

Completando a imersão cultural os alunos utilizaram o Google Tradutor para traduzir frases de diversos idiomas. A partir de frases criadas ao longo das atividades em aula, as turmas ouviram diferentes dialetos, aprendendo sobre pronúncia e entonação.​

 

 

Aprendendo sobre as locomotivas com brinquedos de material reciclado

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A reciclagem é uma constante na nossa vida. Na atual situação do planeta a gente sabe que reciclar, além de estar na moda, faz bem para o meio ambiente, ajuda a natureza e ainda desperta a nossa criatividade.

As crianças que aprendem desde cedo a importância da reciclagem se tornam adultos mais conscientes do seu papel no mundo. Foi pensando nisso, que a professora Lesandra Costa, lá da Escola Cenecista Professor Alcides Conter, na cidade de Butiá, no Rio Grande do Sul, resolveu ensinar para os seus alunos a importância de aproveitar materiais reciclados que iriam ser descartados, mostrando que é possível transformá-los em brinquedos de verdade usando apenas um pouco de criatividade.

Na atividade, feita em sala de aula com estudantes do 3º ano, os alunos aprendiam sobre locomotivas a vapor e a importância desse meio de transporte para uma época da nossa história. Como muitas crianças nunca tinham visto de perto uma locomotiva, a professora teve a ideia de transformar caixas, tampinhas de garrafa, rolos de papel e muito mais coisas que a gente joga fora sem nem pensar em uma utilidade, em brinquedos bem legais, feitos pelas mãos das próprias crianças. Para isso, as crianças trouxeram de casa materiais que eles juntaram e que poderiam ser reaproveitados. O resultado foram brinquedos cheios de criatividade e uma aula de consciência ecológica para a criançada. Reciclar pode ser mais divertido do que você imagina. É possível fazer vários outros brinquedos legais utilizando materiais que a gente julga inúteis.

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Alunos aproveitaram materiais que iriam para o lixo e aprenderam mais sobre as locomotivas a vapor

E você, o que faz para tornar o mundo um lugar melhor? Mande seu relato pelo nosso formulário que ele também pode aparecer por aqui!

Esse post foi uma contribuição da Professora Lesandra Costa, da Escola Cenecista Professor Alcides Conter, da cidade de Butiá.