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Mostratec 2016 (parte 2)

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Como mostramos há algumas semanas na postagem “Mostratec 2016 (parte 1)” (clique aqui para ver), a feira de ciência e tecnologia realizada anualmente pela Fundação Liberato Salzano Vieira da Cunha, na cidade de Novo Hamburgo/RS, trouxe diversas inovações em aplicativos. Hoje, trazemos mais alguns exemplos do que foi mostrado por lá esse ano.

Para facilitar a vida de refugiados, que, de acordo com o Comitê Nacional para Refugiados (CONARE) já são quase nove mil, a estudante Alana de Souza, de 18 anos, criou uma plataforma. Nomeada de Comigre, a intenção dela é auxiliar a integração de migrantes e refugiados com a sociedade brasileiro, concentrando diversas informações relevantes para essa população.

Na plataforma é possível identificar os procedimentos para acesso a documentos e direitos; conhecer cursos profissionalizantes e aulas de língua portuguesa; ter acesso a vagas de emprego; visualizar acomodações disponíveis e divulgação de eventos.

Outro tema muito importante levantado na Mostratec 2016, foi a comunidade de Paraisópolis, segunda maior favela de São Paulo. Moradora da localidade, a estudante Érica Araújo, 15, investigou como acontecia o desenvolvimento de crianças de seis meses a três anos, no local.

Para isso, ela mapeou as creches públicas, privadas e também mães crecheiras para chegar à estimativa de que, aproximadamente 2700 crianças de Paraisópolis, estão fora de qualquer instituição de ensino.

No estudo, foi levantado que os equipamentos públicos são melhores avaliados pela comunidade local. Nele foi apresentado que 71% das crianças cuidadas por mães crecheiras não atingem o desenvolvimento desejado. Já as creches particulares abrigam professores sem formação e misturam crianças de idades diferentes.

Fontes:
http://porvir.org/estudantes-usam-ciencias-da-computacao-para-valorizar-transformar-sua-comunidade/

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