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Picolé de leite materno?

A receita tem feito sucesso nas redes sociais. Mas será que é seguro oferecer um “picolé de leite materno” ao seu filho?

 

O preparo é bem simples. Primeiro, é preciso efetuar a coleta do leite, com todos os cuidados que se teria para realizar o armazenamento (prender o cabelo, procurar um local limpo, longe de animais de estimação, etc.). Depois, o alimento deve ser despejado nas forminhas próprias de picolé, que precisam estar previamente higienizadas, e levado ao freezer. Após o congelamento, é só oferecer ao bebê.

 

A receita vem sendo apreciada por algumas mães, com o objetivo de aliviar o calor dos filhos e também para amenizar o desconforto do nascimento dos dentes das crianças. Em muitos casos, o “sorvete” é oferecido antes mesmo da introdução alimentar, aos 6 meses. Mas será que ele é seguro para ser dado aos bebês? Confira as opiniões de mães e especialistas sobre esta invenção culinária.

 

Para os especialistas, o picolé de leite materno não se justifica, pois há outras maneiras mais seguras de refrescar o bebê no verão. Em relação ao nascimento dos dentes, uma boa opção são os mordedores resfriados. Dessa forma o gelado fica apenas na gengiva e não atinge a faringe da criança. Além disso, o resfriamento da garganta e vias aéreas superiores pode abrir margem para infecções, principalmente as virais, em bebês de até 1 ano.

 

Já entre as mães, muitas são favoráveis, dizendo que seus filhos adoraram. Outras, porém, consideram um desperdício de leite materno, uma vez que a criança mal consegue segurar e chupar um picolé com menos de 1 ano.

 

E você, daria picolé de leite materno para o seu bebê? Conte para a gente nos comentários.

 

 

 

 

Fonte: Crescer

Imagem: Busy Mommy

 

Brincadeiras para fazer na piscina

Aproveitar os dias quentes e ensolarados na piscina é uma das atividades favoritas de muitas crianças durante as férias. Para aumentar a diversão, trouxemos algumas sugestões de brincadeiras para fazer em grupo – e até com os adultos. Confira!

 

 

Elefante colorido

 

Que tal levar para a água essa brincadeira clássica? Todos os participantes se juntam em um lado da piscina, exceto o pegador. Todos gritam:

– Elefante colorido, podemos passar?

– Só se tiver uma cor!

– Que cor?

Aí o pegador fala uma cor e quem a tiver na roupa de banho ou algum acessório, pode atravessar a piscina sem problemas. Os demais terão que tentar atravessar sem serem pegos. Se alguém for tocado pelo pegador, fica com o pique, tornando-se o pegador na rodada seguinte.

 

 

Nado ou pulo maluco

 

Aqui, a brincadeira é inventar um nado ou um pulo, para os demais copiarem. Quanto mais maluco, melhor! Apenas atenção para que as crianças não acabem escorregando ou batendo a cabeça na borda da piscina.

 

 

Boiando na correnteza

 

Se a piscina for pequena e rasa, uma boa ideia para entreter as crianças maiores é brincar de correnteza. Todos correm em fila para o mesmo lado, para criar uma corrente de água. Depois é só deitar e flutuar.

 

 

Importante: para a realização das brincadeiras, o ideal é que as crianças sejam maiores de 7 anos e saibam nadar.

 

 

 

 

Fonte: Tempo Junto

Dor de ouvido de verão

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Diferente daquela que acontece no inverno, a dor de ouvido que costuma afetar as crianças no verão é decorrente do maior contato com a água do mar e piscina. Mas não se preocupe, é possível prevenir e tratar. Confira.

 

A otite externa, comum no verão, geralmente é causada pela água, que fica acumulada na cavidade do canal do ouvido, abrindo caminho para infecções. Ela acontece com maior frequência nas crianças a partir dos 3 anos, que, nessa época de calor, passam boa parte do dia na piscina ou no mar.

 

Para que essa doença não atrapalhe a bagunça das férias, o melhor caminho é a prevenção. Para isso, basta tomar alguns cuidados, como secar bem a parte externa do ouvido com uma toalha macia após o banho e usar protetores de silicone para os ouvidos – vendidos em lojas de esporte ou especializadas em natação.

 

Se a criança reclamar de dor ao passar a camiseta pela altura das orelhas ao tirar ou vestir, fique atento, pois pode ser otite. A pele do conduto auditivo é muito sensível e tem ligação com a cartilagem, por isso, logo dá indícios da infecção. Em alguns casos, a orelha apresenta vermelhidão e um leve inchaço. Como em qualquer outro processo infeccioso, a otite também pode ocasionar uma febre leve.

 

Ao identificar esses sintomas em seu filho, use analgésicos (previamente receitados pelo pediatra) e compressas quentes. Em hipótese alguma tente usar hastes flexíveis para limpar, secar ou retirar qualquer possível secreção de dentro do ouvido, pois assim só aumentará as chances de causar ferimentos e piorar a situação.

 

Caso seu filho tenha otites com muita frequência, converse com o médico. Ele poderá investigar se existe alguma causa específica e indicar os procedimentos adequados.

 

 

 

Fonte: Crescer

Verão: cuidados com a pele das crianças

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As férias de verão são a época mais esperada pelas crianças. Afinal, é quando podem aproveitar bastante na praia e na piscina. Porém, para que nada estrague a diversão delas, nem a tranquilidade dos pais, é preciso tomar alguns cuidados, especialmente com a pele. Confira!

 

Cuidados essenciais com a pele

Até os 6 meses, os bebês não devem ser expostos ao sol, pois o uso de protetor solar não é recomendado à pele sensível deles. Não deixe o bebê diretamente exposto ao sol e proteja-o com roupas e bonés pois mesmo embaixo do guarda-sol ele recebe radiação solar.

A partir dos 6 meses, já se pode aplicar filtro solar na criança, com fator mínimo de 30FPS. Lembrando que o protetor deve sempre ser aplicado 20min antes da exposição ao sol e reaplicado a cada 2 horas e após contato com a água. Porém, todos esses cuidados perdem sua utilidade se a exposição ao sol ocorrer entre as 10 e 16 horas, que é quando o sol fica mais forte. Nesse período, procure abrigar a criança à sombra ou, pelo menos, fazer uso de roupas e chapéus para ajudar a proteger seu filho.

 

E se ficar ardido?

Mesmo com todos os cuidados, às vezes as queimaduras solares acontecem. Quando a pele da criança ficar vermelha, ela deve evitar banhos quentes, para não irritar ainda mais. Fazer compressas frias com auxílio de um pano úmido pode ajudar a aliviar a sensação de ardência. Em farmácias, também existem hidratantes à base de água específicos para crianças, que podem ser aplicados até duas vezes por dia, para aliviar a dor e a coceira. E, claro, exposição ao sol, nem pensar!

 

Perigos na areia

Além do sol, é preciso tomar alguns cuidados no contato das crianças com a areia, pois ela pode ser transmissora de doenças cutâneas, como micoses, bicho de pé, bicho geográfico e toxoplasmose. Por isso, o melhor é não andar descalço em lugares onde animais circulam na areia, pois suas fezes podem infectá-la. Para evitar micoses, não deixe a criança ficar muito tempo sentada na areia úmida, nem andar descalça em vestiários e seque bem após o banho, especialmente em regiões de dobras, como axilas, virilhas e entre os dedos dos pés e mãos.

 

 

 

Fonte: Crescer

Guia de Proteção Solar Infantil

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A Sociedade Brasileira de Pediatria lançou recentemente um guia para orientar pais sobre proteção solar para crianças e adolescentes. Esta necessidade surgiu após um estudo revelar que boa parte da população não aplica corretamente o filtro solar.

 

O verão está chegando e o Brasil possui níveis elevados de radiação pelos raios ultravioleta. E eles não atingem apenas as áreas litorâneas. Mesmo nos centros urbanos, onde as construções oferecem mais sombra, a radiação está presente. Por isso, é necessário proteger a pele – de crianças e adultos – da maneira certa.

 

Confira as dicas da Sociedade Brasileira de Pediatria a respeito:

 

Bebês

Antes dos 6 meses, eles não devem ser expostos diretamente ao sol. A partir dessa idade, é recomendada a exposição apenas antes das 10h ou depois das 16h.

 

Roupas

Existem muitas peças como bonés e óculos com proteção UV (procure a indicação na etiqueta). Mas peças de roupa normais também protegem. Dê preferência às feitas em nylon, seda e poliéster, que possuem fator de proteção solar maior do que as roupas de algodão, viscose e linho. Importante: roupas molhadas perdem metade do seu fator de proteção.

 

No carro

As películas dos vidros dos carros podem ajudar na proteção durante o deslocamento, uma vez que conseguem barrar até 99% dos raios UV.

 

Dê exemplo

Para que os filhos adquiram o hábito, é necessário que os pais também usem protetor solar todos os dias. Além disso, lembre os pequenos de brincar à sombra, tanto em casa quanto na escola, mesmo usando filtro solar.

 

O jeito certo

O protetor solar deve ser usado diariamente, mesmo em áreas urbanas ou em dias nublados. A aplicação dele deve ser feita 20 minutos antes da exposição ao sol. Caso haja imersão da criança em água (mar ou piscina), é necessário reaplicar.

 

Tipos de filtros

Os filtros solares físicos são feitos apenas com ingredientes naturais e, por isso, são ideais para crianças dos 6 meses aos 2 anos. Eles são mais grossos e um pouco difíceis de espalhar, mas têm menor chance de causar alergias, além de possuírem alta resistência à agua. Os filtros solares químicos só devem ser aplicados em crianças maiores de 2 anos. Além disso, eles devem ser aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

 

Fator de proteção

A partir do FPS 30, o percentual de filtro da radiação não muda muito, especialmente se a criança ficar ao sol por poucas algumas horas, sem exposição contínua. Contudo, levando em consideração que o acúmulo de danos à pele até os 18 anos pode ser prejudicial, o uso de produtos com FPS maior pode ser benéfico, pensando a longo prazo.

 

 

 

Fonte: Crescer

Protegendo as crianças dos insetos no verão

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O verão se aproxima e com ele, vêm também os mosquitos, pernilongos e muitos outros insetos. Pensando nisso, selecionamos estas dicas para ajudar você a proteger seus pequenos daquele incômodo coça-coça das picadas.

 

Tipos de picadas mais comuns

Com a chegada do calor, diversos insetos costumam agir mais e é preciso tomar cuidado especialmente no caso de bebês, que possuem a pele mais sensível e propensa a alergias às picadas de pernilongos e borrachudos, os maiores ‘vilões’ da temporada.

 

Como prevenir

Para evitar que os insetos ataquem as crianças, procure colocar neles roupas que cubram a maior parte do corpo. Utilizar telas e mosquiteiros no berço também ajuda. A aplicação de repelentes na pele deve ser feita com produtos adequados à idade e fazendo teste de alergia previamente. Atenção também para não aplicar em áreas que a criança possa levar à boca, como as mãozinhas, por exemplo.

 

Combatendo a coceira

Mesmo prevenindo, algumas picadas sempre podem ocorrer. Nestes casos, para aliviar a coceira, você pode recorrer a compressas frias ou procurar o pediatra para recomendar medicações de uso oral com efeito anti-histamínico ou corticosteroides tópicos.

 

Quando as picadas viram feridas

O coça-coça das picadas pode levar à formação de feridas na pele. Porém, algumas vezes, o próprio veneno do inseto pode causar uma reação inflamatória intensa na pele, que leva à formação de pequenas vesículas que posteriormente se rompem, dando lugar a uma ferida.

 

Sinais de alergia

Caso seu filho apresente mal-estar ou falta de ar, com urticária generalizada, inchaço das pálpebras ou lábios pode ser uma alergia grave à picada de inseto. Nestes casos, procure imediatamente atendimento médico.

 

 

 

 

Fonte: Pais & Filhos

Refresco de verão para a criançada

Logo começam as férias escolares e as crianças adoram se reunir para brincar nos dias ensolarados. Mas é importante lembra-las de fazer uma pausa para um lanche, para garantir energia na hora das brincadeiras.

 

Nos dias quentes, também é importante manter os pequenos hidratados. Por isso, trouxemos uma receita de refresco que eles vão adorar: Pink Lemonade (limonada rosa).

 

Ingredientes

– 7 xícaras de água

– 1 xícara de açúcar branco

– 2 ½ xícaras de suco de limão siciliano

– 2 xícaras de suco de cranberry*

– ½ xícara de açúcar mascavo

– Cubos de gelo

– Fatias finas de limão siciliano

 

Modo de preparo

Em uma panela, ferva 1 xícara de água com o açúcar branco em fogo alto, mexendo sempre até dissolver. Retire do fogo e leve à geladeira por cerca de 1 hora. Acrescente o suco de limão siciliano, o açúcar mascavo, o suco de cranberry e o restante da água. Mexa bem. Leve à geladeira e depois sirva com cubos de gelo e fatias de limão. O refresco pode ficar armazenado por até 1 dia na geladeira e rende cerca de dez copos.

 

 

*Caso não encontre o suco de cranberry, também é possível utilizar suco de uva ou de morangos, alterando pouco a cor e o sabor do refresco.

 

 

 

 

Fonte: Crescer

Pintura no gelo

gelo

 

O passo a passo de hoje é uma brincadeira fácil, divertida e super refrescante para fazer com as crianças no verão.

 

Você vai precisar de:

– Forma para gelo (você também pode usar xícaras ou potinhos)

– Bandeja com bordas

– Sal

– Corantes alimentícios líquidos

– Pipetas ou colheres

 

Na noite anterior, prepare o gelo nas fôrmas. No dia seguinte, separe alguns recipientes resistentes e faça soluções com sal e os corantes. Coloque uma cor diferente em cada recipiente.

Depois, coloque os cubos de gelo na bandeja e chame os pequenos para a diversão!

 

Com uma pipeta ou uma colher, eles vão adicionando gota a gota a solução de sal e corante sobre os gelos. O sal começará a derreter o gelo, abrindo “espaços” para a tinta entrar na estrutura de gelo. E a pintura vai colorir os cubos de gelo com padrões interessantes. Os pequenos ficam encantados!

 

O efeito visual é lindo e é uma brincadeira ótima para os dias muito quentes.

 

 

Fonte: Incrível Club

Pode instalar ar-condicionado no quarto do bebê?

Hoje em dia o ar-condicionado deixou de ser um luxo e passou a ser uma necessidade na vida de todos nós. Quando se trata de crianças, as mães ficam preocupadas com possíveis resfriados e a temperatura ideal para o quarto. Esse é um dos grandes tabus, justamente porque os bebês não sentem mais frio que os adultos e sofrem da mesma maneira com os efeitos do calor intenso.

Isso pode ser sentido principalmente com a irritação e o choro. É por esse motivo que o ar-condicionado pode ser um dos principais aliados na hora de garantir o bem-estar de todos. Ele garante uma temperatura controlada e um ambiente perfeito para descansar e relaxar. O aparelho pode estar presente, desde que algumas medidas sejam tomadas para o cuidado com os filhos.

Umidade: O principal problema do uso do ar-condicionado, até mesmo em adultos, é o ressecamento do ambiente. A umidade é retirada, o que pode agravar casos de crianças alérgicas ou com problemas respiratórios. O nariz pode ressecar e a garganta pode incomodar, se algumas precauções não forem tomadas. Os artifícios podem ser uma toalha molhada ou ainda uma bacia d’água próxima à cama ou berço. Isso garante que o ar não fique tão severamente seco. Além disso, para quem quer investir no uso frequente, um umidificador é indispensável.

Limpeza do filtro: Até mesmo os melhores aparelhos conseguem propagar algumas bactérias, partículas e micro-organismos. Eles são lançados ao ar com o aparelho e podem causar alergias, principalmente em crianças e bebês. Para evitar problemas, mantenha o filtro sempre limpo, com limpeza semanal se possível.

Período: O período em que a criança fica no quarto é também importante. Ele pode aproveitar a temperatura, mas não pode ficar o tempo todo nesse ambiente. Principalmente pelo ressecamento que o ar condicionado pode causar. Por isso, o período de sono é o melhor para deixar o ar ligado.

É sempre importante não exagerar na temperatura, já que o bebê é também mais frágil que os adultos. Ele sofre mais com a variação das temperaturas, por isso sempre programe para temperatura em torno dos 23º C a 26º C. Evite sempre de ligar o aparelho após o banho.

Posição: O local escolhido para a instalação do aparelho é também importante. Ele não deve ficar muito próximo ao berço ou cama, incidindo diretamente sobre a criança. Além disso, ele precisa estar numa posição alta, se possível próximo ao teto. Isso favorece a circulação do ar, renovando a temperatura do quarto e garantindo que ele resfrie sem esforços maiores.

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