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A importância do desenho

A maioria das crianças adora desenhar. E essa atividade, além de lúdica e divertida, também é uma importante forma de expressão. Através de uma observação atenta dos desenhos da criança, os pais conseguem se aproximar mais delas e entender melhor o que se passa em seu mundo.

 

Por mais falantes que algumas crianças sejam, nem sempre elas expressam tudo o que sentem através da fala. Às vezes podem acontecer situações que, por alterar os sentimentos delas, acaba inibindo a expressão direta.

 

Porém, por meio dos desenhos, elas podem revelar o que se passa em sua mente e seu coração. Daí a importância de os pais estarem atentos aos desenhos das crianças e, melhor ainda, sentarem periodicamente para desenhar com elas e estreitar esses laços. O próprio fato de a criança preferir desenhar isolada, por exemplo, pode sinalizar que algo não vai bem.

 

Quando os pais desenham com os filhos, estão criando um momento importante de integração familiar, no qual podem entender os sinais que as crianças passam através dos seus desenhos e pinturas. Aproveitando o uso de cores e formas escolhidos pela criança, os pais podem puxar assunto, perguntar o que significa um determinado desenho ou até mesmo o porquê de uma sequência de páginas em branco, por exemplo. Caso os pais percebam algo estranho no comportamento ou através dos desenhos da criança, o ideal é procurar avaliação de um profissional.

 

Na maioria dos casos, desenhar com as crianças será uma ótima terapia para pais e filhos, um momento de descontração e diversão, no qual se deixa um pouco de lado os eletrônicos, para criar momentos reais de proximidade que serão lembrados para toda a vida.

 

Que tal pegar papel, lápis e canetinhas e começar a diversão com os pequenos? 😉

 

 

 

 

Fonte: Pais e Filhos

Motivos para não engolir o choro

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Qual pai ou mãe nunca disse – ou ouviu dos seus próprios pais – frases como “Isso não é motivo para chorar”, “Não seja chorona”, “Engole esse choro”, entre outras variações. Mas será que precisa ser assim mesmo?

 

Para que as crianças aprendam a se relacionar consigo mesmas e seus sentimentos, é importante permitir que elas sintam essas emoções, para poder entende-las. Simplesmente tentar estancar um sentimento, não ajuda a compreender o quê e porquê estão se sentindo assim.

 

Se uma criança chora, ela tem o seu motivo. Talvez ele não seja um motivo que faria um adulto ou outra criança chorar, mas para ela é. Menosprezar isto afeta os sentimentos da criança como um todo. Ao invés disso, tente oferecer conforto a ela. Um simples ‘Vai passar’, acompanhado de um abraço ou carinho pode ter um efeito positivo e calmante muito maior na criança.

 

Pode chorar, sim. E isto vale para os pais também. Permita a si mesmo e ao seu filho chorar quando sentirem necessidade. Isto faz parte da natureza humana e da expressão dos sentimentos. Nesse contexto, é importante tentar identificar – ou questionar a criança sobre – o que ela está sentindo. Quando você chorar e seu filho vir, explique o motivo, seja tristeza, saudade, preocupações, etc. Isso ajuda a criança a compreender que, às vezes, os sentimentos se tornam grandes demais para suportamos e tudo bem chorar um pouco em função disso. Além disso, agindo desta forma, você consegue ajudar seu filho a dar nome para seus próprios sentimentos e aceitar ajuda de quem o ama.

 

 

 

Fonte: Just Real Moms

Brincando e reconhecendo emoções

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Crianças pequenas geralmente são bastante transparentes em relação às suas emoções, demonstrando-as de forma espontânea. No entanto, à medida em que vão crescendo, suas emoções vão ficando mais complexas e nem sempre tão fáceis de serem demonstradas.

 

Alegria, esperança, frustração, medo, raiva, culpa, amor e mais tantos outros. Os novos sentimentos vão sendo experimentados, assim como as exigências sociais. E as crianças precisam aprender a lidar com essas emoções para conviver na família, na escola, com os amigos, e nem sempre isso é uma tarefa fácil.

 

As crianças que compreendem as próprias emoções se tornam mais compreensivas também com os outros.  Quanto mais cedo os pequenos aprendem a lidar com as emoções, mais autoconfiantes, abertos ao aprendizado e mais tolerantes à frustração vão ficando. Assim, eles tem mais facilidade para encontrar soluções para os problemas cotidianos.

 

E cabe aos pais ajudar nesse desenvolvimento emocional, escutando com atenção e paciência o que estão sentindo, dando valor aos sentimentos da criança, evitando simplesmente dizer ‘não é nada’ ou ‘vai passar’.

 

Dependendo da criança, uma abordagem objetiva, simplesmente perguntando o que estão sentido, pode não ser muito efetiva. Mas existem brincadeiras que facilitam, de forma lúdica, o reconhecimento e expressão das emoções. Confira duas boas opções:

 

1) Brincar de ‘Que expressão é essa?’

Na frente de um espeço, peça para a criança fazer as diferentes expressões: alegria, tristeza, raiva, timidez, calma. Depois de observar suas expressões, peça para ele desenhar a que mais gostou ou que achou mais difícil. As expressões escolhidas podem ser o ganchos que você precisa para iniciar uma conversa sobre como a criança está se sentindo.

 

2) Pintar os sentimentos

Outra atividade bem divertida, que também traz à tona as emoções, é trabalhar com cores e música. Você pode colocar uma música (triste, alegre, calma, etc.) e pedir para a criança relacionar com algum sentimento. Depois, convide ela para escolher uma cor para expressar esse sentimento, fazendo desenhos ou pinturas com tinta, canetinha, lápis ou giz. Observe a escolha de cores e a intensidade com que a criança realiza suas pinturas. Podem ser bons indicativos dos seus sentimentos – ou pelo menos os estimulados pelas músicas, rendendo um bom início de conversa sobre o que a criança está sentindo.

 

 

Fonte: Follow the Colours