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Como controlar o excesso de chocolate na Páscoa

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Com o feriado se aproximando, muitos pais se preparam para escolher quais ovinhos serão presentes das crianças, mas e você sabe o que pode ser melhor para o seu filho? Controlar a quantidade de chocolate e optar por mais teor de cacau são opções que podem deixar a Páscoa dos pequenos mais saudável.

 

Nessa época, é necessário ficar atento a quantidade de ovos de chocolate que os pequenos recebem. Moderar o consumo evita exageros e com isso, os efeitos nocivos relacionados com o açúcar e às gorduras como: cáries, colesterol, triglicerídeos altos e obesidade.

 

Tipo de chocolate

Por ter um sabor mais apreciado pela garotada, o chocolate ao leite tende a ser o preferido deles, porém, é o que contém o menor teor de cacau e mais açúcar. Pense nisso na hora de escolher os ovinhos e opte pelo chocolate meio amargo ou quem sabe ainda, por ovos que tenham o teor de cacau ainda mais elevado. Quanto aos ovinhos, avalie também os brindes que vem junto, eles podem ser pequenos e facilmente ser engolidos pelas crianças.

 

Quantidade

O chocolate é um alimento importante para o desenvolvimento das crianças, pois é nutritivo, antioxidante, uma ótima fonte de energia, vitaminas e cálcio, sem contar que é responsável por fazer o corpo liberar endorfina e serotonina. Mas, você deve ter atenção com a quantidade que o pequeno ingere. O excesso pode causar insônia, agitação, diarreia e vômitos. O segredo é separar os ovos em pequenas porções para as crianças.

 

Equilíbrio

Para crianças com menos de dois anos não é indicado o consumo de chocolate por estar em fase de maior desenvolvimento. Em hipótese alguma deve ser consumido no primeiro ano de vida do pequeno.

Lembre-se que o ideal é dar o chocolate após as refeições, evitando desregular os horários de comer, mantendo a qualidade da alimentação. Durante a Páscoa, o ideal é evitar o consumo de outros doces junto ao chocolate.

 

Fonte: Delas | Filhos

O que fazer em caso de picada de abelha

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Todo mundo, em algum momento da vida, passa por essa desconfortável sensação da picada de abelha. Porém, quando acontece nas crianças, sempre parece pior. Principalmente porque os pais se preocupam e, obviamente, não gostam de ver os pequenos sofrendo. Caso seu filho seja picado por uma abelha, siga estas orientações.

 

Retirar o ferrão

A primeira atitude é retirar o ferrão da abelha, pois enquanto ele estiver na pele, continua liberando as substâncias tóxicas que causam dor e ardência. Para remover, não use pinça, pois ela pode “quebrar” o ferrão, deixando parte dele dentro do corpo. Prefira fazer algo como uma raspagem, com um cartão ou mesmo com a unha, esfregando o objeto na pele numa direção, para que o ferrão saia pela pressão.

 

Limpar e aplicar gelo

Depois de retirar o ferrão, lave a área com água e sabonete. É bem provável que fique inchado e dolorido. Para ajudar a aliviar esses sintomas, faça compressas fria ou aplique gelo no local.

 

Mude o foco

Como a criança provavelmente estará com dor após a picada, é importante confortá-la e distraí-la. Quando se muda o foco da dor para alguma atividade divertida, as crianças se acalmam mais rapidamente e depois de um tempo, mal irão se lembrar do ocorrido.

 

Fique atento

Algumas pessoas são alérgicas ao veneno da abelha. Por isso, fique atento se seu filho apresentar mal-estar generalizado, tonturas, enjoos, calafrios, dor de cabeça, inchaço nas pálpebras ou lábios, ou ainda dor de barriga e falta de ar. Esses sintomas podem aparecer em alguns minutos após a picada, sendo indício de alergia. Nesse caso, procure um médico imediatamente!

 

 

Fonte: Maternidade Simples

Picolé de leite materno?

A receita tem feito sucesso nas redes sociais. Mas será que é seguro oferecer um “picolé de leite materno” ao seu filho?

 

O preparo é bem simples. Primeiro, é preciso efetuar a coleta do leite, com todos os cuidados que se teria para realizar o armazenamento (prender o cabelo, procurar um local limpo, longe de animais de estimação, etc.). Depois, o alimento deve ser despejado nas forminhas próprias de picolé, que precisam estar previamente higienizadas, e levado ao freezer. Após o congelamento, é só oferecer ao bebê.

 

A receita vem sendo apreciada por algumas mães, com o objetivo de aliviar o calor dos filhos e também para amenizar o desconforto do nascimento dos dentes das crianças. Em muitos casos, o “sorvete” é oferecido antes mesmo da introdução alimentar, aos 6 meses. Mas será que ele é seguro para ser dado aos bebês? Confira as opiniões de mães e especialistas sobre esta invenção culinária.

 

Para os especialistas, o picolé de leite materno não se justifica, pois há outras maneiras mais seguras de refrescar o bebê no verão. Em relação ao nascimento dos dentes, uma boa opção são os mordedores resfriados. Dessa forma o gelado fica apenas na gengiva e não atinge a faringe da criança. Além disso, o resfriamento da garganta e vias aéreas superiores pode abrir margem para infecções, principalmente as virais, em bebês de até 1 ano.

 

Já entre as mães, muitas são favoráveis, dizendo que seus filhos adoraram. Outras, porém, consideram um desperdício de leite materno, uma vez que a criança mal consegue segurar e chupar um picolé com menos de 1 ano.

 

E você, daria picolé de leite materno para o seu bebê? Conte para a gente nos comentários.

 

 

 

 

Fonte: Crescer

Imagem: Busy Mommy

 

Protegendo as crianças dos insetos no verão

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O verão se aproxima e com ele, vêm também os mosquitos, pernilongos e muitos outros insetos. Pensando nisso, selecionamos estas dicas para ajudar você a proteger seus pequenos daquele incômodo coça-coça das picadas.

 

Tipos de picadas mais comuns

Com a chegada do calor, diversos insetos costumam agir mais e é preciso tomar cuidado especialmente no caso de bebês, que possuem a pele mais sensível e propensa a alergias às picadas de pernilongos e borrachudos, os maiores ‘vilões’ da temporada.

 

Como prevenir

Para evitar que os insetos ataquem as crianças, procure colocar neles roupas que cubram a maior parte do corpo. Utilizar telas e mosquiteiros no berço também ajuda. A aplicação de repelentes na pele deve ser feita com produtos adequados à idade e fazendo teste de alergia previamente. Atenção também para não aplicar em áreas que a criança possa levar à boca, como as mãozinhas, por exemplo.

 

Combatendo a coceira

Mesmo prevenindo, algumas picadas sempre podem ocorrer. Nestes casos, para aliviar a coceira, você pode recorrer a compressas frias ou procurar o pediatra para recomendar medicações de uso oral com efeito anti-histamínico ou corticosteroides tópicos.

 

Quando as picadas viram feridas

O coça-coça das picadas pode levar à formação de feridas na pele. Porém, algumas vezes, o próprio veneno do inseto pode causar uma reação inflamatória intensa na pele, que leva à formação de pequenas vesículas que posteriormente se rompem, dando lugar a uma ferida.

 

Sinais de alergia

Caso seu filho apresente mal-estar ou falta de ar, com urticária generalizada, inchaço das pálpebras ou lábios pode ser uma alergia grave à picada de inseto. Nestes casos, procure imediatamente atendimento médico.

 

 

 

 

Fonte: Pais & Filhos

Tudo o que você precisa saber sobre Catapora

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Mesmo existindo vacina contra ela, a Catapora continua sendo uma das doenças mais comuns da infância. Por isso, trouxemos algumas dicas para você reconhecer os sintomas em seus filhos e saber como tratar.

 

Catapora é o nome popular da Varicela, uma doença infectocontagiosa causada pelo vírus varicela-zóster. Ela afeta principalmente crianças menores de 10 anos, iniciando com febre baixa, sintomas similares à gripe (dor no corpo, mal-estar e falta de apetite) e, em seguida, as típicas bolhinhas vermelhas na pele. Em cerca de quatro dias, as pequenas bolhas se transformam em feridas, que provocam muita coceira e incômodo. Esses sintomas podem levar até 14 dias para desaparecer.

 

Transmissão

A Catapora é altamente contagiosa, sendo o vírus transmitido por gotículas de tosse e espirro, que se propagam pelo ar, atingindo o nariz ou a boca de outras crianças. A transmissão pode ocorrer também por meio de objetos compartilhados em berçários e escolas, como brinquedos, copos e talheres. Ou, ainda, é possível contrair a doença através do contato direto com o líquido das bolhas de outra criança. As lesões na pele aparecem cerca de 2 dias após a transmissão.

 

Tratamento

Por se tratar de uma doença viral, não há tratamento específico. Os medicamentos indicados irão atuar para atenuar os sintomas, amenizando a febre e dor no corpo, ou anti-histamínicos para aliviar a coceira. Para atenuar a coceira, os médicos recomendam banhos e compressas mornas. Alguns pediatras podem receitar também banhos de aveia coloidal, que é uma farinha extrafina, produzida sem produtos químicos, que possui alto poder hidratante e calmante para a pele.

Caso seu filho esteja infectado com a Catapora, não permita que ele compartilhe objetos e não o leve à escola, para evitar que outras crianças se contaminem.

 

Prevenção

É possível prevenir a Catapora através da vacina, disponível na rede pública de saúde. A criança deve recebê-la entre 15 meses e 4 anos. Esta vacina é chamada tetraviral, protegendo em conjunto contra sarampo, caxumba, rubéola e catapora. A segunda dose deve ser tomada três meses depois, mas esse reforço não faz parte do calendário de vacinação do SUS, sendo necessário recorre à vacinação particular para fazê-lo. Importante lembrar que mesmo recebendo a vacina, a criança pode pegar a doença, porém com sintomas bem mais brandos.

 

 

 

Fonte: Crescer

Alimentos que podem ser perigosos para as crianças

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Conforme as crianças vão crescendo, elas passam a querer experimentar a mesma comida dos adultos. Isto é uma ótima oportunidade para aproveitar essa curiosidade e variar ao máximo a alimentação delas. Porém, nem todo alimento é indicado para os pequenos. Alguns alimentos podem ser prejudiciais às crianças, tanto por seu potencial de engasgos, quanto por às vezes o sistema digestivo delas ainda não estar pronto para recebê-los.

 

Até 6 meses: apenas leite materno

Bebês não necessitam de outras fontes de alimentação, além do leite materno. Até os 6 meses de vida, a amamentação consegue suprir todas as necessidades nutricionais do bebê. Quando a mãe não puder amamentar, deve ser oferecida uma fórmula complementar, e não leite de vaca, que é forte demais e pode sobrecarregar o organismo dos bebês.

 

Até 1 ano: nada de leite de vaca e mel

Estes dois alimentos não são adequados para bebês com menos de 1 ano de vida. O leite de vaca, como mencionado, sobrecarrega o organismo deles, pois não conseguem ainda digerir a proteína contida no leite. Além disso, a quantidade de minerais do leite de vaca pode prejudicar os rins do bebê.

O mel, por sua vez, pode conter esporos da bactéria Clostridium botulinum, responsável pela doença do botulismo, que produz toxinas possivelmente fatais para os bebês. Por isso, resista à tentação de adoçar sucos ou frutas com mel para oferecer ao seu filho.

 

Até 2 anos: perigo de engasgo

Quando o bebê começa a comer por conta própria, com alimentos em pedaços, é necessário que eles estejam muito bem cozidos e molezinhos. Pedaços grande de alimentos resistentes como vegetais crus, podem acabar presos na garganta da criança, fazendo com que ela se engasgue.

É preciso avaliar a capacidade mastigatória da criança para oferecer alimentos e permitir que ela coma sozinha. Corte tudo antes de dar à criança, picando ou ralando os alimentos, em pedaços que não ultrapassem cerca de 1cm.

Fique atento também com alimentos redondos (como amendoins, uvas, tomate-cereja, rodelas de salsicha), pois podem escorregar pela garganta, fugindo do controle da criança e ir para a laringe e brônquios, podendo causar a obstrução completa das vias aéreas inferiores. O mesmo perigo ocorre com sementes e caroços de frutas, que devem sempre ser removidos antes de oferecer o alimento à criança.

Outro perigo de engasgo reside em alimentos duros ou crocantes, como balas e pirulitos que, além disso não são saudáveis e podem provocar cáries.

De modo similar, alimentos moles e grudentos, como brigadeiro, também podem ficar presos na garganta da criança. Se for dar um docinho, ensine a criança a mordê-lo, ao invés colocar tudo na boca de uma só vez.

 

 

 

Fonte: BabyCenter

3 hábitos nocivos para as crianças

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Durante seu desenvolvimento, as crianças passam por fases difíceis e muitas vezes apresentam comportamentos que deixam os pais preocupados e podem até ser nocivos à saúde delas. Por isso, é importante que os pais fiquem atentos a alguns hábitos de seus filhos, para contornar a situação e evitar problemas no futuro.

 

1. Chupar dedo

É prejudicial para os dentes da criança, além do risco de causar calos, bolhas e infecções nos dedos.

Para ajudar seu filho a se livrar desse hábito, tente manter as mãos dele ocupadas. Quando a criança se distrai com atividades que envolvam as mãos, a necessidade de chupar o dedo é deixada de lado e, aos poucos, ela vai perdendo o vício.

Outra possibilidade é trocar o dedo por uma chupeta, uma vez que o ato de sucção ainda é um reflexo primitivo. Como a chupeta é mais anatômica, causa menos males à boca e aos dentes da criança.

 

2. Dedo no nariz

Ao cutucar o nariz com frequência, a criança pode chega a se ferir, causando lesões ou sangramentos. Para ajudar seu pequeno a perder esta mania, primeiro é necessário entender a causa. Talvez ele tenha alguma alergia que cause coceira – e precisa de tratamento médico. Ou ainda, pode ser um reflexo de ansiedade e estresse – que também requerem uma avaliação profissional.

É importante não castigar ou constranger a criança, por mais que esse hábito a incomode, pois geralmente este ato é inconsciente e ela nem percebe que está fazendo. Para ajudá-la a se conscientizar e prestar mais atenção no que faz com as mãos, experimente colocar um band-aid colorido na ponta do dedo. Pode ser uma boa alternativa.

Além disso, procure manter o nariz do seu filho sempre limpo, utilizando uma toalha ou algodão com soro fisiológico e água morna para limpar as narinas. Assim você evitar que o acúmulo de sujeira possa ser uma das causas do mau hábito.

 

3. Roer as unhas

O hábito de roer as unhas, além de ser uma porta de entrada para infecções bacterianas e virais, pode fazer com que elas fiquem deformadas e tornem as pontas dos dedos mais sensíveis à dor. Seu filho pode adquirir esse mau hábito por diversos motivos, como estresse, ansiedade, nervosismo, curiosidade, tédio ou até por imitação.

Para ajudar seu filho a parar de roer as unhas, tente antes descobrir a origem do problema. Paralelo a isso, ajude-o a ter consciência desse hábito e, assim como no caso do dedo o nariz, ele preste mais atenção ao que faz com as mãos. Do mesmo modo, para algumas crianças, colocar lembretes como um curativo na ponta do dedo, funcionam muito bem.

Além disso, apare sempre as unhas do seu filho, para dificultar as mordidas.

 

 

 

Fonte: Just Real Moms

Conviver com gatos reduz risco de asma

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Da mesma forma que já se constatou que a exposição a certos graus de ‘sujeira’ ajuda o organismo das crianças a reforçar a imunidade, pesquisas recentes indicam que ter contato com o alérgeno dos felinos também ajuda a reduzir as chances de desenvolver asma.

 

Durante muito tempo, acreditou-se que, para proteger as crianças das alergias respiratórias, o ideal seria protegê-las ao máximo de qualquer contato com animais e poeira. Estudos recentes comprovam que não é o melhor caminho. Segundo a pesquisa realizada pelo Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos, que analisou as partículas encontradas nas casas de 442 crianças em um intervalo de 7 anos, nas residências onde mais se encontrou alérgenos de gatos, foi onde as crianças menos desenvolveram a asma.

 

De acordo com os especialistas, o ideal é não criar as crianças dentro de uma bolha. É preciso deixar que elas experimentem o mundo e entrem em contato com areia, terra e grama, pois quanto maior a diversidade de alérgenos aos quais seu sistema imunológico é exposto, maiores as chances de o organismo dela responder a eles de forma no futuro.

 

É claro que manter a higiene da casa é fundamental para evitar uma série de outras doenças, mas pode deixar as crianças brincarem à vontade em parques e praças, e também com animais de estimação, pois essas ‘sujeirinhas’ são uma excelente forma de fortalecer o sistema imunológico delas.

 

 

 

Fonte: Crescer

3 sintomas que os pais não devem ignorar

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A saúde das crianças é sempre um assunto delicado. Ao mesmo tempo em que não devem se desesperar com qualquer espirro, também não podem esperar demais para procurar um médico em alguns casos. Conheça três sintomas para os quais os pais devem ficar atentos.

 

Febre alta

Antes de qualquer coisa, é preciso saber o que é considerada uma febre alta em cada idade. Em bebês com menos de 3 meses, febres acima de 38°C; em bebês de 3 a 6 meses, acima de 39°C e, de 6 meses a 2 anos, acima de 40°C.

Até os 2 anos, casos de febre alta são mais críticos para as crianças, necessitando maior atenção dos pais. Além da temperatura, é necessário avaliar também a disposição da criança – quanto menos ativa e disposta, mais preocupante. Contate imediatamente o pediatra ou vá ao pronto-socorro. Em crianças maiores de 2 anos, as febres altas não são tão urgentes, desde que elas estejam bem hidratadas e brincando normalmente.

 

Febre por mais de 5 dias

Ainda que a temperatura não seja tão alta, febres que permanecem por mais do que 5 dias, mesmo com tratamento, devem ser relatadas ao pediatra. Normalmente os medicamentos para controlar a temperatura atuam em até 6 horas. Se após esse tempo a febre não baixar ou tornar a subir em pouco tempo, é necessário procurar o médico, pois pode ser indício de uma infecção e requererá exames específicos.

 

Febre combinada com dor de cabeça

Se além da febre, seu filho também apresentar dores de cabeça, dor no pescoço ou hematomas que parecem pontos vermelhos, muito cuidado. Contate o pediatra imediatamente, pois esses podem ser sinais de meningite.

 

 

Fonte: Pais & Filhos