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Verão: cuidados com a pele das crianças

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As férias de verão são a época mais esperada pelas crianças. Afinal, é quando podem aproveitar bastante na praia e na piscina. Porém, para que nada estrague a diversão delas, nem a tranquilidade dos pais, é preciso tomar alguns cuidados, especialmente com a pele. Confira!

 

Cuidados essenciais com a pele

Até os 6 meses, os bebês não devem ser expostos ao sol, pois o uso de protetor solar não é recomendado à pele sensível deles. Não deixe o bebê diretamente exposto ao sol e proteja-o com roupas e bonés pois mesmo embaixo do guarda-sol ele recebe radiação solar.

A partir dos 6 meses, já se pode aplicar filtro solar na criança, com fator mínimo de 30FPS. Lembrando que o protetor deve sempre ser aplicado 20min antes da exposição ao sol e reaplicado a cada 2 horas e após contato com a água. Porém, todos esses cuidados perdem sua utilidade se a exposição ao sol ocorrer entre as 10 e 16 horas, que é quando o sol fica mais forte. Nesse período, procure abrigar a criança à sombra ou, pelo menos, fazer uso de roupas e chapéus para ajudar a proteger seu filho.

 

E se ficar ardido?

Mesmo com todos os cuidados, às vezes as queimaduras solares acontecem. Quando a pele da criança ficar vermelha, ela deve evitar banhos quentes, para não irritar ainda mais. Fazer compressas frias com auxílio de um pano úmido pode ajudar a aliviar a sensação de ardência. Em farmácias, também existem hidratantes à base de água específicos para crianças, que podem ser aplicados até duas vezes por dia, para aliviar a dor e a coceira. E, claro, exposição ao sol, nem pensar!

 

Perigos na areia

Além do sol, é preciso tomar alguns cuidados no contato das crianças com a areia, pois ela pode ser transmissora de doenças cutâneas, como micoses, bicho de pé, bicho geográfico e toxoplasmose. Por isso, o melhor é não andar descalço em lugares onde animais circulam na areia, pois suas fezes podem infectá-la. Para evitar micoses, não deixe a criança ficar muito tempo sentada na areia úmida, nem andar descalça em vestiários e seque bem após o banho, especialmente em regiões de dobras, como axilas, virilhas e entre os dedos dos pés e mãos.

 

 

 

Fonte: Crescer

Levando seu bebê à praia

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Levar seu bebê para a praia pela primeira vez pode ser uma grande aventura. É incrível perceber as reações deles com essa experiência nova. Mas, por outro lado, pode ser um pouco frustrante, caso você deposite muitas expectativas nisso.

Para evitar que esse momento tão rico se torne uma tragicomédia, selecionamos algumas dicas úteis para vocês, papais e mamães. Confiram:

 

Respeite o tempo do bebê

Praia cansa. E, quando seu filho já estiver cansado, insistir em permanecer na beira da praia, provavelmente vai deixá-lo mais irritado. O ideal é voltar para casa após os primeiros sinais de cansaço, para que a criança não acabe associando a praia a algo ruim. Poupando seu pequeno (e a família) desse desgaste, é mais provável que ele curta melhor a praia nas próximas vezes.

 

Prefira horários alternativos

Para evitar horários em que os raios solares são mais nocivos e também a superlotação das praias, opte por horários alternativos. Cedo pela manhã (permanecendo até por volta das 10:30) ou bem no final da tarde.

 

Cuidados com o sol

Mesmo optando por horários alternativos, todo cuidado com o sol é pouco. Não economize no protetor solar, camiseta com fator de proteção, boné/chapéu, guarda-sol e, claro, oferecer líquido –  água e suco natural, para o seu pequeno frequentemente.

 

Cuidados com o mar

Nem sempre seu bebê vai se encantar logo de cara pelo mar. Talvez ele fique assustado, estranhe a sensação da areia e da água. Mais uma vez, é importante respeitar o ritmo da criança e não forçar, para não acabar arruinando essas primeiras experiências do seu pequeno à beira mar.

 

Não descuide do seu filho

Como tudo é novidade para seu filho, e ele vai querer experimentar tudo: conchinhas, areia, água do mar… Por isso, fique de olho para evitar que ele coma ou beba algo que depois vai trazer grandes desconfortos (cólica, diarreia, alergias, etc.). Se ele já sabe andar, cuidado redobrado, pois é possível que vá direto para o mar, o que significa risco de tombos, trombadas e até afogamento. É claro, não limite demais a exploração dele nesse novo ambiente, mas esteja sempre por perto e alerta, para ter ótimas férias na praia com seu pequeno.

 

 

 

Fonte: BrasilPost

Não perca as crianças de vista nestas férias

Crianças na praia

Lugares muito movimentados podem ser um pesadelo para pais de crianças pequenas ou dispersas. Afinal, eles têm a capacidade de sumir do campo de visão em apenas alguns segundos de distração dos pais ou responsáveis.  Por isso é importante que todos, adultos e pequenos, estejam preparados para enfrentar um ambiente assim sem causar muito estresse.

Antes mesmo de sair de casa para ir para a praia, um parque de diversões ou qualquer lugar com muitas pessoas, instrua os pequenos a estarem sempre junto com os pais ou responsáveis. Converse sobre os perigos da rua de uma maneira realista, sem assustar a criança. Assim, ela entende melhor a importância de não sair correndo sem rumo e sem saber como voltar. Combine pontos de encontro e use alguma roupa colorida ou de fácil identificação.

Crianças na praia

 

Uma alternativa para crianças menores ou aquelas que podem se desesperar e não conseguir pedir ajuda ou dar informações para que alguém a auxilie é ter uma identificação. Pode ser uma camiseta pintada, uma pulseira ou até mesmo uma tatuagem temporária, estilo adesivo. É importante colocar seu nome, telefone e um ponto de referência de onde encontrar a pessoa responsável pela criança.

Com alguns poucos cuidados e muita atenção é possível ter férias tranquilas e divertidas mesmo em locais muito amplos e/ou muito movimentados. E mesmo que você decida identificar a criança para que seja facilmente devolvida, uma conversa clara a instrutiva antes de sair de férias é sempre garantia de mais tranquilidade e menos preocupação.

Cuide da pele das crianças no verão!

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Não é novidade alguma que o uso do protetor solar é indispensável para proteger desde queimaduras que podem vir a descascar e alergias até doenças mais graves como o câncer de pele. E esses cuidados devem vir desde cedo! As crianças adoram brincar sob o sol, mas é necessário ensiná-las desde cedo a importância de tomar os devidos cuidados.

De acordo com a revista Veja, estima-se que 80% da radiação solar que uma pessoa toma durante a vida acontece antes dos 18 anos. Embora pareça surpreendente, há lógica: enquanto você está trancado em um escritório, por exemplo, os seus filhos estão brincando no parquinho. A revista afirma ainda que “além de estarem mais tempo expostos ao sol do que os adultos, crianças têm pele mais fina e mais clara”, ou seja, mais sensível. Vale lembrar que, embora os casos de câncer de pele sejam raríssimos na infância, os efeitos da radiação solar são cumulativos e irreversíveis. Ou seja: ele se soma durante toda a vida, e não há o que se fazer quanto a isso.

Por isso, o ideal é evitar os horários de pico do sol (entre 10h e 16h), dando preferência a brincadeiras sob o guarda-sol ou uma varanda nesse horário; usar filtro solar com FPS 30 no mínimo, e reaplica-lo várias vezes durante o dia; usar camiseta sempre que possível; levar guarda-sol à praia para as crianças brincarem sob ele; e, o mais importante, dar o exemplo: as crianças aprendem ao verem os pais fazendo!

Sobre a forma correta de aplicar o protetor solar, o portal M de Mulher dá a dica: nada de economia! “É preciso passar uma camada generosa antes mesmo de sair de casa, porque ele costuma demorar cerca de 20 minutos para fazer efeito. E faça uma verificação completa: orelhas, nuca, peito do pé, nada deve ser esquecido. Lugares em que o sol incide mais perpendicularmente, como o nariz e os ombros, devem receber uma atenção especial. Quando chegar à praia ou à piscina, a gastança do bem continua: independentemente de a criança ter suado ou não, ter entrado na água ou não, reaplique o creme a cada duas ou três horas”. E lembre-se: a proteção não é necessária apenas na praia ou na piscina: na cidade, no campo e até mesmo em regiões mais frias, há que se haver o mesmo cuidado. Até mesmo nos dias nublados!

Com os bebês, o cuidado torna-se ainda mais complicado: o portal afirma que, além de os filtros solares não serem recomendados até os 6 meses de idade, a produção de melanina (substância que absorve a luz e protege a derme da ação da radiação) não é plena. Por isso, os bebês devem ser mantidos à sombra, com chapéu de abas largas que proteja completamente, além do rosto, regiões delicadas como orelhas e nuca. Além disso, as roupinhas devem, apesar do calor, serem mais fechadas e com um tecido de trama mais fechada, que ajude a barrar a passagem da radiação. Confira mais algumas dicas, clicando aqui.

Aproveite e leia também o post que fizemos sobre alimentos que ajudam a proteger a pele.