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Açúcar: o vilão da alimentação infantil

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Não é de hoje que se fala na importância de evitar ao máximo o açúcar no cardápio das crianças. E, como ele está presente na maioria dos produtos que consumimos – até mesmo em alimentos salgados – fica mais difícil supervisionar e ter controle a respeito. Por isso, é necessário informar-se e saber o consumo adequado para cada idade.

 

Antes de tudo, é preciso esperar a idade certa para oferecer alimentos com açúcar ao seu filho. O ideal é que isto aconteça somente após os 2 anos de idade, e ainda assim, com cautela. É comprovado que o açúcar vicia o paladar e, quanto mais cedo a criança for exposta a ele, mais difícil será apresentar a ela novos alimentos.

 

Os pais não precisam ficar ansiosos para oferecer doces, chocolates, balas e bebidas adoçadas para as crianças. Elas terão muito tempo ainda para experimentar tudo o que os adultos já conhecem. Por exemplo, a criança não precisa comer um chocolate aos 10 meses só porque é Páscoa, nem devorar um bolo em seu aniversário de 1 ano, e assim por diante. Mais do que as festividades, é preciso respeitar a evolução da criança e sua introdução alimentar.

 

Além de viciar o paladar, se ingerido em excesso, o açúcar também aumenta as chances de obesidade, diabetes e tudo que vem junto com estas doenças. Por isso, pense duas vezes antes de oferecer guloseimas repletas de açúcar aos pequenos. Assim você cuida da saúde deles, evitando que eles desenvolvam compulsão por doces e os ensina desde cedo a fazer escolhas certas.

 

 

 

 

Fonte: Crescer

 

Cuidado com medicamentos canforados

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Quando as crianças apresentam congestionamento nasal  é muito comum os pais recorrerem a medicamentos populares à base de cânfora, em forma de pomada, na tentativa de aliviar os sintomas. Porém, apesar de muito utilizados, essas medicações podem representar riscos às crianças pequenas.

 

Em bebês e crianças com menos de 2 anos, as pomadas descongestionantes não devem ser utilizadas. Por conterem cânfora, eucalipto e mentol em sua composição, ao invés de aliviar, elas podem causar uma irritação ainda maior nas vias aéreas dos pequenos. Desse modo, elas acabam agravando o quadro com aumento da secreção, que dificulta a limpeza do pulmão, podendo levar a uma inflamação das vias respiratórias.

 

Nenhum pediatra recomenda, mesmo em crianças maiores, o uso dessas medicações. Inclusive, elas não são consideradas medicamentos formais, uma vez que não passam por todos os testes que seriam necessários. Além disso, apesar de prometerem aliviar sintomas de gripes e resfriados, descongestionar as vias nasais e acalmar a tosse, seus efeitos não são comprovados, não existem indicações clínicas da eficiência dos seus componentes.

 

Por isso, sempre que seu filho apresentar qualquer sintoma, o correto é procurar orientação do pediatra. A automedicação pode, em muitos casos, agravar o quadro de saúde da criança.

 

 

 

Fonte: Crescer