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Dor de ouvido de verão

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Diferente daquela que acontece no inverno, a dor de ouvido que costuma afetar as crianças no verão é decorrente do maior contato com a água do mar e piscina. Mas não se preocupe, é possível prevenir e tratar. Confira.

 

A otite externa, comum no verão, geralmente é causada pela água, que fica acumulada na cavidade do canal do ouvido, abrindo caminho para infecções. Ela acontece com maior frequência nas crianças a partir dos 3 anos, que, nessa época de calor, passam boa parte do dia na piscina ou no mar.

 

Para que essa doença não atrapalhe a bagunça das férias, o melhor caminho é a prevenção. Para isso, basta tomar alguns cuidados, como secar bem a parte externa do ouvido com uma toalha macia após o banho e usar protetores de silicone para os ouvidos – vendidos em lojas de esporte ou especializadas em natação.

 

Se a criança reclamar de dor ao passar a camiseta pela altura das orelhas ao tirar ou vestir, fique atento, pois pode ser otite. A pele do conduto auditivo é muito sensível e tem ligação com a cartilagem, por isso, logo dá indícios da infecção. Em alguns casos, a orelha apresenta vermelhidão e um leve inchaço. Como em qualquer outro processo infeccioso, a otite também pode ocasionar uma febre leve.

 

Ao identificar esses sintomas em seu filho, use analgésicos (previamente receitados pelo pediatra) e compressas quentes. Em hipótese alguma tente usar hastes flexíveis para limpar, secar ou retirar qualquer possível secreção de dentro do ouvido, pois assim só aumentará as chances de causar ferimentos e piorar a situação.

 

Caso seu filho tenha otites com muita frequência, converse com o médico. Ele poderá investigar se existe alguma causa específica e indicar os procedimentos adequados.

 

 

 

Fonte: Crescer

Verão chegando… E com ele vem também os inconvenientes dos dias quentes!

Mother applying sun protection on son

Estamos em novembro e logo mais o Verão chega para dar as caras (22 de dezembro, mais precisamente). Mas como vivemos em um país tropical, a Primavera já dá uma prévia do que teremos nos meses mais quentes do ano.

Junto com as férias, banhos de piscina e aquela temporada na praia, chegam também algumas doenças típicas desta época do ano. E quando pensamos nos pequenos, os cuidados precisam ser redobrados.

Conheça alguns problemas típicos do Verão e como evitar que algum deles estrague as férias do seu filhote:

Queimaduras de Sol: Causadas pela exposição ao sol, as queimaduras de verão são uma das grandes vilãs da estação.
Sintomas: Vermelhidão, e em casos mais graves, bolhas.
Como prevenir: O protetor solar é a principal arma contra as queimaduras de sol. As crianças precisam usar produtos próprios para o seu tipo de pele (existem várias opções no mercado atualmente), usar roupas leves, bonés e óculos de sol. Também é importante evitar o sol entre às 9h e às 16h.
Atenção: Se a queimadura for leve hidrate bem a pele com um produto próprio para estes casos. No aparecimento de bolhas, que indicam queimadura de 2º ou 3º grau, não fure e nem cubra as mesmas com curativos. Procure um médico para que ele possa avaliar a situação da queimadura.
E mais: Nem pense em receitas caseiras para as queimaduras como manteiga ou pó de café. Essas substâncias podem causar infecção na pele que já está sensível.

Insolação: É causada pela exposição excessiva ao sol.
Sintomas: Desidratação, pele ressecada, febre, sede, cansaço, vômitos, dor de cabeça e falta de ar.
Como prevenir: A primeira dica é evitar a exposição excessiva ao sol, principalmente nos horários de pico. Beber muito líquido, ficar à sombra e manter uma alimentação saudável também ajuda.
Atenção: Nada de tentar receitas. Se a criança apresentar alguns dos sintomas citados, leve-a imediatamente ao médico pois o problema pode evoluir e causar complicações muito sérias para a saúde do seu filho.

Intoxicação Alimentar: O verão é uma época onde o calor faz com que alguns alimentos fiquem mais propícios à bactérias. E problemas desse gênero podem nos levar a uma intoxicação alimentar.
Sintomas: Diarreia, vômito, dores abdominais, febre, fraqueza, dores no corpo.
Como prevenir: Opte sempre por alimentos frescos e preste muita atenção em como ele está condicionado. Evite produtos que contenham ovos por causa da salmonela e comidas muito calóricas, como as frituras.
Atenção: Na beira da praia opte por levar uma “marmita” de casa com sanduíches naturais, frutas e outros alimentos preparados por você. Condicione os alimentos em produtos específicos para a armazenagem, como collers e isopores.

Desidratação: É a falta de água no organismo.
Sintomas: Irritação, sede excessiva, olhos fundos, pele ressecada. Em estágio mais avançado, esses sintomas se agravam e provocam sonolência, prostração e afundamento da “moleira” em bebês.
Como prevenir: Ofereça muita água para as crianças. Tenha sempre uma garrafa de água filtrada, ofereça alimentos mais leves e que contenham mais líquidos.
Atenção: Se ocorrer episódios de vômito e diarreia ofereça soro reidratante e água. O soro pode ser feito em casa mesmo: misture 1 litro de água filtrada ou fervida, 2 colheres (sopa) de açúcar e 1 colher (café) de sal.
E mais: Procure um médico se o soro caseiro não resolver o problema. E nada de oferecer para a criança isotônicos e refrigerantes. Estas bebidas não promovem uma reidratação adequada.

Otite: É a infecção dos ouvidos causada por fungos ou bactérias, normalmente em decorrência da entrada de água no canal auditivo.
Sintomas: Dor intensa e zumbido no ouvido.
Como prevenir: Não remova a cera do ouvido das crianças. Ela é, na verdade, uma proteção para este tipo de doença. Limpe apenas a parte externa do ouvido. Após o banho, seque a região externa do ouvido.

Brotoeja: Bem comum, ainda mais em bebês, as brotoejas são uma erupção na pele relacionada com o calor e pode abrir caminho para outras infecções.
Sintomas: Formação de bolhas vermelhas principalmente no pescoço e dobrinhas do bebê.
Como prevenir: Manter a criança com roupas frescas.
Atenção: Verifique com o pediatra qual a melhor pomada para ser usada no seu filho. A pasta d’água pode ajudar, já que age como secativo e acalma a pele.

Bicho-Geográfico: É uma penetração na derme causada por uma larva de um parasita presente no intestino de cães e gatos. Ela percorre um caminho na pele deixando um rastro, por isso o nome, esse “trajeto” que desenham formando um tipo de um mapa.
Sintomas: Muita coceira e um traçado saliente e avermelhado na pele. Atinge a planta dos pés e também mãos e braços.
Como prevenir: Evite que a criança tenha contato com a areia, principalmente se notar a presença de animais.

Picadas de Insetos: Não adianta, o verão é a época em que os insetos ficam incontroláveis. E os pequenos é que acabam sofrendo mais com este problema.
Como prevenir: Use o repelente que seja mais adequado para a pele da criança. Feche a janela antes de o sol se pôr ou use telas de proteção.
Atenção: Pomadas antialérgicas podem ser usadas em picadas pequenas, mas procure sempre a orientação do pediatra para escolher a ideal para o tipo de pele do seu filho.

Mother applying sun protection on son

Como identificar que meu filho está com infecção no ouvido?

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A dor de ouvido é muito mais comum do que se pensa nas crianças. Três de cada quatro crianças terão sofrido pelo menos uma infecção no ouvido até os 3 anos de idade. Se a criança está resfriada a cerca de 3 a 5 dias e tem febre pode ser que esteja também com otite.

Outros sintomas que podem ser levados em consideração: dor na região, a criança fica mexendo nas orelhas e está inquieta demais. A criança ainda pode perder o apetite, já que a dor de ouvido afeta também a garganta e com isso a capacidade de mastigar, engolir e mamar.

É válido ficar atento às secreções que saem do ouvido, bem como cheiro ruim nas orelhas. Os sintomas podem  indicar uma infecção.

Mas qual a causa?
O problema começa nas tubas auditivas, ou trompas de Eustáquio, que ligam o ouvido médio (também chamado, mais recentemente, de orelha média) ao nariz e à garganta. Bactérias presentes nesses locais acabam indo para as tubas auditivas quando a criança boceja ou engole.

Outro motivo para as crianças serem suscetíveis a infecções de ouvido é o fato de suas tubas auditivas serem curtas e ficarem na horizontal enquanto elas são pequenas. À medida que vão crescendo, a tuba cresce de 1,25 centímetro para 3,8 centímetros, e também assume uma posição mais vertical, reduzindo a propensão a infecções.

Há algum fator que predisponha à otite?
O risco de infecção no ouvido aumenta devido a vários fatores, como o uso de chupeta, permitir que a criança mame na posição completamente horizontal e a exposição à fumaça do cigarro. Embora a otite em si não seja contagiosa, os resfriados e viroses que predispõem a ela são. Crianças que frequentam escolinhas ou creche são mais propensas a ter otite, justamente porque têm mais contato com o vírus do resfriado.

Os médicos também recomendam evitar que entre água no ouvido da criança. Se seu filho está tendo dor de ouvido, converse com o pediatra para ver se há restrições quanto ao uso de piscina, por exemplo.

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