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Dor de ouvido de verão

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Diferente daquela que acontece no inverno, a dor de ouvido que costuma afetar as crianças no verão é decorrente do maior contato com a água do mar e piscina. Mas não se preocupe, é possível prevenir e tratar. Confira.

 

A otite externa, comum no verão, geralmente é causada pela água, que fica acumulada na cavidade do canal do ouvido, abrindo caminho para infecções. Ela acontece com maior frequência nas crianças a partir dos 3 anos, que, nessa época de calor, passam boa parte do dia na piscina ou no mar.

 

Para que essa doença não atrapalhe a bagunça das férias, o melhor caminho é a prevenção. Para isso, basta tomar alguns cuidados, como secar bem a parte externa do ouvido com uma toalha macia após o banho e usar protetores de silicone para os ouvidos – vendidos em lojas de esporte ou especializadas em natação.

 

Se a criança reclamar de dor ao passar a camiseta pela altura das orelhas ao tirar ou vestir, fique atento, pois pode ser otite. A pele do conduto auditivo é muito sensível e tem ligação com a cartilagem, por isso, logo dá indícios da infecção. Em alguns casos, a orelha apresenta vermelhidão e um leve inchaço. Como em qualquer outro processo infeccioso, a otite também pode ocasionar uma febre leve.

 

Ao identificar esses sintomas em seu filho, use analgésicos (previamente receitados pelo pediatra) e compressas quentes. Em hipótese alguma tente usar hastes flexíveis para limpar, secar ou retirar qualquer possível secreção de dentro do ouvido, pois assim só aumentará as chances de causar ferimentos e piorar a situação.

 

Caso seu filho tenha otites com muita frequência, converse com o médico. Ele poderá investigar se existe alguma causa específica e indicar os procedimentos adequados.

 

 

 

Fonte: Crescer

Levando seu bebê à praia

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Levar seu bebê para a praia pela primeira vez pode ser uma grande aventura. É incrível perceber as reações deles com essa experiência nova. Mas, por outro lado, pode ser um pouco frustrante, caso você deposite muitas expectativas nisso.

Para evitar que esse momento tão rico se torne uma tragicomédia, selecionamos algumas dicas úteis para vocês, papais e mamães. Confiram:

 

Respeite o tempo do bebê

Praia cansa. E, quando seu filho já estiver cansado, insistir em permanecer na beira da praia, provavelmente vai deixá-lo mais irritado. O ideal é voltar para casa após os primeiros sinais de cansaço, para que a criança não acabe associando a praia a algo ruim. Poupando seu pequeno (e a família) desse desgaste, é mais provável que ele curta melhor a praia nas próximas vezes.

 

Prefira horários alternativos

Para evitar horários em que os raios solares são mais nocivos e também a superlotação das praias, opte por horários alternativos. Cedo pela manhã (permanecendo até por volta das 10:30) ou bem no final da tarde.

 

Cuidados com o sol

Mesmo optando por horários alternativos, todo cuidado com o sol é pouco. Não economize no protetor solar, camiseta com fator de proteção, boné/chapéu, guarda-sol e, claro, oferecer líquido –  água e suco natural, para o seu pequeno frequentemente.

 

Cuidados com o mar

Nem sempre seu bebê vai se encantar logo de cara pelo mar. Talvez ele fique assustado, estranhe a sensação da areia e da água. Mais uma vez, é importante respeitar o ritmo da criança e não forçar, para não acabar arruinando essas primeiras experiências do seu pequeno à beira mar.

 

Não descuide do seu filho

Como tudo é novidade para seu filho, e ele vai querer experimentar tudo: conchinhas, areia, água do mar… Por isso, fique de olho para evitar que ele coma ou beba algo que depois vai trazer grandes desconfortos (cólica, diarreia, alergias, etc.). Se ele já sabe andar, cuidado redobrado, pois é possível que vá direto para o mar, o que significa risco de tombos, trombadas e até afogamento. É claro, não limite demais a exploração dele nesse novo ambiente, mas esteja sempre por perto e alerta, para ter ótimas férias na praia com seu pequeno.

 

 

 

Fonte: BrasilPost