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Criança X agenda cheia: para pediatra, a infância não serve para “construir currículo”

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Por acaso você já ouviu essa conversa?

“Precisamos organizar a agenda das crianças, pois elas precisam fazer aulas de idioma, música, reforço, teatro, esportes.”

Provavelmente, sim! Foi na sua casa? Talvez, então, seja bom você parar um pouco e repensar essa rotina.

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Segundo o pediatra Daniel Becker, que é um dos criadores do Programa Saúde da Família e pesquisador do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da UFRJ, manter uma visão curricular sobre as atividades das crianças pode fazê-las desenvolver comportamentos de competitividade e individualismo.

Para o especialista, a prioridade na infância deve ser o livre brincar. Essa atividade não se repete, não temos outra chance pra isso! E, ao mesmo tempo, é a atividade que ajuda a estimular uma série de competências humanas que não se aprende em sala de aula.

“Nós vivemos uma cultura de excesso de valorização da aprendizagem com adultos, é um paradigma da escola do desenvolvimento. Como se o desenvolvimento de uma criança só se desse na sua interação com adultos. Na verdade, isso só provê a criança de um tipo de ganho, um tipo de inteligência”, afirma o pediatra, que chama esse tipo de educação de “educação bancária”, aquela em que um domina o conhecimento e outro está ali para receber e que é cada vez mais reconhecida como um modelo com limitações.

“Uma criança que brinca no parque com amigos vai aprender a negociar, interagir, ter empatia, ouvir o outro, se fazer ouvir, avaliar riscos, resolver problemas, desenvolver coragem, autorregulação, auto estímulo, criatividade, imaginação… Uma série de habilidades que nenhuma aula vai oferecer para ela”, salienta, reforçando que essas habilidades são muito mais importantes para um adulto bem-sucedido do que uma aula de música ou o reforço de matemática.

Daniel Becker lembra que é importante, para a criança, cair e ralar o joelho, pois “a vida dói, a realidade dói. Mas passa. E, no dia seguinte, o machucado ganhou uma casquinha, o corpo está reagindo e fazendo alguma coisa”. Ela entende que pode enfrentar a dor, que ela passa e que o corpo se regenera, aprendizado que nenhuma aula oferece.

Fonte: Revista Exame

 

Namoro entre crianças deve ser tratado como uma brincadeira, uma fantasia

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“Pai, aquele ali é o meu namoradinho!” “Mãe, eu tenho uma namoradinha!” Quem não fica com o pé atrás esperando a hora que as crianças vão começar a manifestar esse tipo de “relacionamento” com alguém da escola? Todo mundo, claro! Mas por que usamos aspas no “relacionamento”? Porque, segundo a psicóloga Tereza Vecina, essa história é mais uma fantasia, assim como brincar de casinha ou de boneca. Ou melhor, é assim que a psicóloga orienta os pais a encararem as falas. Afinal, manter relacionamentos é coisa de adulto!

namoro de crianças

As crianças têm mais (ou menos) afinidade com alguns colegas de escola e, quando acontece de gostarem mais de uma pessoa, elas manifestam esse sentimento dizendo que namoram o amiguinho ou a amiguinha, mesmo que não haja qualquer conotação além da de ser o amigo mais legal. Muitas vezes, segundo Tereza Vecina, elas escolhem alguém que se destaca na turma – mais popular – mas, na maioria das vezes, o “namoro” é  unilateral, ou seja, só a sua criança sabe.

Deixa quieto

Ok, você sabe que é brincadeira, que é fantasia… Mas e você estimula essa brincadeira? A psicóloga recomenda que não estimular esse tipo de comentário. “A família não deve ignorar nem proibir, pois a fantasia é saudável para o desenvolvimento da criança. Mas os exageros podem levar a uma erotização precoce”, afirma. Apenas deixe a criança falar, sem maiores estímulos.

Cada coisa na sua hora

Sempre lembre que crianças não são adultos em miniatura. Os pais têm de deixar claro que só adultos namoram de verdade. Tudo tem sua hora. E as crianças precisam entender isso”, resume a psicóloga. Ou seja, pode ser fofo ver as duas crianças trocando juras de amor, mas não é, pois estimula um comportamento precoce.

 

Fonte: Revista Crescer

 

Por que precisamos entender o relógio de ponteiros?

Por que precisamos entender o relógio de ponteiros?

Recentemente, uma notícia chamou a atenção nas redes sociais: escolas do Reino Unido estão retirando os relógios analógicos (de ponteiros) das salas de aula. A decisão se baseia no fato de que os jovens estão acostumados a ver as horas nos relógios digitais e podem se sentir pressionados diante da estranheza do analógico, pois precisam de mais esforço para tentar saber as horas.

A repercussão da notícia gerou um novo debate: por que é importante entender o relógio de ponteiros? Por que precisamos ver as horas nele se temos o digital que desempenha a mesma função?

Por que precisamos entender o relógio de ponteiros?

O UOL Educação destaca, em texto sobre os ponteiros do relógio, que essa ferramenta permite ensinar às crianças diversas outras funções da Matemática que são importantes para o desenvolvimento do raciocínio lógico, como a compreensão de fração e ângulo, por exemplo. Ou seja, não se trata apenas de entender e saber o tempo!

Quer dicas para saber como trabalhar essa questão com os pequenos? A equipe do Estudamos reuniu aqui  uma lista de atividades com relógios que você pode fazer com as crianças!

Você também pode usar o relógio de ponteiros de forma lúdica, com brinquedos como o Aprendendo das horas que, além de ensinar as horas, permite relacionar o tempo às situações do cotidiano.

Fontes: R7, UOL Educação, Estudamos e Xalingo Brinquedos

Bom senso no grupo da escola no Whatsapp

Quando os filhos entram na escola, passam a fazer parte de um novo mundo e os pais também são afetados por isso. Porém, para eles, o “novo mundo” é o grupo de pais no Whatsapp. O aplicativo começou a ser usado há alguns anos no intuito de facilitar a comunicação entre a escola e as famílias. No entanto, nem sempre se faz bom uso desta ferramenta, reproduzindo no grupo de pais da escola, o mesmo comportamento que se tem em grupos de amigos e família. Por isso, confira estas dicas para manter o bom senso e evitar conflito com outros pais no grupo de Whatsapp da escola.

 

Liberado:

– Usar o grupo para tirar dúvidas sobre alguma mensagem da escola.

– Marcar encontros fora do ambiente da escola para as crianças brincarem.

– Obter informações sobre algum evento da escola.

– Questionar sobre objetos esquecidos ou pegos por engano entre as crianças.

– Combinar com outros pais sobre um presente coletivo para as professoras.

 

Evite:

– Enviar mensagens em horários inapropriados, como tarde da noite ou muito cedo pela manhã.

– Mandar bom dia, boa tarde ou boa noite, gerando um excesso de mensagens desnecessárias e que muitas vezes fazem com que as informações importantes se percam na conversa.

– Mensagens com arquivos pesados, figurinhas fofas, reflexões ou pornografias. O mesmo vale para debates sobre política, religião ou esportes. É necessário ter o bom senso de que o grupo da escola não é o espaço para isso.

– Enviar convites para eventos que nem todos foram convidados. Prefira sempre chamar a mãe ou pai em particular.

– Expor as crianças ou julgar outros pais, gerando fofocas e maledicências.

– Deixe para utilizar os áudios apenas em casos extremos e, quando o fizer, seja cuidadoso e objetivo.

– Enviar fotos dos seus filhos que não tenham a ver com o contexto escolar.

– Reclamações sobre a escola ou professores devem ser debatidas em reuniões específicas, diretamente com o núcleo escolar, não via grupo de Whatsapp.

 

 

 

 

Fonte: Donna

Aposte no ensino bilíngue!

Quando chega a hora de colocar o filho na escola, muitas dúvidas vêm à cabeça dos pais. É preciso avaliar diversos fatores, como equipe, local, atividades propostas, etc. Um diferencial que algumas escolas estão oferecendo é o ensino bilíngue para crianças a partir de 2 anos.

 

Se você acha que 2 anos é muito cedo e pode mais confundir do que ajudar a criança, está enganado. Um estudo realizado por cientistas do Kings College, em Londres, e da Brown University, em Rhode Island, revelou que entre 2 e 4 anos de idade existe uma janela de formação no cérebro das crianças. Durante este período, o cérebro está mais aberto ao aperfeiçoamento da linguagem. Por isso, a imersão de crianças em um ambiente bilíngue antes dos 4 anos possibilita maior chance de elas se tornarem fluentes em ambas as línguas.

 

Outros estudos científicos já comprovaram que, nos primeiros anos de vida, a criança tem uma plasticidade cerebral fantástica. Seu sistema fonológico é preparado para falar qualquer língua de maneira orgânica, naturalmente. Portanto, esse é o momento perfeito para iniciar a aprendizagem de uma segunda ou terceira língua. Nessa fase, a criança consegue trocar de um idioma para outro naturalmente, sem perceber. Embora alguns pais tenham a impressão de que o filho está confuso, é justamente o contrário. A criança consegue entender que são formas diferentes de dizer uma mesma coisa e, de maneira intuitiva, comunica-se no idioma em questão.

 

A grande diferença entre uma escola de inglês e o ensino bilíngue é que o currículo bilíngue ensina “em” inglês, e não “o” inglês. Dessa forma, mais do que o aprendizado de uma língua, a criança adquire uma habilidade multicultural. Que tal apostar no ensino bilíngue, quando chegar a hora de colocar seu pequeno na escola?

 

 

 

 

 

Fonte: Crescer

Personalidade contagiosa

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O velho ditado “Diz-me com quem andas e te direi quem és” parece ser mesmo verdadeiro, especialmente quando se trata de crianças. Um estudo recente aponta que elas são bastante influenciadas pelos amigos e colegas de escola no que se refere ao comportamento e até a personalidade.

 

Embora muito da personalidade de uma pessoa seja determinada por fatores genéticos, é inegável que sofremos interferência do meio em que vivemos, das pessoas que nos cercam e de nossas experiências de vida. E uma pesquisa feita por psicólogos da Universidade de Michigan confirma isto, salientando a convivência como um fator importante para moldar a personalidade, especialmente em crianças em idade pré-escolar.

 

Estudos de neurogenética desenvolvidos na década de 90 já indicavam que a personalidade é influenciada pelos genes, mas que eles interagem de formas complexas com o ambiente externo, gerando reações diferentes nos indivíduos.

 

A pesquisa da Universidade de Michigan partiu do princípio de que a convivência social seja um fator influenciador da personalidade já na infância para conduzir o estudo. Nele, foram analisadas crianças de 3 a 4 anos durante o ano escolar, observando seu comportamento dentro dos grupos que formavam.

 

A constatação dos pesquisadores foi de que as crianças acabavam sendo “contagiadas” pelo comportamento dos colegas e absorvendo características que não apresentavam anteriormente. Por exemplo, crianças tímidas que se envolviam com outras mais extrovertidas, acabavam se tornando mais extrovertidas também.

 

Ao examinar os traços da personalidade em crianças pequenas, a pesquisa abre uma nova possibilidade sobre o tema, sugerindo que a personalidade não seja algo tão enraizado e inalterável e que as companhias da infância podem desempenhar um papel importante nessa mudança.

 

 

Fonte: Superinteressante

Ajudinha para a lição de casa

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A maioria das crianças prefere correr e brincar, do que fazer suas tarefas escolares. Mas e se elas pudessem aprender brincando?

Especialmente no início da vida escolar, quando ainda estão se habituando a esta nova rotina, as crianças podem precisar de um estímulo extra para ajudar a ‘pegar gosto’ pelos estudos. Para isto, nada melhor do que lançar mão dos produtos da linha Minha Escolinha Xalingo.

Nela você encontra diversos itens que vão divertir o seu pequeno e ainda facilitar o aprendizado e o processo de alfabetização por meio de jogos e brincadeiras. Confira algumas opções:

post1-certoPara conhecer a linha completa, acesse: Minha Escolinha

 

Fonte: Xalingo http://www.xalingo.com.br

Lidando com as mordidas

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Não é nada agradável receber a notícia que seu filho mordeu ou foi mordido por um coleguinha. Gera constrangimento, insegurança e até questionamentos em relação aos cuidados da própria escola. No entanto, por mais incômodo que seja, este comportamento é bastante comum no desenvolvimento das crianças.

 

Desde o nascimento, a criança estabelece seu contato com o mundo através da boca – amamentação, alimentação, chorando, balbuciando palavras, levando objetos à boca, etc. Até por volta dos 3 anos, quando ainda não tem domínio sobre a linguagem oral, a criança pode acabar usando as mordidas como uma forma de comunicação também. Pode ser em função de alguma insatisfação por ter sido contrariada (uma vez que na escola seus desejos não são tão prontamente atendidos e a atenção é dividida com os colegas) ou mesmo uma reação por querer estar perto de algum amigo.

 

Caso seu filho morda um amiguinho, é fundamental conversar a respeito. A criança precisa entender que este comportamento não é adequado e que machuca os amigos. Se a criança conseguir expressar seus motivos, argumente de acordo, sugerindo outra atitude numa próxima ocorrência. Dependendo da gravidade, pode ser necessário conversar com os pais da outra criança e fazer o seu pequeno se desculpar com o colega. Assim, os pais ajudam a criança a entender as consequências dos seus atos e, conversando a respeito, ajudam ela a aprender a se comunicar melhor, não precisando recorrer a nenhum tipo de agressão para expressar seus sentimentos e insatisfações.

 

 

Fonte: Revista Donna

Volta às aulas

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A volta às aulas pode ser um período muito alegre e empolgante para diversas crianças. Mas para algumas, também pode representar tensão, medo… Cabe aos pais ajudarem a criança a se preparar para retomar a rotina, após o descanso e aventuras das férias.

 

Para ajudar seu pequeno no processo de readaptação à rotina de escola, o ideal é começar gradativamente no final das férias ir reajustando os horários de dormir e acordar, bem como os horários das refeições e lanches. Pois sono e fome são fatores que podem interferir no processo.

 

Para despertar a empolgação do seu filho com a volta às aulas, é interessante leva-lo junto para escolher os materiais escolares. Isto costuma deixar os pequenos bastante animados e ansiosos para usar os novos apetrechos.

 

Também é importante conversar com seu filho sobre a retomada da rotina. Faça uso de momentos divertidos que ele tenha vivido na escola no ano anterior – brincadeiras, jogos, músicas, atividades, os amigos, etc. Além de reavivar a memória dele, faça com que ele se encante com todas as possibilidades e novidades que estão por vir no novo ano escolar.

 

Mesmo com toda esta preparação prévia, pode acontecer de a criança frear na hora de entrar na escola, fazer birra… No caso de crianças menores, pode ser necessário que os pais fiquem um pouco junto com a criança na escola, até ela se sentir mais segura e ambientada. É importante ter paciência e tentar transmitir segurança ao seu filho, ressaltando todas as coisas bacanas que ele pode vivenciar, fazer e aprender na escola.

 

 

 

 

Fonte: Revista Crescer

Educando meninos fora da cultura do machismo

Escoladeser

Escoladeser

 

Pensando num mundo onde as crianças aprendam desde cedo que meninas devem ser tratadas com respeito e direito sobre o próprio corpo (o que vestem, por onde andam e o que fazem) sem serem ameaçadas ou violentadas, uma escola de Goiás criou um programa para educar meninos fora da cultura do machismo.

 

É o projeto “Já Falou Para Seu Menino Hoje?”, da Escola de Ser, um colégio privado sem fins lucrativos em Rio Verde, interior de Goiás. Nele, pais e professores das crianças são convidados para um debate, que visa estimular a conversa sobre o combate à violência de gênero e o desrespeito de todo tipo, e também repensar as metodologias utilizadas no combate à cultura do estupro.

 

Na Escola de Ser, os alunos participam de todas as etapas de funcionamento da escola, da seleção dos temas das aulas por meio de assembleias, até a limpeza e cuidados com o equipamento escolar. Este método democrático de ensino já rendeu 12 prêmios acadêmicos à Escola, além do título de pioneira pela UNICEF.

 

Colocando em prática os conceitos que trabalha, a Escola de Ser já serviu de abrigo para mulheres violentadas e crianças em situações de risco. O projeto vêm causando impacto positivo na comunidade ao redor da escola, fazendo com que mães aprendam com suas filhas que podem e devem denunciar violências e abusos, além de mobilizar as famílias para que professores com comportamento abusivo sejam afastados.

 

Além do projeto “Já Falou Para Seu Menino Hoje?”, a Escola de Ser oferece um curso online sobre prevenção à violência sexual, dirigido a pais e educadores. Como o futuro que queremos para as crianças será construído por elas, não podemos permitir que a noção de normalidade delas seja de violência e desigualdade. Nesse contexto, a Escola de Ser tenta ajudar a construir uma nova normalidade, em que a violência e os abusos contra a mulher sejam meras sombras de um passado distante.

 

Para conhecer mais sobre a Escola de Ser, acesse: www.facebook.com/escoladeser

 

 

 

Fonte: Hypeness