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Brinquedos para estimular o desenvolvimento

Os brinquedos educativos estimulam o desenvolvimento das crianças de forma lúdica, através de atividades que envolvem seguir regras, aprender com o erro, identificar formas e cores. Por mais que pareçam simples, essas atividades desempenham um importante papel no desenvolvimento cognitivo dos pequenos.

 

Os brinquedos educativos são aqueles que permitem à criança desenvolver sentidos e habilidades, estimulando diferentes formas de aprendizado, como os quebra-cabeças, jogos de encaixe, massa de modelar, jogos de desenho e pintura, entre outros.

 

Raciocínio lógico, coordenação motora, imaginação, criatividade, noções de tamanhos, cores e formas – estas e muitas outras habilidades podem ser estimuladas por meio dos brinquedos. E, quando eles conseguem unir aprendizado, interatividade e tecnologia, as possibilidades de aprendizado aumentam ainda mais para a criança.

 

Pensando nisso, além dos brinquedos educativos tradicionais, a Xalingo possui também a linha Interactive Play, que traz a tecnologia da Realidade Aumentada para gerar mais aprendizado e diversão para os pequenos. A linha é composta por três produtos – um jogo de desenho e pintura, um quebra-cabeça com sombras de animais e outro quebra-cabeças para alfabetização. Cada um deles possui um aplicativo para tornar a brincadeira ainda mais divertida. Conheça os produtos:

 

Interactive Play Colorindo e Desenhando

Quebra-Cabeça Sombras

Interactive Play Soletrando

 

 

 

Fonte: Quem Cuida

Como deixar sua casa segura para o bebê

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Os bebês crescem rápido e, num piscar de olhos, estão percorrendo a casa toda, seja se arrastando, engatinhando ou caminhando. Com essa evolução, eles começam a alcançar coisas e lugares com mais facilidade, o que pode representar riscos aos pequenos. Sendo assim, é preciso tomar algumas medidas para evitar acidentes domésticos com os bebês. Confira.

 

Tire as coisas do caminho

Objetos, eletrodomésticos, cabos de energia e coisas quebráveis devem ser mantidos fora do alcance e das áreas onde a criança mais fica, como em volta do berço, área do banho e de troca de fraldas.

 

Troque as fraldas usando uma superfície baixa

Comece a trocar a fralda de seu bebê sobre uma superfície mais baixa, para evitar tombos graves caso ele role para fora. Se optar por continuar utilizando um trocador, mantenha sempre uma mão sobre o bebê enquanto o estiver trocando.

 

Deixe o berço livre

Mantenha grandes bichos de pelúcia, protetores de berço e travesseiros fora da cama do seu bebê, para que ele não possa utilizá-los para se lançar para fora do berço.

 

Cuidado com cantos afiados

Coloque almofadinhas de proteção nas bordas de móveis para evitar arranhões e batidas dolorosas.

 

Cubra as tomadas

Coloque protetores em todas as tomadas elétricas para evitar qualquer risco de choques pois mesmo que os dedinhos do bebê não caibam, eles podem inserir objetos nos furinhos da tomada.

 

Use travas nas portas de armários

Se não é possível manter sempre os pequenos longe de armários, use travas nas portas com artigos perigosos ou quebráveis, como medicamentos, produtos de limpeza, copos, etc.

 

 

 

Fonte: Pampers

Déficit de Atenção e Hiperatividade – O que você precisa saber

Você já deve ter ouvido sobre TDAH: o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade. Ele vem sendo estudado há anos pela psiquiatria e psicologia pois, quanto antes diagnosticado, melhor para a criança e a família aprenderem a lidar e a tratar.

 

O que é?

TDAH é um transtorno neurobiológico do desenvolvimento que leva à impulsividade, hiperatividade e falta de atenção. Todos as pessoas apresentam algum desses sintomas, porém, em algumas pessoas eles se manifestam com maior intensidade, atrapalhando o desenvolvimento e prejudicando as atividades do dia a dia. Quando isto afeta os âmbitos familiar, escolar e social da criança é que se identifica como TDAH. As crianças afetadas por este transtorno apresentam menor atividade elétrica cerebral, reagindo menos a determinados estímulos. Além disso, o organismo delas apresenta dificuldade para regular os níveis de dopamina e norepinefrina, substâncias essenciais para a concentração e o controle de impulsos.

 

Como diagnosticar?

O diagnóstico é feito por meio de avaliação clínica, com base nos sintomas apresentados e sem necessidade de exames laboratoriais. A avaliação pode ser realizada por um psiquiatra ou outros profissionais, como psicólogos, pediatras e neurologistas especializados na doença. As manifestações clínicas do TDAH costumam aparecer antes dos 7 anos, e são muitas vezes confundidas com a agitação e a insubordinação comumente observadas nas crianças em idade pré-escolar. A maioria das crianças deixa de apresentar essas características quando cresce. Por isso, o diagnóstico não pode ser concluído antes disso.

 

Como tratar?

Os casos leves de desatenção ou hiperatividade não chegam a ser classificados como TDAH e, portanto, não necessitam de tratamento químico. Orientação familiar e uma dose extra de carinho e paciência são fundamentais para ajudar a criança. Porém, quando existe um diagnóstico preciso, é necessário o uso de medicamentos. Como o TDAH é uma doença que costuma se estabilizar com a chegada à idade adulta, a pessoa pode parar de tomar remédios após um tempo, na maioria dos casos.

 

 

 

Fonte: Crescer

Meu filho se recusa a comer. E agora?

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A alimentação dos filhos é sempre uma preocupação para os pais, especialmente quando as crianças começam a se recusar a comer. Neste post você vai encontrar algumas dicas para lidar com esta situação.

 

1. Não se preocupe demais

Alimentação faz parte da aprendizagem dos bebês e crianças. Por isso, eles estarão mais dispostos a aprender em alguns dias do que em outros, do mesmo modo que acontece (ou acontecerá) na escola. Se seu filho apresentar um bom crescimento, sem sinais de doenças nem outro motivo para se recusar a comer, não há com o que se preocupar.

 

2. Observe os sinais de saciedade

Se seu filho já comeu um pouco, aprenda a identificar os sinais de saciedade dele, para não forçar a alimentação. As crianças têm necessidades diferentes dos adultos e seu sistema digestivo não é tão desenvolvido. Por isso, observe e aprenda a quantidade de alimento que seu filho precisa para se sentir satisfeito.

 

3. Varie alimentos e texturas

À vezes a criança não tem vontade de comer pois fica um pouco enjoada por lhe oferecerem sempre o mesmo. Varie os alimentos oferecidos, a forma de preparo e textura para estimular o paladar da criança e garantir uma gama maior de nutrientes.

 

4. Alimentos não são prêmios ou castigos

Quando os adultos dizem que a criança deve comer “pelo menos a carne” ou que ela deve “comer tudo, ou não ganhará sobremesa”, estão valorizando mais alguns alimentos em detrimento de outros, tornando a alimentação um castigo ou como uma forma de recompensa. Isso gera ideias erradas na cabeça da criança, aumentando a probabilidade de birras na hora das refeições.

 

5. Deixe a criança participar e evite distrações

As crianças costumam se distrair com muita facilidade, por isso, evite brinquedos ou deixar a televisão ligada na hora das refeições. Como alimentação também é aprendizagem, é importante que as crianças estejam atentas ao momento. Para ajudar nisso, deixe que elas participem mais ativamente, seja segurando algum talher ou tentando se alimentar sozinha. De acordo com a idade da criança, vale preparar alimentos que ela possa pegar com a própria mão e levar à boca.

 

 

 

Fonte: Mãe Me Quer

Estimulando a independência

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Após completar 1 ano de vida, a criança já pode começar a se tornar mais independente e aprender a fazer algumas atividades sozinha. É muito empolgante observar cada nova conquista dos bebês, mas também é importante permitir que eles alcancem cada etapa ao seu ritmo.

 

Comer sozinho

Após a introdução alimentar, o bebê pode começar a demonstrar interesse em usar uma colher, tentando pegá-la enquanto é alimentado. Com cerca de 1 ano e meio ele provavelmente já conseguirá segurar a colher muito bem e começar a levar comida à boca com ela. E prepare-se, pois a sujeira faz parte do aprendizado. Para ajuda-lo nesse processo, prefira colheres com ponta de borracha, para evitar que ele machuque a gengiva. Também é bom optar por utensílios inquebráveis, que possam resistir a eventuais quedas.

 

Os primeiros passos

Por volta do primeiro aninho, a maioria dos bebês já começa a dar seus primeiros passos. Para estimulá-lo, coloque-o de bruços, para que ele se movimente e role, fortalecendo os músculos das costas – que ele precisará para poder se sustentar de pé.

 

Escovando os dentes

Esta tarefa só será exercida direitinho por crianças maiores, é claro. Mas você pode começar desde cedo a estimular o hábito da higiene dental. Quando ele demonstrar interesse pela atividade, providencie uma escova adequada e macia para que ele mesmo vá praticando. Mas é claro que até seu filho conseguir executar a tarefa corretamente, você precisará complementar a higiene bucal dele.

 

 

 

Fonte: Pampers

Seu bebê está demorando para sentar e engatinhar?

Geralmente os bebês já conseguem ficar sentados sem apoio por volta dos seis meses e começam a engatinhar por volta dos nove meses. Embora este tempo seja apenas referência e cada criança tenha o seu ritmo de desenvolvimento, quando a demora se estende muito, pode ser sinal de problema.

 

Como saber se o seu bebê está demorando demais para sentar ou engatinhar?

 

Se o seu bebê chegar aos nove meses e ainda não conseguir sentar sem apoio, é preciso conversar com seu pediatra sobre o assunto.

 

Quanto a engatinhar, alguns bebês podem não engatinhar e ir direto para o andar. Outros, usam maneiras alternativas de se movimentar, como se arrastar. Mas normalmente o engatinhar acontece por volta dos nove meses de vida. Você deve se preocupar e buscar orientação médica se até os 12 meses o bebê não engatinhar nem estiver desenvolvendo esses movimentos alternativos que também trabalham a coordenação e equilíbrio.

 

 

 

Fonte: Bebê Mamãe

Começando a falar

É sempre uma grande ansiedade para os pais saber qual será a primeira palavra que seu bebê vai pronunciar. Às vezes é mamãe, às vezes é papai, ou até outras palavras. Depende muito do meio em que a criança vive e como ela é estimulada.

 

Desenvolvendo a linguagem

Os bebês desenvolvem a linguagem de forma gradual e contínua e cada um no seu próprio ritmo. Mas, de forma geral, é possível observar algumas fases comuns para a maior parte deles.

 

Emitindo sons

De início, o bebê apenas emite sons, o famoso “gu-gu”, “da-da”. Nessa etapa, ele vai aprendendo, experimentando a emissão de sons de vogais e consoantes, e iniciando a silabação (junção das consoantes e vogais). Ainda que os pais queiram atribuir sentido a esses primeiros balbucios, somente poderá ser considerado uma palavra quando for atribuído um significado ao som que o bebê está fazendo e ele usar esse som para designar alguma coisa.

 

As primeiras palavras

Entre os 10 e os 15 meses costumam surgir as primeiras palavras e por volta dos 2 anos a criança já consegue formar frases simples. Aos 3 anos, as frases já são mais complexas e estruturadas. E aos 4 anos o padrão de fala da criança já costuma ser bastante próximo ao do adulto.

 

Demorando para falar?

A ansiedade dos pais em verem os filhos falando faz com que qualquer eventual demora no ritmo deles pareça um problema. Cada criança tem o seu tempo. Algumas demoram mais para começar, mas iniciam falando melhor. Outras começam a balbuciar cedo e demoram mais para efetivamente formar suas primeiras frases. A demora da criança em começar a falar só se torna preocupante após os 2 anos. A partir desta idade, é recomendável buscar ajuda de uma fonoaudióloga para averiguar o caso. Muitas vezes, o atraso na fala está relacionado à audição. Outro fator que contribui para o atraso no desenvolvimento da linguagem é quando a criança não precisa falar para ser atendida.

 

Como estimular?

Os bebês aprendem basicamente pela imitação. Com a fala não é diferente. Portanto, a melhor forma de estimular seu filho a falar é falando. Converse com a criança, conte o que vai fazer, narre os procedimentos diários com ela, nomeie as partes do corpo na hora do banho, mostre as coisas na rua quando forem passear, etc.

 

O que evitar?

Embora seja muito comum, o uso de palavras no diminutivo pode atrapalhar o desenvolvimento da fala na criança. Ao adicionar inho/inha ao final das palavras, elas se tornam mais longas e soam muito parecidas umas com as outras. Outro fator que pode inibir a fala da criança é quando os adultos imitam o que ela fala errado e, ainda, quando se antecipam ao que ela quer, atendendo sua solicitação ao primeiro balbucio.

 

 

 

Fonte: Crescer 

Etapas do desenvolvimento dos bebês

O desenvolvimento dos bebês acontece em etapas, que iniciam de cima para baixo e do centro para as extremidades do corpo. É em função disso que a maioria dos bebês apresenta a mesma sequência de pequenas ações que pontuam seu desenvolvimento motor e cognitivo.

 

Muitos pais ficam ansiosos para ver os filhos andando, falando, sentando, etc. e forçando em estímulos que não ajudam a criança pois cada etapa acontece a seu tempo. É preciso dar liberdade para que a curiosidade da criança seja despertada e ela queira explorar ao seu redor. Ofereça um ambiente seguro, confortável e brinquedos que a convidem a ser ativa, participativa – ao invés daqueles que fazem tudo sozinhos.

 

Aos poucos, o bebê vai tomando consciência do seu corpo, percebendo suas capacidades e desenvolvendo habilidades. De abrir os olhos até começar a falar, são muitas descobertas e conquistas.

 

Confira a ordem em que estas etapas costumam acontecer:

 

1 –  Abrir os olhos e acompanhar um objeto e as pessoas

 

2 – Colocar a mãozinha na boca

 

3 – Segurar o dedo de outra pessoa ou um chocalho

 

4 –  Virar a cabeça ao escutar um som ou a voz de alguém

 

5 –  Abrir as mãos e tentar pegar algum objeto

 

6 –  Manipular um objeto com as duas mãos e passa-lo de uma mão para a outra

 

7 – Brincar batendo os objetos e ouvindo o som deles

 

8 – Ficar de barriga para baixo e levantar o pescoço para ver o que está ao seu redor

 

9 – Rolar para alcançar um objeto e perceber melhor seu corpo no espaço

 

10 – Segurar os próprios pezinhos

 

11 – Sentar e girar o tronco para pegar um brinquedo

 

12 – Bater palmas e imitar gestos e sons

 

13 – Engatinhar e conhecer o que está ao seu redor

 

14 – Ficar de pé com algum apoio

 

15 – Andar de lado para ir atrás de algo que quiser pegar

 

16 – Balançar-se quando estiver de pé

 

17 – Falar as primeiras palavras

 

18 – Andar com ajuda e depois sozinho.

 

 

 

 

Fonte: Crescer

O poder das massinhas de modelar

Brincar com massinha de modelar é uma delícia. As crianças – e muitos adultos – adoram! E, além de muito divertida, essa brincadeira ainda estimula o desenvolvimento dos pequenos.

 

O manuseio da massinha de modelar pelas crianças estimula a criatividade e imaginação delas – amassando, apertando, separando e modelando elas inventam mil possibilidades. E esse processo também contribui para a capacidade de concentração e desenvolvimento da motricidade fina delas.

 

Pensando na diversão e no desenvolvimento das crianças, a Xalingo possui uma linha de produtos com massinha de modelar: a linha Hiper Massa. Cada item traz potes de massinha e diversos moldes e acessórios para os pequenos – e talvez os pais também – brincarem muito.

 

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Clique AQUI e confira a linha completa.

 

 

 

Fonte: Xalingo