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Mais saúde com 1 ovo por dia

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Uma pesquisa recente indica que o ovo, esse alimento tão comum, pode ajudar as crianças a crescerem mais fortes e saudáveis.

 

Realizada nos Estados Unidos e no Equador, o estudo apontou que as crianças que tiveram ovos incluídos em sua alimentação diária a partir do sexto mês de vida, cresceram mais e com excelentes níveis de saúde.

 

O ovo é uma fonte muito rica em proteínas e nutrientes, como a colina e a luteína, que pertencem ao complexo B, e ajudam no desenvolvimento do cérebro, coração, visão e músculos, além de auxiliar no funcionamento do sistema nervoso central.

 

No Equador, o estudo foi realizado com 163 bebês, de 6 a 9 meses. Ele foi aplicado em uma região humilde do país, em que as crianças geralmente não apresentam bons níveis de desenvolvimento. O peso e altura dos participantes foi avaliado e acompanhado semanalmente.

 

Além do melhor crescimento, os resultados da pesquisa também mostraram que as crianças que ingeriram ovos regularmente tiveram uma redução de 74% em suas chances de ficar abaixo do peso e de 47% em suas chances de apresentarem raquitismo ou sofrer de atrofia muscular.

 

A introdução do ovo na alimentação infantil, assim como os demais alimentos, deve ocorrer de forma gradual. Dê preferência aos preparos cozidos ou mexidos, e junto a outros alimentos como vegetais, batata ou macarrão.

 

 

 

Fonte: Vix

Estimulando a independência

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Após completar 1 ano de vida, a criança já pode começar a se tornar mais independente e aprender a fazer algumas atividades sozinha. É muito empolgante observar cada nova conquista dos bebês, mas também é importante permitir que eles alcancem cada etapa ao seu ritmo.

 

Comer sozinho

Após a introdução alimentar, o bebê pode começar a demonstrar interesse em usar uma colher, tentando pegá-la enquanto é alimentado. Com cerca de 1 ano e meio ele provavelmente já conseguirá segurar a colher muito bem e começar a levar comida à boca com ela. E prepare-se, pois a sujeira faz parte do aprendizado. Para ajuda-lo nesse processo, prefira colheres com ponta de borracha, para evitar que ele machuque a gengiva. Também é bom optar por utensílios inquebráveis, que possam resistir a eventuais quedas.

 

Os primeiros passos

Por volta do primeiro aninho, a maioria dos bebês já começa a dar seus primeiros passos. Para estimulá-lo, coloque-o de bruços, para que ele se movimente e role, fortalecendo os músculos das costas – que ele precisará para poder se sustentar de pé.

 

Escovando os dentes

Esta tarefa só será exercida direitinho por crianças maiores, é claro. Mas você pode começar desde cedo a estimular o hábito da higiene dental. Quando ele demonstrar interesse pela atividade, providencie uma escova adequada e macia para que ele mesmo vá praticando. Mas é claro que até seu filho conseguir executar a tarefa corretamente, você precisará complementar a higiene bucal dele.

 

 

 

Fonte: Pampers

Seu bebê está demorando para sentar e engatinhar?

Geralmente os bebês já conseguem ficar sentados sem apoio por volta dos seis meses e começam a engatinhar por volta dos nove meses. Embora este tempo seja apenas referência e cada criança tenha o seu ritmo de desenvolvimento, quando a demora se estende muito, pode ser sinal de problema.

 

Como saber se o seu bebê está demorando demais para sentar ou engatinhar?

 

Se o seu bebê chegar aos nove meses e ainda não conseguir sentar sem apoio, é preciso conversar com seu pediatra sobre o assunto.

 

Quanto a engatinhar, alguns bebês podem não engatinhar e ir direto para o andar. Outros, usam maneiras alternativas de se movimentar, como se arrastar. Mas normalmente o engatinhar acontece por volta dos nove meses de vida. Você deve se preocupar e buscar orientação médica se até os 12 meses o bebê não engatinhar nem estiver desenvolvendo esses movimentos alternativos que também trabalham a coordenação e equilíbrio.

 

 

 

Fonte: Bebê Mamãe

Como escolher um bom pediatra

Para a boa manutenção da saúde do seu filho, é importante escolher um bom pediatra. Mais do que um bom profissional, é preciso também construir uma relação de confiança com ele.

 

Os pediatras são os especialistas em informações de saúde, diagnóstico, e tratamento. Enquanto que os pais são os especialistas em seus filhos. Por isso, a parceria entre eles é fundamental para tomarem as melhores decisões em relação à saúde dos pequenos.

 

Atualmente, muitos profissionais de saúde elaboram um planejamento de reconsultas mesmo a criança estando saudável, desenvolvido com base nas necessidades gerais dela. Esse sistema costuma funcionar bem para a maioria das famílias, pois permite detectar possíveis problemas antecipadamente. Nesse cenário, é fundamental que os pais adotem um papel ativo, questionando sobre quaisquer preocupações ou tendências e possíveis sinais de alerta. Afinal, são os pais que estão com a criança no dia a dia, monitorando seu crescimento e observando seu desenvolvimento.

 

O ideal é fazer consultas periódicas da criança com o pediatra e não apenas quando surgir algum problema. Em todos os casos, os pais devem fornecer informações precisas sobre uma doença ou problema que a criança esteja apresentando. O trabalho do profissional de saúde é conhecer as opções de tratamento e explicá-las à família para que, juntos, eles possam chegar ao melhor plano de ação para o caso. E estas escolhas irão depender do que funciona melhor para essa família e essa criança. Por isso, é tão importante desenvolver um relacionamento de parceria com o médico.

 

Ao escolher um pediatra para o seu filho, lembre-se que essa pessoa será um parceiro nas decisões sobre a saúde dele. Por isso, deve ser alguém com quem você se sinta confortável, que confie e respeite.

 

 

 

Fonte: Pampers

Começando a falar

É sempre uma grande ansiedade para os pais saber qual será a primeira palavra que seu bebê vai pronunciar. Às vezes é mamãe, às vezes é papai, ou até outras palavras. Depende muito do meio em que a criança vive e como ela é estimulada.

 

Desenvolvendo a linguagem

Os bebês desenvolvem a linguagem de forma gradual e contínua e cada um no seu próprio ritmo. Mas, de forma geral, é possível observar algumas fases comuns para a maior parte deles.

 

Emitindo sons

De início, o bebê apenas emite sons, o famoso “gu-gu”, “da-da”. Nessa etapa, ele vai aprendendo, experimentando a emissão de sons de vogais e consoantes, e iniciando a silabação (junção das consoantes e vogais). Ainda que os pais queiram atribuir sentido a esses primeiros balbucios, somente poderá ser considerado uma palavra quando for atribuído um significado ao som que o bebê está fazendo e ele usar esse som para designar alguma coisa.

 

As primeiras palavras

Entre os 10 e os 15 meses costumam surgir as primeiras palavras e por volta dos 2 anos a criança já consegue formar frases simples. Aos 3 anos, as frases já são mais complexas e estruturadas. E aos 4 anos o padrão de fala da criança já costuma ser bastante próximo ao do adulto.

 

Demorando para falar?

A ansiedade dos pais em verem os filhos falando faz com que qualquer eventual demora no ritmo deles pareça um problema. Cada criança tem o seu tempo. Algumas demoram mais para começar, mas iniciam falando melhor. Outras começam a balbuciar cedo e demoram mais para efetivamente formar suas primeiras frases. A demora da criança em começar a falar só se torna preocupante após os 2 anos. A partir desta idade, é recomendável buscar ajuda de uma fonoaudióloga para averiguar o caso. Muitas vezes, o atraso na fala está relacionado à audição. Outro fator que contribui para o atraso no desenvolvimento da linguagem é quando a criança não precisa falar para ser atendida.

 

Como estimular?

Os bebês aprendem basicamente pela imitação. Com a fala não é diferente. Portanto, a melhor forma de estimular seu filho a falar é falando. Converse com a criança, conte o que vai fazer, narre os procedimentos diários com ela, nomeie as partes do corpo na hora do banho, mostre as coisas na rua quando forem passear, etc.

 

O que evitar?

Embora seja muito comum, o uso de palavras no diminutivo pode atrapalhar o desenvolvimento da fala na criança. Ao adicionar inho/inha ao final das palavras, elas se tornam mais longas e soam muito parecidas umas com as outras. Outro fator que pode inibir a fala da criança é quando os adultos imitam o que ela fala errado e, ainda, quando se antecipam ao que ela quer, atendendo sua solicitação ao primeiro balbucio.

 

 

 

Fonte: Crescer 

Adeus medo de dentista!

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Muitas crianças (e até alguns adultos) têm medo de ir ao dentista. Brocas, barulhos, sensações estranhas e, mais do que a dor, a possibilidade da dor, afligem muito os pequenos. Porém, existem alguns macetes para ajudar seu filho a superar o medo de ir ao dentista.

 

Informe-se com antecedência

Antes de levar seu filho à consulta, converse com o profissional, explique o que está acontecendo e entenda qual será o procedimento realizado. Assim, você vai conseguir transmitir segurança ao seu filho. Mas lembre-se de que não é necessário explicar todo o processo para seu pequeno, pois pode gerar mais medo e ansiedade. Poupe-o dos detalhes.

 

Seja verdadeiro

Os pais costumam usar a frase “não vai doer nada”. Porém, muitas vezes os tratamentos dentários são bastante desconfortáveis. Por isso, vale ser verdadeiro com a criança, informando que sim, pode doer um pouco, mas que é necessário e não é insuportável. Dessa forma você não arrisca a confiança do seu filho em você e no dentista.

 

Higiene bucal é um hábito

Converse com seu filho desde pequeno obre a importância da higiene bucal. Ela deve ser um habito diário e, se feita corretamente, com escovações e fio dental, pode até dispensar algumas visitas ao dentista. Explique a ele que cuidar bem dos dentinhos evita a necessidade de tratamentos odontológicos, sendo necessárias apenas as consultas de rotina, nas quais não há o que temer.

 

 

 

Fonte: Pais e Filhos

Bebês x Frio

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Nos dias mais frios os cuidados com os bebês devem ser redobrados. E, inclusive, algumas rotinas normais devem ser dispensadas, para preservar a saúde deles. Confira.

 

Lavar primeiro a cabeça

Se normalmente a orientação é lavar primeiro a cabeça do bebê e depois o corpo, nos dias frios esta rotina deve ser invertida, pois a cabeça molhada favorece muito a perda de calor do bebê. Portanto, só lave a cabeça do seu bebê primeiro, se for secá-la imediatamente. Caso contrário, ele corre risco de pegar frio.

 

Banho todos os dias

A hora do banho é um dos momentos em que o pequeno mais tem chances de passar frio, por mais cuidados que se tenha. Muitos pediatras recomendam que em dias muito frios, os bebês tomem banho apenas três vezes por semana. Nos dias em que não der banho nele, faça a higiene das genitais, pescoço, pés e mãos com algodão e água quentinha.

 

Cuidados com o ambiente

Para dar banho no seu bebê nos dias frios é muito importante atentar para a temperatura do ambiente, que deve ficar entre 16 e 20 graus. Também é fundamental evitar correntes de ar, especialmente até o bebê estar completamente seco e vestido novamente.

 

 

 

Fonte: Bebê Mamãe

Aniversários: diversão sem confusão

Para realizar uma festa de aniversário incrível para os seus filhos, é importante garantir a diversão da criançada. Com estas dicas, você evita estresse e preocupações. Confira!

 

Proteção e segurança

Antes das crianças chegarem, verifique o local da festa para assegurar-se de que todas as coisas pequenas ou perigosas sejam devidamente guardadas, tomadas cobertas, tapetes que possam oferecer risco de tombos sejam recolhidos, etc. Se a festa ocorrer em uma área externa, verifique árvores e galhos que possam oferecer riscos, bem como piscinas e outros itens.

 

Peça ajuda

Recrute amigos e familiares para lhe ajudar no dia da festa, ficando cada um responsável por monitorar uma área ou brincadeira.

 

Comida e bebida

Ofereça uma boa variedade e quantidade de salgados, doces e bebidas, lembrando de disponibilizar opções saudáveis e de verifica se algum convidado possui restrições ou alergias alimentares para providenciar algo de acordo.

 

Diversão e entretenimento

Tenha à mão recursos que a crianças costumam gostar, como lápis de cera, papel, argila, carrinhos e bonecas. Mas lembre-se que a atenção delas é curta, então é bom preparar outras atividades, brincadeiras e jogos.

 

Incentive

Se perceber alguma criança desinteressada ou sem vontade de participar de algumas atividades, incentive-a a tentar outra coisa e chame outras crianças para participar. Assim ela se sentirá acolhida e mais receptiva a brincar junto com as demais – evitando que as birras comecem e se espalhem pela festinha.

 

 

 

Fonte: Pampers

Etapas do desenvolvimento dos bebês

O desenvolvimento dos bebês acontece em etapas, que iniciam de cima para baixo e do centro para as extremidades do corpo. É em função disso que a maioria dos bebês apresenta a mesma sequência de pequenas ações que pontuam seu desenvolvimento motor e cognitivo.

 

Muitos pais ficam ansiosos para ver os filhos andando, falando, sentando, etc. e forçando em estímulos que não ajudam a criança pois cada etapa acontece a seu tempo. É preciso dar liberdade para que a curiosidade da criança seja despertada e ela queira explorar ao seu redor. Ofereça um ambiente seguro, confortável e brinquedos que a convidem a ser ativa, participativa – ao invés daqueles que fazem tudo sozinhos.

 

Aos poucos, o bebê vai tomando consciência do seu corpo, percebendo suas capacidades e desenvolvendo habilidades. De abrir os olhos até começar a falar, são muitas descobertas e conquistas.

 

Confira a ordem em que estas etapas costumam acontecer:

 

1 –  Abrir os olhos e acompanhar um objeto e as pessoas

 

2 – Colocar a mãozinha na boca

 

3 – Segurar o dedo de outra pessoa ou um chocalho

 

4 –  Virar a cabeça ao escutar um som ou a voz de alguém

 

5 –  Abrir as mãos e tentar pegar algum objeto

 

6 –  Manipular um objeto com as duas mãos e passa-lo de uma mão para a outra

 

7 – Brincar batendo os objetos e ouvindo o som deles

 

8 – Ficar de barriga para baixo e levantar o pescoço para ver o que está ao seu redor

 

9 – Rolar para alcançar um objeto e perceber melhor seu corpo no espaço

 

10 – Segurar os próprios pezinhos

 

11 – Sentar e girar o tronco para pegar um brinquedo

 

12 – Bater palmas e imitar gestos e sons

 

13 – Engatinhar e conhecer o que está ao seu redor

 

14 – Ficar de pé com algum apoio

 

15 – Andar de lado para ir atrás de algo que quiser pegar

 

16 – Balançar-se quando estiver de pé

 

17 – Falar as primeiras palavras

 

18 – Andar com ajuda e depois sozinho.

 

 

 

 

Fonte: Crescer

O poder das massinhas de modelar

Brincar com massinha de modelar é uma delícia. As crianças – e muitos adultos – adoram! E, além de muito divertida, essa brincadeira ainda estimula o desenvolvimento dos pequenos.

 

O manuseio da massinha de modelar pelas crianças estimula a criatividade e imaginação delas – amassando, apertando, separando e modelando elas inventam mil possibilidades. E esse processo também contribui para a capacidade de concentração e desenvolvimento da motricidade fina delas.

 

Pensando na diversão e no desenvolvimento das crianças, a Xalingo possui uma linha de produtos com massinha de modelar: a linha Hiper Massa. Cada item traz potes de massinha e diversos moldes e acessórios para os pequenos – e talvez os pais também – brincarem muito.

 

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Fonte: Xalingo