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Desenvolvendo a coordenação

 

Desenvolver habilidades de coordenação e motricidade fina é muito importante para crianças em idade pré-escolar, pois facilitará o aprendizado da escrita e dos desenhos. Pensando nisso, trouxemos uma atividade super bacana e fácil de fazer, para que seu pequeno comece a exercitar essas habilidades.

 

Materiais:

– placas de papelão (ou isopor)

– alfinetes de mapa

– fita adesiva larga

– folhas de papel (no tamanho das placas de papelão)

 

Se optar pelo papelão (pode até reaproveitar de alguma caixa), utilize 2 placas do mesmo tamanho e junte-as com a fita adesiva, passando por todas as bordas.

 

Com as folhas de papel e os alfinetes, você vai elaborar percursos para seu pequeno percorrer com lápis, giz de cera ou canetinha.

 

A cada percurso que ele completar, passando em volta ou pelo meio dos alfinetes, você troca a folha e pode criar novos desafios, aumentando a complexidade e dificuldade. Você pode começar com linhas retas e depois elaborar formas geométricas, ondas, zigue-zague, e quem sabe até o formato das primeiras letras.

 

Ficou com dúvidas? Então assista ao vídeo:

 

 

 

Fonte e imagem: Planning Play Time

Falando a verdade para as crianças

Muitas vezes, na intenção de tranquilizar as crianças, acabamos falando para elas coisas que não são verdade. Por mais que seja com boa intenção, é uma ilusão querer protegê-las de todas dores e dificuldades da vida.

 

O exemplo que melhor ilustra isso é a hora de fazer vacinas ou coletar sangue. O impulso dos pais e até enfermeiros é dizer à criança que não vai doer, que será só uma picadinha, quando sabemos que não é bem assim. Nesse caso, ao invés da ‘mentirinha’, os pais poderiam falar a verdade para a criança, dizendo que sim, vai doer um pouquinho, que pode ser incômodo, mas que é necessário, e logo passa. É importante, numa situação assim, mostrar-se presente para dar apoio e segurança à criança.

 

A dor da vacina é apenas uma das muitas dores da vida das quais os pais tentam proteger os filhos. Porém, melhor do que a ilusão de que não sentirão dor, é eles aprenderem a lidar com ela. Quanto mais cedo os pequenos entenderem que nem tudo na vida é bom, ou fácil ou possui uma “solução mágica”, melhor eles saberão lidar com as dificuldades e frustrações no futuro.

 

É importante deixar a criança falar sobre seus medos e dores de forma aberta e franca. Mais do que dar respostas, a função dos pais nessa hora é ouvir e dar suporte, seja contando alguma história sua similar, seja reconfortando a criança de que aquilo que ela está sentindo é normal e vai passar.

 

Além de preparar melhor as crianças para a vida, isto ajuda a construir uma relação de cumplicidade entre pais e filhos.

 

 

 

Fonte: Revista Donna

Ajudinha para aprender Matemática

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O início da vida escolar traz muitas descobertas, desafios e aprendizados para os pequenos. E a matemática costuma ser uma das matérias mais problemáticas.

 

Para ajudar seu pequeno a aprender as operações básicas de soma e subtração, trouxemos esse passo a passo super fácil de fazer.

 

Você vai precisar de:

– copo de isopor

– caneta marcadora permanente

 

Escreva os números de 0 a 5 ao redor da borda de 2 copos. Em outro, escreva os números de 0 a 10. Em outro copo, faça os símbolos de adição e subtração e sinais de igual em outro copo.

Agora é hora de montar. Coloque um copo dentro do outro, nesta ordem: copo com números de 0-5, copo das operações, copo de 0-5, copo de igual e, por fim, copo de 0-10.

 

Pronto! Agora seu filho pode girar os copos para fazer e memorizar os resultados das contas de adição e subtração básicas de um jeito fácil e divertido.

 

 

Ficou com dúvidas de como fazer? Assista ao vídeo:

 

 

 

 

Fonte e imagem: Planning Play Time

Leitura e maternidade

Aproveitando ainda o clima do Dia das Mães, trouxemos para você duas dicas de livros que abordam a relação entre mães e filhos, para vocês lerem juntos. Misturando emoção, humor e afeto, essas obras são perfeitas para serem lidas no aconchego do colinho de mãe.

 

 

Eu já disse 100 vezes

 

Quando Kif Kif tenta lembrar as recomendações de sua mãe, muitas vezes as palavras se embaralham em combinações engraçadas, como “amarre o macarrão no prato” ou “desligue os óculos do bicho-papão”. Com ritmo e poesia, os textos e imagens do livro trazem as ordens que toda mãe dá aos filhos, fazendo uso de trocadilhos divertidos, para contar a história de Kif Kif e sua mãe.

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Coração de mãe

 

Com muita sensibilidade e delicadeza, este livro aborda os mistérios que passam a habitar o coração de uma mulher quando ela se torna mãe. Quando se trata da maternidade, os sentimentos não possuem limites, fazendo do coração de mãe um lugar mágico e ligado por fio invisível ao coração de seus filhos. Emocione-se e encante-se com esta obra.

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Fonte: Catraquinha 

Imagens: divulgação

 

Tempo para ser criança

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Existe um movimento que está se popularizando pelo mundo, o Slow Parenting, que, em tradução livre, seria uma paternidade sem pressa. Segundo os adeptos dele, o ritmo acelerado da vida das famílias pode reduzir as possibilidades da infância.

 

De fato, se pararmos para pensar nas infâncias de algumas décadas atrás, muita coisa mudou. Hoje em dia muitas escolas possuem aulas pela manhã e à tarde e, além disso, os dias das crianças são preenchidos por uma série de atividades – esportes, idiomas, artes, etc. Não que as atividades sejam ruins, mas o excesso delas pode ser prejudicial ao desenvolvimento dos pequenos.

 

Quando se preenche o dia da criança com escola e atividades, sobra pouco tempo para que ela seja, efetivamente, criança. É fundamental que os pequenos tenham um tempo livre para experimentar, fazer descobertas por conta própria. Essa necessidade constante de atividades pode ser muito mais algo dos adultos, uma forma de pais ocupados manterem suas crianças também ocupadas.

 

Os defensores do Slow Parenting afirmam que desacelerar é preciso, até para que os pais possam curtir mais a infância dos seus filhos, estarem presentes e permitir que eles cresçam com mais liberdade e personalidade. Sem tempo livre para explorar e se conhecer, a criança fica limitada ao universo das coisas e gostos dos adultos, reduzindo as possibilidades de que ela descubra e desenvolva o seu próprio mundo e interesses.

 

 

Fonte: Pais e Filhos

Acompanhando o crescimento do seu filho

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As crianças crescem muito rápido, é fato. O tempo passa e, muitas vezes, com a correria do dia a dia, os pais mal percebem. Para que você não perca nenhum centímetro da evolução do seu filho, trouxemos uma ideia de régua do crescimento super fácil de fazer. Confira!

 

Materiais:

– papel Contact preto fosco

– caneta giz líquido

– régua

– tesoura

 

Para aprender o passo a passo, assista ao vídeo:

 

Assim você pode acompanhar de perto, centímetro a centímetro do crescimento das crianças. 😉

 

 

Fonte: Crescer 

Acabou a licença-maternidade. E agora?

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Após o término do período da licença-maternidade, chega um momento penoso para muitas mães:  deixar o bebê na creche e retornar ao trabalho. Essa separação pode ser complicada para todos os envolvidos, mas é possível amenizar as dificuldades tomando alguns cuidados e se preparando para o processo de adaptação à nova rotina.

 

Tudo começa com a escolha da creche ou berçário. Pesquisar e procurar conhecer os locais antecipadamente é fundamental. Pois o primeiro ponto a ser observado para uma boa adaptação do bebê à creche é a mãe se sentir tranquila e segura em relação ao local, simpatizar e confiar na equipe de cuidadores. Se os pais estiverem tranquilos com sua escolha, transmitirão essa calma aos bebês.

 

Após a escolha do berçário, o processo de adaptação deve acontecer de maneira gradual. Nos primeiros dias, a criança permanece apenas algumas horas, e depois vai aumentando o tempo, até chegar ao período que permanecerá quando a mãe retornar ao trabalho.

 

Dessa forma, tanto o bebê quanto a mãe vão se acostumando com o afastamento e com o que será sua nova rotina. Até por volta dos seis meses a adaptação dos bebês costuma ser tranquila – quem sofre mais mesmo é a mãe. Eles geralmente estranham um pouco os barulhos na hora de dormir e os cheiros. Nesse caso, uma boa dica é deixar uma fraldinha com o ‘cheiro da mãe’ junto ao bebê, para que ele se mantenha tranquilo.

 

Outro ponto importante desse processo é a adaptação das professoras e cuidadoras ao bebê. Cada criança é única e a equipe também precisará de um tempo para conhece-la, suas características, particularidades, personalidade e rotina. Por isso aqueles dias iniciais, em que se aumenta o tempo de permanência gradualmente – e a mãe deve estar presente – são tão importantes. Esse período vai possibilitar um conhecimento mútuo.

 

No caso de mães que ainda estejam amamentando, vale a pena procurar escolinhas próximas ao local de trabalho. Algumas mães conseguem tirar seu leite antes e mandar junto com o bebê para a creche. Como isso nem sempre é fácil, a solução acaba sendo adotar a mamadeira, que também deve ser feito antecipadamente, para não ser mais um fator de possível estresse para o bebê e a mãe.

 

 

Fonte: Terra

Aprendendo sobre sustentabilidade

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A conscientização das crianças sobre a natureza e o meio ambiente deve começar em casa. E isso pode ser ensinado de formas divertidas, tornando-se parte da rotina diária delas.

 

Existe uma série de atividades e brincadeiras que estimulam a consciência ecológica nas crianças. E nada melhor do que envolvê-las desde pequenas em atitudes sustentáveis, para que se tornem hábitos em sua vida adulta. Vale conversar com elas sobre a destruição do planeta, as consequências do consumo excessivo, a alta produção de lixo, os desperdícios de água e alimentos, entre outros temas. Mas isso pode ser feito por meio de atividades e, claro, dando o exemplo em casa. Confira algumas possibilidades.

 

Fazer uma pequena horta em casa

Ensinar e envolver as crianças no ato de plantar faz com que elas entendam a procedência dos alimentos e todo o processo que envolve até eles chegarem à mesa. Elas devem aprender a colher apenas aquilo que vão comer, evitando o desperdício. Aproveite para buscar receitas que utilizem os alimentos em sua integridade – cascas, folhas, etc. Além de reforçar a questão do aproveitamento total dos alimentos, ainda ajuda a ampliar o paladar e a ingestão de nutrientes dos pequenos.

 

Criar brinquedos com sucata

Um ótimo jeito de incentivar a reciclagem e ainda gerar muita diversão para as crianças é criar brinquedos a partir de embalagens que seriam descartadas. Reúna caixinhas, lata, saquinhos, tampinhas, garrafas pet, fitas e toda a sorte de sucatas para que as crianças soltem a imaginação criando diversos jogos e brinquedos. As possibilidades são praticamente infinitas, basta usar a criatividade e a imaginação.

 

Confeccionar objetos com sucata

Além de criar brinquedos, as sucatas reunidas também podem servir para criar objetos decorativos para a casa. Existem muitos tutoriais na internet com ideias fáceis e resultados lindos para você fazer com as crianças. Elas vão adorar ver suas ‘obras’ dando um toque especial à decoração da casa. Use a criatividade!

 

 

 

Fonte: Disney Babble

Palavrinhas mágicas

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Aquelas antigas e rígidas regras de etiqueta estão cada vez mais em desuso. Mas ter bons modos continua sendo fundamental. E, como as crianças aprendem muito observando e imitando os adultos, dar o exemplo é a melhor forma de ensiná-las.
Os pais devem explicar à criança sobre a importância de ser educaa e se comportar bem em diferentes situações – não somente fora de casa, ou ‘quando tem alguém olhando’. Elas precisam entender que boas maneiras são importantes para um bom convívio com as pessoas. Mais do que uma forma de se relacionar com os outros, aprender e praticar bons modos é uma forma de se desenvolver como pessoa.
Uma das lições mais básicas de boas maneiras envolve aquelas “palavrinhas mágicas” que devem ser usadas sempre, por adultos e crianças. Vamos recapitular quais são?
Por favor: sempre que a criança for pedir algo a qualquer pessoa
Obrigado(a): sempre que a criança receber alguma coisa (favor, objeto, gentileza, etc.)
Com licença: sempre que a criança precisar interromper, pedir atenção de alguém ou entrar em algum ambiente
Desculpe: sempre que a criança cometer algum erro ou equívoco e quiser reparar a situação
Cumprimentos: bom dia, boa tarde e boa noite – para cumprimentar a todos ao se anunciar pela primeira vez no dia ou ao chegar a algum local
Por fim, cabe lembrar que a educação não deve fazer distinções – de classes social, grupos, profissões, situações – ensine a criança ser educada com todos. E, ainda, não ofereça algum benefício em troca do bom comportamento da criança, pois isso seria condicioná-la, e não educá-la.

 

Fonte: Meu Filho Artista

“Criança não namora”

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A Secretaria de Assistência Social do Amazonas organizou uma campanha que está tendo uma repercussão muito maior do que esperavam. Pais e mães de todo o país estão compartilhando nas redes sociais publicações sobre a ação “Criança não namora”, que discute a erotização precoce.

 

Lançada no início do mês de abril, a campanha “Criança não namora, nem de brincadeira” ganhou as redes sociais e a hashtag #criancanaonamora se espalhou rapidamente, em apoio à temática discutida por ela. A ação é uma parceria do governo do Amazonas com o blog Quartinho da Dany e faz parte de um projeto mais amplo, que visa ainda mobilizar escolas, comunidades, psicólogos e pais contra qualquer forma de exploração infantil.

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É comum em algum momento as crianças voltarem da escola e falarem que estão ‘namorando’ com algum coleguinha. Pais e professores nem sempre sabem como agir nessa situação. E, de fato, o quadro é mais complexo do que parece, pois as crianças geralmente reproduzem o comportamento dos adultos ou o que são incentivadas a fazer e dizer. Ou seja, o problema é de toda a sociedade, que acaba estimulando uma erotização precoce das crianças.

 

Especialistas alertam que é preciso respeitar cada etapa do desenvolvimento cognitivo da criança pois ela ainda não sabe o que é um namoro e não possui maturidade para compreender tudo o que envolve um relacionamento entre adultos. Daí ser normal meninos e meninas terem repulsa ao presenciar beijos entre os adultos. As demonstrações de afeto que a criança recebe em casa – abraço, beijo no rosto – são suas ferramentas afetivas para com os amiguinhos também e não devem ser deturpadas pela interpretação erotizada dos adultos.

 

Outro ponto importante neste cenário é o machismo, que transparece no incentivo que muitos pais fazem aos meninos para terem uma (ou várias) ‘namoradinhas’ na escola, enquanto que as meninas são orientadas a ‘se comportar’. Isto é muito nocivo para o desenvolvimento das crianças, pois perpetua uma conduta questionável e inadequada à maturidade delas. Quando os pequenos demonstram algum interesse ou preferência por determinados amigos, também é comum os adultos fazerem uma errônea interpretação erótica, quando na verdade a criança está apenas aprendendo a se relacionar e fazer amigos. Enxergar isto como namoro é uma projeção equivocada dos adultos.

 

Infância é para a criança brincar, aprender, se desenvolver e exercitar seus comportamentos. Quando se faz essa interpretação erotizada precoce, estamos pulando etapas no aprendizado e a criança irá apenas reproduzir comportamentos, sem verdadeiramente compreender e sem desenvolver a maturidade para eles. Nem adultos, nem crianças precisam apressar a hora de namorar nos pequenos – ela vai chegar, não é preciso estimular isto tão precocemente. Mais do que educar as crianças, é preciso reeducar os adultos – pais, família e professores – para entender e respeitar o universo infantil, sem aplicar projeções e julgamentos da vida adulta.

 

 

Fonte: Revista Crescer