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3 sintomas que os pais não devem ignorar

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A saúde das crianças é sempre um assunto delicado. Ao mesmo tempo em que não devem se desesperar com qualquer espirro, também não podem esperar demais para procurar um médico em alguns casos. Conheça três sintomas para os quais os pais devem ficar atentos.

 

Febre alta

Antes de qualquer coisa, é preciso saber o que é considerada uma febre alta em cada idade. Em bebês com menos de 3 meses, febres acima de 38°C; em bebês de 3 a 6 meses, acima de 39°C e, de 6 meses a 2 anos, acima de 40°C.

Até os 2 anos, casos de febre alta são mais críticos para as crianças, necessitando maior atenção dos pais. Além da temperatura, é necessário avaliar também a disposição da criança – quanto menos ativa e disposta, mais preocupante. Contate imediatamente o pediatra ou vá ao pronto-socorro. Em crianças maiores de 2 anos, as febres altas não são tão urgentes, desde que elas estejam bem hidratadas e brincando normalmente.

 

Febre por mais de 5 dias

Ainda que a temperatura não seja tão alta, febres que permanecem por mais do que 5 dias, mesmo com tratamento, devem ser relatadas ao pediatra. Normalmente os medicamentos para controlar a temperatura atuam em até 6 horas. Se após esse tempo a febre não baixar ou tornar a subir em pouco tempo, é necessário procurar o médico, pois pode ser indício de uma infecção e requererá exames específicos.

 

Febre combinada com dor de cabeça

Se além da febre, seu filho também apresentar dores de cabeça, dor no pescoço ou hematomas que parecem pontos vermelhos, muito cuidado. Contate o pediatra imediatamente, pois esses podem ser sinais de meningite.

 

 

Fonte: Pais & Filhos

Estabelecendo limites em 5 passos

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Nem sempre é fácil para os pais manter a paciência diante das cenas de birra dos filhos. As mudanças de comportamento da criança entre uma fase e outra exigem uma postura firme e ao mesmo tempo flexível dos pais. Para lhe ajudar nessa tarefa de estabelecer limites, sem perder a paciência e acabar recorrendo aos gritos, confira estas dicas.

 

Informe-se sobre as mudanças em cada idade

Para educar seu pequeno, você vai precisar compreender as capacidades e limitações de cada fase ou idade. Pesquise, leia, converse com outros pais e com o pediatra para saber o que pode ser esperado da criança e o que ela consegue compreender, para diminuir as falhas na comunicação.

 

Pare, respire e não pire

Antes de tomar qualquer atitude, pare e respire. Reagir sem pensar um pouco a respeito pode causar grandes danos para o relacionamento em família. Muitas vezes, os pais se antecipam ao mau comportamento e já gritam com a criança, tentando inutilmente prevenir. Portanto, lembre-se de parar e respirar por no mínimo três segundos antes de agir.

 

Explique de forma resumida

É importante explicar as coisas para as crianças, para que elas entendam seu mau comportamento. Porém, elas geralmente têm um prazo curto de atenção. Ou seja, se seu filho apresentar um comportamento desafiador durante sua explicação, é sinal de que você está falando demais. Portanto, seja objetivo e explique sua posição de forma clara e calma.

 

Mais ação, além das palavras

Mais do que sermões, as crianças precisam de ações para compreender suas limitações. Se você precisa gritar com frequência, é sinal de que precisa rever com urgência as suas atitudes. Se o que está sendo dito não está sendo seguido, é necessária uma ação que transmita o significado das suas palavras. Isso é importante para os pequenos entenderem o que você quer dizer.

 

Fortaleça a empatia e confiança

Não é possível educar crianças sem empatia e confiança. Lembre-se que tanto você quanto seu filho estão dando o seu melhor naquele momento e que nada disso é proposital, pois ele está apenas conhecendo o mundo ao seu redor e aprendendo como se portar nele. Com boas doses de ternura e dedicação, os pequenos acabam sempre aprendendo a ter comportamentos positivos.

 

 

Fonte: Donna

Alimentação de bebês até 1 ano

Seu bebê está crescendo lindo e saudável. Será que já está na hora de apresentar alimentos sólidos a ele? Como fazer isso de forma adequada? Venha com a gente conferir!

 

Se seu bebê já completou 6 meses pode ser a hora de oferecer os primeiros alimentos sólidos a ele. Antes disso, nada de água, sucos ou papinhas – somente leite materno. Após os seis meses, você deve seguir a amamentação e começar a oferecer uma fruta ao dia. Pode ser raspada, amassada ou em forma de purê, dependendo da fruta escolhida. Pode ser maçã, banana, pera, manga, melão… Só evite frutas muito ácidas ou com muitas sementinhas (como kiwi e morangos, por exemplo), cuja digestão é mais difícil, além de causar maior estranhamento ao paladar do bebê.

 

Depois que seu filho já estiver habituado às frutas, você pode iniciar com os alimentos salgados, sempre intercalando com a amamentação. Do mesmo modo que as frutas, os alimentos salgados devem ser oferecidos em forma de creme ou purê e sempre cozidos.

 

A partir do 7º mês, os alimentos já podem conter pequenos pedacinhos, para a criança iniciar a mastigação. Vá mudando gradativamente a consistência dos alimentos oferecidos ao bebê para que, por volta dos 12 meses, ele já esteja ingerindo praticamente o mesmo alimento consumido pelo restante da família.

 

Além de variar os ingredientes, é importante cuidar a procedência. Prefira alimentos frescos, orgânicos e saudáveis. Seu bebê não deve consumir alimentos processados e industrializados, que são carregados de corantes, gordura, sal, açúcar e conservantes.

 

A introdução alimentar vai requisitar uma boa dose de calma e paciência por parte dos pais e família. Por mais trabalhoso que seja, insista e continue tentando pois recusar, chorar e até sujar a cozinha fazem parte do desenvolvimento e adaptação da criança.

 

Importante: ao longo do primeiro ano de vida, a criança não precisa de sal e açúcar. Por isso, nunca adoce as frutas nem acrescente sal ou temperos industrializados à comida do seu filho. Esses ingredientes mascaram o sabor real dos alimentos, prejudicando o desenvolvimento do paladar e ainda podem ser prejudiciais para a saúde a longo prazo, contribuindo com a obesidade e hipertensão.

 

 

 

Fonte: Crescer

Viva o banho de balde!

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Os adultos adoram um banho de banheira. Os bebês, por sua vez, nem sempre gostam tanto. As banheiras convencionais costumam passar uma certa insegurança a eles, que se sentem desprotegidos e, você já sabe… choram. Se isso acontece com seu bebê, o banho no balde pode ser a solução.

 

A prática de imergir o bebê na água até a altura dos ombros dentro de um balde é bastante antiga. Mas ela foi redescoberta recentemente e vem se popularizando, inclusive com aval dos médicos, pois remete o bebê à sensação de segurança e conforto que ele tinha dentro do útero da mãe. Isso faz com que eles relaxem e fiquem tranquilos durante o banho. Fique de olho, pois o bebê pode relaxar a ponto de cochilar!

 

Se a ideia for apenas um banho de relaxamento para aqueles dias em que o bebê está irritado ou choroso, o ideal é dar banho nele na banheira convencional antes. E ele não deve permanecer no balde por mais de 15 minutos, lembrando que a temperatura deve estar entre 36° e 37°C. Outro cuidado importante é segurar bem o bebê – caso ele ainda seja muito pequeno e o balde muito grande, para que ele não caia ou afunde demais no balde.

 

 

 

Fonte: Pais & Filhos

 

Dias frios: acerte nos cuidados com o bebê

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Quando o frio chega, muitos pais investem nas tentativas para manter seus bebês aquecidos, sem saber que alguns desses cuidados podem na verdade prejudicar a saúde dos pequenos. Confira.

 

Colocar o bebê com casaco na cadeirinha do carro

Tenha cuidado ao colocar seu bebê na cadeirinha do carro se ele estiver vestindo um casaco muito grosso, pois o cinto de segurança pode não ficar firme o suficiente em função do volume extra. Como alternativa, você pode colocar o bebê na cadeira com uma roupa mais leve, prender o cinto e depois cobri-lo com casaco ou mesmo um cobertorzinho.

 

Aquecer demais o bebê

Os bebês têm dificuldade em controlar sua temperatura corporal, então eles perdem calor rapidamente e também podem ficar quentes muito rápido. Para não errar, aprenda a reconhecer os sinais que ele dá quando está com frio ou calor. Por exemplo, se o bebê começar a suar, ficar inquieto, com febre e o rosto vermelho, ele deve estar com calor. Para saber se ele está com frio, verifique o peito, barriguinha, tronco e extremidades – se não estiverem quentinhas, adicione mais uma camada de roupa ou um cobertor.

 

Vestir o bebê com roupas de lã

As roupas de lã nunca devem ficar em contato direto com a pele do bebê e isto vale também para toucas e gorros. Coloque sempre uma camisetinha de algodão em contato direto com a pele e as demais, de lã ou não, por cima. As roupas de lã não absorvem bem o suor, podendo deixar o bebê úmido e gelado.

 

 

 

Fonte: Bebê Mamãe

Mais saúde com 1 ovo por dia

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Uma pesquisa recente indica que o ovo, esse alimento tão comum, pode ajudar as crianças a crescerem mais fortes e saudáveis.

 

Realizada nos Estados Unidos e no Equador, o estudo apontou que as crianças que tiveram ovos incluídos em sua alimentação diária a partir do sexto mês de vida, cresceram mais e com excelentes níveis de saúde.

 

O ovo é uma fonte muito rica em proteínas e nutrientes, como a colina e a luteína, que pertencem ao complexo B, e ajudam no desenvolvimento do cérebro, coração, visão e músculos, além de auxiliar no funcionamento do sistema nervoso central.

 

No Equador, o estudo foi realizado com 163 bebês, de 6 a 9 meses. Ele foi aplicado em uma região humilde do país, em que as crianças geralmente não apresentam bons níveis de desenvolvimento. O peso e altura dos participantes foi avaliado e acompanhado semanalmente.

 

Além do melhor crescimento, os resultados da pesquisa também mostraram que as crianças que ingeriram ovos regularmente tiveram uma redução de 74% em suas chances de ficar abaixo do peso e de 47% em suas chances de apresentarem raquitismo ou sofrer de atrofia muscular.

 

A introdução do ovo na alimentação infantil, assim como os demais alimentos, deve ocorrer de forma gradual. Dê preferência aos preparos cozidos ou mexidos, e junto a outros alimentos como vegetais, batata ou macarrão.

 

 

 

Fonte: Vix

Estimulando a independência

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Após completar 1 ano de vida, a criança já pode começar a se tornar mais independente e aprender a fazer algumas atividades sozinha. É muito empolgante observar cada nova conquista dos bebês, mas também é importante permitir que eles alcancem cada etapa ao seu ritmo.

 

Comer sozinho

Após a introdução alimentar, o bebê pode começar a demonstrar interesse em usar uma colher, tentando pegá-la enquanto é alimentado. Com cerca de 1 ano e meio ele provavelmente já conseguirá segurar a colher muito bem e começar a levar comida à boca com ela. E prepare-se, pois a sujeira faz parte do aprendizado. Para ajuda-lo nesse processo, prefira colheres com ponta de borracha, para evitar que ele machuque a gengiva. Também é bom optar por utensílios inquebráveis, que possam resistir a eventuais quedas.

 

Os primeiros passos

Por volta do primeiro aninho, a maioria dos bebês já começa a dar seus primeiros passos. Para estimulá-lo, coloque-o de bruços, para que ele se movimente e role, fortalecendo os músculos das costas – que ele precisará para poder se sustentar de pé.

 

Escovando os dentes

Esta tarefa só será exercida direitinho por crianças maiores, é claro. Mas você pode começar desde cedo a estimular o hábito da higiene dental. Quando ele demonstrar interesse pela atividade, providencie uma escova adequada e macia para que ele mesmo vá praticando. Mas é claro que até seu filho conseguir executar a tarefa corretamente, você precisará complementar a higiene bucal dele.

 

 

 

Fonte: Pampers

Seu bebê está demorando para sentar e engatinhar?

Geralmente os bebês já conseguem ficar sentados sem apoio por volta dos seis meses e começam a engatinhar por volta dos nove meses. Embora este tempo seja apenas referência e cada criança tenha o seu ritmo de desenvolvimento, quando a demora se estende muito, pode ser sinal de problema.

 

Como saber se o seu bebê está demorando demais para sentar ou engatinhar?

 

Se o seu bebê chegar aos nove meses e ainda não conseguir sentar sem apoio, é preciso conversar com seu pediatra sobre o assunto.

 

Quanto a engatinhar, alguns bebês podem não engatinhar e ir direto para o andar. Outros, usam maneiras alternativas de se movimentar, como se arrastar. Mas normalmente o engatinhar acontece por volta dos nove meses de vida. Você deve se preocupar e buscar orientação médica se até os 12 meses o bebê não engatinhar nem estiver desenvolvendo esses movimentos alternativos que também trabalham a coordenação e equilíbrio.

 

 

 

Fonte: Bebê Mamãe

Como escolher um bom pediatra

Para a boa manutenção da saúde do seu filho, é importante escolher um bom pediatra. Mais do que um bom profissional, é preciso também construir uma relação de confiança com ele.

 

Os pediatras são os especialistas em informações de saúde, diagnóstico, e tratamento. Enquanto que os pais são os especialistas em seus filhos. Por isso, a parceria entre eles é fundamental para tomarem as melhores decisões em relação à saúde dos pequenos.

 

Atualmente, muitos profissionais de saúde elaboram um planejamento de reconsultas mesmo a criança estando saudável, desenvolvido com base nas necessidades gerais dela. Esse sistema costuma funcionar bem para a maioria das famílias, pois permite detectar possíveis problemas antecipadamente. Nesse cenário, é fundamental que os pais adotem um papel ativo, questionando sobre quaisquer preocupações ou tendências e possíveis sinais de alerta. Afinal, são os pais que estão com a criança no dia a dia, monitorando seu crescimento e observando seu desenvolvimento.

 

O ideal é fazer consultas periódicas da criança com o pediatra e não apenas quando surgir algum problema. Em todos os casos, os pais devem fornecer informações precisas sobre uma doença ou problema que a criança esteja apresentando. O trabalho do profissional de saúde é conhecer as opções de tratamento e explicá-las à família para que, juntos, eles possam chegar ao melhor plano de ação para o caso. E estas escolhas irão depender do que funciona melhor para essa família e essa criança. Por isso, é tão importante desenvolver um relacionamento de parceria com o médico.

 

Ao escolher um pediatra para o seu filho, lembre-se que essa pessoa será um parceiro nas decisões sobre a saúde dele. Por isso, deve ser alguém com quem você se sinta confortável, que confie e respeite.

 

 

 

Fonte: Pampers

Começando a falar

É sempre uma grande ansiedade para os pais saber qual será a primeira palavra que seu bebê vai pronunciar. Às vezes é mamãe, às vezes é papai, ou até outras palavras. Depende muito do meio em que a criança vive e como ela é estimulada.

 

Desenvolvendo a linguagem

Os bebês desenvolvem a linguagem de forma gradual e contínua e cada um no seu próprio ritmo. Mas, de forma geral, é possível observar algumas fases comuns para a maior parte deles.

 

Emitindo sons

De início, o bebê apenas emite sons, o famoso “gu-gu”, “da-da”. Nessa etapa, ele vai aprendendo, experimentando a emissão de sons de vogais e consoantes, e iniciando a silabação (junção das consoantes e vogais). Ainda que os pais queiram atribuir sentido a esses primeiros balbucios, somente poderá ser considerado uma palavra quando for atribuído um significado ao som que o bebê está fazendo e ele usar esse som para designar alguma coisa.

 

As primeiras palavras

Entre os 10 e os 15 meses costumam surgir as primeiras palavras e por volta dos 2 anos a criança já consegue formar frases simples. Aos 3 anos, as frases já são mais complexas e estruturadas. E aos 4 anos o padrão de fala da criança já costuma ser bastante próximo ao do adulto.

 

Demorando para falar?

A ansiedade dos pais em verem os filhos falando faz com que qualquer eventual demora no ritmo deles pareça um problema. Cada criança tem o seu tempo. Algumas demoram mais para começar, mas iniciam falando melhor. Outras começam a balbuciar cedo e demoram mais para efetivamente formar suas primeiras frases. A demora da criança em começar a falar só se torna preocupante após os 2 anos. A partir desta idade, é recomendável buscar ajuda de uma fonoaudióloga para averiguar o caso. Muitas vezes, o atraso na fala está relacionado à audição. Outro fator que contribui para o atraso no desenvolvimento da linguagem é quando a criança não precisa falar para ser atendida.

 

Como estimular?

Os bebês aprendem basicamente pela imitação. Com a fala não é diferente. Portanto, a melhor forma de estimular seu filho a falar é falando. Converse com a criança, conte o que vai fazer, narre os procedimentos diários com ela, nomeie as partes do corpo na hora do banho, mostre as coisas na rua quando forem passear, etc.

 

O que evitar?

Embora seja muito comum, o uso de palavras no diminutivo pode atrapalhar o desenvolvimento da fala na criança. Ao adicionar inho/inha ao final das palavras, elas se tornam mais longas e soam muito parecidas umas com as outras. Outro fator que pode inibir a fala da criança é quando os adultos imitam o que ela fala errado e, ainda, quando se antecipam ao que ela quer, atendendo sua solicitação ao primeiro balbucio.

 

 

 

Fonte: Crescer