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O impacto dos contos infantis

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Quando as crianças são apresentadas aos contos infantis, elas costumam ficar encantadas. São muitas histórias, aventuras e emoções transmitidas de forma lúdica e divertida. Mas esses contos não atravessaram gerações apenas por serem belos e divertidos; eles também exercem função de aprendizado e impactam na formação da personalidade das crianças.

 

As histórias infantis são uma ótima fonte de inspiração para estimular as crianças, ajudando também na assimilação de temas nem sempre fáceis. Os contos podem incentivar os pequenos a não desanimarem frente as dificuldades, a enfrentar seus medos, a ver o lado bom de situações difíceis, ensinam valores humanos e a lidar com as frustrações. Tudo isso sob o véu do encantamento e da magia, que faz com que as crianças assimilem os conceitos mais facilmente.

 

Assim, os contos infantis desempenham um papel importante da formação da personalidade dos pequenos, pois através deles serão aprendidas muitas lições valiosas. Confira alguns sentimentos e sensações abordados nas histórias, que são ótimas aliadas para trabalhar estas questões com seus filhos.

 

Ingenuidade: Branca de Neve e Pinóquio

 

Beleza: Patinho Feio

 

Medo: Chapeuzinho Vermelho, Aladim

 

Inexperiência: Os Três Porquinhos

 

Insegurança: Alice no País das Maravilhas, Mogli, Peter Pan

 

Rejeição: Cinderela

 

Culpa: Rei Leão, Pinóquio

 

Dor: A Pequena Sereia

 

Abandono: João e Maria

 

 

 

 

Fonte: JustRealMoms

Como escolher livros para as crianças

 

Estimular o hábito da leitura nas crianças é fundamental e pode ser feita desde cedo. Atualmente o mercado disponibiliza uma infinidade de opções  – didáticas, divertidas, interativas – para todas as idades. Com tantas opções, às vezes fica até difícil escolher e saber o que é adequado para cada faixa etária, mas estas dicas vão lhe ajudar. Confira.

 

Livros sem figuras

As ilustrações ajudam a desenvolver a imaginação e na compreensão da história. Porém, a partir dos 10 anos as crianças desenvolveram suficientemente a linguagem e podem, portanto, ser apresentadas a textos mais complexos e livros sem muito apelo visual.

 

Complexidade de temas

Variar os temas dos livros apresentados à criança é importante e, gradualmente, a complexidade dos temas também pode ir aumentando. Por exemplo, por volta dos 4 anos, a criança já consegue compreender histórias com estrutura de começo, meio e fim, e que envolvam pequenos conflitos.

 

Preferências

Para escolher livros para uma criança, a partir de uma certa idade, já se pode levar em consideração as preferências dela. Quanto maior a diversidade á que ela tiver sido apresentada, mais possibilidades ela possui de refinar essas preferências. Na hora de escolher um livro, lembre-se dos interesses da criança – assuntos, personagens, atividades, etc.

 

Materiais

Um fator importante a considerar ao escolher livros para crianças é o material deles. Para bebês e crianças menores, as páginas devem ser mais espessas, para evitar que sejam logo rasgadas ou amassadas. Para bebês, na verdade, existem até livros feitos totalmente em plástico, podendo ser colocados na boca ou levados ao banho. Por outro lado, muitos livrinhos possuem figuras com alças para serem puxadas, ou dobraduras internas, cujo manuseio será melhor executado por crianças maiores, que já possuem melhor coordenação e compreensão.

 

Conhecer uma biblioteca

Ainda que os livros digitais estejam se popularizando, o livro físico ainda é o melhor meio de estimular o gosto pela leitura na criança. Vale, inclusive, levá-la para conhecer uma biblioteca e em grandes livrarias, para que elas possam se maravilhar com a imensidão de livros, manuseá-los, ler trecos e ir descobrindo os temas que mais gostam.

 

 

 

Fonte: Vida Simples

Desenvolvendo a coordenação

 

Desenvolver habilidades de coordenação e motricidade fina é muito importante para crianças em idade pré-escolar, pois facilitará o aprendizado da escrita e dos desenhos. Pensando nisso, trouxemos uma atividade super bacana e fácil de fazer, para que seu pequeno comece a exercitar essas habilidades.

 

Materiais:

– placas de papelão (ou isopor)

– alfinetes de mapa

– fita adesiva larga

– folhas de papel (no tamanho das placas de papelão)

 

Se optar pelo papelão (pode até reaproveitar de alguma caixa), utilize 2 placas do mesmo tamanho e junte-as com a fita adesiva, passando por todas as bordas.

 

Com as folhas de papel e os alfinetes, você vai elaborar percursos para seu pequeno percorrer com lápis, giz de cera ou canetinha.

 

A cada percurso que ele completar, passando em volta ou pelo meio dos alfinetes, você troca a folha e pode criar novos desafios, aumentando a complexidade e dificuldade. Você pode começar com linhas retas e depois elaborar formas geométricas, ondas, zigue-zague, e quem sabe até o formato das primeiras letras.

 

Ficou com dúvidas? Então assista ao vídeo:

 

 

 

Fonte e imagem: Planning Play Time

Ajudinha para aprender Matemática

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O início da vida escolar traz muitas descobertas, desafios e aprendizados para os pequenos. E a matemática costuma ser uma das matérias mais problemáticas.

 

Para ajudar seu pequeno a aprender as operações básicas de soma e subtração, trouxemos esse passo a passo super fácil de fazer.

 

Você vai precisar de:

– copo de isopor

– caneta marcadora permanente

 

Escreva os números de 0 a 5 ao redor da borda de 2 copos. Em outro, escreva os números de 0 a 10. Em outro copo, faça os símbolos de adição e subtração e sinais de igual em outro copo.

Agora é hora de montar. Coloque um copo dentro do outro, nesta ordem: copo com números de 0-5, copo das operações, copo de 0-5, copo de igual e, por fim, copo de 0-10.

 

Pronto! Agora seu filho pode girar os copos para fazer e memorizar os resultados das contas de adição e subtração básicas de um jeito fácil e divertido.

 

 

Ficou com dúvidas de como fazer? Assista ao vídeo:

 

 

 

 

Fonte e imagem: Planning Play Time

Estimulando a alfabetização

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O processo de alfabetização nem sempre é fácil para os pequenos. Porém, ele pode ser mais divertido com o Interactive Play Soletrando da Xalingo. O jogo traz, em um mesmo produto, a brincadeira física do quebra-cabeça e a aplicação em realidade aumentada, que proporciona uma experiência inovadora e interativa de aprendizado.

 

A sistemática do Interactive Play Soletrando é simples e funcional. Após montar as figuras, a criança direciona o celular ou tablet sobre elas. O aplicativo* fará a leitura da imagem e projetará uma animação em 3D. O objeto e a palavra são projetados, com a reprodução do som da palavra soletrada, estimulando a criança de uma forma divertida através da associação do som e das letras correspondentes.

 

Assista o vídeo e entenda melhor:

 

 

Além do Soletrando, a linha Interactive Play da Xalingo conta ainda com mais duas opções para os pequenos aprenderem brincando. Confira:

 

Interactive Play Colorindo e Desenhando 

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Interactive Play Sombras

sombras

 

 

 

 

 

 

 

 

*O aplicativo está disponível para download na Google Play e Apple Store. A embalagem traz um QR code para acesso rápido.

 

 

 

Fonte: Xalingo

Ajudinha para a lição de casa

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A maioria das crianças prefere correr e brincar, do que fazer suas tarefas escolares. Mas e se elas pudessem aprender brincando?

Especialmente no início da vida escolar, quando ainda estão se habituando a esta nova rotina, as crianças podem precisar de um estímulo extra para ajudar a ‘pegar gosto’ pelos estudos. Para isto, nada melhor do que lançar mão dos produtos da linha Minha Escolinha Xalingo.

Nela você encontra diversos itens que vão divertir o seu pequeno e ainda facilitar o aprendizado e o processo de alfabetização por meio de jogos e brincadeiras. Confira algumas opções:

post1-certoPara conhecer a linha completa, acesse: Minha Escolinha

 

Fonte: Xalingo http://www.xalingo.com.br

Seu filho já pode tomar banho sozinho?

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Banho: algumas crianças adoram, outras detestam. Mas, de uma forma ou de outra, vai chegar o momento em que seu pequeno vai ter que aprender a tomar banho sozinho. Será que ele já pode?

 

Por volta dos 7 anos as crianças já devem saber fazer sua própria higiene, mas o treinamento pode começar bem antes. Lá pelos 5 ou 6 anos, quando a compreensão delas já é maior, você já pode designar algumas etapas do banho para elas fazerem sozinhas. É importante explicar a elas como a limpeza de cada parte do corpo deve ser feita – onde ficam as sujeirinhas e o suor depois de um dia todo correndo e brincando. Talvez ela não pegue o jeito logo de início, então os pais deverão ficar atentos e conferir depois.

 

Para as crianças que adoram tomar banho, talvez esse momento seja encarado muito mais como uma brincadeira e a parte da limpeza pode acabar comprometida. Do mesmo modo quando a criança não gosta de tomar banho e apenas ‘faz de conta’ que se lavou, para se livrar o mais rápido possível da tarefa. Então, a supervisão é fundamental. E lembre-se sempre de explicar e reforçar a importância da higiene, até que os pequenos adquiram o hábito e possam tomar banho sozinhos efetivamente.

 

 

 

Fonte: Revista Crescer

Música e aprendizagem

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Um estudo recente descobriu que a forma como as crianças percebem a música está ligada à sua aprendizagem de leitura e escrita.

 

Um grupo formado por cientistas brasileiros, canadenses, norte-americanos e britânicos desenvolveu um teste que permite mensurar a percepção musical em crianças de 6 a 13 anos. O objetivo do teste é identificar, através da música, alguma predisposição a dificuldades no aprendizado da linguagem oral ou escrita pelas crianças.

 

Segundo os pesquisadores, a percepção musical está diretamente ligada à consciência fonológica, que é uma habilidade básica que antecede a leitura. É por meio da consciência fonológica que as crianças começam a desenvolver a capacidade de segmentar e unir o som de letras ou palavras, como nos exercícios de alfabetização, nos quais os professores pedem para as crianças juntarem os sons das letras e formar sílabas (B + A = BA; C + A = CA). Nesse contexto, quanto maior a percepção musical das crianças, maior a facilidade que elas terão em perceber também os sons das letras e palavras, contribuindo para seu aprendizado da linguagem oral e da leitura.

 

Como a música é uma linguagem não verbal, mas a linguagem verbal possui componentes ditos musicais – som, entonação, ritmo, etc. – elas se interligam, fazendo com que a percepção musical possa servir como indicador de habilidades para desenvolvimento da leitura e da escrita. E, como a música é uma linguagem universal, independente de idioma ou cultura, a metodologia desenvolvida pelos pesquisadores poderia ser aplicada em crianças de qualquer parte do mundo.

 

 

 

Fonte: Vida Simples

Começando a falar

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O processo de desenvolvimento da fala de uma criança começa muito antes do que se pensa. Em muitos casos, pode iniciar ainda na barriga da mãe.

 

O desenvolvimento da fala não acontece quando a criança começa a verbalizar os primeiros fonemas. Na verdade, ele inicia ainda antes de o bebê nascer, pois muito antes de começar a falar, ele aprende a ouvir – e essa habilidade se inicia dentro da barriga.

 

De acordo com os pediatras, a partir do 5° mês de gestação a criança já consegue escutar os sons na barriga da mãe. E é nesse período que se iniciam as primeiras experiências de aquisição da linguagem.

 

Depois de nascer, a partir dos 3 meses a criança emite sons, mas sem fins de interação. Nessa fase, ela começa a reagir aos estímulos usando o som como um dos recursos. Aos 6 meses inicia o período da pré-conversação, no qual ela começa a balbuciar alguns fonemas.

 

Dos 9 aos 12 meses, o bebê já reage quando a mãe fala e, geralmente já fala palavras bem curtas e quebradas. Entre 12 e 18 meses as palavras já saem em blocos, iniciando a formação de frases.

 

Até os 2 anos, é normal que as crianças pronunciem até duas palavras seguidas. No entanto, a partir dos 2 anos o bebê já deve ter a fala clara, de forma que os pais compreendam. A partir dos 4 é preciso que a fala esteja completa e sem problemas articulatórios.

 

Entre os 4 e 5 anos ainda podem acontecer enganos, como dizer “panfuta” em vez de pantufa, ou trocar o L pelo R. Isso é normal. Somente depois dessa fase, se a criança não conseguir se corrigir naturalmente, deve ser encaminhada a um fonoaudiólogo. Isso deve acontecer antes da alfabetização, para que a criança ingresse no ensino fundamental sem erros na fala, para não comprometer o processo de aprendizagem da escrita.

 

Os pais podem estimular a fala na criança conversando com ela e apresentando novas palavras. É importante também falar com a criança de frente para ela, para que possa ver o movimento dos lábios e a pronúncia correta. Lembre-se que as crianças aprendem por imitação, então, procure falar corretamente – nada de falar palavras erradas ou infantilizadas.

 

 

 

Fonte: Pais & Filhos

Coisas que pais com filhos bilíngues precisam saber

bilingue

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As escolas com currículo bilíngue estão aumentando cada vez mais. Isto é ótimo para o desenvolvimento das crianças, mas existem algumas coisas que os pais precisam saber a respeito desse tema. Confira.

 

 

O aprendizado não acontecerá como mágica

 

As crianças não se tornam bilíngues de uma hora para a outra. Há um mito persistente de que “as crianças são como esponjas quando se trata de linguagem”, e que elas vão aprender todas as línguas que ouvem regularmente. Porém,  isso não é tão simples assim.

 

 

Seja coerente

 

A partir do momento em que matricula seu filho num currículo bilíngue, você e sua família precisam se comprometer com ele e fazer um uso consistente do idioma. As crianças certamente poderão se tornarem bilíngues se os pais misturarem as línguas no dia a dia. Mas sem o estímulo em casa, o aprendizado e fixação da língua não serão completos.

 

 

Você terá que investir um tempo extra

 

Você terá que encontrar tempo para conversar bastante, para fazer leituras e encontrar outros recursos para ajudar seus filhos a aprenderem a língua desejada. Outra ótima ideia é fazer viagens para aumentar a motivação de seus filhos para aprender o idioma e as oportunidades de praticá-lo.

 

 

 

Fonte: Just Real Moms