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Açúcar: o vilão da alimentação infantil

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Não é de hoje que se fala na importância de evitar ao máximo o açúcar no cardápio das crianças. E, como ele está presente na maioria dos produtos que consumimos – até mesmo em alimentos salgados – fica mais difícil supervisionar e ter controle a respeito. Por isso, é necessário informar-se e saber o consumo adequado para cada idade.

 

Antes de tudo, é preciso esperar a idade certa para oferecer alimentos com açúcar ao seu filho. O ideal é que isto aconteça somente após os 2 anos de idade, e ainda assim, com cautela. É comprovado que o açúcar vicia o paladar e, quanto mais cedo a criança for exposta a ele, mais difícil será apresentar a ela novos alimentos.

 

Os pais não precisam ficar ansiosos para oferecer doces, chocolates, balas e bebidas adoçadas para as crianças. Elas terão muito tempo ainda para experimentar tudo o que os adultos já conhecem. Por exemplo, a criança não precisa comer um chocolate aos 10 meses só porque é Páscoa, nem devorar um bolo em seu aniversário de 1 ano, e assim por diante. Mais do que as festividades, é preciso respeitar a evolução da criança e sua introdução alimentar.

 

Além de viciar o paladar, se ingerido em excesso, o açúcar também aumenta as chances de obesidade, diabetes e tudo que vem junto com estas doenças. Por isso, pense duas vezes antes de oferecer guloseimas repletas de açúcar aos pequenos. Assim você cuida da saúde deles, evitando que eles desenvolvam compulsão por doces e os ensina desde cedo a fazer escolhas certas.

 

 

 

 

Fonte: Crescer

 

Alimentação com amor

Existe uma frase muito popular que diz que “cozinhar é um modo de amar os outros”. E, de fato, nossa relação com a alimentação passa também pelo carinho. Nosso primeiro alimento não poderia ser uma dose maior de afeto, vindo diretamente da mãe. Conforme crescemos, vamos conhecendo outros alimentos, sabores, aromas e texturas. Mas qual adulto não se pega às vezes recordando alguma saudosa iguaria da infância?

 

Nossa memória gustativa tem o poder de nos colocar num túnel do tempo e fazer lembrar de sabores e aromas das comidas da infância. Pode ser um prato que era preparado pela mãe, ou aquele doce que só a vovó sabia fazer. E, claro, para além do paladar e olfato, essas lembranças vem cheias de beleza e carinho.

 

Por isso, mais do que oferecer uma alimentação de qualidade e equilibrada aos seus filhos, criando bons hábitos alimentares, lembre-se também de apresentar às crianças alimentos e criar momentos gostosos que poderão ser lembrados na idade adulta.

 

A neurociência já comprovou que o paladar e o olfato têm poder de resgatar o passado. Pode ser um cheirinho de bolo saindo do forno, uma xícara de chá num dia frio, o aroma do alho refogando, uma tarde de bagunça na cozinha fazendo biscoitos… Qualquer uma dessas memórias consegue nos transportar para a infância, fazendo lembrar dos pratos que mais adorávamos e, se não por seu sabor ou valor nutritivo, mas por seu valor afetivo, valem à pena apresentar às crianças.

 

Que tal buscar em sua memória aqueles momentos deliciosos da infância e tentar oferecer essas experiências tão ricas em alimento e afeto para seus filhos, sobrinhos, netos?

 

 

 

Fonte: Catraquinha

Preparando lanches práticos e nutritivos

Oferecer uma alimentação equilibrada às crianças é uma preocupação constante dos pais. Porém, a correria do dia a dia, às vezes dificulta para que se faça boas escolhas de lanches para os pequenos.

 

Seja para o lanche da escola ou em casa mesmo, é importante oferecer lanches atrativos e ao mesmo tempo nutritivos para os pequenos, evitando a mesmice e fazendo boas combinações de nutrientes. Para ajudar a despertar o interesse das crianças pela alimentação saudável e balanceada, envolva-as no processo de escolha e montagem dos lanches.

 

Procure elaborar os lanches com um alimento de cada grupo alimentar, ou seja: uma fonte de proteína (leite, iogurte e queijo), uma fruta ou legume in natura (vitaminas, minerais e fibras), uma fonte de carboidrato (pães e cereais, de preferência integrais) e uma bebida para hidratar (água, água de coco ou suco natural). E use sempre lancheiras ou bolsas térmicas, para manter a temperatura dos alimentos e conservar o lanche fresquinho.

 

Inclua sempre algum alimento que a criança goste e já conheça, mas varie e vá, aos poucos, incluindo outras variedades. Quando colocar um alimento diferente, tire proveito dos cortadores de biscoito, por exemplo, dará dar um formato divertido e atrativo ao alimento.

 

Quer mais dicas? Então confira estas opções de boas combinações de alimentos para os lanches dos pequenos:

 

1) Goiaba picada + pãozinho de leite + cream cheese + suco de uva natural.

2) Morango + uva + bolo de cenoura caseiro + queijo processado + suco de abacaxi com hortelã.

3) Manga picada + bisnaguinha integral + queijo magro (minas ou ricota) + água.

4) Pera + fatia de bolo caseiro + 1 queijo processado + água de coco.

5) Banana + granola + iogurte de garrafinha + água.

6) Kiwi picado + pão de forma integral + creme de ricota + suco natural.

7) Bergamota + 4 cookies integrais + rolinho de queijo + água de coco.

8) Palitinhos de pepino + tomatinho cereja + biscoito de arroz com geleia + chá natural.

9) Maça + pipoca sem manteiga (caseira) + queijo processado + água de coco.

10) Banana + cereais + mel + leite fermentado.

 

Dica: Se não for possível preparar o suco na hora de sair de casa, faça na noite anterior e congele em forminhas de gelo. Ao organizar o lanche, coloque os cubos na garrafinha térmica e, assim, o suco irá descongelar aos poucos e ficar fresquinho até a hora do lanche.

 

 

 

Fonte: Mundo Mais Quitanda

Estabelecendo limites em 5 passos

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Nem sempre é fácil para os pais manter a paciência diante das cenas de birra dos filhos. As mudanças de comportamento da criança entre uma fase e outra exigem uma postura firme e ao mesmo tempo flexível dos pais. Para lhe ajudar nessa tarefa de estabelecer limites, sem perder a paciência e acabar recorrendo aos gritos, confira estas dicas.

 

Informe-se sobre as mudanças em cada idade

Para educar seu pequeno, você vai precisar compreender as capacidades e limitações de cada fase ou idade. Pesquise, leia, converse com outros pais e com o pediatra para saber o que pode ser esperado da criança e o que ela consegue compreender, para diminuir as falhas na comunicação.

 

Pare, respire e não pire

Antes de tomar qualquer atitude, pare e respire. Reagir sem pensar um pouco a respeito pode causar grandes danos para o relacionamento em família. Muitas vezes, os pais se antecipam ao mau comportamento e já gritam com a criança, tentando inutilmente prevenir. Portanto, lembre-se de parar e respirar por no mínimo três segundos antes de agir.

 

Explique de forma resumida

É importante explicar as coisas para as crianças, para que elas entendam seu mau comportamento. Porém, elas geralmente têm um prazo curto de atenção. Ou seja, se seu filho apresentar um comportamento desafiador durante sua explicação, é sinal de que você está falando demais. Portanto, seja objetivo e explique sua posição de forma clara e calma.

 

Mais ação, além das palavras

Mais do que sermões, as crianças precisam de ações para compreender suas limitações. Se você precisa gritar com frequência, é sinal de que precisa rever com urgência as suas atitudes. Se o que está sendo dito não está sendo seguido, é necessária uma ação que transmita o significado das suas palavras. Isso é importante para os pequenos entenderem o que você quer dizer.

 

Fortaleça a empatia e confiança

Não é possível educar crianças sem empatia e confiança. Lembre-se que tanto você quanto seu filho estão dando o seu melhor naquele momento e que nada disso é proposital, pois ele está apenas conhecendo o mundo ao seu redor e aprendendo como se portar nele. Com boas doses de ternura e dedicação, os pequenos acabam sempre aprendendo a ter comportamentos positivos.

 

 

Fonte: Donna

Alimentação de bebês até 1 ano

Seu bebê está crescendo lindo e saudável. Será que já está na hora de apresentar alimentos sólidos a ele? Como fazer isso de forma adequada? Venha com a gente conferir!

 

Se seu bebê já completou 6 meses pode ser a hora de oferecer os primeiros alimentos sólidos a ele. Antes disso, nada de água, sucos ou papinhas – somente leite materno. Após os seis meses, você deve seguir a amamentação e começar a oferecer uma fruta ao dia. Pode ser raspada, amassada ou em forma de purê, dependendo da fruta escolhida. Pode ser maçã, banana, pera, manga, melão… Só evite frutas muito ácidas ou com muitas sementinhas (como kiwi e morangos, por exemplo), cuja digestão é mais difícil, além de causar maior estranhamento ao paladar do bebê.

 

Depois que seu filho já estiver habituado às frutas, você pode iniciar com os alimentos salgados, sempre intercalando com a amamentação. Do mesmo modo que as frutas, os alimentos salgados devem ser oferecidos em forma de creme ou purê e sempre cozidos.

 

A partir do 7º mês, os alimentos já podem conter pequenos pedacinhos, para a criança iniciar a mastigação. Vá mudando gradativamente a consistência dos alimentos oferecidos ao bebê para que, por volta dos 12 meses, ele já esteja ingerindo praticamente o mesmo alimento consumido pelo restante da família.

 

Além de variar os ingredientes, é importante cuidar a procedência. Prefira alimentos frescos, orgânicos e saudáveis. Seu bebê não deve consumir alimentos processados e industrializados, que são carregados de corantes, gordura, sal, açúcar e conservantes.

 

A introdução alimentar vai requisitar uma boa dose de calma e paciência por parte dos pais e família. Por mais trabalhoso que seja, insista e continue tentando pois recusar, chorar e até sujar a cozinha fazem parte do desenvolvimento e adaptação da criança.

 

Importante: ao longo do primeiro ano de vida, a criança não precisa de sal e açúcar. Por isso, nunca adoce as frutas nem acrescente sal ou temperos industrializados à comida do seu filho. Esses ingredientes mascaram o sabor real dos alimentos, prejudicando o desenvolvimento do paladar e ainda podem ser prejudiciais para a saúde a longo prazo, contribuindo com a obesidade e hipertensão.

 

 

 

Fonte: Crescer

Não aos cardápios infantis

A maioria dos restaurantes conta com um ‘menu kids’, que costuma oferecer carne e batata frita, nuggets e macarrão, gerando uma ideia bastante equivocada sobre “comida de criança”. Será que as crianças só gostam mesmo de comer isto? Será que estes alimentos são adequados para elas?

 

Ao perpetuar a repetição de pratos pouco variados e até pouco saudáveis, os restaurantes não contribuem para a educação nem o desenvolvimento do paladar infantil. Pelo contrário, eles reforçam isto, juntamente com o pais, que são, afinal de contas, os maiores responsáveis pelo que seus filhos comem.

 

De fato, é bastante cômodo para os pais permitir que os filhos comam apenas aquilo que consideram mais gostoso – em troca de ‘paz’ ao jantar fora. Para os restaurantes também, uma vez que o custo destes pratos oferecidos às crianças é bastante baixo, além de não dar muito trabalho.

 

Por outro lado, os nutricionistas apontam que eliminar os cardápios infantis abriria oportunidades para que as crianças experimentassem novos sabores, temperos e texturas. Cada ida a um restaurante pode ser um pequeno desafio gustativo para a criança que, certamente não aprenderá a saborear outros alimentos se estes não lhes forem oferecidos.

 

Claro que a criança pode comer macarrão. Mas que tal variar o molho, incluindo algum ingrediente novo ao paladar dela? No lugar do bife e batata frita, quem sabe uma carne com batatas assadas no capricho, com temperos frescos? Com pequenas mudanças é possível oferecer alimentos de melhor qualidade nutricional e que não limitem tanto o paladar das crianças.

 

Alguns restaurantes já estão investindo nesta mudança de conceito, adaptando receitas para evitar alimentos industrializados ou mesmo ofertando meia porção dos pratos do cardápio, uma vez que as crianças comem menor quantidade que os adultos. Uma vez eliminando as opções ‘infantis’ do cardápio, é importante que os pais deixem a criança escolher o que lhe apetece entre os demais pratos.

 

No entanto, essa educação alimentar inicia em casa. Os pais não podem oferecer sempre “mais do mesmo’ no dia a dia, e esperar que num restaurante a criança tenha iniciativa de experimentar algo diferente. Este estímulo a experimentar deve ser contínuo e ser respaldado pelo exemplo dos pais. Para tornar a experiência mais interessante para os pequenos, é bom os pais comentarem sobre os ingredientes, a origem dos alimentos, instiga-los a perceber aromas e sabores nos pratos que pedirem, e assim por diante, enriquecendo ainda mais o momento da refeição em família.

 

 

 

Fonte: What The Fork

Mais energia para pais e mães

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Fazer escolhas certas à mesa pode ajudar a combater a fadiga de pais e mães de crianças pequenas, que enfrentam noites em claro. Segundo o nutricionista britânico Rick Hay, alguns alimentos tem o poder de fornecer mais energia e disposição. Confira as recomendações dele para incluir em seu cardápio:

 

Mel

Excelente fonte de energia, o mel deve ser adicionado ao café da manhã, para fazer o seu dia render mais.

 

Batata-doce

Ela possui carboidratos complexos, que fazem dela uma ótima opção para dar energia, saciedade e disposição, sem aumentar muito os níveis de açúcar no sangue.

 

Oleaginosas

As chamadas ‘gorduras do bem’ presentes nas nozes, castanhas e amêndoas são ricas em minerais e vitaminas do grupo B, que ajudam a manter o bom humor.

 

Cogumelos

Ricos em ferro, incluir cogumelos na alimentação ajuda a driblar a sensação de cansaço.

 

Espinafre

Não é à toa que o Popeye usava e abusava do espinafre. Ele é rico em ferro, potássio e magnésio, que são importantes na produção de energia nas células.

 

Sementes de girassol e de abóbora

Ótimas para a hora do lanche, as sementes de girassol e abóbora são boas fontes de minerais e fibras.

 

 

 

Fonte: Crescer

Meu filho se recusa a comer. E agora?

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A alimentação dos filhos é sempre uma preocupação para os pais, especialmente quando as crianças começam a se recusar a comer. Neste post você vai encontrar algumas dicas para lidar com esta situação.

 

1. Não se preocupe demais

Alimentação faz parte da aprendizagem dos bebês e crianças. Por isso, eles estarão mais dispostos a aprender em alguns dias do que em outros, do mesmo modo que acontece (ou acontecerá) na escola. Se seu filho apresentar um bom crescimento, sem sinais de doenças nem outro motivo para se recusar a comer, não há com o que se preocupar.

 

2. Observe os sinais de saciedade

Se seu filho já comeu um pouco, aprenda a identificar os sinais de saciedade dele, para não forçar a alimentação. As crianças têm necessidades diferentes dos adultos e seu sistema digestivo não é tão desenvolvido. Por isso, observe e aprenda a quantidade de alimento que seu filho precisa para se sentir satisfeito.

 

3. Varie alimentos e texturas

À vezes a criança não tem vontade de comer pois fica um pouco enjoada por lhe oferecerem sempre o mesmo. Varie os alimentos oferecidos, a forma de preparo e textura para estimular o paladar da criança e garantir uma gama maior de nutrientes.

 

4. Alimentos não são prêmios ou castigos

Quando os adultos dizem que a criança deve comer “pelo menos a carne” ou que ela deve “comer tudo, ou não ganhará sobremesa”, estão valorizando mais alguns alimentos em detrimento de outros, tornando a alimentação um castigo ou como uma forma de recompensa. Isso gera ideias erradas na cabeça da criança, aumentando a probabilidade de birras na hora das refeições.

 

5. Deixe a criança participar e evite distrações

As crianças costumam se distrair com muita facilidade, por isso, evite brinquedos ou deixar a televisão ligada na hora das refeições. Como alimentação também é aprendizagem, é importante que as crianças estejam atentas ao momento. Para ajudar nisso, deixe que elas participem mais ativamente, seja segurando algum talher ou tentando se alimentar sozinha. De acordo com a idade da criança, vale preparar alimentos que ela possa pegar com a própria mão e levar à boca.

 

 

 

Fonte: Mãe Me Quer

Mais saúde com 1 ovo por dia

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Uma pesquisa recente indica que o ovo, esse alimento tão comum, pode ajudar as crianças a crescerem mais fortes e saudáveis.

 

Realizada nos Estados Unidos e no Equador, o estudo apontou que as crianças que tiveram ovos incluídos em sua alimentação diária a partir do sexto mês de vida, cresceram mais e com excelentes níveis de saúde.

 

O ovo é uma fonte muito rica em proteínas e nutrientes, como a colina e a luteína, que pertencem ao complexo B, e ajudam no desenvolvimento do cérebro, coração, visão e músculos, além de auxiliar no funcionamento do sistema nervoso central.

 

No Equador, o estudo foi realizado com 163 bebês, de 6 a 9 meses. Ele foi aplicado em uma região humilde do país, em que as crianças geralmente não apresentam bons níveis de desenvolvimento. O peso e altura dos participantes foi avaliado e acompanhado semanalmente.

 

Além do melhor crescimento, os resultados da pesquisa também mostraram que as crianças que ingeriram ovos regularmente tiveram uma redução de 74% em suas chances de ficar abaixo do peso e de 47% em suas chances de apresentarem raquitismo ou sofrer de atrofia muscular.

 

A introdução do ovo na alimentação infantil, assim como os demais alimentos, deve ocorrer de forma gradual. Dê preferência aos preparos cozidos ou mexidos, e junto a outros alimentos como vegetais, batata ou macarrão.

 

 

 

Fonte: Vix

Picolé de Inverno

 

A hora do lanche é uma hora deliciosa – mas nem sempre fácil chegar a um consenso entre o que a criança deveria e o que ela realmente quer comer. Por isso, trouxemos uma receita que combina o saudável com o muuuito gostoso.

 

Ingredientes:

– 3 bananas descascadas cortadas ao meio

– 6 palitos de picolé

– 450g de chocolate picado (ou em gotas para derreter)

– confeitos (granulados, coco ralado ou opções mais saudáveis, como aveia, sementes de gergelim, castanhas/nozes moídas, etc.)

 

Modo de fazer:

Insira os palitos de picolé até o meio, em cada metade de banana e reserve. Derreta o chocolate no microondas em intervalos de 30s, mexendo até derreter completamente. Com auxílio de uma colher, espalhe o chocolate derretido em volta das bananas, segurando pelos palitos. Salpique os confeitos, coloque em forma com papel manteiga e leve à geladeira por 5 minutos para o chocolate endurecer.

 

Está pronto um lanchinho gostoso, e que as crianças vão adorar ajudar a preparar.

 

 

 

Fonte: Biraynsat

Imagem: Pinterest