E se o bebê tem cólicas, o que fazer?

Quem tem um bebê em casa sabe que a rotina pode ser cansativa. É claro que tem todo o lado mágico e encantado da maternidade… Mas, infelizmente, nem tudo são flores! Nos primeiros meses, principalmente, o bebê pode ter cólicas. Ainda não há estudos que comprovem a causa exata deste incômodo, mas acredita-se que a origem esteja na imaturidade do sistema digestivo dos pequenos.
Normalmente, as cólicas começam quando o bebê tem após uma semana de vida, podendo tornar-se menos frequentes após o primeiro mês. Claro que há casos de cólicas até os três meses de vida – o período varia de acordo com cada criança.
Uma das causas das cólicas pode ser a alimentação. Por isso, é interessante que a mãe que amamenta evite alguns alimentos, como excesso de chocolate e alimentos que produzam gases, como feijão, brócolis, couve-flor, repolho e comidas apimentadas (segundo o site BabyCenter). Mas mesmo com os cuidados, o bebê poderá ter cólicas. Por isso, não corte todas as comidas que você acha que podem fazer mal. Alimente-se bem!

E o que podemos fazer quando o bebê tem cólicas?

  • Ginástica: uma forma de ajudar o pequeno é, gentilmente, empurrar as perninhas dele contra a barriga. Mexa uma de cada vez, como se ele estivesse pedalando uma bicicleta.
  • Massagem: use um óleo apropriado para crianças e faça movimentos circulares na barriga do bebê, em sentido horário.
  • Aquecimento: uma bolsinha de água morna na barriga do bebê pode ajudar. Fique atenta a temperatura e forre a bolsa térmica com uma fralda para proteger mais. Também é possível enrolar o bebê em uma manta ou coloca-lo no sling.
  • Movimentem-se: o bebê geralmente chora menos se está em movimento. Coloque-o no sling, em uma rede, fique com ele no colo. Mas mantenha-o bem seguro.
  • Silêncio: evite lugares muito agitados e barulhentos. Mas um barulhinho leve pode ajudar, pois barulhos constantes ou rítmicos ajudam a acalmar os pequenos. Pode ser algo como o som do ventilador ou do secador de cabelo.
  • Descanso: coloque o bebê de bruços na cama ou no seu antebraço, preferencialmente com o rosto perto do cotovelo. Use a mão livre para aquecer e massagear a barriga do bebê.

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Alimente-se corretamente e ganhe saúde – para você e sua família!

Sabemos que a correria do dia a dia muitas vezes não permite que a alimentação seja a mais regrada possível. A pressa faz as pessoas optarem por lanches rápidos, assim como por pular refeições. Mas estes hábitos não devem ser regra todos os dias.

Pensando nisso, a Revista Claudia preparou algumas dicas para que você melhore a sua relação com a comida. As dicas valem para gestantes, mamães e papais e também para as crianças! Afinal, todos devem buscar a saúde em primeiro lugar!

- se você acha que está acima do peso, evite as dietas milagrosas que pregam a grande eliminação de peso em um curto período de tempo;

- evite comer sempre o mesmo tipo de alimento ou nutriente;

- faça pequenos lanches entre as refeições principais. Eles ajudam a controlar mais facilmente a fome;

- barrinhas de cereais e biscoitos integrais são opções legais para ter na bolsa ou na gaveta, para uma hora de emergência. Se o local onde você trabalha tiver geladeira, frutas e iogurtes light também são excelentes lanches;

- quando tiver vontade de doce, coma um! Uma unidade para matar o desejo é melhor do que ficar na vontade e devorar uma caixa de bombons, por exemplo, quando chegar em casa;

- comece a refeição pelo prato de salada, que ajudará a satisfazer a fome;

- faça as escolhas certas: molho branco, quatro queijos e bolonhesa têm muito mais calorias do que o ao sugo. Saboreie, mas sem abusar;

- que tal adotar o hábito de consumir grelhados e cozidos? A redução de frituras dá mais disposição;

- prefira sucos naturais aos industrializados e evite as bebidas com gás, que dilatam o estômago e dão uma falsa sensação de saciedade;

- beba pelo menos 1,5 litro (ou oito copos) de água por dia;

- os queijos amarelos (mussarela, provolone, prato e parmesão) são ricos em gordura. Quanto mais branco o queijo (de Minas, frescal, ricota e cottage), menos gordura ele contém;

- se não tiver como fugir do fast-food, opte pelo cheeseburguer, refrigerante light e batata frita pequena;

- nos restaurantes por quilo, primeiro olhe todos os pratos oferecidos e depois sirva seu prato. Assim, evita exageros. Na hora da sobremesa, uma boa ideia é ficar com as frutas da época;

- não fique com fome! Deixe legumes picados (cenoura, pepino, salsão) e gelatina diet na geladeira e dê uma beliscada. Não fique em jejum por muitas horas!

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Feliz Dia das Mães!

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Lazer para a família no conforto do lar – Parte 1

Com as temperaturas baixando, a vontade de ficar em casa aumenta. Mas o que fazer para espantar o tédio nessas horas?

Com um pouquinho de criatividade e diversão, várias atividades divertidas para a família toda podem ser feitas no conforto do lar, sem que seja preciso qualquer gasto ou preparação prévia.

- Institua o final de semana do cinema. Prepare um montão de pipoca e deixe que cada um escolha um filme. Assistir aos filmes escolhidos pelos demais membros da família é uma forma legal para todos se conhecerem ainda melhor, além de desenvolver o senso de democracia entre os pequenos. Se quiser, convide também amigos ou outros parentes.

- Mostre para crianças jogos e brincadeiras da sua infância. Stop e forca, por exemplo, são brincadeiras simples e divertidas, mas que a maioria das crianças de hoje em dia não conhecem! Para os maiores, xadrez é uma boa opção.

- Faça a noite da pizza. Compre vários discos de massa e disponha ingredientes diversos em tigelinhas. Cada um deve montar os sabores de pizza ao seu gosto!

- Brinque de “Dia do Contrário”. Nele, pais e filhos invertem os seus papéis! Os pequenos ficam responsáveis por escolher o que vestir, em qual restaurante ir, o que comer, além de se enfeitarem com acessórios dos pais – como os colares da mãe a gravata do pai. Os pais obedecem a ordens. Segundo o site M de Mulher, essa brincadeira é também uma boa forma de sentir como os filhos enxergam a relação com os pais.

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Os maiores erros na alimentação infantil

Dúvidas sobre alimentação são frequentes na nossa vida, inclusive com tantas novas pesquisas que trazem novas informações diferentes dos mitos que estávamos acostumados a seguir. Isso porque a sabedoria popular às vezes não é tão sábia quanto pensamos! O ovo e o café, por exemplo, nos últimos anos deixaram de ser vilões para se tornarem alimentos que devem estar presentes na nossa dieta!

Com a alimentação dos pequenos, ocorre o mesmo tipo de dúvidas. Pensando nisso, o site M de Mulher listou os 12 maiores erros que costumamos cometer na alimentação dos pequenos, baseados em informações que trazemos da nossa cultura.

O ideal é que até os seis meses a criaça se alimente do leite materno. A partir de então, passa a ser incluída a alimentação complementar – mas sempre lembrando que o aleitamento materno deve continuar sempre que possível!

Imagem: Getty Images

Recém-nascidos

1. Nos primeiros dias, o bebê chora porque tem fome.

A criança mama pouquíssimo nas duas primeiras semanas, seu apetite é pequeno. “O choro é uma manifestação natural do recém-nascido e não tem nada a ver com a quantidade de leite que ele ingere”, ensina o pediatra Fábio Ancona Lopez.

2. Meu filho deve mamar a cada duas horas.

Nos primeiros meses, não estipule horários rígidos. Nesse fase, dizem os médicos, quem escolhe quando e quanto mamar é o bebê.

3. Chás e água complementam a dieta do recém-nascido.

O leite materno supre absolutamente todas as necessidades do bebê até os 6 meses. Água, chazinhos e afins não ajudam em nada, podem causar diarreia e tirar o apetite.

4. A criança deve mamar cinco minutos em um peito e depois no outro.

O ideal é que o bebê esvazie a mama em que começou sua refeição. Só depois passe para a outra. “O leite final da mamada é o mais nutritivo, contém mais gordura e deve ser consumido”, aconselha Lopez.

5. Tempo de mamada = volume de leite adquirido.

Essa equação é falsa. Cada criança chupa o peito da mãe em uma velocidade diferente. Além disso, a quantidade de leite produzida pela mulher varia de caso para caso.

6. Quando o bebê tem cólica, a mãe está com pouco leite.

Isso diziam nossas avós. Hoje se sabe que isso é uma grande bobagem. Entre o primeiro e o terceiro mês, é comum que o bebê sinta dores abdominais, o que não está relacionado com a falta de leite.

7. O nenê prefere mamadeira porque a sucção é mais fácil.

Na verdade, o que acontece é o contrário. A criança nasce com habilidade para sugar o peito e precisa se adaptar para aprender a tomar mamadeira. Quando isso ocorre, ela pode desacostumar a mamar no peito.

A partir dos 6 meses

8. Algumas frutas fazem mal para o bebê.

Não existe fruta certa para dar à criança. Quanto mais variada ela for, melhor. Não precisa correr atrás de fruta fora de época e pagar uma fortuna: a melhor é a disponível na sua região e na estação certa.

9. Sopinhas devem ser batidas no liquidificador.

As primeiras refeições salgadas precisam ter consistência pastosa, mas as papinhas nunca devem ser batidas no liquidificador. “Isso liquefaz a comida, destrói as fibras e o bebê não aprende a mastigar”, explica o nutricionista infantil Ari Lopes Cardoso. Ele ensina como deixar a comida de seu filho no ponto: “Passe a sopa por uma peneira e controle a densidade com o caldo”.

10. Comida de criança deve ter pouco tempero.

Quem disse que papinha não tem que ter gosto? “Faça comida gostosa e variada para seu filho”, recomenda Cardoso. “Para ter apetite, ele precisa gostar do que ingere. Tempere a comida com azeite, alho, cebola, salsinha, cebolinha e pouco sal. A partir de 1 ano, ele já pode ter a mesma alimentação que o restante da família”, ensina o nutricionista.

11. Se meu filho faz careta, é porque não gosta da comida.

“O bebê só aprende a gostar de alguns alimentos depois de comê-los repetidas vezes”, diz a nutricionista infantil Claudia Juzwiak. Só com o tempo ele desenvolve o paladar. É natural que seu filho estranhe o gosto de alguns legumes e hortaliças nas primeiras vezes. Seja persistente e não se comova com cara feia. Mas tenha bom senso: se perceber que não tem jeito, não o force a comer.

12. Devo fazer meu filho comer mesmo se ele não tem fome.

Muitas mães ficam assustadas quando, por volta de 1 ano, o bebê começa a perder o apetite. O nutricionista Ari Lopes Cardoso afirma que esse comportamento é normal nessa faixa etária e está relacionado ao quadro evolutivo. “Se no primeiro ano o bebê ganha cerca de 8 quilos, no ano seguinte vai ganhar apenas 3.” Ou seja, fique tranquila mamãe: seu filho sabe direitinho a quantidade de alimento de que precisa.

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Cuidados com a pele do bebê no inverno

Quando as temperaturas caem, precisamos readaptar as nossas vestimentas, mudamos parte dos nossos hábitos alimentares… e os cuidados com a pele também pedem mudanças!

Todos sabemos que a pele do bebê é mais sensível do que a nossa, e exige cuidados especiais. No inverno, esses cuidados aumentam, pois com o frio a pele tende a ficar mais ressecada.

A dermatologista Silvia Zimbres falou ao site Guia do Bebê que problemas de pele são comuns nos primeiros anos de vida, porém a maior parte desses inconvenientes são fáceis de evitar com alguns pequenos cuidados no dia-a-dia.

Imagem: She Knows

Um dos cuidados mais simples e indispensáveis é cuidar com o banho. Não deve se usar água muito quente, sabonetes antissépticos ou esponjas muito ásperas para evitar ressecamento e descamação. A dermatologista afirma que “O ideal é dar preferência para sabonetes cremosos, lavando principalmente axilas, genitais e pés, sendo que as outras áreas devem ser lavadas apenas com a espuma de outros locais do corpo”. Se a criança fizer natação, também é importante tirar o cloro do corpo o mais rápido possível.

Outra dica é preferir roupas de algodão e sempre usá-las por baixo de malhas de lã ou sintéticas, para evitar coceira ou irritações da pele.

Óleos e hidratantes específicos para bebês também devem ser utilizados especialmente nessa época do ano, para garantir uma hidratação e proteção extra.

E claro, sempre lembrar que a hidratação vem de dentro para fora! Invista nos chás e nas sopinhas quentinhas para aquecer e hidratar o bebê!

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Chocolate quente para aquecer a temporada de frio

Quer coisa melhor do que comer e beber coisas quentinhas quando as temperaturas começam a cair? Reunir a família em casa, fazer um chocolate quente…

Essa receita que encontramos no site CyberCook é super gostosa e encorpada. Perfeita para aquecer, matar aquela vontade de comer algo doce e ainda alimentar. Ou seja, ótima para os pequenos! E rende dez porções. Ou seja, perfeita para fazer para a turminha toda!

Ingredientes:

1 lata de creme de leite

1 lata de leite condensado

1 litro de leite

4 colheres (sopa) de chocolate em pó

1 colher (sopa) de amido de milho

2 unidades de canela em pau

6 unidades de cravo-da-índia

Modo de preparo:

Misture o leite, o leite condensado, o chocolate, o amido de milho, o cravo e a canela.

Coloque no fogo e espere ferver. Retire do fogo e misture o creme de leite. Coe para retirar os pedaços de canela e o cravo e pronto! Pode se deliciar com o seu chocolate quente…

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PROMOÇÃO Razões de Mães Xalingo

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O que pode aumentar a probabilidade de ter gêmeos?

Para algumas mulheres, ter dois bebês ao mesmo tempo pode ser uma grande surpresa, um grande susto, deixar mesmo com medo. Por outro lado, algumas consideram a gestação de gêmeos uma benção, um grande sonho a ser realizado. Mas você sabia que há vários fatores que podem colaborar – ou não – com as chances de ter filhos gêmeos?

A idade da mulher

Mulheres com mais de 30 anos têm um risco aumentado de ter gêmeos. Isso ocorre porque o hormônio FSH aumenta à medida em que a mulher envelhece.

Historico familiar

Quem tem gêmeos fraternos (não-idênticos) na família tem mais chances de conceber gêmeos. Uma história de gêmeos no lado feminino da família indica uma maior probabilidade de ovular mais de um óvulo por ciclo. Uma história de gêmeos fraternos do lado masculino indica uma maior probabilidade do homem produzir espermatozóides suficientes para fertilizar mais de um óvulo.

Peso

Mulheres obesas, com índice de massa corporal acima de 30, são mais propensas a conceber gêmeos do que mulheres com IMC normal.

Altura

Mulheres mais altas que a média têm mais chance de conceber gêmeos. Um estudo descobriu que mulheres com média de 1,64m de altura tinham maior probabilidade de ter gêmeos do que as mulheres com média de 1,61m.

Número de filhos

Gêmeos são mais comuns em mulheres que já engravidaram e têm famílias grandes.

Raça

Mulheres negras são mais propensas a ter gêmeos do que as brancas. As asiáticas são as menos propensas.

Dieta

Alguns estudos apontam que mulheres que consomem mais produtos lácteos são mais propensas a conceber gêmeos.

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Emergência? O que fazer?

Quando você pensa em um acidente doméstico grave, daqueles que você não consegue resolver, qual a primeira informação que vem a sua cabeça? Ligar pro 911? Ok, brincadeira, pois não estamos nos Estados Unidos nem em um filme. Mas e o 190, será que poderá ajudar?

Agilidade na hora de pedir ajuda diante de um acidente pode salvar vidas. Mas cada número de emergência tem a sua função e é importante que você saiba a diferença entre eles.

Se for uma situação que exige resgate ou um incêndio ou desabamento, deve-se ligar imediatamente para o Corpo de Bombeiros, no 193. Como os profissionais que atendem aos pedidos de ajuda são preparados, saberão se há necessidade de acionar uma ambulância e já farão isso por você. Se for um caso de atendimento médico, a ligação deve ser para o SAMU, no número 192.

Não esqueça de manter a calma e fornecer o máximo de informações. Assim, você vai facilitar o atendimento. Nome e telefone, endereço completo e estado de saúde da vitima são informações fundamentais.

Mas nem sempre é necessário acessar estes serviços de emergência. Você pode acordar e encontrar seu filho com febre alta, medica-lo e a temperatura não baixar. O que fazer? Uma sugestão é ligar para pessoas que possam lhe ajudar, como o pediatra ou ate os avós da criança. O pequeno caiu e precisa ser levado ao plantão de emergência, mas você está sozinha? Ligar para o pai, pedindo ajuda, pode ser a solução. Mas, com o nervosismo, você pode esquecer o número.

Então, que tal fazer uma lista com os principais números e deixa-la perto do aparelho de telefone. Não esqueça de mostrar a lista ao pai, a babá e as outras pessoas que cuidam da criança. Se está em dúvida sobre que telefones incluir na lista, veja abaixo a nossa sugestão:

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